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Posts com a Tag eleição na câmara

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 Congresso | 12:01

Manoel Junior apostou sozinho, mas cobra a fatura

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Manoel Junior (PMDB-PB)

O deputado Manoel Junior (PMDB-PB) disse que se dispunha a dar todo seu salário de fevereiro ao colega Silvio Costa (PSC-PE), caso Arlindo Chinaglia (PT-SP) vencesse a disputa pela presidência da Câmara, como previa o pernambucano. E saiu da votação de ontem prometendo cobrar a conta: “Agora eu quero o salário de fevereiro dele”, disse o peemedebista.

Costa, que antes da eleição repetia que Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deveria ter cuidado para não perder de Júlio Delgado (PSB-MG),  nem quis ouvir falar no assunto. “Se ele apostou, apostou sozinho. Eu não tenho nada a ver com isso”, disparou.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 Congresso | 06:00

Peemedebista diz que aposta o salário na vitória de Eduardo Cunha

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Manoel Junior (PMDB-PB) (Foto: Agência Câmara)

Manoel Junior (PMDB-PB) (Foto: Agência Câmara)

O deputado Manoel Junior (PMDB-PB) se diz disposto a apostar o salário do mês de fevereiro com o colega Silvio Costa (PSC-PE). Isso em resposta à previsão feita pelo pernambucano em relação à eleição para a presidência da Câmara.

Eduardo Cunha, segundo Costa, começou a disputa “dizendo que teria 330 votos, passou para 270 e daqui para domingo chega em 150”. E emendou: “Vai ter que ter cuidado para não perder do Júlio Delgado”.

“Eu não sou um homem afortunado, mas se o Eduardo Cunha tiver menos de 310 votos e o candidato dele tiver mais de 150, eu pago qualquer aposta. Aposto até o meu salário de fevereiro”, diz o peemedebista.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2013 Congresso | 09:00

Cobrando a fatura

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Apontado como favorito na disputa pela presidência da Câmara, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) está usando uma arma infalível para atrapalhar as pretensões do concorrente Júlio Delgado, do PSB.

Em setembro do ano passado ele ignorou o correligionário, Átila Lins (AM), e apoiou a indicação da então deputada Ana Arraes para a vaga de ministro do Tribunal de Contas da União.

Com o apoio do líder do PMDB, a mãe do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, venceu a disputa, deixando para trás inclusive um adversário de peso, o hoje ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PC do B-SP).

Alves agora está cobrando a fatura.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012 Congresso | 20:02

Deputada lança candidatura e desafia líder

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A deputada Rose de Freitas (PMDB) aproveitou o vazio do recesso e usou a estrutura da TV Câmara para lançar oficialmente, numa sessão extraordinária transmitida ao vivo, sua candidatura a presidência da Câmara nesta sexta-feira.

Em tom de fustigação ao correligionário Henrique Eduardo Alves (RN), o favorito cacifado pelas cúpulas do Congresso e do Palácio do Planalto, apostou na insatisfação.

Disse que não tem nada contra Alves apenas para lembrar que foi ela que o lançou como líder do PMDB na Câmara para o “eterno” mandato de sete anos ainda em vigor.

E pontuou as promessas assumidas e não cumpridas pelo líder: as reformas política e tributária e mudanças na estrutura de funcionamento da Casa.

De quebra, como cereja de sua plataforma, tocou no assunto que Alves mais tem evitado para não perder votos: o desgaste do legislativo diante das sucessivas interferências dos outros dois poderes.

Disse que a predominante insatisfação do plenário estimula a sensação de angústia, ineficiência e vazio, enquanto o legislativo “rasteja” diante da liberação de emendas, os deputados são monitorados (pelo governo) e o orçamento se transforma em balcão de negócios.

Lembrou que um dos sintomas do esvaziamento da atividade legislativa é ausência de interlocutores diante da crise institucional.

A Câmara, segundo ela, ficou à margem dos debates jurídicos que resultaram na cassação dos mandatos dos deputados condenados no mensalão.

“Quem denigre a imagem da Casa não é a imprensa, somos nós”, reconhece a deputada de seis mandatos. É um discurso dirigido ao mesmo baixo clero que elegeu Severino Cavalcanti.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Congresso | 11:00

Henrique Eduardo Alves fará giro pelo Brasil em busca de apoio contra correligionária

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A atuação da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES) na condução da sessão que aprovou a urgência para a votação do veto à distribuição de royalties ascendeu a luz amarela na campanha do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), à Presidência da Casa.

A avaliação interna é de que Rose perdeu votos em seu estado, mas se cacifou na disputa para a Presidência da Casa, agradando a maioria dos deputados que são de estados não produtores.

Diante da sensação de crescimento do nome de Rose, após a sessão, principalmente entre os deputados do chamado “baixo clero”, o líder do PMDB decidiu viajar a todos os estados no mês de janeiro.

Ele não terá recesso. O líder vai almoçar em um estado e jantar em outro.

A ideia é visitar todos os estados em pelo menos quatro viagens no fim de semana, fazendo reuniões políticas em busca de apoio.

Alves é o candidato do acordo entre PT e PMDB, firmado com apoio da presidenta Dilma Rousseff.

Esse acordo garante ao PMDB a presidência das duas casas no próximo ano.

Já Rose lançou sua própria candidatura sem apoio da cúpula do partido.

Na semana passada, ela foi acusada pela bancada do Espírito Santo de ter traído o interesse dos capixabas na questão dos royalties ao não suspender a tumultuada sessão.

Antes da atuação de Rose na tumultuada sessão dos royalties, uma pesquisa feita pelo também candidato Júlio Delgado (PSB-MG) ouviu 401 deputados e apontou Henrique Eduardo Alves em primeiro lugar com 160 votos.

Segundo esse levantamento, Delgado ficou em segundo, com 90 votos, e Rose em terceiro, com 70 votos.

Os que ainda não haviam decidido somavam 81 votos.

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012 Brasil, Congresso | 10:00

Impasse sobre cassação alimenta disputa na Câmara

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A prerrogativa sobre o destino dos deputados condenados no mensalão alimenta a disputa de bastidor entre os deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Rose de Freitas (PMDB-ES) e Júlio Delgado (PSB-MG), os três pretendentes a sucessão de Marco Maia (PT-RS) na presidência da Câmara.

Um único ponto une os três candidatos: a necessidade de a Câmara se impor como poder independente, refutando a cassação automática de mandatos de parlamentares.

Os três falam em aguardar uma posição do STF, mas é o favorito, Henrique Eduardo Alves, quem mais se desvia de análises sobre o mérito ou o rito que daria ao caso. Não quer se incompatibilizar com os partidos dos condenados.

O PT de João Paulo Cunha (SP), o PP de Pedro Henry (MT) e o PR de Valdemar da Costa Neto (SP) têm somados 168 votos.

Como não se pode esperar que o STF decrete a perda imediata dos mandatos – a menos que, numa remotíssima hipótese, decida decretar a prisão dos condenados -, os candidatos fazem campanha apostando na lentidão do próprio Judiciário.

Ao contrário dos juízes de primeira instância, que podem mandar réus para cadeia enquanto julgam os recursos, o STF só executará medidas de restrição de liberdade depois do trânsito em julgado das sentenças. Assim, a decisão definitiva talvez nem seja conhecida no ano que vem.

Cunha, Henry e Costa Neto ainda votarão a derrubada do veto de Dilma no projeto dos royalties e ainda exercerão peso significativo na disputa pela presidência da Câmara, que será decidida em janeiro, logo depois do recesso parlamentar.

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012 Congresso | 07:00

O butim da guerra na Câmara

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O futuro presidente da Câmara dos Deputados terá o privilégio de influir nas decisões política que definirão o quadro sucessório de 2014 e torna-se uma das três mais importantes autoridades da República.

Mas é outra a “joia da coroa” que encanta os pretendentes e realça a cobiça: no ano que vem a Câmara terá um orçamento de R$ 4,932 bilhões, distribuídos em despesas fixas com folha de pagamento (R$ 3,9 bilhões), correntes (R$ 782 milhões) e investimentos (R$ 241 milhões).

No ano passado, o orçamento foi de R$ 4,220 bilhões. O ponto atrativo do orçamento é o setor de investimentos, que permite a execução de obras físicas, a contratação de novos servidores -setor que aumenta ano a ano – e uma série de outros eventos patrocinados pela Câmara.

A Mesa Diretora, formada pelo presidente, dois vice-presidentes e quatro secretários, controla os 15.642 funcionários, dos quais apenas 3.377 são efetivos, contratados depois de passar por concursos.

No caso dos servidores, a cereja do bolo são 1.394 postos, os chamados CNEs (Cargo de Natureza Especial), que tanto podem ser mantidos quanto trocados a cada mudança no comando da Casa. Os salários são atrativos. Variam de R$ 2.603,00 a R$ 14.169,85.

Existem ainda outros 10.871 cargos de secretário parlamentar, que só podem ser mexidos pelos 513 deputados e que devem sofrer alteração em 25 gabinetes porque os titulares são prefeitos eleitos e terão de renunciar ao mandato.

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terça-feira, 6 de novembro de 2012 Congresso | 23:00

O jantar e o xadrez

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Mais que o simbolismo da reedição da parceria que resultou, em 2010, na chapa Dilma Rousseff/Michel Temer, o jantar desta terça-feira no Alvorada definirá que peças serão movimentadas no tabuleiro de 2014.

A primeira delas é manutenção do acordo que garantirá a eleição do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves para a presidência da Câmara.

Nas contas de quem trabalha por Alves, se a eleição fosse hoje, ele teria algo em torno de 400 votos.

Mas ele  tem dito a amigos que não basta o apoio da cúpula. Irá buscar o voto do baixo clero e afirma que também não se assustaria caso tenha de partir para uma disputa voto a voto.

A provável indicação de Gabriel Chalita para a Ciência e Tecnologia não serve apenas para encorpar o partido na Esplanada. É também um lance estratégico.

Temer segue os passos de Lula e também aposta na renovação. Como o partido já definiu que terá candidatura própria à presidência em 2018,  Chalita é uma aposta do PMDB governista.

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Congresso, Governo | 08:00

Pimenta no prato

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Chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, Giles Carriconde Azevedo telefonou para líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), convidando-o para o jantar desta terça-feira no Alvorada.

“Qual é o cardápio?”, devolveu Alves depois de ouvir as gentilezas do assessor presidencial.

“Ainda não sei. Mas o senhor vai gostar”, disse Giles.

O telefonema terminou com ambos dando gargalhadas.

Decano da Casa com 11 mandados consecutivos, o peemedebista quer ser presidente da Câmara. Mas depende do PT honrar o acordo que garante o rodízio entre as duas maiores bancadas.

Um dos pratos mais apimentados será, naturalmente, a expansão do PMDB na Esplanada dos Ministério.

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