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Posts com a Tag Fernando Haddad

quinta-feira, 8 de maio de 2014 Eleições | 17:04

Auxiliar de Haddad comandará plano para transportes de Padilha

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Transportes será um dos focos especiais do plano de governo do ex-ministro Alexandre Padilha (PT), pré-candidato ao governo do estado de São Paulo. Para comandar o grupo de trabalho desta área, Padilha escalou o secretário-adjunto de Transportes do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), José Evaldo Gonçalo. Os deputados Gerson Bittencourt, da comissão de transportes da Assembleia Legislativa, e Carlos Zarattini, responsável pela articulação do Regime Especial de Incentivos para o Transporte Público Coletivo (Reitup), também fazem parte do grupo.

No próximo sábado, Padilha reúne pela primeira vez todos os 20 grupos de trabalho temáticos que irão compor o plano de governo do ex-ministro até julho. Chamou ministros para dar um gás no evento. Na lista, Ricardo Berzoini, Miriam Belchior e Arthur Chioro.

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Partidos | 07:00

PSDB pega carona na crise dos haitianos

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O PSDB resolveu explorar o problema de acolhimento a haitianos que abriu uma crise entre os petistas governador do Acre, Tião Viana, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e que tem o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, como mediador.

A intenção é levar o debate para a Brasília. O ministro do Trabalho, Manoel Dias, e membros da Missão de Paz da Onu serão chamados para prestarem esclarecimentos na Câmara de Deputados.

Leia tambémPrefeitura de São Paulo cria abrigo para receber haitianos

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domingo, 4 de maio de 2014 Cidades | 10:00

‘Eles não são confiáveis’, diz líder do PSD sobre articuladores de Haddad na Câmara

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A aprovação do Plano Diretor da cidade de São Paulo em primeira votação na Câmara de Vereadores – por 46 votos favoráveis contra dois contrários (PV e PSOL) – foi marcada por polêmicas. Os vereadores ficaram cerca de 26 horas sob pressão de movimentos sem-teto que acamparam na Casa.

Police Neto (de boina) discute com vereadores durante votação do plano (foto: Luiz França/Divulgação/CMSP)

Police Neto (de boina) discute com vereadores durante votação do plano (foto: Luiz França/Divulgação/CMSP)

Na última hora, um acordo com o PSDB para a inclusão de emendas da bancada para a segunda a votação – que deve ocorrer até o fim de maio – conseguiu os votos necessários para a aprovação. No entanto, as emendas do PSD – que integra a base do governo do prefeito Fernando Haddad (PT) – foram rejeitadas em plenário com votos da bancada do PSDB depois da garantia da liderança do governo que sete das 11 emendas apresentadas seriam aceitas.

Leia também: Plano Diretor de São Paulo é aprovado em 1ª votação um dia após protestos

Com o não cumprimento do acordo, o líder do PSD na Câmara, vereador Police Neto – um dos articuladores do Plano Diretor – chegou a obstruir a votação, mas acabou votando a favor. Porém, o vereador afirma que a confiança em Haddad foi quebrada e que se não fosse o PSD não haveria quórum para a aprovação. As emendas do partido serão apresentadas novamente antes da segunda votação, que promete ser tão movimentada quanto a primeira.

“Confiamos no prefeito, na capacidade de articulação da liderança do governo e infelizmente nos frustramos. Eles deram uma demonstração clara de que não são confiáveis”, afirma Police Neto.

Poder Online – Sobre o que eram as emendas rejeitadas?
José Police Neto – Nós estávamos discutindo há seis meses isso. O substitutivo atual tem erros, inconsistências, e tentamos sanar esses erros por meio de emendas. O texto fala da construção de 400 km de corredores de ônibus, mas não diz de onde viria esse recurso. Uma das emendas pede a definição clara da fonte de financiamento do transporte público da cidade para os próximos anos. Sem recursos o Plano Diretor virará, novamente, letra morta. Outra emenda pede que o estímulo ao Retrofit Social no centro da cidade, ou seja, a reforma de prédios antigos e hoje subutilizados ou abandonados para habitação social. Temos um problema sério na região central, tem emprego lá mas não tem morador e o plano não aborda isso. Também propusemos que novos perímetros de ZEIS (Zona Especial de Interesse Social) possam ser propostos anualmente pelos planos regionais e planos de bairro, de acordo com as necessidades definidas no Plano Municipal de Habitação, na Lei de Uso e Ocupação Do Solo. E também apresentamos uma sobre uma sobre a metodologia para o cálculo da outorga onerosa (taxa paga pelo empreendedor pelo direito de construir acima do limite básico de uma região). Não há uma metodologia clara para isso e é perigoso que se calcule o valor do solo de uma forma secreta, a cidade pode ficar mais cara e mais pobre porque sem uma metodologia eficiente, as construções serão feitas com base apenas no local mais barato.

Vocês pretendem obstruir a segunda votação para tentar negociar a inclusão dessas emendas?
Vamos apresentar todas novamente porque queremos o melhor para a cidade. Não posso acreditar que o prefeito dos novos tempos adote praticas do período do obscurantismo, que vai calcular o valor do solo de São Paulo sem esclarecer por quem e de qual maneira. Se ele tem oportunidade de corrigir esses erros nessa primeira fase, por que não fazer isso agora? Não teve obstrução, quem deu quórum para votar foi o PSD, sem o PSD não teria os 33 votos necessários para a aprovação. Foi depois que veio o PSDB. Negociamos tudo com o líder do governo e com o relator do projeto, não foi nada na madrugada como o PSDB fez, não fiz nenhuma reunião de portas fechadas.

Que reunião de portas fechadas?
Eu entrei numa sala, na madrugada do primeiro dia de votação, e o pessoal do PSDB estava reunido com o pessoal do PT falando de um terreno de Cohab, não sei o que é, tem que perguntar para eles. Eles me botaram para fora. O PSD não fez nenhuma reunião de portas fechadas. Confiamos no prefeito, na capacidade de articulação da liderança do governo e infelizmente nos frustramos. Eles deram uma demonstração clara de que não são confiáveis. E quando quebra a confiança, demora tempo para resgatar.

O ex-prefeito de São Paulo e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, participou da elaboração de alguma maneira desse processo? Ele deu alguma recomendação?
Ele participou dando a legenda pra mim. Ele nunca me recomendou nada, se ele me deu a legenda é porque ele confia no que faço. Nós vamos fazer o que for melhor para a cidade. Não pedimos nada difícil, não pedimos para mudar zoneamento, não fomos tentar acordo na calada da noite pra definir votos da bancada como outros fizeram, foi tudo publicamente. E se o governo quiser tratorar o plano, já vai votar semana que vem como está.

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segunda-feira, 14 de abril de 2014 Cidades | 09:00

Preocupado com imagem, Haddad busca aproximação com PT

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Marcelinho Carioca ao lado de Fernando Haddad na campanha eleitoral de 2012 (foto: Paduardo/Futura Press)

Marcelinho Carioca ao lado de Fernando Haddad na campanha eleitoral de 2012 (foto: Paduardo/Futura Press)

Empenhado em recuperar sua imagem após o desgaste sofrido nos últimos meses, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, vem se dedicando a uma reaproximação com o próprio PT.

Haddad iniciou recentemente uma série de reuniões com dirigentes do partido nos bairros da capital paulista. As conversas ocorrem com grupos de militantes, com o objetivo de ouvir problemas locais e dar satisfações sobre iniciativas da prefeitura.

Haddad já realizou pelo menos três encontros do gênero. E confidenciou a colegas de partido que encontrou bastante resistência nas primeiras conversas.

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segunda-feira, 7 de abril de 2014 Eleições | 07:00

‘Pergunte ao Haddad se ele não gostou de receber meu apoio’, diz Maluf

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O deputado Paulo Maluf (PP-SP) diz que a definição sobre quem apoiará na eleição estadual em São Paulo ainda está longe de sair. Esse processo envolverá a cúpula do PP, já que o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do partido, deixou claro que qualquer decisão em São Paulo terá de ter o aval da Executiva Nacional.

Leia também: Maluf diz acreditar que Haddad será um bom prefeito

Questionado a respeito de possíveis resistências que os pré-candidatos ao governo paulista possam demonstrar em receber o seu apoio, Maluf rebateu usando o exemplo do prefeito paulistano Fernando Haddad (PT).

“‘Pergunte ao Haddad se ele não gostou de receber meu apoio”, disse Maluf, lembrando o acordo construído por Lula para fechar a coligação do PP em apoio ao hoje prefeito paulistano, em 2012.

Relembre como foi o anúncio da aliança entre Maluf e Haddad em 2012:

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quinta-feira, 3 de abril de 2014 Cidades | 13:01

Haddad promete revogar decreto que restringe atuação dos artistas de rua

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O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), prometeu revogar o decreto publicado em março que restringe a atuação dos artistas de rua na cidade. A medida foi tomada depois de protestos da categoria, que estava participando da elaboração da lei.

Fernando Haddad (Foto: Celso Junior/AE)

Fernando Haddad (Foto: Celso Junior/AE)

Um novo decreto será publicado na semana que vem, um grupo foi formado para elaborar o novo texto em conjunto com representantes da prefeitura. A intenção é respeitar a liberdade dos artistas mas criar mecanismos para evitar o uso indevido da lei e reconhecer comerciantes que se passam por artistas.

“O decreto atual era um tampão pra dar uma controlada nos camelôs que invadiram as calçadas dizendo que são artesãos. Também vamos buscar meios de prevenir abusos por parte de alguns poucos artistas que exageram, como os que montam sistemas de som gigantes”, afirmou o ator Celso Reeks, que participa das negociações entre os artistas de rua e a prefeitura.

Após a publicação,uma comissão irá discutir uma regulamentação específica para o artesanato de rua.

Leia também: Artistas de rua marcam protesto na Prefeitura de SP após lei que restringe atuação

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terça-feira, 25 de março de 2014 Cidades | 16:00

Artistas de rua marcam protesto na Prefeitura de SP após lei que restringe atuação

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O decreto publicado na semana passada pela Prefeitura de São Paulo regulamentando a atuação dos artistas de ruas na cidade pegou a categoria de surpresa e causou indignação.

Leia também: PT pressiona por mudança na comunicação de Haddad

Para representantes da categoria, as alterações se deram por causa de pressão de comerciantes. Eles farão um protesto nesta terça-feira em frente à prefeitura e esperam ser atendidos ainda pelo prefeito.

O texto do projeto de lei estava sendo discutido entre representantes do governo e dos artistas desde o ano passado. Após audiência pública, uma minuta foi aprovada para dar início ao processo de regulamentação.

No entanto, o decreto prefeito Fernando Haddad (PT) alterou pontos do texto aprovado, sem aviso prévio, e estabelece uma série de restrições.

Entre elas, as apresentações não poderão acontecer perto de locais com alto fluxo, como estações de metrô, monumentos, repartições públicas, escolas ou hospitais, e todas as apresentações terão que ter autorização da subprefeituras após cadastro.

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segunda-feira, 17 de março de 2014 Política | 08:00

Maluf diz acreditar que Haddad será um bom prefeito

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Paulo Maluf (Foto: AE)

Paulo Maluf (Foto: AE)

Mesmo diante das pesquisas que mostram impopularidade no primeiro ano de gestão do prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), há aqueles que não perdem as esperanças com o saldo final da gestão do petista.

O ex-prefeito da cidade, Paulo Maluf, é um desses convictos. Maluf acredita na capacidade de Haddad e acha que no final do mandato, os paulistanos aprovarão o trabalho do petista.

“Também não fui bem avaliado no meu primeiro ano”, resume Maluf ao ser questionado sobre o aliado.

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sexta-feira, 14 de março de 2014 Governo | 15:31

Alckmin recorre a Churchill para elogiar ‘sinergia’ entre Prefeitura de SP e governo

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Alckmin e Haddad entre os secretários estadual e municipal de Transporte (foto: Julianna Granjeia)

Alckmin e Haddad entre os secretários estadual e municipal de Transporte (foto: Julianna Granjeia)

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), fez questão de demonstrar mais uma vez que trabalha em parceria com o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Durante assinatura de convênio para a implantação das linhas 15-Prata e 17-Ouro do Metrô, com a presença do governador, Haddad afirmou que tentou fazer um levantamento de quantas vezes já estiveram juntos para anunciar parcerias, mas que perdeu as contas.

“É difícil uma área de atuação do poder público que nós não tenhamos uma atuação  conjugada, articulada, entre o governo municipal e estadual”, disse o prefeito.

Leia também: Ordem no PSDB é colar Alexandre Padilha em Haddad

Já Alckmin recorreu ao ex-primeiro-ministro inglês Winston Churchill ao ser questionado se as parcerias seriam uma respostas aos partidos, que sempre estão em lados opositores.

“O Brasil é uma república federativa (…) a federação funciona bem quando se tem uma sinergia, então é um grande desafio a gente deixar de lado as paixões partidárias e trabalharmos juntos. Tenho repetido que a postura do prefeito Fernando Haddad é correta nesse sentido. Essa questão da luta política é geral. Contam que o Winston Churchill (…) foi ao parlamento prestar contas e a líder da oposição era a lady Astor e aí no auge do debate acalorado, lady disse ao Churchill:’ se eu fosse sua mulher, eu colocaria veneno no seu chá’. E Churchill responde: ‘se eu fosse seu marido, eu beberia'”, contou Alckmin tirando risos dos convidados.

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quarta-feira, 12 de março de 2014 Cidades | 09:00

Agricultores se reúnem com Haddad para pedir retorno da zona rural em SP

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Agricultores se reuniram com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), para pedir o retorno da zona rural na cidade. O tema é uma das propostas do novo Plano Diretor que está em discussão para ser votado.

A zona rural de SP foi extinta em 2002.  A proposta prevê limitar o parcelamento do solo em uma área de 219 quilômetros quadrados nos bairros Grajaú, Parelheiros e Marsilac, na zona sul da capital.

Os agricultores reclamam de descaso com a assistência técnica e extensão rural e pedem mais apoio à agricultura familiar, além da regularização fundiária das propriedades e fiscalização ambiental.

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