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Posts com a Tag Fernando Haddad

terça-feira, 31 de maio de 2011 Governo | 12:52

Fernando Haddad: “Sou filho de um libanês que nunca pisou na escola, entendo bem a abordagem do livro”

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O ministro da Educação, Fernando Haddad, defende neste momento na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado a utilização do  livro didático de português Por uma vida melhor, da coleção Viver, Aprender, que não vê nenhum problema no uso da linguagem popular.

Conforme revelou Poder Online,o livro admite frases como “nós pega o peixe” e “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado”.

— Sou filho de um libanês que nunca pisou na escola, e eu entendo perfeitamente bem a abordagem pedagógica da autora de Educação de Jovens e Adultos. Quando o adulto volta para a escola, ele volta com os vícios naturais da linguagem popular — argumentou o ministro.

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quarta-feira, 13 de abril de 2011 Eleições | 20:02

Haddad descarta candidatura a prefeito de São Paulo

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O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que “nem pensa” na possibilidade de ser candidato a prefeito de São Paulo. Depois de participar de uma audiência pública sobre o Plano Nacional de Educação na Assembleia Legislativa de São Paulo, Haddad disse:

– Não trabalho desta maneira e não estou procurando mais problema.

Afirmando “gostar muito do que faz”, o ministro ainda brincou com as especulações:

– Faz um mês que disseram que eu ia ser demitido e agora querem que eu seja candidato?, falou em tom de deboche.

* Colaborou Cinthia Rodrigues

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quarta-feira, 6 de abril de 2011 Eleições | 09:05

Eleição 2012: Haddad está se mexendo

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Fernando Haddad (Foto: Celso Junior/AE)

Aliás, o ministro da Educação, Fernando Haddad, está se mexendo. Tem dado preferência à agenda paulista. Começou esta semana que passou.

Há quem diga que ele é o preferido de Luiz Inácio Lula da Silva – o que pode ser verdade, mas ainda carece de confirmação.

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segunda-feira, 21 de março de 2011 Brasil | 19:05

Após anunciar que torce por Dilma, Kassab janta com Lula

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O prefeito Gilberto Kassab deve participar, daqui a pouco, do jantar em homenagem ao ex-presidente Lula, no Clube Monte Líbano, em São Paulo.

Os ministros Aloizio Mercadante e Fernando Haddad, além dos governadores de Sergipe, Marcelo Déda, e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, também estão presentes no evento organizado pela Federação das Associações Muçulmanas no Brasil.

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domingo, 30 de janeiro de 2011 Governo | 06:20

Chalita: “O ministro é o grande articulador da Educação no país”

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Gabriel Chalita (Foto: Levi Bianco/ Futura Press)

Assim que pisar em Brasília e tomar posse como deputado, Gabriel Chalita (PSB) atenderá a convite da presidenta Dilma Rousseff para tomar um café no Palácio do Planalto. Na montagem do governo, seu nome foi cotado para a pasta da Cultura. Ele nega. Ex-secretário de Educação, essa área será seu foco de atuação na Câmara. Chalita tem acompanhado de perto os problemas da pasta e, nesta entrevista ao Poder Online, fez algumas sugestões ao ministro da Educação, Fernando Haddad.

O sr é da área da educação. O que está achando da atuação do ministro Fernando Haddad?

O trabalho com a educação não depende só de um ministro, depende de uma série de ações conjuntas que o país tem que fazer em termos de educação. Eu espero que o Fernando Haddad consiga, a partir de agora, unir governadores e secretários estaduais de educação. Ele tem dito isso, inclusive: que é preciso um pacto pela educação. O ministro é o grande articulador da educação no país.

Como o sr, na Câmara, vai atuar nessa área?

Durante toda a minha campanha, eu disse que um dos meus primeiros projetos seria criar uma lei de responsabilidade educacional. E o ministro já mandou a lei. Fiquei até feliz de ele mesmo ter enviado uma lei de responsabilidade educacional. E eu vou fazer de tudo para emendar essa lei, para ajudar e para dar sugestões porque acho que isso é fundamental. Até hoje, cada prefeito faz o que quer em termos de educação, cada governador faz o que quer, e o ministro sozinho não melhora a educação. É preciso conseguir empolgar prefeitos e governadores para que todos trilhem o mesmo caminho na melhoria educacional. E há questões que são simples. A questão da valorização dos professores, por exemplo, é algo fundamental. Aliás, fiquei emocionado ao ouvir o discurso da presidenta em sua posse, no Congresso Nacional, quando ela falou textualmente dos professores. Não me lembrou de ter tido isso em nenhum outro discurso de presidente.

Como o sr viu a atuação do ministro em relação aos problemas que aconteceram na Educação?

Acho que ele está tentando resolver esses problemas. À medida que ele troca o presidente do Inep, colocando alguém que tem experiência como reitora de universidade no Rio de Janeiro, ele não está negando que os problemas existem. E isso é fundamental para quem está no Ministério. É muito ruim quando um gestor público diz “magina, isso não existe, não está acontecendo”. Ele percebe que os problemas existem e está tentando solucionar esses problemas. Mas tem que solucionar. A ideia do Enem, por exemplo, é muito boa. Ela não pode se transformar em um outro vestibular. Não pode ser um Enem só por ano. É preciso tirar essa grande força do Enem, o aluno estudando um ano inteiro só para o Enem e aí acontece algum problema. A solução seria ter, por exemplo, três versões do Enem durante o ano, para que o aluno tivesse um acúmulo de notas. Não se pode exagerar nos pesos das avaliações senão o Enem pode se transformar no que era o vestibular. As escolas deixam de ensinar aquilo que é essencial e passam a ensinar só aquilo que cai no Enem. Isso é muito ruim. Por isso, é preciso melhorar a qualidade do Enem e a sociedade brasileira sente isso.

Como o sr pretende viabilizar sua candidatura a prefeito de São Paulo?

Acho que é muito cedo para falar de candidatura a prefeito. Estou com muita empolgação para assumir a minha cadeira de deputado. Estou cheio de projetos na cabeça para atuar. Ser eleito com meio milhão de votos dá uma responsabilidade imensa. A eleição para prefeito é só daqui a dois anos. Deixa as pessoas falarem. Agora vou trabalhar como deputado.

Dizem que o governador Geraldo Alckmin articula desde já um quadro partidário para a eleição de 2012 que lhe beneficiaria no caso de o senhor ir para o segundo turno. Isso é verdade?

Nunca conversei com o governador Geraldo Alckmin sobre isso. Tenho uma relação de muito respeito com ele, mas fui para uma outra ala política. Resolvi apoiar a candidatura de Dilma Rousseff e, evidentemente, aqui em São Paulo me mantive neutro na campanha estadual, até pela relação de amizade que tenho com ele. Estou disposto a dialogar com ele. Acho que ele é um grande gestor. Para São Paulo foi um ganho a presença dele como governador, mas hoje estou como base de apoio da presidente da República, tentando fazer uma reflexão mais nacional. A gente nunca falou sobre eleição municipal.

O sr perdeu a disputa pela liderança da bancada do PSB?

Não. Estou chegando agora no Congresso. Houve uma discussão da bancada para eventuais nomes e o meu foi levantado, mas há quase um consenso com o nome da deputada Ana Arraes. É um bom nome, já que ela é deputada mais de uma vez. Embora não tenha tido uma reunião com todos os deputados para discutir isso, a tendência do partido é apoiar a deputada Ana Arraes.

Mas o sr não acredita que o nome dela vai deixar o partido mais concentrado no Nordeste? A ideia não era ter um nome do Sul ou Sudeste?

O governador Cid Gomes defendia isso, que o partido se abrisse mais para essas regiões. Temos ótimos nomes. Se olharmos para São Paulo, por exemplo, o PSB tem nos seus quadros a deputada Luiza Erundina, que é deputada há vários mandatos e tem uma larga experiência para isso. Há nomes no Sul também, no Rio Grande do Sul elegemos três deputados. No Rio de Janeiro e em Minas também temos nomes. Mas o Rodrigo Rollemberg, que era o líder, e agora é senador, foi conduzindo o processo e colocando a deputada Ana Arraes. A bancada tem aceitado isso com tranquilidade.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011 Governo | 06:02

A desculpa de Haddad: loteamento de cargos

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Fernando Haddad (Foto: André Dusek/AE)

O ministro da Educação, Fernando Haddad, trocou de pasta. É agora o ministro da Desculpa. Esta é a palavra que ele mais ouve da presidenta Dilma Rousseff, quando os dois conversam:

– Desculpa, mas você não explicou.

– Desculpa, mas eu não entendi como o problema será resolvido.

– Desculpa, nunca pensaram que esse problema fosse surgir?

São algumas das frases de Dilma na conversa com Haddad.

Mas o ministro anda dizendo por aí que tem também uma boa desculpa para os problemas na pasta:

– Desculpa, mas eu não nomeei ninguém na Educação, todos os cargos foram preenchidos por partidos políticos e muitos cargos, como diretorias da pasta, nem precisavam existir.

Só que isso Haddad ainda não falou para Dilma.

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 Governo | 16:24

É forte o lobby “Fica Haddad”

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Lula e Fernando Haddad (Foto: AE)

No lançamento do relatório de acompanhamento de metas do Todos pela Educação, a plateia formada por representantes de ONGs e políticos ligados à Educação aplaudiu as duas menções feitas ao ministro Fernando Haddad.

Em uma clara campanha “Fica Haddad”, o presidente executivo do movimento, Mozart Neves Ramos, chegou a dizer que é por causa do ministro que o país tem dados para avaliar a Educação e que “espera que isso continue”.

Detalhe: Haddad não estava no evento.

(colaboração Cinthia Rodrigues)

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quinta-feira, 18 de novembro de 2010 Governo | 15:01

Telhado de vidro

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Paulo Renato

No lançamento do livro do amigo Maílson da Nóbrega na noite dessa quarta-feira, o secretário estadual da Educação, Paulo Renato de Souza, falava sobre os problemas enfrentados por Fernando Haddad com o Enem e citava o seu Saresp – prova que avalia o rendimento escolar de alunos do ensino público no Estado – para dizer que, em São Paulo, é diferente.

– Vamos mostrar que é possível aplicar uma grande prova sem ter problemas. No Saresp, são 26 cadernos de provas diferentes e não tivemos problemas. No Enem, são só quatro cadernos e deu no que deu. Ficou provado que não é possível realizar um vestibular nacional sem erros.

Satisfeito com os resultados do primeiro dia de provas que avaliou 2,5 milhões de alunos em quase 9.000 escolas, o tucano havia programado o pronunciamento para hoje ainda sobre o exame.

Paulo Renato só esqueceu de combinar com os russos e, pego de surpresa por um problema de numeração de provas na cidade de Assis, a assessoria do tucano não confirma mais se o tal pronunciamento vai mesmo ocorrer.

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