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Posts com a Tag Fernando Cavendish

segunda-feira, 3 de setembro de 2012 Sem categoria | 07:02

Senador critica demora da justiça carioca para notificar Cavendish

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O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) está uma arara com a demora da justiça carioca em notificar o empresário da Delta Construções, Fernando Cavendish, a quem ele está interpelando jundicialmente por ter sido flagrado em conversa afirmando que compraria um senador por R$ 6 milhões.

Segundo Álvaro Dias, o judiciário carioca justifica que não encontra Cavendish para notificá-lo.

O senador lembra que o empresário passou um dia inteiro trancado em uma sala da CPI, na quarta-feira, e mesmo assim não foi notificado.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012 Eleições | 08:17

Por que Lindbergh se afasta de Sérgio Cabral

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Antes alinhadíssimo com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) resolveu criticar o governo do Estado por abanonar a Baixada Fluminense por alguns motivos:

a) Concluiu que Cabral não abrirá mão de fazer do seu vice, Pezão, o seu candidato à sucessão. Ou seja, Lindebergh, que é candidato, não poderá contar com o apoio da atual administração à sua campanha;

b) A imagem do governador está desgastada desde que seu amigo, Ferando Cavendish, dono da Construtora Delta, tornou-se um dos protagonistas da CPI do Cachoeira;

c) Lindbergh soube que vem mais chumbo grosso contra Cavendish e Cabral na CPI;

d) Se até o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), que é candidato à reeleição, está afastando um pouco a sua imagem da de Cabral, por que ele, Lindbergh continuaria amarrado ao governador?

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domingo, 8 de julho de 2012 Congresso | 12:21

Presidente do DEM avalia que plenário do Senado cassará nesta quarta-feira Demóstenes Torres, ex-integrante da legenda

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Presidente nacional do Partido Democratas (DEM), o senador José Agripino Maia (RN) não compareceu à votação da cassação de Demóstenes Torres (sem partido-GO) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na última quarta-feira.

Por conta disso, surgiram especulações de que Agripino poderá votar contra a cassação de um senador que integrava as fileiras de seu partido.

Em entrevista ao Poder Online, o senador afirma que não foi à sessão porque sabia que seu voto não seria necessário. E porque está em missão partidária no EUA, participando de reuniões da IDC (Internacional Democrata Cristã) e da União de Partidos de Centro Latino-Americanos.

Agripino  diz que não revela o voto apenas para não dar chances a Demóstenes de pedir anulação do processo. Mas, na entrevista, deixa claro que foi ele quem liderou o DEM na decisão de expulsar o senador da legenda e que concorda com a avaliação do presidente do Senado, José Sarney, segundo a qual a situação de Demóstenes “é muito frágil”.

Ao explicar essa fragilidade, Agripino praticamente revela o voto: “Um sentimento de auto-defesa do Senado. Os senadores entendem que uma negativa à cassação deixaria a Casa exposta.”

Poder Online – O senhor faltou à sessão em que a CCJ votou pela cassação de Demóstenes Torres. Isso gerou especulações de que o DEM votará por sua absolvição nesta quarta-feira, no plenário.

José Agripino Maia – O DEM expulsou Demóstenes de seus quadros logo que as denúncias contra ele apareceram. Diante disso, ninguém tem moral para suspeitar do partido.

Poder Online – E qual será o seu voto?

José Agripino Maia – Pois é. Não revelei o voto publicamente e não revelarei agora porque isto beneficiaria o próprio Demóstenes, dando-lhe argumento para pedir a anulação do processo. Afinal, a Constituição determina a votação secreta para casos de cassação de mandatos. Mas basta ver como o DEM se comportou logo que apareceram as denúncias, sob a minha liderança, para concluir como nós do partido estamos, estivemos e estaremos nos comportando.

Poder Online – E por que o senhor não compareceu à votação na CCJ.

José Agripino Maia – Primeiro, porque o resultado já estava definido, independentemente do meu voto. Todos nós senadores já tínhamos essa avaliação. Depois, porque estava e ainda estou em missão partidária no exterior. Falo com você dos EUA, mas na segunda-feira já estarei no Brasil.

Poder Online – Quanto à votação de quarta-feira, qual deverá ser o resultado?

José Agripino Maia – O que posso dizer é que concordo com o residente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Ele avaliou que a situação do senador Demóstenes é muito frágil. Eu também acho.

Poder Online – Por quê?

José Agripino Maia – Porque há um sentimento de autodefesa do Senado. Os senadores entendem que uma negativa à cassação deixaria a Casa exposta, em choque muito frontal com aquilo que deseja a opinião pública.

Poder Online – E quanto ao Carlinhos Cachoeira? Qual sua avaliação? Ele comandava mesmo uma organização criminosa com tentáculos no meio político?

José Agripino Maia – Acho que o fundamental desse caso é apurar a conexão deste senhor com a construtora Delta. E elucidarmos os contratos da Delta. É aí que ocorreu o desvio do dinheiro público, e o fundamental é levantarmos como e quanto de prejuízo eles causaram aos cofres públicos.

Poder Online – E esse objetivo será alcançado?

José Agripino Maia – Acho que há tentativas de se contornar esse objetivo. Porque é evidente que a maior parte dos contratos da Delta foram fechados com o governo federal. A maior parte das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) tinham a Delta.

Poder Online – Mas também tinham obras com governos estaduais. O caso das obras do Tietê, fechadas com o governo tucano de São Paulo, por exemplo…

José Agripino Maia – Seja lá de quem for. Tem que apurar todos os contratos da Delta. Chegue onde chegar. É aí que está o mau uso do dinheiro público.

Poder Online – A convocação do dono da Delta, Fernando Cavendish, ajuda?

José Agripino Maia – Claro que ajuda. A dele e a dos ex-diretor-geral do DNIT Luiz Antônio Pagot.

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terça-feira, 3 de julho de 2012 Congresso | 15:18

CPI do Cachoeira deve mudar rito de depoimentos

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Os integrantes da CPI do Cachoeira querem mudar a forma como serão realizados os depoimentos de testemunhas e investigados daqui para frente.

A idéia, é que os convocados que comparecerem à comissão municiados de Hábeas Corpus para permanecer em silêncio não sejam dispensados da oitiva. Os parlamentares querem formular as perguntas para os depoentes, mesmo que eles se neguem a responder os questionamentos.

A mudança foi proposta depois que a sócia de um instituto de pesquisa Ana Cardoso de Lourenço, que teria recebido dinheiro da Alberto Pantoja, se recusou a comparecer em depoimento, nesta terça-feira.

Parlamentares de PT e PMDB foram contrários as mudanças e conseguiram impedir a nova metodologia de imediato. A alteração será votada na próxima quinta-feira, quando também serão apreciadas as convocações do ex-presidente da Delta Construções Fernando Cavendish e do ex-diretor do Dnit Luiz Antônio Pagot.

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quinta-feira, 28 de junho de 2012 Congresso | 08:05

Cresce movimento na CPI pela convocação de Cavendish e Pagot

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A oposição e o chamado grupo independente da CPI do Cachoeira pretendem voltar à carga a partir de hoje pela convocação do dono da construtora Delta, Fernando Cavendish, e do ex-diretor-geral do Denit Luiz Antonio Pagot.

Mesmo no PT e no PMDB, cresce o número de parlamentares que defendem serem inevitáveis essas duas convocações. E que o menos desgastante no momento é votar os requerimentos antes do recesso de julho.

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Congresso | 07:51

Cavendish e suas idas a Brasília

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No meio de uma crise política gerada pela CPI do Cachoeira, em que investigados e envolvidos com o escândalo do bicheiro Carlinhos Cachoeira evitam passar perto de Brasília, o ex-presidente da Delta Construções Fernando Cavendish foi visto esta semana chegando na capital federal.

Cavendish estavano vôo JJ3022, que partiu do aeroporto Santos Dumont, na última terça-feira, às 7h06, em direção ao aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília.

Discreto, poucas pessoas reconheceram o empresário durante o vôo.

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sexta-feira, 15 de junho de 2012 Congresso | 17:36

De fora da CPI, Simon conduzirá negociação para ouvir Pagot

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Deixado de fora da CPI do Cachoeira pelo próprio partido, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) encabeçará a negociação para acertar a ida ao Congresso do ex-diretor do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) Luiz Antonio Pagot.

Um grupo de integrantes da CPI, indignado com a rejeição da convocação de Pagot e do ex-presidente da Delta Fernando Cavendish, quer ouvi-los paralelamente aos trabalhos da comissão.

Simon, que foi isolado pelos caciques do PMDB por sua atuação “independente” na Casa, foi chamado para presidir as audiências de Pagot e Cavendish, caso sejam confirmadas.

Mas ele recusou o posto, argumentando não ser membro da CPI. A negociação com Pagot deve acontecer na próxima semana, que deve ser marcada por um “recesso branco” por conta da Rio+20.

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quinta-feira, 14 de junho de 2012 Congresso | 12:55

Trauma com depoimentos: adiadas convocações de Cavendish e Pagot à CPI do Cachoeira

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Acredite se quiser: a CPI do Cachoeira convocou os governadores Agnelo Queiroz (PT) e Marconi Perillo (PSDB) a depor, mas deciciu agora há pouco não convocar o ex-presidente da Construtora Delta Fernando Cavendish.

O requerimento de convocação foi derrubado por 16 votos a 13.

Argumentação da maior parte dos senadores é o trauma com a convocação “apressada” dos governadores, que levou a depoimentos pouco esclarecedores.

Mas também pesou contra a convocação o fato de que, no mesmo requerimento, também seria chamado a depor o ex-diretor-geral do DNIT Luiz Antônio Pagot.

Em entrevistas, Pagot acusou tanto o PT como o PSDB de terem tentado utilizar o DNIT para arrecadação de recursos para campanhas eleitorais.

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terça-feira, 6 de setembro de 2011 Estados | 22:52

TRE do Rio suspende programa de Gabeira com ataque a Cabral

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O ex-deputado Fernando Gabeira acaba de postar em seu site as propagandas do PV proibidas pelo TRE do Rio de Janeiro. Nos videos embargados, Gabeira diz que o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), tem ligações com o dono da empresa Delta, Fernando Cavendish.

Segundo Gabeira, “não é a primeira vez que o TRE cassa uma propaganda criticando Cabral. Durante a campanha, proibiu a exibição de um vídeo autêntico e sem cortes mostrando o governador Cabral ao lado de Jerominho e Natalino, dois expoentes da milícia na Zona Oeste”.

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