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Posts com a Tag Funasa

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Governo | 19:35

Mais um nome para Funasa

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Além dos petistas Ruy Gomide (GO) e Marcos Monfarreji (RJ), apareceu ontem outro nome como alternativa para a Presidência da Funasa.

Desta vez, o citado é o peemedebista Henrique Pires (PI), ex-assessor de Alexandre Padilha quando ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011 Governo | 09:02

Barriga de aluguel na Funasa

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Danilo Forte

O deputado Danilo Forte (PMDB-CE), ex-presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), está articulando com o PT um nome para a direção da instituição.

Será uma espécie de barriga de aluguel, uma composição entre PMDB e PT em que os dois partidos parem de brigar pelo cargo e nenhum precise largar o osso.

Ruy Gomide, superintendente da Funasa em Goiás, e Marcos Monfarreji, da Funasa no Rio de Janeiro, ambos do PT, devem ser os nomes encampados por Danilo como indicação do PMDB.

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 Governo | 10:04

Saúde ainda tem esperanças de um petista na Funasa

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Apesar de oficialmente estarem suspensas as nomeações para o segundo escalão até a próxima semana, o gabinete do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na contramão do que foi combinado com o vice-presidente Michel Temer (PMDB), continua trabalhando a todo vapor por um nome do PT para o comando da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Com ou sem o conhecimento do ministro, o chefe da assessoria parlamentar, Edson Pereira Oliveira,  procurou alguns deputados, inclusive do PMDB, para fazer lobby em favor da nomeação do petista Marcus Monfarreji, coordenador substituto da Funasa no Rio de Janeiro.

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domingo, 23 de janeiro de 2011 Partidos | 06:14

Henrique Eduardo Alves ganha DNOCS e documento de apoio da bancada para continuar líder do PMDB

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Henrique Eduardo Alves (foto: Wilson Dias/ABr)

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), apresentará no dia 1º de fevereiro à sua bancada, formalmente, uma lista com a assinatura de 70 dos 79 deputados do partido pedindo a sua recondução ao cargo.

Em entrevista ao Poder Online, ele se afirma um “defensor ferrenho” do PMDB e justifica como uma “atitude acertada” ter protestado contra o avanço do PT sobre os cargos do PMDB no segundo escalão. Mas diz que agora acabou a briga com os petistas.

Henrique Eduardo Alves protesta quando afirmam que usou o cargo de líder para emplacar indicações pessoais: “Minha única indicação está resolvida. Foi para a manutenção do Elias Fernandes Neto na presidência do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca). Era um espaço do Rio Grande do Norte e assim permanecerá.”

Poder Online: Mas o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) não queria nomear outro nome?

Henrique Eduardo Alves: Isso foi coisa do governador Cid Gomes (PSB-CE). Ele carregou toda a bancada do seu Estado ao Palácio para avançar nas indicações que cabem a outros partidos e a outros Estados que não o seu. O senador Eunício me disse que ficou sem graça. Não podia desmentir o governador publicamente. Mas o Eunício já tem duas diretorias lá no DNOCS, e espero que mantenha o comando da Funasa. Aliás, eu briguei com o PT por causa da Funasa (Fundação Nacional de Saúde).

Poder Online: Pois é. Como está essa briga?

Henrique Eduardo Alves: Acabou. Veja só: Nos quadros do Ministério da Saúde há 1.262 cargos comissionados. Sabe quantos eram do PMDB? Dois! Agora não temos nenhum. Fora isso, sim, temos a diretoria-geral da Funasa, que eu espero que seja mantida. Mas deixamos lá um técnico, um funcionário com 30 anos de casa indicado pelo deputado Danilo Forte (CE), que, este sim, foi o diretor-geral ligado ao Eunício.

Poder Online: Mas pacificou com o PT como?

Henrique Eduardo Alves: Tive uma conversa muito boa com o ministro Antônio Palocci e ele se encarregou de evitar novos avanços do PT. Ele disse que o PMDB não é um aliado do governo; o PMDB é parte integrante do governo. Somos hoje mais governo do que na época do ex-presidente Lula. Desde essa conversa, a situação está sob controle. Aliás, estou muito feliz com o ministro Palocci. Ele tem sido muito leal e muito competente.

Poder Online: Têm essas reclamações dentro da bancada de que o senhor está fazendo muitas indicações pessoais.

Henrique Eduardo Alves: Não acredito que tenham reclamações desse tipo no partido. Minha única indicação foi o presidente do DNOCS, pelo PMDB do Rio Grande do Norte. Todas as outras indicações foram da bancada.

Poder Online: Mas não foi o senhor que indicou o ministro do Turismo, Pedro Novais?

Henrique Eduardo Alves: Foi a bancada. Apresentamos vários nomes além do Pedro Novais (MA). Como o Leonardo Quintão, por Minas Gerais, o Mendes Ribeiro (RS), o Marcelo Castro (PI) e até a Marinha Raupp (RO). A coisa foi afunilando no Pedro Novais, mas não fui eu que escolhi. Assim como o Rio Grande do Norte ficou com o DNOCS, coube à bancada do PMDB do Rio de Janeiro indicar o presidente de Furnas Centrais Elétricas; Minas Gerais indica o diretor internacional da Petrobras; o Distrito Federal, do Tadeu Filipelli, fez um vice-presidente da Caixa Econômica Federal…

Poder Online: Parece que todos estão contemplados…

Henrique Eduardo Alves: E eu luto por isso de peito aberto. Não se trata de fisiologismo. Os cargos estão lá e são ocupados por gente de carne e osso. Não por fantasmas, nem por extra-terrestres. É assim em todo o mundo. A coligação que vence preenche os cargos com quem vai levar à frente sua proposta política. É claro que levamos em conta parâmetros técnicos de competência, etc. Mas temos que colocar lá gente afinada com nossas ideias. Como líder, minha obrigação é lutar pelo partido, e eu faço isso.

Poder Online: Está valendo à pena?

Henrique Eduardo Alves: Olha, no dia 1º, quando entregar a lista de apoios à minha recondução, vou agradecer muito à bancada. Estarei sendo líder pelo 5º ano consecutivo. Isso é o reconhecimento pela minha luta pelo partido. Sou PMDB há 40 anos. Estou governo hoje. Mas governos passam e o que fica é o meu partido.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 Governo | 23:19

Serra e Dutra debatem no twitter

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José Serra (Foto: Mister Shadow/AE)

Pouco antes das 22h, o ex-governador José Serra entrou no twitter e deu boa noite. Minutos depois, o presidente do PT, José Eduardo Dutra, respondeu ao tucano:

– Serra, boa noite.

Em seguida, Serra bombardeou:

– Desvios na Funasa chegam a R$ 500 milhões, diz CGU.

E mais:

– Como eu disse mil vezes o PT destruiu a Funasa e a Anvisa, com fisiologismo, corrupção e incompetência.

Não demorou e volta Dutra:

– Depois dessa, retiro o meu boa noite.

Serra voltou a atacar o governo, mencionou a intenção do PSDB de recorrer à Justiça contra a intenção da Anatel de monitorar as linhas telefônicas e foi para seu tema predileto:

– Economia brasileira hoje: inflação em alta, déficit sideral do balanço de pagamentos, nó fiscal, carências agudas de infraestrutura. Tudo isso foi produzido no governo Lula-Dilma e deixado para o governo Dilma. Ou não?

Desta vez, teve que “ouvir”:

– Deve ser por isso que a oposição ganhou a eleição.

Dutra, mais uma vez, ficou sem resposta.

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011 Governo | 06:03

PMDB desconfia do governo, mas tenta negociar solução para a Funasa

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Alexandre Padilha (Foto: André Dusek/AE)

A cúpula do PMDB anda de orelha em pé.

Desconfia de que partem do governo, mais especificamente dos petistas no governo, as denúncias que vêm saindo na imprensa contra órgãos comandados por peemedebistas, como no caso dos desvios na Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Mas, como a situação lá não é das melhores, o PMDB até aceita negociar a indicação do comando da Funasa com o ministro da Saúde, o petista Alexandre Padilha: seria procurado um nome de consenso entre o partido e o ministro.

A propósito, o atual presidente da Funasa, Faustino Lins, já foi avisado de que não deverá ficar no cargo.

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 Governo | 19:23

No twitter, líder do PMDB defende ex-presidente da Funasa e diz que partido não abre mão do cargo

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O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), soltou agora há pouco uma enxurrada de comentários no twitter descendo a lenha no ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que, segundo ele, não aceitava indicações técnicas para cargos comissionados.

Henrique Alves disse que o PMDB apóia a nomeação do ex-secretário de atenção à Saúde, Alberto Beltrame, e defendeu o ex-presidente da Funasa, Danilo Fortes, das acusações de desvio de R$ 488,5 milhões no período em que comandou o órgão (2007-2010).

— O Ministério da Saúde possui 1262 cargos comissionados. Destes, apenas dois foram indicados pelo PMDB da Câmara (…) Repito! As contas do Dr. Danilo foram aprovadas integralmente, sem ressalvas, tanto pela CGU quanto pelo TCU.

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