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Posts com a Tag Furnas

sexta-feira, 5 de agosto de 2011 Governo | 13:38

Eduardo Cunha cobra demissão de diretor de Furnas

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Sempre acusado de nomear diretores de Furnas Centrais Elétricas, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acaba de tuitar:

– Apagão no Rio. Culpa de Furnas. Não vão demitir o diretor de operações? Dele já é o terceiro apagão. O nome é Cézar Zani.

A propósito, o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, como se sabe, é do PMDB, o mesmo partido de Cunha.

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quinta-feira, 7 de abril de 2011 Congresso | 11:16

Câmara cobra informações da CGU sobre investigação de contratos de Furnas

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Ex-presidente da Eletrobrás, o deputado Antônio Imbassahy (PSDB-BA) apresentará hoje à Mesa Diretora requerimento convocando o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, a comparecer à Câmara.

O objetivo é ter informações sobre a investigação da CGU a respeito de supostas irregularidades em contratos firmados entre Furnas e empresas ligadas ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Governo | 12:04

Aneel dá palavra final sobre multa para Furnas por apagão de 2009

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A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) avalia nesta tarde um recurso de Furnas sobre a multa de R$ 53,7 milhões determinada pelos técnicos da agência de energia elétrica por conta do apagão de 10 de novembro 2009, que deixou boa parte do Brasil no escuro.

Será colocada para avaliação do colegiado uma análise que reduz o valor da multa com base em parecer da área jurídica da entidade – que ainda não havia se manifestado sobre o tema. A decisão final sobre o valor, porém, ficará por conta dos cinco diretores da Aneel.

Depois da decisão do colegiado, só restará a Furnas reclamar da multa para a Justiça comum.

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 Congresso | 16:04

Uma Benedita no meio do caminho de Eduardo Cunha

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Na saída de Dilma Rousseff da mesa diretora da Câmara, depois de seu discurso, estava bem posicionado ali pertinho o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Ele foi se aproximando da presidenta, mas, de repente, tinha uma Benedita da Silva (PT-RJ) sorridente no meio do caminho, efusiva, a cumprimentar uma fã.

A alegria das duas deixou Cunha a umas duas camadas de pessoas de distância de Dilma. Mas ele jura que não ia cumprimentar a presidenta:

– Pra quê? Pra vocês fazerem a foto do dia e dizerem que eu só fui falar com ela por causa de Furnas? – disse ele ao Poder Online.

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Congresso | 10:58

Cunha e a batalha para emplacar os seus

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Contrariado com o cabo de guerra em torno do comando de Furnas, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tenta, agora, tirar José Prianti (PMDB-PA) e emplacar um nome de sua confiança na comissão de Minas e Energia da Câmara.

O objetivo, segundo um cacique peemedebista, é pressionar o governo Dilma:

– Ele perdeu as cartas na manga e vai dar o jeito dele.

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sábado, 29 de janeiro de 2011 Congresso | 06:01

“No macro”, Eduardo Cunha é governista. Mas no micro…

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O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é conhecido como um dos mais influentes membros do núcleo duro do PMDB. E está em guerra aberta com o PT na disputa pelos cargos de segundo escalão, especialmente no Rio.

Mas Cunha evita dar entrevistas sobre o assunto. Adotou como tática desferir flechadas pelo twitter.

Quando o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou que tiraria férias em meio a crise no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e no Exame Nacional de Ensino Médio, por exemplo, o deputado postou no Twitter que Haddad não deveria tirar só um mês de férias. Mas sim os quatro anos do governo de Dilma Rousseff.

Agora, Cunha acusa o PT de estar por traz das denúncias contra Furnas Centrais Elétricas, cujo comando foi indicado por ele em nome do PMDB do Rio.

Postou: “Os petistas que plantaram isso são os mesmos que atacam a imprensa e já foram vítmas de difamações”. E mais: “É impressionante o instinto suicida desses caras. Quem não se lembra dos aloprados?” Chegou a ameaçar: “Quem com ferro fere com ferro será ferido.”

Poder Online conseguiu interceptar Eduardo Cunha no Salão Verde da Câmara, entre uma twitada e outra.

Veja sua explicação para este tipo de oposicionismo no micro e o governismo “no macro”:

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domingo, 23 de janeiro de 2011 Partidos | 06:14

Henrique Eduardo Alves ganha DNOCS e documento de apoio da bancada para continuar líder do PMDB

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Henrique Eduardo Alves (foto: Wilson Dias/ABr)

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), apresentará no dia 1º de fevereiro à sua bancada, formalmente, uma lista com a assinatura de 70 dos 79 deputados do partido pedindo a sua recondução ao cargo.

Em entrevista ao Poder Online, ele se afirma um “defensor ferrenho” do PMDB e justifica como uma “atitude acertada” ter protestado contra o avanço do PT sobre os cargos do PMDB no segundo escalão. Mas diz que agora acabou a briga com os petistas.

Henrique Eduardo Alves protesta quando afirmam que usou o cargo de líder para emplacar indicações pessoais: “Minha única indicação está resolvida. Foi para a manutenção do Elias Fernandes Neto na presidência do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca). Era um espaço do Rio Grande do Norte e assim permanecerá.”

Poder Online: Mas o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) não queria nomear outro nome?

Henrique Eduardo Alves: Isso foi coisa do governador Cid Gomes (PSB-CE). Ele carregou toda a bancada do seu Estado ao Palácio para avançar nas indicações que cabem a outros partidos e a outros Estados que não o seu. O senador Eunício me disse que ficou sem graça. Não podia desmentir o governador publicamente. Mas o Eunício já tem duas diretorias lá no DNOCS, e espero que mantenha o comando da Funasa. Aliás, eu briguei com o PT por causa da Funasa (Fundação Nacional de Saúde).

Poder Online: Pois é. Como está essa briga?

Henrique Eduardo Alves: Acabou. Veja só: Nos quadros do Ministério da Saúde há 1.262 cargos comissionados. Sabe quantos eram do PMDB? Dois! Agora não temos nenhum. Fora isso, sim, temos a diretoria-geral da Funasa, que eu espero que seja mantida. Mas deixamos lá um técnico, um funcionário com 30 anos de casa indicado pelo deputado Danilo Forte (CE), que, este sim, foi o diretor-geral ligado ao Eunício.

Poder Online: Mas pacificou com o PT como?

Henrique Eduardo Alves: Tive uma conversa muito boa com o ministro Antônio Palocci e ele se encarregou de evitar novos avanços do PT. Ele disse que o PMDB não é um aliado do governo; o PMDB é parte integrante do governo. Somos hoje mais governo do que na época do ex-presidente Lula. Desde essa conversa, a situação está sob controle. Aliás, estou muito feliz com o ministro Palocci. Ele tem sido muito leal e muito competente.

Poder Online: Têm essas reclamações dentro da bancada de que o senhor está fazendo muitas indicações pessoais.

Henrique Eduardo Alves: Não acredito que tenham reclamações desse tipo no partido. Minha única indicação foi o presidente do DNOCS, pelo PMDB do Rio Grande do Norte. Todas as outras indicações foram da bancada.

Poder Online: Mas não foi o senhor que indicou o ministro do Turismo, Pedro Novais?

Henrique Eduardo Alves: Foi a bancada. Apresentamos vários nomes além do Pedro Novais (MA). Como o Leonardo Quintão, por Minas Gerais, o Mendes Ribeiro (RS), o Marcelo Castro (PI) e até a Marinha Raupp (RO). A coisa foi afunilando no Pedro Novais, mas não fui eu que escolhi. Assim como o Rio Grande do Norte ficou com o DNOCS, coube à bancada do PMDB do Rio de Janeiro indicar o presidente de Furnas Centrais Elétricas; Minas Gerais indica o diretor internacional da Petrobras; o Distrito Federal, do Tadeu Filipelli, fez um vice-presidente da Caixa Econômica Federal…

Poder Online: Parece que todos estão contemplados…

Henrique Eduardo Alves: E eu luto por isso de peito aberto. Não se trata de fisiologismo. Os cargos estão lá e são ocupados por gente de carne e osso. Não por fantasmas, nem por extra-terrestres. É assim em todo o mundo. A coligação que vence preenche os cargos com quem vai levar à frente sua proposta política. É claro que levamos em conta parâmetros técnicos de competência, etc. Mas temos que colocar lá gente afinada com nossas ideias. Como líder, minha obrigação é lutar pelo partido, e eu faço isso.

Poder Online: Está valendo à pena?

Henrique Eduardo Alves: Olha, no dia 1º, quando entregar a lista de apoios à minha recondução, vou agradecer muito à bancada. Estarei sendo líder pelo 5º ano consecutivo. Isso é o reconhecimento pela minha luta pelo partido. Sou PMDB há 40 anos. Estou governo hoje. Mas governos passam e o que fica é o meu partido.

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sexta-feira, 21 de maio de 2010 Eleições | 06:12

Eduardo Cunha protege Furnas

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Há uma batalha na comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados  em torno de um convite para o presidente de Furnas, Carlos Nadalutti Filho, ir até lá prestar esclarecimentos.

O convite foi aprovado em plenário sob a justificativa de que Nadalutti precisa explicar se há risco de apagão no país.

O fato é mais um entre muitos embates travados nas comissões da Casa em ano eleitoral.

Mas Nadalutti não precisa se preocupar.

Seu padrinho político, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) está cuidando do caso e o requerimento-convite dorme numa gaveta da comissão.

(Jorge Félix)

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