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Posts com a Tag Eliseu Padilha

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015 Política | 14:43

“Conversamos sobre o Brasil e a Democracia”, diz Ciro Gomes, sobre jantar com Dilma

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Ciro Gomes

Ciro Gomes

O ex-ministro Ciro, que ingressou recentemente no PDT e deve ser o candidato da legenda à Presidência da República, disse que a conversa com a presidente Dilma Rousseff durante o jantar de quinta-feira (10) a noite no Alvorada girou em torno do “Brasil e da Democracia”. “Conversamos sobre o Brasil, a conjuntura política, a defesa da Democracia e a Transnordestina”, disse Ciro.

O encontro entre os dois foi incentivado pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, que tem sido um dos maiores aliados de Dilma dentro do PMDB e, apesar os ataques frontais feitos pelo ex-ministro ao vice-presidente Michel Temer, identificou nas falas de Ciro um potencial grande de ajuda à presidente. Pezão também participou do jantar.

Ciro, recentemente, disse que não há hipótese de participar de um governo do qual Temer faça parte. Ele taxou o vice de “capitão do golpe” contra a presidente.

Já em relação ao ex-ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC) Eliseu Padilha, aliado de Temer, que deixou o governo na semana passada também se dizendo desprestigiado pela presidente, Ciro lembrou, em entrevista à Rádio Gaúcha, o apelido que ele tinha durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. “Ele era chamando de Eliseu Quadrilha”, provocou.

 

 

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015 Política, Sem categoria | 14:22

Dilma quer conversa “cara a cara” com Eliseu Padilha

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O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

A presidente Dilma Rousseff espera uma conversa “cara a cara” com o ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha (PMDB-RS), mas ele preferiu não colocar os pés no Gabinete Presidencial por enquanto e  convocou uma coletiva na sede do PMDB, no Congresso Nacional, para explicar sua decisão de sair do governo, tomada na semana passada.

Padilha foi recebido nesta tarde pelo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que ainda tenta reverter a decisão de saída envolta em um clima de rompimento com o governo, diante do clima de desconfiança em relação ao impeachment.

Entre os argumentos de Wagner para ainda manter o peemedebista no governo está o de que Dilma fez um esforço muito grande para mantê-lo no governo na última reforma ministerial, apesar das reclamações da própria bancada do PMDB de que ele não teria votos suficientes que o cacifasse como ministros e não representava a bancada.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 10:51

Ministros do PMDB não comparecem a desfile de Sete de Setembro

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Desfile de Sete de Setembro -  Agência BrasilEm meio aos rumores de conspiração e de afastamento do PMDB da presidente Dilma Rousseff, a ausência dos ministros peemedebistas no palanque das autoridades, neste Sete de Setembro, não passou despercebida.

O único peemedebista presente no desfile de sete de setembro foi o vice-presidente Michel Temer, um dia depois de divulgar nota negando a tese de que age nas sombras contra a presidente.

Além de Temer, que anunciou deixar parte da Articulação Política no mês passado, o PMDB comanda mais cinco pastas na Esplanada, com Kátia Abreu, na Agricultura; Eduardo Braga, no Ministério de Minas e Energia; Helder Barbalho, na Pesca; Eliseu Padilha, na Secretaria de Aviação civil; Edinho Araujo, na Secretaria de Portos, e Henrique Eduardo Alves, no Ministério do Turismo.

Estiveram presentes os ministros petistas José Eduardo Cardozo (Justiça), Aloizio Mercadante (Casa Civil), Miguel Rosseto (Secretaria Geral), Edinho Silva (Comunicação Social), Tereza Campello (Desenvolvimento Social), Luís Inácio Adams (Advocacia Geral da União), Pepe Vargas (Direitos Humanos), Ricardo Berzoini (Comunicações), e Carlos Gabas (Previdencia), além de Mauro Vieira (Itamaraty),  Gilberto Kassab (Cidades), do PSD, e Renato Janine Ribeiro (Educação).

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 18:34

Temer chama base para habitual reunião de articulação

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O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Foto: Agência Brasil

O vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Foto: Agência Brasil

A contar pela agenda do vice-presidente, Michel Temer, as pautas da Câmara ou do Senado fazem parte dos assuntos da “macropolítica”, que continuarão sob sua responsabilidade.

Temer enviou aos líderes da Câmara, nesta tarde, o convite para a habitual reunião da terça-feira (25), quando se define as estratégias do governo para a semana na Câmara. A reunião ocorrerá no Gabinete da Vice Presidência.

Além disso, de acordo com interlocutores do vice, ele continuará participando das reuniões da coordenação política no Planalto.

Na prática, a função desempenhada na articulação política pelo vice-presidente permanecerá quase inalterada, já que o governo finalizou a fase de nomeações de cargos nos segundo e terceiro escalão, tarefa que era desempenhada principalmente pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS).

Os trabalhos do governo agora se voltam, principalmente, para o corte de pastas, anunciado pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Nas negociações para os cortes, a presidente Dilma Rousseff contará com a ajuda do vice nas definições

 

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Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 15:49

Para peemedebistas, sinalização Temer é de “desembarque próximo”

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Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Michel Temer (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

As movimentações do vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP) no sentido de deixar bem claro seu descontentamento com o governo e a disposição em entregar à presidente Dilma Rousseff a função de articulador político passaram um sinal para o meio político, principalmente para peemedebistas rebeldes, de que “o desembarque está próximo”.

O PMDB já prepara sua convenção partidária para o dia 15 de novembro em Brasília. Entre os deputados do partido, boa parte seguidora do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a tese majoritária é de rompimento com o governo petista.

Deputados do PMDB defendem que foi Temer quem defendeu a aliança na Convenção e que Temer é quem segurava a insatisfação.”O rompimento é o  caminho natural do PMDB e a postura de Temer, ao querer entregar a articulação, é uma sinalização importante e que terá  efeito na convenção”, disse ao Poder Online, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Temer se reuniu com Dilma para entregar suas funções de articulador do governo, assumida logo após o ministro Pepe Vargas (PT-RS), atual ministro de Direitos Humanos, ser defenestrado do Planalto, onde era ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), por exigência da bancada do PMDB da Câmara.

A decisão de ficar ou não na articulação vazou de forma meio dúbia, já que Temer, continuaria cuidando das questões mais importantes, enquanto seu auxiliar, Eliseu Padilha, atual ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), continuaria com o rame-rame da negociação de cargos e emendas parlamentares. Ou seja, o que mudou foi o clima. Temer continuaria cuidando do que sempre cuidou. A presidente teria agora é que  encontrar alguém para substituir Padilha até 1º setembro, quando ele deve passar a se dedicar exclusivamente à sua pasta titular.

“Se o PT não deixou Temer cuidar do micro, vai deixar cuidar o macro?”, questionou o deputado.

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segunda-feira, 22 de junho de 2015 Congresso, Estados, Governo, Partidos, Política | 19:10

Padilha desfaz mal estar com Mercadante sobre nomeações. “Nunca houve paralisação”

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Fazendo o papel de articulador político do governo, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, fez questão de desfazer o falado mal estar entre peemedebistas e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante que, segundo alguns aliados, estava fazendo corpo mole na análise das nomeações para o segundo escalão do governo

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

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“Nunca houve e não há nenhuma paralisação na Casa Civil”, disse o ministro.

Ao contrário, Padilha atribuiu uma característica de velocidade à pasta comandada por Mercadante. “O processo entra pela SRI (Secretaria de Relações Institucionais), vai à Casa Civil, que com a velocidade maior possível acelera a liberação”, destacou.

O segundo escalão está praticamente definido de acordo com o ministro e o governo, agora, trabalha para preencher os cargos de terceiro escalão, que são as representações nos estados. Nestes casos, a disputa tem sido acirrada entre parlamentares. “Não é fácil porque nos estados tem disputa. Temos que entender que temos menos cargos e pretensões”, ressaltou.

 

 

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quinta-feira, 14 de maio de 2015 Governo | 09:00

Eliseu Padilha já pode ser chamado de ministro palaciano

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O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

A articulação política do governo foi para as mãos do vice-presidente Michel Temer, mas nem por isso o gabinete que antes era reservado ao ministro da Secretaria de Relações Institucionais ficou sem uso.

Quem está despachando ali é ninguém menos que o homem que foi cotado para a vaga e recusou. Eliseu Padilha já se instalou no Palácio do Planalto, ocupando o espaço antes reservado ao hoje ministro de Direitos Humanos, Pepe Vargas. Dali, o titular da Aviação Civil ajuda ajuda Temer a cuidar da coordenação política do governo.

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quinta-feira, 23 de abril de 2015 Governo | 18:03

Para petistas, Padilha é o ‘ministro das duas pastas’

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O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

Com a viagem do vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP), para Portugal e Espanha, nesta semana, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, acabou assumindo informalmente as funções de articulador do governo.

Padilha, que integra a coordenação política do governo e que rejeitou o convite da assumir a extinta pasta de Relações Institucionais, acabou se mudando para o gabinete da Vice Presidência, onde recebeu parlamentares e cuidou das relações com o Congresso.

Na “gestão” de Padilha, no entanto, o governo experimentou duas derrotas impostas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ): a aprovação da proposta que cria regras para a terceirização e a admissibilidade da proposta que limita em 20 o número de ministérios.

Ainda irritados com o fato de a presidente ter entregado a articulação ao PMDB, alguns petistas apelidaram o ministro nos bastidores. Só se referem a ele como “o ministro das duas pastas”.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015 Governo | 22:09

Pepe já esperava deixar articulação, mas foi pego no susto por confirmação do convite a Padilha

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, já esperava havia semanas pela notícia de que deveria deixar a pasta, mas a confirmação do convite feito pela presidente Dilma Rousseff ao peemedebista Eliseu Padilha veio no susto. Surpreendeu também alguns integrantes do PT ligados ao atual titular da articulação política, que dispararam sucessivos telefonemas para confirmar a troca depois de saberem da mudança pela imprensa.

Eliseu Padilha

Eliseu Padilha

Desde antes da cerimônia de posse do novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a notícia de que Dilma ainda pretendia mexer na articulação já circulava no Planalto, como informou mais cedo o Poder Online. Mais tarde,  o jornal Folha de S. Paulo noticiou que o convite teria ocorrido logo após a cerimônia de posse do novo titular do MEC e teria sido presenciada pelo vice-presidente Michel Temer.

O fato de a notícia ter vazado antes de um acordo ter sido formalmente amarrado gerou muito incômodo na SRI e no PT – embora vários integrantes do partido tenham participado ativamente das negociações, que tiveram como maior patrocinador o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliados de Pepe consideraram o vazamento da notícia um “constrangimento desnecessário”. Avaliaram ainda que pegou mal para o PT como um todo, já que o partido levou mais um desfalque na Esplanada.

Lula passou várias semanas insistindo na necessidade de trocar o comando da articulação. Chegou a defender uma mudança ainda mais profunda: trocar também o comando da Casa Civil, hoje liderada por Aloizio Mercadante. A ideia de ter um peemedebista na articulação também tem apoio de vários ministros que integram o círculo próximo à presidente Dilma Rousseff. Eles defendem que só assim será possível acalmar os ânimos do PMDB no Congresso.

Entenda: Governo estuda ‘desidratar’ Mercadante e entregar articulação ao PMDB

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segunda-feira, 23 de março de 2015 Governo | 15:00

Todos querem distância da articulação política de Dilma

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Não é de hoje que o governo custa a encontrar candidatos a ministro de Relações Institucionais, mas a coisa parece ter chegado ao auge nas últimas semanas.

Depois de Ricardo Berzoini (PT-SP) pedir para mudar para as Comunicações e de Jaques Wagner ter corrido da proposta para substitui-lo há alguns meses, os peemedebistas cotados para a vaga fizeram chegar à cúpula do partido que também querem distância da cadeira.

Tanto Henrique Eduardo Alves (RN) quanto Eliseu Padilha (RS) sinalizaram nesse sentido à cúpula do PMDB. Isso, é claro, considerando que Aloizio Mercadante continua no comando da Casa Civil. O PMDB não esconde que, se Jaques Wagner fosse ministro da Casa Civil, aí tudo seria diferente.

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