Publicidade

Posts com a Tag eleições 2018

quarta-feira, 6 de maio de 2015 Partidos | 06:00

PSB já não descarta projeto eleitoral com Marina Silva para 2018

Compartilhe: Twitter

Tida como praticamente impossível logo após a corrida de 2014, a ideia de lançar a ex-senadora Marina Silva numa nova candidatura presidencial em 2018 já não enfrenta mais tanta resistência assim dentro do partido do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no passado. Diante da perspectiva de uma fusão da sigla com o PPS, alguns líderes socialistas admitem nos bastidores que o desenho de um novo projeto eleitoral pode sim passar pela ideia de convencer Marina a disputar novamente o Palácio do Planalto.

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina passou grande parte dos últimos meses muito distante do PSB. Desde que saiu da votação de outubro do ano passado, avisou imediatamente ao comando partidário que sua prioridade é retomar a criação da Rede Sustentabilidade. Mas, para os socialistas, os “sinais” são cada vez mais claros de que a nova legenda custará a sair do papel.

Embora muita gente no partido resista à ideia de um novo projeto eleitoral com Marina na cabeça de chapa, uma ala  reconhece que a fusão com o PPS pode alimentar uma empreitada nesse sentido. A teoria é que a fusão dará ao PSB muito mais musculatura, tempo de televisão e capilaridade em colégios eleitorais estratégicos. Mas continua faltando um nome para a disputa.

Embora ganhe alguns adeptos, a ideia ainda tende a enfrentar resistência de alguns setores estratégicos da legenda. A começar pela direção do PSB em alguns colégios eleitorais estratégicos. É o caso de São Paulo, onde o partido está muito bem amarrado na aliança com os tucanos, mais especificamente com o governador Geraldo Alckmin.

Marina também sempre deixou claro desde a eleição que não tem planos de se lançar novamente pelo PSB. Mas, nesse caso, há no atual partido da ex-senadora quem enxergue “sinais” de que ela pode rever a posição no futuro, dependendo do andamento do projeto da Rede. Um desses indicativos veio numa recente visita da ex-senadora à liderança do partido. Depois de discorrer longamente sobre sua relação com Eduardo Campos, Marina disse que a Rede e o PSB serão “irmãos siameses”. Quem assistiu ao discurso diz ter ficado impressionado com o discurso.

Autor: Tags: , , ,

quinta-feira, 16 de abril de 2015 Partidos | 09:00

Desgaste do PT põe Alckmin, Aécio e Serra no páreo para 2018

Compartilhe: Twitter

Com o desgaste sofrido pela presidente Dilma Rousseff e o PT, agora acentuado pela prisão do tesoureiro João Vaccari Neto, o PSDB vê a chance de reciclar um de seus três últimos candidatos ao Planalto. Em tese, o que se diz no partido é que não há mais jogo de cartas marcadas. Hoje, Geraldo Alckmin, Aécio Neves e José Serra estão todos no páreo para a corrida presidencial, cada um com um estilo e estratégia próprios.

Leia também: PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

Aécio, segundo interlocutores, trabalha para se transformar numa espécie de voz dos movimentos de rua contrários ao governo do PT. Aceitou encampar o discurso do impeachment da presidente Dilma Rousseff, fala abertamente sobre o apoio às manifestações e aproveita o cargo de presidente do partido para se manter em evidência. Tem como principal ponto negativo o fato de ter perdido em casa na última eleição presidencial. Aécio foi derrotado em Minas Gerais, tanto como candidato à Presidência quanto como patrocinador da candidatura de Pimenta da Veiga na corrida estadual.

Como São Paulo assegurou um bom desempenho para o senador mineiro no placar geral, o coro no PSDB de São Paulo é pela escolha de um nome paulista para a vaga. Alckmin, por enquanto, tem optado por uma abordagem “não política”, dizem os colegas de partido. Mantém-se mais concentrado em amenizar problemas da administração estadual que possam virar uma fatura a ser paga lá na frente, como a crise hídrica. E tem optado por evitar ataques diretos à presidente Dilma e ao PT.

Serra, por sua vez, seria a alternativa mais “política” das três, diz um aliado. Há quem aposte que ele teria mais chances, por exemplo, de atrair o PMDB para uma aliança eleitoral, tanto pelo fato de ter origem na legenda, quanto pela boa relação que mantém com alguns caciques da sigla. O senador paulista investe pesado no discurso econômico e, por isso, poderia levar a melhor no contraponto direto ao governo Dilma, avalia o interlocutor.

Parte da disputa que começa a tomar forma entre os três tucanos passa pela eleição municipal do ano que vem. Principalmente no que se refere a Alckmin e Serra.

No PSDB paulista, a tese é que uma eventual candidatura de Aloysio Nunes Ferreira fortalece o nome do senador, de quem é aliado fiel. O efeito seria ainda mais forte no caso de uma vitória do tucano sobre o petista Fernando Haddad. Já Alckmin se beneficiaria de um bom desempenho de Marta Suplicy na corrida. Isso porque a petista prestes a ingressar no PSB será lançada com aval do governador paulista, que poderia, assim, amarrar um apoio do PSB para uma eventual candidatura presidencial.

No PSDB, alckmistas, serristas e aecistas concordam que qualquer diagnóstico, neste momento, é impreciso em função da distância da corrida presidencial. Ainda assim, é consenso também que a tendência é um acirramento progressivo da disputa já nos próximos meses. Que tende a aumentar principalmente se a crise de Dilma e do PT se agravar.

Saiba mais: Por 2016, PSDB trabalha para unir Serra e Alckmin

Autor: Tags: , , , , ,

segunda-feira, 13 de abril de 2015 Eleições | 09:00

PT também já fala em embate Lula x Serra

Compartilhe: Twitter

Não são só os aliados do tucano José Serra que voltaram a falar na possibilidade de uma candidatura do senador à Presidência em 2018.

Uma ala do PT também já diz trabalhar com o possível cenário de uma disputa entre Lula e Serra.

Autor: Tags: , , ,

Partidos | 07:00

PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

Compartilhe: Twitter
José Serra: 'Paz e amor' (foto: divulgação)

José Serra: ‘Paz e amor’ (foto: divulgação)

O fortalecimento do PMDB e a expectativa de que o partido será ainda mais determinante na corrida eleitoral de 2018 animaram a ala serrista do PSDB. Aliados do senador José Serra (PSDB-SP) passaram a resgatar internamente as esperanças de que ele possa se cacifar como candidato para a disputa presidencial, uma possibilidade que eles próprios davam como praticamente enterrada poucos meses atrás.

A avaliação que hoje é feita no grupo de Serra é que, se o PMDB optar mais adiante por se alinhar à oposição em um projeto contra o PT, o senador teria “mais identidade” com o partido do que outros potenciais candidatos do PSDB, como Geraldo Alckmin. Serra, diz um tucano próximo ao senador, não só é mais “político” que Alckmin, como tem a seu favor o fato de ter origem no PMDB.

Aécio Neves, dizem os serristas, preocupa menos. Eles avaliam que o senador mineiro não só amargou o desempenho ruim em Minas Gerais, em 2014, como vem tendo dificuldade em se firmar como “a cara” do sentimento anti-PT. E, como o desgaste do governo federal se mostra mais forte em São Paulo, o ideal, argumentam, seria optar por um paulista para a corrida ao Planalto.

Autor: Tags: , ,

sexta-feira, 6 de março de 2015 Estados | 10:00

PSDB ainda vê interesse de Serra na prefeitura em 2016

Compartilhe: Twitter

O PSDB de São Paulo diz desconfiar e muito das declarações do senador José Serra (PSDB-SP) de que não quer nem ouvir falar em disputar a prefeitura paulistana em 2016. Líderes da legenda investem na tese de que o tucano prefere mil vezes disputar um cargo executivo a se concentrar no mandato de senador. E pode sim reivindicar a candidatura.

José Serra: 'Paz e amor' (foto: divulgação)

José Serra: ‘Paz e amor’ (foto: divulgação)

Serra repete à exaustão que a prefeitura paulistana, para ele, é uma etapa cumprida e nega qualquer interesse em concorrer. Alguns aliados dizem que, no máximo, ele pode vir a cogitar a disputa ao governo paulista. Mas que seu foco continua sendo o de disputar a Presidência mais uma vez, uma indicação que disputaria com o governador Geraldo Alckmin e o candidato derrotado ao Planalto Aécio Neves (MG).

Como bem sabe o PSDB, Serra é famoso por só se colocar na disputa aos 45 do segundo tempo. Eleição após eleição, ele aguarda até dias antes do prazo final de candidatura para se apresentar. Até lá, a articulação é sempre feita de maneira silenciosa.

Uma parcela significativa do PSDB investe hoje no discurso da renovação. Diz que o PSDB seguirá encolhendo se insistir em lançar sucessivamente os mesmos nomes para as disputas de cargos no Executivo. E aponta que o partido perde a oportunidade de construir novos nomes diante do desgaste demonstrado pelo PT.

Dentro desse cenário, a tese é que Serra pode vir a trabalhar por um nome como o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Este último vem sendo mantido longe do holofote eleitoral, mas tucanos argumentam que a jogada é evitar que ele se desgaste antes da hora. Outro tucano interessado na vaga e também próximo de Serra é Andrea Matarazzo.

Alckmin, entretanto, tem demonstrado que fará o possível para manter o controle do processo eleitoral de 2016. Ao menos por enquanto, a expectativa é de que o vereador Mario Covas Neto, seu aliado, assuma o comando do diretório municipal. Alckmin trabalha, em seu círculo próximo, nomes como o secretário Saulo de Castro Abreu. Alguns nomes, embora tidos como mais frágeis, seguem na lista de apostas, como o deputado Bruno Covas.

 

Autor: Tags: , , , ,

quinta-feira, 5 de março de 2015 Estados | 07:00

Azedo com Mercadante, PT prefere vê-lo na disputa pelo governo paulista

Compartilhe: Twitter
Aloizio Mercadante

Aloizio Mercadante

Todo mundo no PT sabe que paira sobre o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, a tese de que a candidatura presidencial poderia cair no seu colo em 2018, caso Lula fique fora do jogo. Mas no partido, que não anda lá muito feliz com o ministro, o discurso é de que o mais “razoável” seria tê-lo como candidato ao governo paulista.

A lista de presidenciáveis do PT, em tese, inclui também opções como o titular da Defesa, Jaques Wagner. Para colegas de partido, alguns fatores ajudariam a empurrar Mercadante para a corrida estadual.

Primeiro, o PT não quer nem ouvir falar em repetir a candidatura de Alexandre Padilha. Segundo, dada a expectativa de um cenário difícil para o governo federal nos próximos anos, o desempenho anterior do chefe da Casa Civil nas urnas paulistas seria uma garantia para atingir o patamar histórico do partido no estado. Mercadante superou 30% dos votos em 2006 e 2010. Na primeira, foi assim mesmo com todo o desgaste do escândalo dos aloprados.

Quem é próximo de Mercadante diz que ele dá de ombros. Diz que está muito feliz onde está e não quer nem saber de pensar em eleição.

Autor: Tags: ,

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 Estados | 15:00

Paulo Maluf dá conselhos a Marta Suplicy

Compartilhe: Twitter
O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

Paulo Maluf, que já encarou uma eleição nada amigável com Marta Suplicy, se arrisca a dar alguns conselhos para a petista. Diante das especulações sobre a possível saída de Marta do partido, ele dispara: “Ela deveria se espelhar em mim. Veja só, eu estou há anos e anos no mesmo partido. Acho que se ela quer brigar, deve fazê-lo dentro do PT”, diz ele.

Nas últimas duas eleições, Maluf tirou foto ao lado de Fernando Haddad e Alexandre Padilha nas negociações de apoio do PP aos dois petistas, nas disputas para a prefeitura paulistana e o governo paulista. Agora, se Marta for a candidata em 2018 pelo PT, Maluf já não demonstra tanta certeza assim de que repetiria o gesto: “Ah, aí temos que pensar. Marta vai almoçar na minha casa com o Lula? O Haddad foi. Tem que pensar”.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

domingo, 11 de janeiro de 2015 Governo | 06:00

‘Não vim a Brasília para fazer estágio de cargos’, diz Helder Barbalho

Compartilhe: Twitter
O ministro da Pesca, Helder Barbalho (PMDB-PA). Foto: Divulgação

O ministro da Pesca, Helder Barbalho (PMDB-PA). Foto: Divulgação

Indicado para a Secretaria da Pesca dentro da cota do PMDB, Helder Barbalho nega diz enxergar na pasta “um grande desafio” e nega que pretenda usar o ministério como vitrine para uma nova candidatura a governador do Pará. Ele afirma que pretende corrigir “distorções” da pasta, que já se viu às voltas em denúncias de corrupção.

“Existe uma distorção, que precisa ser corrigida”, afirmou Helder, ao Poder Online, sobre o cadastro de pescadores e a política de distribuição de benefícios como o Seguro Defeso – uma espécie de seguro-desemprego garantido a pescadores artesanais no período em que a atividade é interrompida para reprodução dos animais. “A orientação da presidenta é que tenhamos todas as atitudes necessárias para garantir que haja transparência e controle sobre essas ações”, completa o filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA).

Ministro, o senhor assumiu o Ministério da Pesca já com o desafio de regularizar a situação do cadastro dos pescadores e de rever a política da pasta como um todo, após diversas denúncias de corrupção. Como o senhor pretende dar início a este trabalho?
Nós estamos avaliando com os técnicos do Ministério, em conjunto com os demais ministérios, no sentido de efetivamente termos clareza da atual situação do cadastro de pescadores em todo o Brasil e, com isso, garantirmos o máximo de transparência possível no recadastramento, além de termos uma avaliação real da quantidade de pescadores no país, para que os mesmos possam ter acesso às informações e aos benefícios originários do Seguro Defeso.

Hoje, então, ainda não há transparência?
Existe uma distorção, que precisa ser corrigida. A orientação da presidenta é que tenhamos todas as atitudes necessárias para garantir que haja transparência e controle sobre essas ações e que, desta forma, sejam efetivamente beneficiados aqueles que estejam envolvidos com estas atividades.

A presidente já falou na necessidade de uma revisão rápida com relação a estas questões, sobretudo quanto às evidências de fraudes anteriores. Vocês já estão trabalhando com algum prazo, para que a situação seja normalizada?
Nós estamos iniciando uma discussão com os ministérios da Previdência, do Desenvolvimento Social e do Trabalho, para que possamos construir uma transversalidade de cadastros entre estes ministérios e estabelecer uma nova tecnologia de recadastramento de todos os pescadores que possuem a documentação. A partir daí, poderemos obter um raio-x exato do quantitativo de pessoas envolvidas na cadeia da pesca e da aquicultura no Brasil.

Em um país continental como o Brasil, esse raio-x é algo razoavelmente complexo, não?
Sem dúvida alguma, é um grande desafio porque envolve muitas pessoas e um grande volume de benefícios em torno disso. Por isso, nós precisamos deste raio-x exato sobre a pesca e a aquicultura no país.

O fato de o senhor ser paraense, ou seja, de um estado em que a pesca é uma atividade de grande relevância, pode contribuir na realização deste diagnóstico?
Certamente. É uma realidade da qual nós temos bastante conhecimento, o que possibilitará um diálogo mais próximo.

Sua ida para o Ministério da Pesca pode contribuir também para uma nova tentativa de se eleger governador do estado do Pará, em 2018?
Eu tenho dito que não vim a Brasília para fazer um estágio em busca de novos cargos. Meu objetivo é servir o país da melhor forma possível e estou muito honrado em poder assumir este projeto que é, sem dúvida alguma, o maior desafio que já tive em minha vida.

Autor: Tags: , , , , ,

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 Eleições | 16:34

Aliados de Alckmin já fazem as contas para 2018

Compartilhe: Twitter

Pessoas próximas ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, já fazem as contas de quanto tempo de televisão ele pode vir a ter, caso consiga se viabilizar como candidato à Presidência em 2018, na disputa com nomes como o senador mineiro Aécio Neves.

No embalo da criação do bloco que reúne na Câmara PSB, PV, SDD e PPS, os alckmistas acham que há terreno sólido para pensar numa aliança que aproxime essas legendas do PSDB e do DEM.

Seguindo essa ideia, já se pensa em algo em torno de 7 minutos no horário eleitoral gratuito.

Autor: Tags: ,

Eleições | 06:00

Aécio e Alckmin dão as primeiras cotoveladas na disputa por 2018

Compartilhe: Twitter
Geraldo Alckmin e Aécio Neves (Foto: PSDB-MG)

Geraldo Alckmin e Aécio Neves (Foto: PSDB-MG)

Os tucanos Geraldo Alckmin e Aécio Neves já andam se estranhando, num ensaio da disputa que deve se arrastar até a definição do candidato do partido à Presidência em 2014.

Os dois praticamente não se falam, segundo interlocutores. Além disso, pelo menos dois episódios andaram tirando o bom humor do governador paulista.

O primeiro foi o fato de Aécio abrir conversas com o socialista Júlio Delgado (PSB-MG) para a disputa para a presidência da Câmara, sem conversar sobre o posicionamento da bancada paulista em relação ao tema.

O segundo foi a articulação para a escolha do novo líder da bancada tucana na Câmara. Também nesse caso, diz um alckmista, Aécio nem tocou no assunto com o time do governador paulista.

Leia também:Tucanos se dividem sobre o futuro de Aécio Neves

 

 

Autor: Tags: , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última