Publicidade

Posts com a Tag Érika Kokay

quinta-feira, 20 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Estados, Política | 14:51

Deputados querem acompanhar investigações sobre chacina de Osasco

Compartilhe: Twitter
Deputados querem acompanhar investigações sobre chacina em Osasco (Reprodução)

Deputados querem acompanhar investigações sobre chacina em Osasco (Reprodução)

Os deputados Valmir Prascidelli (PT-SP) e Reginaldo Lopes (PT- MG) querem que a criação de uma Comissão Externa para acompanhar as investigações sobre as mortes ocorridas em Osasco, no último dia 13 de agosto. Os dois parlamentares apresentaram o pedido à Mesa Diretora da Câmara.

Também devem integrar o grupo os parlamentares Erika Kokay (PT-DF), Orlando Silva (PCdoB-SP) e Rosângela Gomes (PRB-RJ), que foi relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o extermínio de Jovens Negros, que funcionou na Câmara durante o primeiro semestre.

“A segurança pública é responsabilidade do Governo Estadual, mas nós não podemos deixar que as investigações não cheguem aos responsáveis. Vamos acompanhar tudo de perto”, disse Prascidelli.

A suspeita é de que as mortes teriam ocorrido por ação de agentes do próprio Estado, daí a preocupação com a isenção das investigações. A justificativa para a criação da comissão indica que as execuções seguiram um padrão e que uma das linhas de apuração aponta para crime de vingança por parte de policiais, devido a morte de um colega.

“A gravidade dos fatos e a necessidade de apurar as reais motivações e descobrir os autores trazem a necessidade do acompanhamento de parlamentares federais para que as investigações e suas conclusões tenham um desfecho isento e transparente”, justificou Reginaldo Lopes.

 

Autor: Tags: , , , , , , ,

quinta-feira, 28 de maio de 2015 Política | 16:32

Paulinho da Força blinda Richa e evita visita de comissão ao Paraná

Compartilhe: Twitter

O deputado Paulinho da Força (SD-SP) conseguiu impedir uma viagem dos deputados da Comissão de Trabalho da Câmara ao Paraná. A viagem era proposta pela deputada Erika Kokay (PT-DF) com o objetivo de acompanhar o impasse entre professores em greve e o governador Beto Richa (PSDB), que já produziu embates violentos com a polícia.

Ao coordenar a reunião da comissão, Paulinho não colocou o requerimento em votação. Limitou-se a dizer: “só semana que vem”. Detalhe: não haverá reunião de comissões da Câmara na próxima semana devido ao esforço concentrado antes do feriado de 5 de junho.

Os professores do Paraná estão em greve desde 25 de abril. A viagem, no entanto, já foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara, que quer apurar a violenta repressão à manifestação dos professores por parte da polícia.

 

Autor: Tags: , , , ,

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 Congresso | 09:00

‘Crime de Bolsonaro não pode cair na vala comum da impunidade’, diz Érika Kokay

Compartilhe: Twitter

A bancada feminina do PT solicitará ao partido que peça o desarquivamento do processo contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) no Conselho de Ética. O deputado foi alvo de uma representação conjunta do PT, PSB, PCdoB e PSOL após dizer que “não estupraria” Maria do Rosário (PT-RS) “porque ela não merecia”. Na época, a ex-ministra de Direitos Humanos também entrou com duas ações na Justiça.

Leia também: ‘Só uma mulher mal-intencionada se sentiu ofendida’, diz filho de Bolsonaro sobre Maria do Rosário

“Nós não podemos permitir que caia na vala comum da impunidade a gravidade do crime que foi cometido aqui pelo deputado Jair Bolsonaro”, diz a deputada federal Érika Kokay (PT-DF). “O deputado considerou o estupro um prêmio. O deputado fez uma apologia na Tribuna, onde ele disse que iria honrar a Constituição que fala em dignidade humana, a um dos crimes mais hediondos que existe. Ao estupro. A pisotear as mulheres.”

Assista:

Autor: Tags: , , , , ,

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Congresso | 11:00

Ex-BBB, deputado usa estigma para zombar de ala conservadora no Congresso

Compartilhe: Twitter
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). (Foto: Divulgação)

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). (Foto: Divulgação)

Depois de ganhar a quinta edição do Big Brother Brasil, Jean Wyllys (PSOL-RJ) teve de lutar contra o estereótipo de ex-BBB para conseguir iniciar sua nova carreira, como parlamentar.

Passada esta fase e já no segundo mandato na Câmara dos Deputados, Wyllys agora lança mão da mesma sigla que o estigmatizou no começo de sua carreira política para fustigar seus principais adversários na Casa.

O deputado fluminense tomou emprestado um termo cunhado por Erika Kokay (PT-DF) para zombar da ala que considera conservadora, composta por defensores das armas, ruralistas e religiosos.

“É a bancada BBB”, disse o deputado. “Bíblia, Boi e Bala”, explicou ele. A primeira vez que essa versão surgiu para definir as três bancadas foi durante reunião da bancada do PT, quando Erika arrancou risos de correligionários ao rotulá-los como BBB.

Autor: Tags: , , , , ,

domingo, 28 de dezembro de 2014 Congresso | 06:00

‘Reforma política não será feita com este Parlamento’, diz Érika Kokay

Compartilhe: Twitter

Diante do anunciado crescimento do conservadorismo na próxima legislatura, a deputada federal Érika Kokay (PT-DF) é pessimista quanto à possibilidade de qualquer avanço no debate sobre uma reforma do sistema político no Congresso Nacional.

Deputada federal Érika Kokay (PT-DF). Foto: Divulgação

Deputada federal Érika Kokay (PT-DF). Foto: Divulgação

“A Constituição, ao falar em dignidade humana, está exigindo uma reforma política – que eu tenho convicção de que não será feita com este Parlamento, que é o ventríloquo dos interesses econômicos de uma elite”, diz Érika.

De acordo com a petista, os próximos quatro anos serão marcados por “muito enfrentamento com a bancada da bíblia, da bala e do boi”, como foi apelidada a união entre as bancadas evangélica, ruralista e da bala. “Nós temos, fundamentalmente, que fazer a construção de uma grande rede da sociedade civil e da organização popular, para que a gente possa superar esses desafios que estão postos para o próximo período”, defende a deputada. Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

Qual é a previsão para o início da próxima legislatura?
Penso que a discussão da Mesa Diretora vai tomar conta das discussões do Parlamento no retorno aos trabalhos. Finda esta discussão, nós vamos enfrentar esta mesma lógica das últimas semanas. Nós temos três projetos que ameaçam a democracia e as conquistas que a sociedade civil alcançou. São projetos que mostraram um aliança muito grande de determinados segmentos conservadores, que podem compor uma maioria extremamente perigosa, que funciona sob uma lógica fascista. Uma lógica de hierarquizar seres humanos, de retirar direitos e estabelecer apartheids. Eu digo que nós tivemos uma aliança dos fundamentalistas, que passam a ter uma formulação para além da concepção religiosa e começam a construir uma nitidez ideológica – o que eles chamam de ideologia de gênero – que é associada à família patriarcal e à manutenção da sociedade de classes.

Que segmentos conservadores são esses a que a senhora se refere?
Nós os chamamos de “BBB”: a bancada da bíblia, da bala e do boi. Por interesses pontuais e por essa construção ideológica, a bancada fundamentalista passou a se aliar à dita bancada da bala e aos ruralistas. Então, de um lado tem os ruralistas, que querem arrancar os indígenas e os quilombolas de um local de direitos e consolidar as casas grandes e senzalas, das quais a gente ainda não fez o luto. Eles se aliam àqueles que querem resolver os problemas de falta de segurança na sociedade com soluções como armamento da população e redução da maioridade penal, ou seja, com a destruição do Estado Democrático de Direito, ao mesmo tempo em que aumentam o espectro de proposições para o recrudescimento do Estado Penal, achando que tudo se resolve com a punição e não com a promoção de políticas públicas. Tanto a bancada ruralista quanto a bancada da bala e a bancada fundamentalista passam a ter uma formulação político-ideológica para um enfrentamento que pretende rasgar conquistas que, com muita dor, o povo brasileiro conseguiu desde a redemocratização do país.

Com a nova legislatura, então, a previsão é de que essa articulação se acentuará e passará a reger uma parte ainda maior dos enfrentamentos?
Nós já vivemos isso hoje. É uma aliança que se intensificará. Essa concepção fascista dialoga de uma forma muito intensa com a construção de uma sociedade onde as pessoas possam se armar e prescindir de qualquer mediação do Estado, concebido então em sua condição repressora e não como promotor de direitos. Ao mesmo tempo, dialoga com a bancada fundamentalista que precisa e quer estar nas comunidades indígenas para poder evangelizar. Para além disso, tem o segmento empresarial. Porque vai ser assim: enquanto não fizermos uma reforma política e não rompermos com a lógica do financiamento privado de campanha, o Congresso Nacional vai se distanciar cada vez mais da maioria da população e da defesa dos direitos das minorias, que também representam a consolidação da democracia. Ele vai representar menos o povo brasileiro, vai ser mais masculino, mais branco e mais identificado com as elites desse país. É o que ocorre com a diminuição da bancada dos trabalhadores e o crescimento da bancada empresarial. Vai ser assim se o Brasil não atender o clamor que está vindo das ruas e da própria democracia. A Constituição, ao falar em dignidade humana, está exigindo uma reforma política – que eu tenho convicção de que não será feita com este Parlamento, que é o ventríloquo dos interesses econômicos de uma elite.

Se o Congresso Nacional não terá condições de fazer uma reforma política na próxima legislatura, quais seriam os caminhos, então?
Nós temos, fundamentalmente, que fazer a construção de uma grande rede da sociedade civil e da organização popular, para que a gente possa superar esses desafios que estão postos para o próximo período. Vamos ter de fazer uma aliança entre os diversos segmentos que estão representados no parlamento e que não dialogaram de maneira suficiente nestes últimos dias, para enfrentar essas ameaças de retrocesso que estão colocadas.

Com o aumento do conservadorismo no Congresso, a senhora acredita que os movimentos sociais terão um papel mais central na próxima legislatura?
Sem dúvidas, mas a gente também teve uma coisa muito salutar que foi uma aliança dos segmentos da esquerda dos partidos mais vinculados aos movimentos populares no Congresso, a construção uma frente de resistência para atuar em todas essas discussões. Tanto no Estatuto da Família, como no debate do Estatuto do Desarmamento e particularmente na PEC 215.

Que partidos aderiram a essa “frente de resistência”?
Teve um segmento importante do PSB que se incorporou. O PV, o PSOL, o PCdoB, o PT. Nós tivemos muita unidade no debate da PEC 215, que significa o diálogo com os movimentos sociais. Porque não tem sentido… como é que nós tivemos tantas fileiras de policiais resistindo à entrada e à participação dos indígenas, que ali estavam lutando pela Constituição e pela sua própria existência? Nós tivemos expressões que não correspondem ao caráter essencialmente democrático e plural que deve ter o Parlamento.

A senhora acha que o tratamento dado pela Câmara aos indígenas foi diferente do que ocorreu dias antes nos protestos contra a mudança na meta do superávit primário?
Ficou extremamente visível a opção que a Câmara fez. Ao contrário de quando ocorreu aquela entrada de pessoas que apoiavam a oposição – DEM e PSDB – e que chegaram a inviabilizar o prosseguimento de uma sessão (leia mais) enquanto protestavam de forma nítida para impedir a discussão da flexibilização das metas fiscais. Chegaram, inclusive, a atentar contra a dignidade de parlamentares. Aquela reação não foi igual à que ocorreu com os indígenas e que levou à prisão de cinco lideranças com uma acusação de tentativa de homicídio que não se sustenta. Nós não vimos nenhum engravatado ou de salto alto indo à prisão por conta da interrupção daquela sessão. Fico pensando que um Parlamento que se protege desta forma dos indígenas, das mulheres, dos homossexuais e dos movimentos é um Parlamento que tem de se questionar se está representando a sociedade ou se representa um segmento da sociedade que não é majoritário.

Agora, diante desse cenário, em que aspectos a senhora acredita que o Congresso poderá avançar na próxima legislatura?
Penso que há uma dificuldade muito grande de se construir consensos, neste momento. O Estatuto da Família ou a tentativa de revogação do Estatuto do Desarmamento, por exemplo, são propostas que não possibilitam a incorporação das emendas necessárias à construção de consensos. É a mesma coisa da PEC 215. Não tem como você construir um aprimoramento ou qualquer forma de consenso. São propostas que precisam ser retiradas para que você possa estabelecer outras proposições, mas não vejo muita perspectiva nesse sentido. Acho que será um ano de muito embate, muitas polêmicas e muito enfrentamento com a bancada da bíblia, da bala e do boi. Primeiro, nós teremos que preservar nossos espaços, construídos para a valorização da democracia.

Que espaços são esses?
A Comissão de Direitos Humanos, por exemplo. A bancada feminina também. Já foi dito várias vezes que não basta ser mulher, é preciso que se faça política a partir da lógica da equidade de gênero e da defesa dos direitos das mulheres. É preciso cuidar para que esses instrumentos continuem mecanismos de libertação. Nós temos que impedir que essas comissões e esses espaços, construídos na lógica de garantir e promover direitos, sejam aprisionados ou apreendidos por uma concepção fascista de hierarquização dos seres humanos e de impedimento para que as pessoas possam viver sua própria humanidade.

Autor: Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 28 de novembro de 2014 Congresso | 10:30

Corregedoria da Câmara já recebeu cinco denúncias contra Bolsonaro

Compartilhe: Twitter
Jair Bolsonaro (Foto: Renato Araújo/ABr)

Jair Bolsonaro (Foto: Renato Araújo/ABr)

Desde sua criação, em março de 2013, a Corregedoria da Câmara já recebeu cinco pedidos de representação por quebra de decoro contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Todas foram arquivadas pela Mesa Diretora da Câmara sob o argumento da “imunidade material”, que garante livre expressão aos parlamentares.

Entre os casos mais recentes está o da jornalista Manuela Borges, da Rede TV, a quem Bolsonaro chamou de idiota após ser questionado sobre o golpe militar. “Você é uma analfabeta! Não atrapalhe seus colegas, você está censurada!”, disse na época o deputado, visivelmente exaltado.

Boa parte das denúncias, entretanto, não chega a passar pela Corregedoria. É o caso do pedido de representação encaminhado na última semana pela deputada federal Érika Kokay (PT-DF). O documento foi arquivado pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), antes mesmo de ser analisado pela Corregedoria.

Outro exemplo ocorre quando as representações são encaminhadas pelos partidos diretamente ao Conselho de Ética. Foi o que fez o PSOL, no ano passado, quando afirmou que Bolsonaro teria agredido fisicamente o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) com um soco. Na época, a denúncia foi arquivada pois os conselheiros avaliaram que a agressão não podia ser comprovada pelas imagens apresentadas.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 27 de novembro de 2014 Congresso | 07:30

Presidente da Câmara arquiva representação de Érika Kokay contra Bolsonaro

Compartilhe: Twitter
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo alves (PMDB-RN), decidiu arquivar o pedido de representação apresentado na última semana pela deputada federal Érika Kokay (PT-DF) contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).

No documento, Érika afirmava que Bolsonaro havia usado um “palavreado grosseiro, hostil e agressivo, com a clara intenção de ofender além do propósito de intimidar”. A petista critica especificamente o uso de expressões como “meu ouvido não é penico” e “devia matar mais”, usadas por Bolsonaro ao ouvir o relato da morte de um jovem goiano por policiais.

De acordo com Alves, os fatos narrados são “expressivos do legítimo embate político-partidário e ideológico” e não constituem falta de decoro parlamentar. Com o arquivamento, o processo não precisará passar pela Corregedoria, nem pelo Conselho de Ética.

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Justiça | 07:30

Queixa de deputados contra Diogo Mainardi será analisada pelo Ministério Público do Rio

Compartilhe: Twitter
A deputada federal Luciana Santos (PCdoB-PE). Foto: Agência Câmara

A deputada federal Luciana Santos (PCdoB-PE). Foto: Agência Câmara

A denúncia apresentada por parlamentares ao Ministério Público Federal contra o comentarista Diogo Mainardi e a emissora Rede Globo foi encaminhada para análise da procuradora Regional dos Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro, Ana Padilha Luciano de Oliveira.

Saiba mais: Deputados vão ao Ministério Público contra Diogo Mainardi

Na representação, Mainardi é acusado de “incitar posições discriminatórias e racistas na sociedade”, em comentário feito sobre o resultado do segundo turno presidencial ao programa “Manhattan Connection”, da GloboNews.

A denúncia é assinada pelos deputados federais Luciana Santos (PCdoB-PE), Henrique Fontana (PT-RS), Alice Portugal (PCdoB-BA), Erika Kokay (PT-DF), Pedro Eugênio (PT-PE) e Luiz Couto (PT-PB), além do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.

Autor: Tags: , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 18 de novembro de 2014 Congresso | 17:13

PT tenta segurar votação sobre Estatuto da Família

Compartilhe: Twitter
Deputada federal Érika Kokay (PT-DF). Foto: Divulgação

Deputada federal Érika Kokay (PT-DF). Foto: Divulgação

O PT já definiu a estratégia para tentar ganhar tempo até o final desta legislatura e evitar a aprovação do Estatuto da Família – previsto no PL 6583/2013, de autoria do deputado federal e pastor Anderson Ferreira (PR-PE). O projeto prevê a definição de família como a união exclusiva entre um homem e uma mulher.

Leia também: Internautas contra Estatuto da Família alcançam maioria no site da Câmara

Ontem, a deputada Érika Kokay (PT-DF) solicitou que a iniciativa apoiada pela bancada evangélica e católica passe a tramitar em conjunto com o PL 2.285/2007, do deputado Sérgio Barradas (PT-BA), que propõe a criação do Estatuto das Famílias. Parada desde 2011, a proposta de Barradas propõe uma definição de família que inclui a união de pessoas do mesmo sexo.

Petistas e aliados também decidiram concentrar esforços na comissão, sobretudo depois da apresentação de um projeto substitutivo que proíbe também a adoção por casais homoafetivos, pelo relator Ronaldo Fonseca (PROS-DF). A intenção é aproveitar ao máximo o prazo para a apresentação de emendas ao substitutivo, para segurar a votação.

 

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 13 de novembro de 2014 Congresso | 10:30

PT tenta reverter fragilidade em Comissão de Direitos Humanos

Compartilhe: Twitter
Deputada federal Érika Kokay (PT-DF). Foto: Divulgação

Deputada federal Érika Kokay (PT-DF). Foto: Divulgação

Diante de mais uma derrota na Comissão de Direitos Humanos, petistas e aliados começaram mapear o número de deputados que precisarão mobilizar para estarem presentes nas próximas sessões, a fim de conseguir votar qualquer assunto.

Leia também: Evangélicos voltam a polemizar sobre ‘ideologia de gênero’

A intenção é garantir a presença de todos os titulares e suplentes do campo, na próxima semana, para reverter a fragilidade observada nas últimas sessões. Além disso, a bancada buscará o apoio de parlamentares da oposição vistos como mais “dialogáveis” do que alguns religiosos.

Ontem, com direito a socos na mesa de Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a presença de militantes evangélicos e católicos, a bancada conservadora se organizou para impedir que a comissão sequer analisasse os pontos de pauta, que incluía o projeto de lei 7086/2014, da deputada Iriny Lopes (PT-ES), sobre o combate às desigualdades das condições de trabalho e remuneração no serviço público.

Autor: Tags: , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última