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Posts com a Tag Eduardo Cunha

quarta-feira, 19 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Política | 20:47

Cunha ignora possibilidade de denúncia e leva mulher para evento na Câmara

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Cláudia Cruz

Mulher de Cunha, Cláudia Cruz participa de coquetel do Parlatino, na Câmara dos Deputados (Foto; Luciana Lima)

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu ignorar a expectativa de ser denunciado nas próximas horas e levou sua mulher, a jornalista Cláudia Cruz, para um coquetel de encerramento da reunião do Parlamento Latino-americano (Parlatino), nesta quarta-feira (19), no Salão Nobre da Câmara dos Deputados.

Em clima de tensão, a primeira dama da Câmara nada falou. Ela apenas se posicionou ao lado do marido durante o breve discurso de boas vindas aos convidados.

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Brasil, Congresso, Justiça, Partidos, Política | 20:12

Deputados esperam informações sobre contas de Cunha no exterior

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A expectativa do grupo de deputados críticos ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é de que a denúncia que deverá ser apresentada nas próximas horas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, traga mais elementos, além das acusações de recebimento de propina no esquema investigado pela Operação Lava Jato.

A aposta dos deputados é de que Janot detalhe a acusação de lavagem de dinheiro relatando as supostas operações de Cunha em contas no exterior usando nomes de pessoas próximas.

A reunião desta quarta-feira, chamada pelo PSOL da Câmara, contou com a presença de cerca de 15 deputados de vários partidos, como PPS, PT, PSDB, PSB e do PSC.

A ideia é esperar a acusação formal e oferecer imediatamente um pedido de afastamento de Cunha da presidência da Casa.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que disputou a presidência da Casa com Cunha participou da reunião e conversou com a coluna. Acompanhe:

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 19:27

Senadores “independentes” se apresentam a Dilma como alternativa no Senado

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Senador Cristovam Buarque (PDT-DF), vai ao Planalto com grupo de senadores "independentes"

Senador Cristovam Buarque (PDT-DF), vai ao Planalto com grupo de senadores “independentes”

O grupo de senadores que se autodenomina “independente” está reunido neste momento com a presidente Dilma Rousseff para se apresentar como “alternativa” de diálogo diante das dificuldades que o governo vem enfrentando no Congresso.

Fazem parte do encontro os senadores Acir Gurgaz, líder do PDT no Senado, Cristóvam Buarque (PDT-DF), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), João Cabiberibe (PSB-AP), Lasier Martins (PDT-RS), Lídice da Mata (PSB-BA) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).

O encontro havia sido pedido ao vice-presidente Michel Temer, responsável pela articulação política, em carta enviada no início da semana.

Temer não respondeu e na quarta-feira (12) a assessoria da presidente retornou marcando o encontro que é considerado estratégico para reforçar o contraponto que o governo vem construindo no Senado, à oposição declarada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Ao Planalto, o diálogo ainda servirá para minimizar os efeitos das dissidências da base anunciadas pelo PDT e pelo PTB da Câmara, sob a influência de Cunha.

Tal como fez o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que sugeriu a chamada “Agenda Brasil”, os independentes chegaram ao Planalto com outra agenda que deverá servir de ponto de partida para a aproximação.

Entre as propostas estão as que tratam da reforma política e ainda as que envolvem o compromisso de que o ajuste fiscal não atingirá conquistas sociais e investimentos em infraestrutura.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 18:35

Em crise com a Câmara, Dilma chama presidente do Senado ao Palácio

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Renan Calheiros (foto: Clarissa Oliveira)

Renan Calheiros (foto: Clarissa Oliveira)

 

Em meio a crise política que ronda o governo, a presidente Dilma Rousseff chamou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para uma conversa no início da noite desta quinta-feira (6), no Palácio do Planalto.

A reunião não está prevista na agenda oficial da presidente.

O apoio do senador é considerado um contraponto importante às movimentações do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que durante o recesso parlamentar, se declarou oposição ao governo.

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Brasil, Congresso, Política | 15:59

“Eu não acho nada”, diz Cunha sobre eleição de Janot

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O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente de Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Foto: Alan Sampaio / iG Brasília

O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se esquivou de comentar a vitória do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na eleição da lista tríplice do Ministério Público Federal (MPF).

Internamente, a vitória, com 81% dos votos, foi considerada uma aprovação em relação a forma que o procurador tem conduzido as investigações da Operação Lava Jato.

Janot ficou em primeiro lugar, com 799 votos, e deverá ser indicado pela presidente Dilma Rousseff para permanecer no cargo. A recondução, no entanto, terá também que passar pelo aval do Senado.

“Eu não acho nada”, respondeu Cunha, irritado diante do questionamento.

Cunha é um dos políticos investigados pela Lava Jato e acusa o procurador de ter com ele uma “querela”.

O presidente da Câmara ainda insinuou que Janot teria obrigado o delator Júlio Camargo a mentir em seu depoimento com o objetivo de constranger o Legislativo.

Na lava Jato, Cunha é investigado devido a suspeita de ter achacado empresas em contratos com a Petrobras. De acordo com o depoimento de Júlio Camargo, prestado dentro do acordo de delação premiada, o presidente da Câmara teria levado US 5 milhões em propina.

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terça-feira, 30 de junho de 2015 Congresso | 19:02

Líder do governo faz cálculos e estima 217 votos contra redução da maioridade

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O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), está fazendo contas sem parar para saber se será possível impedir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 171/93, que estabelece a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, homicídio doloso, lesão corporal grave e lesão corporal seguida de morte.

Ao lado do deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), que é contrário à redução da maioridade, Guimarães rabisca um papel em que faz uma espécie de projeção de votos em cada uma das bancadas. Segundo os cálculos do líder, 217 deputados votarão contra a redução da maioridade penal.

Noves fora, se as contas de Guimarães estiverem corretas, a PEC 171/93 será derrotada. O quórum da sessão ainda não está próximo do máximo, de 513 deputados. Se realmente 217 votarem contra o texto, a PEC em tese poderia receber somente 296 votos. Para ser aprovada na Câmara, uma PEC precisa de no mínimo 308 votos.

Ainda assim, o líder continuou sua consulta entre os colegas e ao encontrar  Silvio Costa (PSC-PE), perguntou ao vice-líder do governo o que ele achava.

Costa disse que tudo depende do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “O problema é o Cunha esperar o quórum melhorar. Com esse quórum, dá para ganhar, mas se ele ficar segurando até ter 500 deputados, aí acho que não dá”, opinou Costa.

A lista de Guimarães tem votos em todos os partidos, inclusive na oposição, como no DEM e no PSDB.

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terça-feira, 16 de junho de 2015 Brasil, Cidades, Governo, Política | 16:02

Prefeitos querem limite para liminares que obrigam atendimento de alto custo

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Os representantes da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) querem limites para as liminares que são constantemente concedidas pela justiça, obrigando os municípios a prestarem serviços de alto custo na área de saúde.

O presidente do Fórum de procuradores das capitais, Rúsvel Beltrame, conversou sobre o assunto com os deputados Paulo Teixeira (PT-SP), Bruno Covas (PSDB-SP) e Esperidião Amin (PP-SC), nesta terça-feira (16), véspera do encontro que os prefeitos farão com os presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O evento reunirá prefeitos de 40 municípios. Os pontos centrais do encontro serão a discussão de novo pacto federativo que distribua melhor as receitas de impostos hoje concentradas na União, além de formas de financiamento da Saúde. A grande reclamação dos prefeitos é que as liminares obrigam os municípios a arcarem com despesas altas de saúde sem considerar as condições financeiras de cada município.

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sábado, 13 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Eleições, Governo, Partidos, Política | 15:18

Rompimento com o PMDB desestabilizaria governo Dilma, avalia Rui Falcão

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Ao fim do 5º Congresso do PT, o presidente do partido, Rui Falcão, avaliou que o rompimento com o PMDB poderia desestabilizar ainda mais o governo da presidente Dilma Rousseff. A proposta apresentada pela esquerda do partido foi derrotada pelos delegados da corrente majoritária na manhã deste sábado (13), em Salvador (BA).

“É evidente que há no PT manifestações. A gente não esconde. Agora não há nenhuma condição, nenhum propósito de romper aliança no Congresso nacional com os parceiros que integraram a nossa coligação”, disse o presidente do PT.

Para Falcão, os problemas com o PMDB e com outros partidos da base devem ser resolvidos na negociação política. “Isso requer conversa, negociação política e não, simplesmente, um rompimento unilateral que, tal a conjuntura que vivemos hoje, poderia levar uma desestabilização do nosso governo”, disse Rui Falcão ao final do encontro do partido.

“O trabalho de costura das lideranças, da presidente, e nós mesmos, no diálogo com os outros partidos, é procurar o de dar estabilidade e governabilidade à nossa presidente, para o nosso governo”.

Apesar dos problemas com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vem imprimindo constrangimentos ao governo e ao PT desde sua posse no cargo, Falcão aconselhou a manutenção da aliança.

“O Congresso Nacional é o que o povo elegeu. Trata-se de um Congresso contraditório, agora com mais participação de representantes do conservadorismo. Mas é o Congresso que é um Poder constituído. Nós temos nos relacionar com ele. É evidente que há contradições dentro da base aliada, não só com o PMDB”, reconheceu.

“Neste processo há contradições, há oposições. a principal delas é que tem oposto um setor grande do Congresso a um tipo de governança que imprime o presidente da Câmara, como se viu agora, neste episódio da votação do financiamento empresarial”, avaliou.

 

 

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Partidos | 13:59

Petistas gritam “fora Cunha” mas rompimento com PMDB é rejeitado

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Além de amenizar todas as críticas da esquerda do partido à política econômica, a ala majoritária do PT conseguiu também barrar as tentativas de rompimento da aliança prioritária com o PMDB, expressa no texto apresentado pela corrente O Trabalho.

A emenda foi derrotada e substituída por um texto mais genérico, que aponta mais para a construção de frente de esquerda e para a manutenção da atual aliança.

A defesa, no entanto, do rompimento se tornou uma catarse petista com gritos de “fora Cunha” em referência ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que tem imposto uma série de constrangimentos ao governo e ao PT desde que assumiu o cargo. O deputado Carlos Zaratini (PT-SP) chegou a se referir a Cunha como o “oportunista de plantão”.

O texto proposto apontava o PMDB como “sabotador” do governo e pedia a rompimento da aliança já para as eleições do próximo ano. “O presidencialismo de alianças e junto com ele a política de alianças que desde 2002, diminui a bancada do PT de 91 deputados para 69 de agora. Na lógica deste sistema, a crise política tem levado a dar espaço de poder ao principal aliado, muitas vezes sabotador do governo, o PMDB, que opera na contrarreforma política, pela revisão do regime de partilha do pré-sal e pela terceirização completa do trabalho com a consequente redução de direitos sociais”, dizia o texto.

“O 5º Congresso do PT indica que esta política de alianças deve ser revistas agora para as eleições de 2016, em favor da aliança com forças políticas e sociais sintonizadas com as reformas populares que o PT defende”, dizia o texto.

Na defesa da proposta, Júlio Turra filho, executiva da CUT reclamou do tratamento por parte do governo à bancada petista. “Na atual situação de crise política e econômica, a  é como se fosse um partido minoritário da Câmara dos Deputados. Seu principal aliado, que detem a vice-presidência da Rpública, passa a ser um articulador político”, reclamou.

“É necessário rever essa aliança prioritária nacional com o PMDB que inclui as oligarquias mais retrógrada e homofóbica. Como é possível priorizar este partido na política de alianças”, disse Turra.

Apesar dos protestos, a emenda foi rejeitada, com a defesa feita pelo líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

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quarta-feira, 10 de junho de 2015 Congresso | 18:31

Misses desfilam na Câmara no Senado em dia de votações e gás de pimenta

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Enquanto os protestos contrários a redução da maioridade penal eram reprimidos com gás de pimenta pela polícia legislativa, na comissão especial, um grupo de misses, uma de cada estado brasileiro, se dedicou a desfilar pelos plenários da Câmara e do Senado. Bem na hora do protesto, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu recebê-las e, segundo uma das representantes, desejar sorte.

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