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Posts com a Tag eleições 2016

quarta-feira, 27 de maio de 2015 Congresso | 19:52

“É uma conquista do voto popular”, diz Marta sobre decisão favorável do STF

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A senadora Marta Suplicy (SP) afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal, que decidiu que perda de mandatos por troca de partidos não se aplica a eleições majoritárias, como é feita a escolha de senadores, é uma conquista de todos os senadores.

“Recebi com muito alegria essa manifestação da suprema corte. Uma votação por unanimidade”, comemorou Marta. “Isso não vai servir só para mim. É uma conquista de todos os senadores”, afirmou a ex-petista.

“É uma conquista do voto popular”, acrescentou Marta, que deverá disputar a prefeitura da Capital paulista no próximo ano pelo PSB.

Assista:

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terça-feira, 26 de maio de 2015 Política | 11:35

Russomanno é elogiado por parceria em votação do ajuste fiscal na Câmara

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Celso Russomanno (Foto: AE)

Celso Russomanno (Foto: AE)

Se o governo comemorou o cumprimento da primeira parte da missão de aprovar o ajuste fiscal no Congresso, com a aprovação das Medidas Provisórias na Câmara, alguns nomes foram destacados nos bastidores como grandes parceiros nessa tarefa.

Um deles é do deputado Celso Russomanno (PRB-SP), que foi elogiado por seu apoio nas reuniões da base e por cobrar coerência dos aliados nos acordos construídos.

Curiosamente, Russomanno tem planos bem claros para o próximo ano. Disputará a prefeitura da Capital paulista enfrentando o petista Fernando Haddad.

Se em 2015 Russomanno é considerado parceiro entre articuladores petistas, deverá ser em 2016 uma dor de cabeça para o PT manter sua posição à frente do Executivo municipal de São Paulo.

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quarta-feira, 29 de abril de 2015 Política | 15:19

Gastão Vieira troca PMDB pelo PROS para disputar prefeitura de São Luís

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O ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira, candidato peemedebista derrotado ao Senado nas últimas eleições, está de saída do PMDB. Vieira passará a integrar oficialmente o PROS. Ele já comanda sua comissão provisória no Maranhão.

Vieira pretende se lançar candidato à prefeitura de São Luís, onde certamente terá um adversário do clã Sarney, possivelmente a ex-governadora Roseana Sarney.

O ex-ministro tem evitado falar sobre possíveis mágoas com o PMDB nacional, mas não esconde sua insatisfação com Sarney e com o PMDB do Maranhão.

“Meu problema é de espaço”, disse o ex-ministro. “É uma decisão muito dolorosa para mim porque há 30 anos sou parte do PMDB, desde quando era ainda o MDB. Dói, dói muito, mas não saio com mágoa do PMDB nacional”, disse o ex-ministro, que pretende anunciar oficialmente sua saída no início da próxima semana.

Peemedebistas contaram que ele estava em busca de uma indicação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para uma vaga no segundo ou no terceiro escalão do governo, fatura por ter trabalhado com afinco para a eleição de Cunha.

Em meio à busca, Vieira precisou dar explicações ao vice-presidente, Michel Temer, que cuida da articulação política e das negociações para a distribuição de cargos, sobre sua filiação partidária.

Isso porque, ao saber da movimentação de Vieira, o ex-senador José Sarney (PMDB-MA) tratou de informar a Temer que Vieira, no Maranhão, havia assumido a presidência do PROS.

Vieira, por sua vez, tratou de desqualificar a “denúncia” feita por Sarney, informando ao vice-presidente que realmente havia assumido o comando do PROS no estado, mas por se tratar de uma comissão provisória, não deixou o PMDB.

“Fiquei com a comissão provisória do PROS e isso não exigia de mim a desfiliação do PMDB”, disse.

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Política | 15:09

Para Erundina, Marta será alternativa contra polarização em São Paulo

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A ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB), avalia que a entrada de Marta Suplicy (PT) na disputa municipal em São Paulo terá a mesma lógica da participação de Eduardo Campos na disputa presidencial em 2014: quebrar a polarização entre PT e PSDB.

Erundina diz não ter conversado com Marta a respeito da corrida municipal ainda, mas elogiou a ex-prefeita de São Paulo e destacou a importância dela na disputa do próximo ano.

Marta deverá anunciar nos próximos dias sua saída do PT e filiação ao PSB.

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Partidos | 09:00

Desgaste do PT põe Alckmin, Aécio e Serra no páreo para 2018

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Com o desgaste sofrido pela presidente Dilma Rousseff e o PT, agora acentuado pela prisão do tesoureiro João Vaccari Neto, o PSDB vê a chance de reciclar um de seus três últimos candidatos ao Planalto. Em tese, o que se diz no partido é que não há mais jogo de cartas marcadas. Hoje, Geraldo Alckmin, Aécio Neves e José Serra estão todos no páreo para a corrida presidencial, cada um com um estilo e estratégia próprios.

Leia também: PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

Aécio, segundo interlocutores, trabalha para se transformar numa espécie de voz dos movimentos de rua contrários ao governo do PT. Aceitou encampar o discurso do impeachment da presidente Dilma Rousseff, fala abertamente sobre o apoio às manifestações e aproveita o cargo de presidente do partido para se manter em evidência. Tem como principal ponto negativo o fato de ter perdido em casa na última eleição presidencial. Aécio foi derrotado em Minas Gerais, tanto como candidato à Presidência quanto como patrocinador da candidatura de Pimenta da Veiga na corrida estadual.

Como São Paulo assegurou um bom desempenho para o senador mineiro no placar geral, o coro no PSDB de São Paulo é pela escolha de um nome paulista para a vaga. Alckmin, por enquanto, tem optado por uma abordagem “não política”, dizem os colegas de partido. Mantém-se mais concentrado em amenizar problemas da administração estadual que possam virar uma fatura a ser paga lá na frente, como a crise hídrica. E tem optado por evitar ataques diretos à presidente Dilma e ao PT.

Serra, por sua vez, seria a alternativa mais “política” das três, diz um aliado. Há quem aposte que ele teria mais chances, por exemplo, de atrair o PMDB para uma aliança eleitoral, tanto pelo fato de ter origem na legenda, quanto pela boa relação que mantém com alguns caciques da sigla. O senador paulista investe pesado no discurso econômico e, por isso, poderia levar a melhor no contraponto direto ao governo Dilma, avalia o interlocutor.

Parte da disputa que começa a tomar forma entre os três tucanos passa pela eleição municipal do ano que vem. Principalmente no que se refere a Alckmin e Serra.

No PSDB paulista, a tese é que uma eventual candidatura de Aloysio Nunes Ferreira fortalece o nome do senador, de quem é aliado fiel. O efeito seria ainda mais forte no caso de uma vitória do tucano sobre o petista Fernando Haddad. Já Alckmin se beneficiaria de um bom desempenho de Marta Suplicy na corrida. Isso porque a petista prestes a ingressar no PSB será lançada com aval do governador paulista, que poderia, assim, amarrar um apoio do PSB para uma eventual candidatura presidencial.

No PSDB, alckmistas, serristas e aecistas concordam que qualquer diagnóstico, neste momento, é impreciso em função da distância da corrida presidencial. Ainda assim, é consenso também que a tendência é um acirramento progressivo da disputa já nos próximos meses. Que tende a aumentar principalmente se a crise de Dilma e do PT se agravar.

Saiba mais: Por 2016, PSDB trabalha para unir Serra e Alckmin

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quinta-feira, 2 de abril de 2015 Eleições | 12:02

Por 2016, PSDB trabalha para unir Serra e Alckmin

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José Serra e Geraldo Alckmin

José Serra e Geraldo Alckmin

Na esperança de aproveitar o desgaste do PT em São Paulo, o PSDB está fazendo de tudo para afastar o risco de a tradicional briga interna entre serristas e alckmistas dominar os preparativos da eleição municipal.

Há cerca de um mês, o partido decidiu iniciar formalmente as conversas sobre a corrida. A direção partidária teve o cuidado de só entrar oficialmente no assunto com todos sentados à mesa: o governador Geraldo Alckmin, os senadores José Serra e Aloysio Nunes Ferreira, o vice-presidente do partido Alberto Goldman e o presidente do diretório estadual Duarte Nogueira.

Para começar as discussões, o grupo achou melhor não tratar especificamente da capital paulista. As primeiras conversas trataram das 50 maiores cidades do Estado de São Paulo.

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quarta-feira, 25 de março de 2015 Partidos | 09:00

‘Eu não faria desta forma’, diz Erundina sobre saída de Marta Suplicy do PT

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A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

Ao comentar a saída da senadora Marta Suplicy do PT e sua filiação ao PSB, a deputada federal Luiza Erundina – que fez o mesmo caminho em 1998 – critica a maneira como Marta tem conduzido a situação.

“Eu não faria desta forma. Ela tem suas razões, mas não precisa declarar guerra ao PT”, explica Erundina. “Eu mesma não saí assim”, compara. A deputada chegou a ser convidada para a festa de aniversário de Marta na última sexta-feira, mas não compareceu.

Sobre a intenção da senadora de disputar a prefeitura de São Paulo em 2016, Erundina reconhece que ela chega como a candidata natural do PSB e atribui parte do apoio partidário ao desempenho do atual prefeito petista, Fernando Haddad. “Ele não faz política, não construiu uma simpatia com a cidade. Até faz coisas interessantes, mas não dialoga, não fatura, isso favorece a Marta.”

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sexta-feira, 20 de março de 2015 Eleições | 07:00

PT faz consultas sobre possibilidade de pedir o mandato de Marta Suplicy

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O PT ainda tomou a decisão, mas já iniciou consultas a advogados especializados em Direito Eleitoral sobre a possibilidade de pedir na Justiça o mandato da senadora Marta Suplicy, que deve deixar o partido para disputar a prefeitura de São Paulo pelo PSB.

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

O comando partidário ouviu de advogados que são boas as chances de vitória, mas que não há nenhuma garantia. É que o cargo de senadora é majoritário e, em tese, não se enquadraria na regra da fidelidade partidária. Mas, ainda de acordo com o jurídico do PT, a jurisprudência aponta no sentido de rever esse entendimento.

A questão é que o PT acha que Marta Suplicy quer mesmo é ser expulsa. Assim, avalia o partido, ela poderia justificar a troca de legenda para seu eleitorado e reforçar o discurso de que não teve espaço na legenda para expor suas opiniões.

Por isso a ordem é trabalhar de todas as formas possíveis para evitar que a expulsão se faça necessária. Todos os dirigentes foram orientados a não embarcar em provocações da senadora, como as críticas públicas que tem feito ao prefeito Fernando Haddad.  A expectativa, dizem líderes da legenda, é de que a senadora se torne a cada dia mais agressiva.

Mas, pelo menos na noite desta sexta-feira, o clima deve ser animado para a senadora. Marta recebe os convidados para sua festa de 70 anos. Na lista, a cúpula do PSB. Fora dela, a do PT.

 

 

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domingo, 15 de março de 2015 Partidos | 08:00

‘PT vive momento difícil, mas isso não significa que devemos recuar’, diz presidente da sigla em SP

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Diante das manifestações previstas para este domingo contra o governo Dilma, o PT de São Paulo, berço do partido e maior colégio eleitoral do país, admite que o momento é de dificuldade para a legenda. O presidente do partido na capital, Paulo Fiorilo, diz que o momento é de reação e cobra da legenda que vá para as ruas.

“O PT tem que ir para as ruas, de onde nunca deveria ter saído”, diz o dirigente. Fiorilo minimiza o desgaste vivido pelo prefeito Fernando Haddad e diz ainda ver espaço para assegurar uma candidatura competitiva à reeleição, mesmo diante da perspectiva de saída da senadora Marta Suplicy da legenda. Marta deve anunciar em breve sua ida para o PSB, legenda pela qual deve disputar a eleição municipal.

“Nos últimos meses, ela passou de fato a fazer críticas ao partido e ao governo. Mas essas críticas são uma opinião pessoal dela. Mas acredito que ela está construindo o caminho dela. Só espero que este caminho não passe pela saída dela do PT”, disse o petista. Confira a entrevista:

Este domingo deve ser marcado por manifestações contra o governo Dilma, principalmente em São Paulo. Como o senhor avalia esse forte desgaste enfrentado pelo PT?
O PT de fato vive um dos seus momentos mais difíceis. Mas isso não significa que devemos recuar. Nós temos que fazer essa discussão, tornar esse debate público. O PT tem que ir para as ruas, de onde nunca deveria ter saído. É justamente o que estamos fazendo em São Paulo, estamos participando de encontros, organizando eventos. E é assim que vamos para o enfrentamento.

Paulo Fiorilo (Foto: Divulgação/Facebook)

Paulo Fiorilo (Foto: Divulgação/Facebook)

O senhor disse que o PT nunca deveria ter saído das ruas. O partido se desligou da sua origem? 

Uma das dificuldades que um partido que vira governo tem é ver seus principais quadros irem para este governo. Isso, naturalmente, cria uma dificuldade. O que eu acho é que nós temos que retomar este espaço, um espaço que é nosso.

E, diante disso, a senadora Marta Suplicy se prepara para sair do partido. E ela tem aproveitado, enquanto isso, para atacar o PT dentro do próprio PT. Como lidar com mais esse problema?
Primeiro, a Marta ainda não avisou ao PT que pretende sair. Marta é um nome que faz parte da história do PT. Ela disputou cargos importantes, foi prefeita, foi senadora. Nos últimos meses, ela passou de fato a fazer críticas ao partido e ao governo. Mas essas críticas são uma opinião pessoal dela. Mas acredito que ela está construindo o caminho dela. Só espero que este caminho não passe pela saída dela do PT.

Independentemente da Marta, a eleição deve ser difícil para o prefeito Fernando Haddad. Por conta de um desgaste da gestão dele e da perspectiva de serem lançadas várias candidaturas.
Ainda temos um longo caminho pela frente até a eleição. E nós acreditamos que ainda há tempo e espaço para fazermos todo esse debate, essa discussão, sobre o que foi feito na gestão Haddad e sobre o que ainda é possível fazer. Acredito que, feito esse debate, nós temos sim condições de ter uma candidatura competitiva com Haddad.

Mas esse era o mesmo discurso do PT para a eleição de governador. E o desempenho do Alexandre Padilha não chegou ao patamar histórico que o partido prometia alcançar.
Acho que na eleição do ano passado nós não fizemos a leitura certa do cenário. Tenho certeza de que, com uma leitura mais precisa do momento, a nossa candidatura será forte.

Em São Paulo, muito do desgaste é também da Dilma, do governo federal. O que dá para fazer pensando no governo federal?
O governo federal vive também uma conjuntura muito difícil. É um momento econômico complicado, com necessidade de ajustes. Mas  a recuperação se dará a partir de medidas positivas que serão anunciadas em breve, como a terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida. São medidas que vão ajudar a minimizar essa conjuntura difícil que o Brasil vive.

O PT também se vê diante do envolvimento de vários integrantes na Lava Jato. O senhor acredita, por exemplo, que o tesoureiro João Vaccari deve ficar no cargo?

O PT tem reafirmado seu compromisso com a apuração. Cabe ao partido agora avaliar o momento de agir e o momento de esperar. Eu não acho que tenhamos que defenestrar companheiros antes que tudo seja apurado e que os processos sejam concluídos. Ainda estamos no meio desse processo. Mas é claro que o PT precisa estar bem sintonizado com todos esses acontecimentos, para poder tomar as medidas necessárias quando chegar a hora certa, caso algum dos envolvidos de fato tenha culpa.

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segunda-feira, 9 de março de 2015 Eleições | 09:00

Desgaste de Dilma eleva pressão por renovação no PSDB de São Paulo

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O desgaste vivido pela presidente Dilma Rousseff no maior colégio eleitoral do país, ilustrado ontem pelos panelaços que ocorreram durante o pronunciamento que ela fez à nação, tem ajudado a alimentar no PSDB as pressões por uma renovação nas candidaturas majoritárias. O PSDB paulistano avalia que, se tivesse aberto espaço para novos nomes nas últimas eleições, teria grandes chances de recuperar a prefeitura paulistana na próxima eleição.

Setores do partido em São Paulo prometem defender junto ao comando nacional do partido que insista na apresentação de um novo nome para a corrida de 2016. Parte dessa pressão vem da avaliação de que o senador José Serra (PSDB-SP), embora diga abertamente que não tem interesse na vaga, possa vir a se apresentar internamente para a corrida.

A ideia de novidade não necessariamente significa apresentar um nome jovem para a disputa. Um dos principais cotados é o senador Aloysio Nunes Ferreira, um dos homens de confiança de Serra e que caiu nas graças do senador Aécio Neves (PSDB-MG) durante a corrida presidencial. Fala-se ainda nos nomes de Andrea Matarazzo e Bruno Covas, embora alguns tucanos avaliem que falta a ambos força interna para emplacar uma candidatura.

A ala tucana que defende a renovação fala em antecipar a apresentação do nome para este ano, para que haja tempo suficiente de construir sua imagem junto ao eleitorado.

Leia também: PSDB ainda vê interesse de Serra na Prefeitura de São Paulo

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