Publicidade

Posts com a Tag Geraldo Alckmin

sexta-feira, 18 de outubro de 2013 Política | 16:00

Base de Alckmin na Assembleia paulista custa a se entender

Compartilhe: Twitter

Os deputados da base governista da Assembleia de São Paulo não estão se entendendo. A queda de braço envolve setores ligados ao presidente da Casa, Samuel Moreira, e o líder do governador Geraldo Alckmin (PSDB), Barros Munhoz, ambos tucanos.

Moreira tem apoio de deputados mais novos, como os tucanos Cauê Macris e o líder da bancada do partido, Carlos Bezerra. Já Barros Munhoz é da velha guarda da Casa e mantém uma ação casada com o deputado Campos Machado (PTB-SP).

Deputados reclamam nos corredores de manobras feitas pelos colegas da “ala mais jovem” para desgastar o grupo “mais velho”. Alguns trabalham para não dar quórum em reuniões e sessões. Com isso, o presidente da Casa tem levado a discussão nas reuniões de líderes questões que, em tese, poderiam ser decididas pela própria presidência. Assim, as decisões são tomadas por consenso, evitando eventuais boicotes.

Autor: Tags: ,

quinta-feira, 17 de outubro de 2013 Política | 19:17

Alckmin oficializa demissão de suspeito de vazamento de dados do Metrô

Compartilhe: Twitter

O Diário Oficial trouxe nesta quinta-feira (17) a demissão do engenheiro Pedro Pereira Benvenuto das funções de secretário-executivo do conselho gestor do Programa de Parcerias Público (PPP) da Secretaria do Planejamento do Estado de São Paulo  e de secretário técnico e executivo do conselho diretor do Programa Estadual de Desestatização (PED).

Benevuto é suspeito de ter vazado dados confidenciais do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) para uma empresa de consultoria, investigada pela Polícia Federal por suspeita de pagamento de propina à multinacional Alstom.

O ex-secretário havia pedido afastamento em setembro de suas funções, no entanto, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o manteve no cargo até então.

Leia também: Propina pode superar R$ 1 bilhão

Autor: Tags: , , ,

terça-feira, 15 de outubro de 2013 Partidos | 17:30

Dirigente do PSDB pede chapa pura para eleição em São Paulo

Compartilhe: Twitter

O presidente do diretório municipal de São Paulo do PSDB, Milton Flávio, defende que o partido tenha uma chapa pura para a candidatura ao governo do Estado. Segundo Flávio, o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), é “jovem e vai querer dar sequência na carreira” política em 2018, “postulando uma nova função”. Essa nova função poderia ser a disputa pela Presidência ou Senado.

“Se isso acontecer, (Alckmin) abandona (o governo) em abril. E a experiência que tivemos no passado, com (Cláudio) Lembo (PSD) e (Gilberto) Kassab (PSD), no lugar de Alckmin e Serra, foi muito ruim para nós.O ideal seria uma chapa pura para dar continuidade ao governo. Um vice com possibilidade de ser candidato não seria adequando, é um risco que não podemos correr. Eu defendo a tese que se tiver que compartilhar espaço, que seja no Senado, já que já temos Aloysio (Nunes)“, afirmou o presidente.

Autor: Tags: , ,

domingo, 13 de outubro de 2013 Partidos | 07:00

‘Reavaliação das alianças nos estados tem de ser feita caso por caso’, diz socialista

Compartilhe: Twitter

O deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) engrossa o coro da ex-prefeita paulistana Luiza Erundina, que defende uma reavaliação das alianças do PSB nos estados a partir da entrada de Marina Silva no partido.

Leia também: Aliança de Campos e Marina tira sossego de Aécio Neves na lua-de-mel

Delgado, que figura entre os principais articuladores da campanha presidencial de Eduardo Campos, defende que, em São Paulo, as discussões sobre uma eventual aliança sejam pautadas “garantindo um palanque para o PSB”. Ele cita os nomes de Erundina e de Walter Feldman como possíveis candidatos do partido, caso o casamento com os tucanos não seja possível.

Ele também propõe que em Minas Gerais o partido siga o exemplo nacional e lance um nome como alternativa à polarização PT e PSDB. Admite com naturalidade uma renúncia do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, para a disputa. “Se em 2014 ele for chamado para esse desafio, temos de colocar essa circunstância em discussão”.

Com o afastamento da direção do PSB do Rio de Janeiro, Delgado diz que o nome de Romário para a ter “caminho aberto” para construir uma aliança capaz de construir o palanque ideal para Eduardo Campos.

Confira a entrevista:

Poder Online – A deputada Luiza Erundina tem defendido uma reavaliação total das alianças nos estados, a partir da entrada de Marina Silva no partido. O senhor concorda?
Júlio Delgado – Acho que ela tem razão nessa reavaliação, mas tem de ser feito caso por caso, estado por estado, porque as alianças nesses estados podem dar um posicionamento favorável ao Eduardo (Campos) e ao PSB. Posições que nos dão relevância nesses estados. Minas e São Paulo temos de pensar de uma forma diferente. Mas não podemos perder uma aliança que temos no Pará, no Paraná, isso é fundamental para nós.

O deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

O deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

O senhor acha que o partido deve lançar nome próprio ao governo mineiro? Quem o senhor acha que seria o melhor nome?
A máxima que vale para o Brasil, de termos a candidatura do Aécio (Neves) e do Eduardo para poder enfrentar a Dilma (Rousseff), é uma boa opção. Da mesma forma em Minas. A gente não precisa ter uma candidatura dos aliados contra o (ministro do Desenvolvimento, Fernando) Pimentel. Nada impede que a gente possa lançar uma terceira via, uma opção que fuja da polarização entre o PT e o PSDB e isso faça com que tenhamos candidatura própria em Minas Gerais.

O senhor tem um nome preferido para ser esse candidato em Minas?
O maior expoente hoje é o prefeito Márcio Lacerda. Recentemente filiamos o Alexandre Kalil (presidente do Atlético Mineiro), temos o ex-embaixador Tilden Santiago. Temos quadros que poderão garantir um palanque para o PSB em Minas Gerais para sustentar, não só o tamanho do PSB nesse momento, mas acima de tudo, uma candidatura que passe ao segundo turno e que possamos ganhar as eleições.

O senhor citou o Márcio Lacerda, uma renúncia dele não seria algo que poderia queimá-lo, a exemplo do que aconteceu com José Serra em São Paulo?
Isso tudo será discutido em 2014. Ele tem dito, corretamente, que tratará de 2014 em 2014, que em 2013 está preocupado com a prefeitura de Belo Horizonte. Se em 2014 ele for chamado para esse desafio, temos de colocar essa circunstância em discussão. Ele é um nome do PSB, assim como tantos outros, e, se isso for necessário, vamos garantir e lutar para que ele possa ser candidato para poder ser uma terceira via viável para o eleitorado mineiro.

Em São Paulo, o PSB caminhava na direção de estar com Alckmin, indicar o vice até. Que posicionamento o senhor defende? Acha que o partido deveria lançar candidatura própria ou manter a aliança com o PSDB?
Temos uma enorme relação com o Alckmin em São Paulo e uma boa relação, por meio do nosso presidente Márcio França. Mas se isso for possível garantindo um palanque para o PSB, vamos fazer. Se tiver que pensar numa candidatura própria, passando pelos nomes da Erundina, do companheiro (Walter) Feldman, que agora veio da Rede, vamos discutir isso com toda a franqueza pensando no PSB. Acima de tudo (pensando) no espaço e na forma que garanta ao PSB essa estrutura para 2014.

Que caminho o partido deve seguir no Rio de Janeiro?
Temos a volta do Romário para os quadros do partido. Ele pode disputar para o Senado e isso pode fazer com que possamos fazer alianças neste campo que seriam importantes. O importante é lembrar que a Marina, na última eleição, teve um desempenho muito bom no Rio de Janeiro e Minas Gerais e faz com que, nesse contexto, Minas e Rio sejam tratados diferencialmente para que a gente possa garantir um palanque nacional para o Eduardo Campos e Marina para as eleições de 2014.

O senhor acompanhou de perto a questão envolvendo a saída do Romário do partido. O que houve?
Era uma questão de incompatibilidade com o PSB que detinha o controle no Rio de Janeiro, com o prefeito (de Duque de Caxias) Alexandre Cardoso, criando dificuldade. A incompatibilidade total do Romário, que foi excluído por ele das negociações relacionadas à Prefeitura do Rio e excluído de várias vertentes para que ele pudesse ser nosso nome. Agora, saindo o Alexandre, o Romário tem o caminho aberto para, junto com nossos companheiros do PSB, fazer o futuro do partido e também garantir um palanque para nossa candidatura presidencial.

Romário será candidato ao Senado?
Ele pode tanto sair candidato ao Senado como ser candidato a deputado novamente.

A situação não ficou meio confusa no DF? Marina prometeu apoio ao Reguffe, mas o PSB deverá lançar o senador Rodrigo Rollemberg. Como resolver a questão?
Acho que até o ano que vem eles se acertarão. A verdade é que estamos com a Rede e não tem nenhuma incompatibilidade se num estado ou outro a Marina tiver uma posição diferente pela Rede que teremos no PSB. Hoje, tanto o Reguffe quanto o Rollemberg são nomes extremamente aceitos pela sociedade do DF e vamos trabalhar para que isso possa ainda acontecer, essa união, e a gente possa unificar esse palanque. Ter as candidatura do Reguffe e do Rollemberg a governador, vice-governador, o Reguffe a senador. Ainda tem muita coisa boa para acontecer e com certeza, mesmo que ambos sejam candidatos a governador, seria para garantir no segundo turno nossa unidade e melhorar as condições do povo do DF.

Autor: Tags: , , , , , , ,

sexta-feira, 11 de outubro de 2013 Diplomacia | 19:00

‘Foreign Affairs’ destaca acordo entre Alckmin e Reino Unido

Compartilhe: Twitter

A montagem de um grupo de cooperação entre o governo de São Paulo e o Reino Unido foi tema de artigo publicado na última edição da revista Foreign Affairs.

O grupo foi criado com o objetivo de desenvolver projetos conjuntos em áreas como educação, administração penitenciária, combate à corrupção, entre outras.

Leia também: Governo Alckmin terá grupo de cooperação com Reino Unido

 

Autor: Tags: , ,

Eleições | 17:59

Presidente do DEM paulista diz ser difícil que partido não esteja com Alckmin

Compartilhe: Twitter

Ele chegou a reclamar publicamente da falta de espaço que o DEM tinha no governo de Geraldo Alckmin (PSDB), mas agora, o presidente do DEM paulista, deputado Jorge Tadeu Mudalen, admite: dificilmente o partido não ficará com o tucano em 2014.

“A tendência é caminhar com o PSDB em São Paulo”, resumiu o dirigente.

Perguntado a respeito de nomes para a composição da chapa de Alckmin no próximo ano, Mudalen desconversou e disse apenas que isso não foi discutido.

O DEM aguarda posição do PSB, que atualmente ganhou prioridade de Alckmin para a indicação da vice, depois que o partido ganhou adesão de militantes da Rede ligados a Marina Silva (PSB-AC).

Os socialistas estão longe de definir se apoiarão a reeleição do tucano, como quer o presidente do PSB paulista, Marcio França, ou se lançam candidatura própria, como defende, por exemplo, a ex-prefeita paulistana Luiza Erundina (PSB-SP).

Autor: Tags: , , , , ,

quarta-feira, 9 de outubro de 2013 Política | 10:00

CPI da Eletropaulo fica às moscas e deputada do PMDB reclama de ação do governo

Compartilhe: Twitter

A deputada Vanessa Damo (PMDB) vem tendo trabalho para fazer andar  a CPI instalada na Assembleia Paulista para investigar a regularidade de serviços na Eletropaulo. Com as reuniões da comissão às moscas, ela diz ter sido procurada pelo líder do governo, deputado Barros Munhoz (PSDB), e ouvido dele que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), não tem interesse em que a CPI ande.

Criada para investigar blecautes e contratos terceirizados, a comissão foi protocolada em 2011. O presidente da Assembleia, Samuel Moreira (PSDB-SP), autorizou o início dos trabalhos em setembro deste ano, junto com outras duas comissões. Desde então, a deputada diz que tenta botar o colegiado para funcionar, mas alega que as reuniões são esvaziadas. Por falta de quórum, presidente e vice-presidente não foram nomeados ainda.

Barros Munhoz procurou Vanessa após uma conversa com o secretário da Casa Civil, Edson Aparecido. “Ele me disse que essa CPI é acender um fósforo perto de um tanque de gasolina”, disse a deputada, que está grávida de nove meses e, a qualquer momento, sairá de licença médica.

De acordo com a deputada, a Simens -investigada por cartel e tema de uma proposta de CPI– é uma das empresas terceirizadas que presta serviços à Eletropaulo e cujo diretores seriam chamados para prestar esclarecimentos na CPI.

Barros diz que a declaração sobre o fósforo nada tem a ver com o caso Siemens. “A deputada está fazendo elucubrações. O que eu quis dizer é que ela quer a presidência, vice-presidência e a relatoria da CPI sendo que já vai sair de licença. Ainda não há um entendimento sobre isso”, despistou.

Autor: Tags: , , , , ,

Eleições | 08:00

Erundina defende candidatura própria do PSB em SP, mesmo sem ‘viabilidade eleitoral’

Compartilhe: Twitter
Luiza Erundina (Foto: AE)

Luiza Erundina (Foto: AE)

A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) diz acreditar que a chegada de Marina Silva e seus aliados ao PSB deverá provocar mudanças nas composições eleitorais nos estados. “Acho que em todos os estados haverá mudanças”, opinou a deputada socialista.

Sobre a situação do PSB em São Paulo, Erundina diz que o quadro agora precisa ser reavaliado. “Havia um alinhamento do partido lá. Acredito que isso terá de ser revisto. Até porque não havia consenso nem sobre a participação do PSB no governo Alckmin e nem na composição de uma chapa”, afirmou. “Zera tudo. A dinâmica desse processo altera-se completamente.”

Leia também: PSB sobe o passe, mas deixa aberta porta para ação casada com PSDB

Perguntada sobre a possibilidade de se candidatar ao governo paulista, Erundina disse que não pretende pleitear a posição, que o diálogo sobre isso não está sequer colocado, mas defendeu que o partido lance um nome próprio. “A própria Rede tem nomes possíveis para concorrer”, disse. Sobraram elogios até mesmo para o nome do deputado Walter Feldman, que trocou o PSDB pelo PSB na esteira de Marina.

Erundina, entretanto, diz que é cedo para falar em nomes e aponta que essa discussão ainda não foi feita dentro do partido. Ainda assim, ela defende que o PSB lance uma candidatura própria mesmo que não haja “viabilidade eleitoral”. Segundo ela, isso seria importante para fomentar a legenda em São Paulo.

 

Autor: Tags: , , , , , ,

Eleições | 06:00

Alckmin espera definir marqueteiro até novembro

Compartilhe: Twitter

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pretende definir o nome de seu marqueteiro para a disputa eleitoral no máximo até novembro. O tucano disse a aliados que quer ter tempo suficiente para alinhar o discurso e afinar a relação com quem assumir a dianteira da comunicação de sua campanha à reeleição.

Geraldo Alckmin (Foto: Edson Lopes Jr./News Free/AE)

Geraldo Alckmin (Foto: Edson Lopes Jr./News Free/AE)

Por enquanto, Nelson Biondi, que assinou a campanha presidencial de José Serra em 2002, é o favorito do governador tucano.

Segundo interlocutores do governador, a ideia é medir o resultado das inserções que o PSDB veicula na TV neste mês para bater o martelo.

Ainda assim, o marqueteiro Luiz Gonzalez não foi totalmente descartado da lista de possibilidades.

No círculo próximo ao governador, a expectativa é de que, mesmo que Alckmin feche com Biondi, a GW, produtora de Gonzalez, mantenha alguma participação no marketing governamental.

Leia também: Nelson Biondi cai nas graças de Geraldo Alckmin

Autor: Tags: , , ,

terça-feira, 8 de outubro de 2013 Partidos | 07:00

Dilma pressiona, mas PSDB dá como certo apoio do Solidariedade

Compartilhe: Twitter

Mesmo em meio à pressão conduzida pelo Palácio do Planalto, o PSDB dá como certo o apoio do partido Solidariedade, fundado pelo deputado Paulo Pereira Filho, o Paulinho da Força (ex-PDT-SP).

Paulinho já está praticamente fechado em torno da candidatura à reeleição do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), e trabalha para empurrar a legenda também para a campanha do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

O PSDB-SP também quer o apoio do PROS, mas ainda aguarda contato com o interlocutor do partido no Estado -que deve ser o deputado Salvador Zilbaldi (PROS-SP)- para negociar.

Autor: Tags: , , , ,

  1. Primeira
  2. 10
  3. 18
  4. 19
  5. 20
  6. 21
  7. 22
  8. 30
  9. 40
  10. 50
  11. Última