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Posts com a Tag Geraldo Alckmin

sexta-feira, 3 de outubro de 2014 Eleições | 07:30

Mesmo em campanha, Alckmin mantém ritual de engraxar os sapatos

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Geraldo Alckmin (Foto: Ciete Silvério)

Geraldo Alckmin (Foto: Ciete Silvério)

Nem mesmo a reta final da campanha fez o governador Geraldo Alckmin abandonar um ritual que o acompanha desde os tempos da juventude.

O tucano continua engraxando os próprios sapatos pela manhã, sempre que necessário.

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terça-feira, 30 de setembro de 2014 Eleições | 18:36

Rouca, Dilma ironiza: ‘estou usando o volume morto da minha voz’

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Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Presidente Dilma Rousseff. (Foto: Agência Brasil)

Na reta final das eleições, a presidente Dilma Rousseff tem aproveitado até mesmo a dor de garganta para criticar os adversários tucanos. Em encontro com atletas no Rio de Janeiro na tarde de hoje, a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff disse que teria de encurtar seu discurso e comparou a falta de voz à crise da água em são Paulo.

“Agora ela (minha voz) começou a falhar e ela não volta. Eu gastei tudo o que eu tinha, não é água, é excesso. Sabe aquilo que acontece lá em São Paulo, na Cantareira? Eu estou usando o volume morto”, ironizou Dilma, arrancando risadas e aplausos entre os atletas presentes no encontro.

“Agora fiz um baita investimento nela, fiz exercício, mas não deu certo. De qualquer jeito, agora eu tenho que parar um pouco de falar”, disse a candidata, que tem reclamado constantemente de problemas na voz e chegou a cancelar compromissos de campanha pela falta de voz.

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Eleições | 09:00

Favorito, Alckmin já ficou até mais engraçado

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Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin

Quem convive de perto com o governador paulista, Geraldo Alckmin, conta que ele já nem disfarça mais a empolgação com seu desempenho nas pesquisas. E quem orbita em torno do tucano também não perde a oportunidade de agradar.

Até mesmo as piadas mais sem graça do governador agora arrancam risos entusiasmados de assessores e políticos, conta um interlocutor.

Uma das mais infames tem como personagem principal o secretário de Turismo, Claudio Valverde. “Ele é primo da Isis Valverde”, brinca Alckmin, que repete sucessivamente a gracinha. E todo mundo em volta cai na risada.

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014 Eleições | 12:30

Para levar no primeiro turno, Alckmin dirá que SP virou ‘canteiro de obras’

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Geraldo Alckmin (foto: divulgação)

Geraldo Alckmin (foto: divulgação)

Embalado pelas últimas pesquisas, o governador paulista Geraldo Alckmin deve aproveitar as próximas semanas para exaltar realizações do governo e abafar as críticas de adversários sobre problemas como o abastecimento de água no estado. A campanha de Alckmin trabalha já faz algumas semanas com a perspectiva de vitória no primeiro turno.

Uma das linhas de ação será dizer que o estado foi transformado em um “canteiro de obras” durante a administração do tucano.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014 Eleições | 09:00

Time alckmista nem dá bola para vice de Marina Silva

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Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Foto: Divulgação

Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O time do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, não ficou nada satisfeito com a ideia de o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) substituir Marina Silva nos palanques onde a candidata do PSB se recusar a subir.

A equipe do tucano avalia que, no fim das contas, ficou no prejuízo.

 

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sexta-feira, 22 de agosto de 2014 Eleições | 12:00

Alckmin volta a trabalhar com perspectiva de vitória no 1° turno

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Geraldo Alckmin (foto: divulgação)

Geraldo Alckmin (foto: divulgação)

A equipe de campanha do governador Geraldo Alckmin voltou a trabalhar com a perspectiva de vitória no primeiro turno.

O tucano tem dito aos aliados mais próximos que, se o abastecimento de água continuar “sob controle”, é provável que a campanha tenha esse desfecho.

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quarta-feira, 20 de agosto de 2014 Eleições | 09:00

Geraldo Alckmin não quer nem saber de efeito Marina

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Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Foto: Divulgação

Geraldo Alckmin (PSDB-SP). (Foto: Divulgação)

Quem esteve nos últimos dias com o governador paulista Geraldo Alckmin saiu convencido de que o tucano não quer nem saber de ajudar na reação ao efeito Marina Silva. Vai mesmo é cuidar de sua reeleição e deixar que o senador Aécio Neves se preocupe com a entrada da ex-senadora na corrida presidencial.

Todo o time de Alckmin trabalha de olho em 2018. Entendem que o governador é o próximo da fila para disputar a Presidência da República. Tudo dependendo, é claro, do desempenho de Aécio este ano.

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domingo, 10 de agosto de 2014 Congresso | 08:00

‘Não queremos ir com muita sede ao pote’, diz petista sobre CPI do metrô

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Mesmo sem ter sido oficializado como relator da CPI do Metrô, o deputado federal Renato Simões (PT-SP) já se adiantou para não perder tempo até setembro e pretende visitar ainda neste mês os órgãos onde já correm inquéritos relativos à prática de cartel em licitações do metrô de São Paulo e no Distrito Federal. Os processos servirão de base para a investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que foi instalada na última quarta-feira.

Deputado federal Renato Simões (PT-SP). Foto: Agência Câmara

Deputado federal Renato Simões (PT-SP). Foto: Agência Câmara

Em entrevista ao Poder Online, porém, Simões diz discordar de que a instalação da CPI dois meses antes das eleições vá ser utilizada em outubro. “Se nós tentarmos usar eleitoralmente, eles vão esvaziar as reuniões e não teremos quórum. Os tucanos não querem só evitar o uso eleitoral da CPI, eles querem evitar uma investigação que os coloque na cadeia”, diz o deputado paulista. “Não trocaremos três denúncias antes das eleições por uma investigação que possa desmontar o esquema do PSDB”, explica.

De acordo com Simões, a CPMI terá de ser conduzida de maneira a evitar “constrangimentos” com os partidos que compõem, ao mesmo tempo, a base aliada da Dilma no Congresso Nacional e a do governador tucano Geraldo Alckmin, em São Paulo.

Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Poder Online:  Deputado, o senhor já deu entrada em alguns requerimentos na semana passada, mesmo sem a CPMI ter definido a presidência e a relatoria. O que mais o senhor pretende fazer até setembro?
Renato Simões (PT-SP): Por uma contingência da reunião de quarta-feira, que foi extremamente desgastante e não conseguiu eleger nem a presidência, nem a relatoria, estamos com um funcionamento precário e a única atividade possível até dia 02 de setembro é a apresentação de requerimentos e a eventual realização de diligências e reuniões de trabalho informais, pra não perder o mês de agosto.

E qual o objetivo desses requerimentos? Que solicitações estão sendo feitas?
Uma coisa importante que a CPI pode fazer – e por isso já protocolamos esse requerimento – é criar uma integração e uma circulação de informações entre os vários inquéritos que já existem. Nós queremos centralizar as informações dispersas de inquéritos abertos em cinco grandes instituições no Brasil: no Ministério Público Federal, no Ministério Público Estadual de São Paulo, na Política Federal, na Corregedoria Geral da Administração do Governo de São Paulo e no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Além dos inquéritos no exterior.

A CPMI também vai pedir acesso aos inquéritos de fora do Brasil?
Os requerimentos que apresentamos, inicialmente, têm a ver com os inquéritos que já são de conhecimento nosso com relação às instituições no Brasil. Mas, quando tivermos acesso aos inquéritos do MPF veremos que parte deles é decorrente de inquéritos no exterior. A Justiça suíça, por exemplo, já tem inclusive algumas condenações, algumas contas no exterior bloqueadas de tucanos aqui de São Paulo. A parte brasileira desse inquérito corre no Ministério Público Federal. Essa foi a grande polêmica que teve: a Suíça pediu o apoio do MPF e ficaram durante três anos aguardando uma resposta que não foi implementada. Chegaram a romper relações que só depois foi recuperada.

E quais visitas já estão programadas?
Como membro da CPMI, pretendo visitar pessoalmente o Ministério da Justiça, além dessas cinco instituições, para conhecer os titulares dos inquéritos e já estabelecer uma primeira relação. Até para o caso de eu ser confirmado como relator, já incorporar essas informações ao meu plano de trabalho.

Existe alguma possibilidade de o senhor não ser confirmado como relator ou de o senador João Alberto (PMDB-MA) não assumir a presidência?
Na verdade, nesta semana lideranças do PT e do PMDB vão ter de sentar para bater o martelo. O senador João Alberto nem era membro da CPMI e foi designado na quarta-feira de manhã, em substituição ao senador Casildo Maldaner (PMDB-SC). Então é importante a gente se organizar para chegar com os votos articulados, porque essa anti-candidatura do (deputado federal, Fernando) Francischini (SDD-PR), que vem só para desmoralizar a CPMI, pode se aproveitar do vácuo. Nós não trabalhamos 20 anos esperando uma investigação independente para entregar na mão da base de sustentação do Alckmin – como é o Solidarierdade.

O PT criticou muito a oposição por um suposto uso eleitoral da CPI da Petrobras e agora tem recebido a mesma crítica. O que o senhor acha disso?
Acho que a situação é diferente por duas razões. Primeiro que a principal contribuição que o PT quer dar a essa CPMI é que ela exista, porque nunca houve uma CPI que investigasse os tucanos. Então, não queremos ir com sede ao pote, nem estamos pressionados por uma situação de curtíssimo prazo – queremos que até dezembro nós possamos apresentar os resultados. É preciso que, mesmo num momento instável da política, a CPI possa cumprir sua finalidade constitucional de levar uma investigação séria ao povo de São Paulo sobre a corrupção tucana.

E a segunda razão?
É que a maior parte dos partidos da base aliada da Dilma no Congresso Nacional são da base aliada do (governador Geraldo) Alckmin, em São Paulo e não vamos poder criar constrangimento com esses partidos. Sem reforma política, é isso que acontece hoje, né. Temos que ir com muita responsabilidade nesse processo, para não inviabilizar a CPI – que é o objetivo dos tucanos. Se nós tentarmos usar eleitoralmente, eles vão esvaziar as reuniões e não teremos quórum. Os tucanos não querem só evitar o uso eleitoral da CPI, eles querem evitar uma investigação que os coloque na cadeia. Mas nós queremos investigar a corrupção tucana, até porque o cartel já está provado e as empresas envolvidas já são réus confessos. Não trocaremos três denúncias antes das eleições por uma investigação que possa desmontar o esquema do PSDB. O PT não está pressionado a curtíssimo prazo para ter resultados dessa CPI até a eleição de outubro, mas sim a dar uma resposta ao povo de São Paulo que espera há 20 anos por essa investigação.

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quinta-feira, 7 de agosto de 2014 Eleições | 06:00

Saulo de Castro entra na lista de cotados do PSDB para 2016

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A dificuldade do PSDB de apresentar novos quadros eleitorais em São Paulo é velha conhecida do partido. Mas a recente troca feita pelo governador Geraldo Alckmin na Casa Civil acendeu as expectativas de alguns grupos dentro da legenda. A indicação de Saulo de Castro Abreu para a vaga que ficou aberta com a ida de Edson Aparecido para a campanha de Alckmin foi automaticamente entendida como uma aposta para a próxima corrida para a Prefeitura de São Paulo.

Geraldo Alckmin e Saulo de Castro (Foto: Divulgação/SSP-SP)

Geraldo Alckmin e Saulo de Castro (Foto: Divulgação/SSP-SP)

Não é de hoje que Alckmin tenta emplacar o auxiliar como alternativa eleitoral. O problema é que ele costumava esbarrar no ex-governador José Serra. Mas, na avaliação de aliados próximos, Serra dificilmente se colocará no páreo para a corrida de 2016. O mais provável, diz um interlocutor, é que ele opte por permanecer no Senado se vencer em outubro, apostando em um nome como o vereador Andrea Matarazzo para a corrida municipal.

Se for o caso, alckmistas acreditam que Saulo de Castro tem boas chances de levar a candidatura, ainda mais com a visibilidade que pode vir a ter na Casa Civil. Sua passagem pela Secretaria de Segurança Pública do estado, por exemplo, já é apontada como possível bandeira de campanha.

Mas ainda há outros cotados. É o caso de Bruno Covas, que também integra o time alckmista e pode vir a disputar internamente a indicação. Na corrida interna, ninguém descarta também um possível interesse de José Aníbal.

Leia também: Edson Aparecido assume campanha de Alckmin; Saulo de Castro vai comandar Casa Civil

 

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014 Eleições | 06:00

Para time de Alckmin, risco de racionamento até a eleição é zero

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Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Foto: Divulgação

Governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Foto: Divulgação

Aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, conversaram nos últimos dias sobre a crise de abastecimento de água que atinge o estado. Foram avisados que a situação está “absolutamente sob controle”. Pelo menos por enquanto.

Pela previsão de ao menos dois tucanos com bom trânsito no Palácio dos Bandeirantes, já é certo no governo que, “pelo menos até a eleição”, está totalmente afastado qualquer risco de racionamento.

 

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