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Posts com a Tag Glauber Braga

terça-feira, 26 de maio de 2015 Partidos | 18:24

“PSB caminha para ser satélite do PSDB”, diz deputado Glauber Braga sobre fusão com PPS

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Embora haja aprovação da fusão anunciada entre os dois partidos, principalmente dos estados do Sul e do Sudeste, a união do PSB com o PPS deve provocar uma debandada de socialistas que alegam que o PSB, deixou de ser satélite do PT para, com a fusão, virar satélite do PSDB, como hoje é o PPS.

O deputado Glauber Braga (PSB-RJ) é um dos que ensaiam a saída do partido e poder parar nos quadros do PSOL. O PSB também corre o risco de perder os oito deputados federais eleitos na esteira de Eduardo Campos, candidato a presidente pelo partido, que morreu durante a campanha, no ano passado. Também se mostra insatisfeito com a fusão o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho.

O PSB hoje caminha, nas próximas eleições, em um futuro não distante, para se tornar um satélite do PSDB”, criticou o deputado. A fusão do PSB com o PPS é mais um grave erro do conjunto de erros que vem sendo cometidos. Existe uma insatisfação grande do conjunto da militância do Brasil com o conjunto de medidas que tem sido adotadas por um conjunto de dirigentes”, disse.

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domingo, 10 de maio de 2015 Congresso | 06:00

‘Ninguém vai calar minha boca com besteirinha de feminismo’, diz Alberto Fraga

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Mesmo após a repercussão negativa de suas declarações à líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), o presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga, nega ter arrependimentos. Na última quarta-feira, o deputado afirmou no plenário da Casa que “mulher que bate como homem tem de apanhar como homem“.

Presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga. (Foto: Divulgação)

Presidente do DEM no Distrito Federal, Alberto Fraga. (Foto: Divulgação)

“Posso pedir desculpas a todas as mulheres do Brasil, se entenderam a minha frase errado, mas para a deputada Jandira Feghali não. Se eu tivesse que fazer, faria tudo de novo, sem nenhum problema”, diz Fraga, ao Poder Online. Eleito como o deputado federal mais bem votado do Distrito Federal, o presidente da bancada da bala na Câmara diz ainda que tem recebido o apoio de todos os seus colegas, sem exceção.

Sobre as comparações com o episódio em que o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse à ex-ministra Maria do Rosário (PT-RS) que ela não merecia ser estuprada “porque é muito feia”, o coronel da Polícia Militar diz que as mulheres não podem se “vitimizar”. 

Confortável em dar as declarações no vídeo, o deputado, já longe da câmera, foi mais longe. Questionado se tinha algo a acrescentar, disparou: “Continuo e continuarei sendo o Fraga de quatro mandatos de deputado. Ninguém vai calar a minha boca com besteirinha de feminismo não”. Clique aqui para ouvir.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

O senhor tem sido muito criticado após dizer à deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) que mulher que “bate como homem, tem que apanhar como homem também”. Queria a sua versão sobre os fatos.
O que eu penso é o seguinte: a deputada Jandira Feghali, conhecida por todos os colegas como uma pessoa arrogante, que vai pra cima das pessoas, que não é o primeiro embate nesse nível que existe dentro do Plenário. Ela xinga e não quer ser xingada. Ela agride e não quer ser agredida. Ela provoca e não quer ser provocada. Diante daquele quadro que todo mundo presenciou e que o PT e a esquerda não esperavam, com as galerias jogando notas de dólares falsas, eu acho que ela – envergonhada com o voto que ela deu contra os trabalhadores – buscou uma uma situação para se vitimizar. Andando no Plenário hoje, não teve sequer um deputado, nenhum, que condenou a minha atitude.

E por que o senhor se envolveu nessa história?
O problema não foi comigo, o problema começou com o Roberto Freire (PPS-SP) e o Orlando Silva (PCdoB-SP). No momento em que o Freire toca nas costas do Orlando Silva, ela sai do lugar dela, entra no meio dos dois e bota o dedo na cara do parlamentar e disse umas palavras que não cabe a mim repetir. Até mesmo porque, quem tem que falar, é o Roberto Freire. E, imediatamente, o Roberto Freire tirou os dedos da cara dele, ela correu ao microfone e já começou a se vitimizar.

Mas ele chegou a segurar a mão dela.
Ele segurou porque ela estava com dedo na cara dele. Isso é correto? Nem com ela era a discussão. Porque ela tinha que botar o dedo lá? Se você pegar uma faca e vier pra cima de mim eu tenho que aceitar porque você é mulher e pedir o que? Eu imediatamente, vendo aquela situação, no momento do encaminhamento era a minha vez e eu pronunciei as palavras que eu repito e reafirmo. Não há diferença entre homens e mulheres na política. A única diferença que existe entre homem e mulher é quando a gente vai falar no capítulo força física. Eu disse então o seguinte, quando ela reclamou, ‘se, na política, a mulher bate como homem, ela tem que apanhar como homem’. E esse bate de debate político, não fisicamente. Agora, isso dava o direito de ela me chamar de fascista? De matador? Dizer que eu faço apologia à agressão das mulheres? Eu entrei com uma ação contra ela e o deputado Glauber Braga (PSB-RJ), no Conselho de Ética, por difamação, calúnia e injúria. Agora, contra o que ela entrou contra mim eu não sei, porque eu não cometi nenhum crime.

Ela anunciou que vai entrar com ações tanto no Conselho de Ética como no Supremo Tribunal Federal.
Eu também vou pro STF, eu também. Mas eu quero saber qual foi o crime que eu cometi.

Em sua defesa, o senhor disse que não bate em mulher e que inclusive convive bem com muitas delas. Sua mãe, esposa, filhas. Como resposta, muitas mulheres disseram que isso nunca impediu nenhum agressor…
Eu não tenho nem o que falar sobre isso. É de uma idiotice tão grande colocar uma questão dessas. Na minha vida pública, não existe absolutamente nenhum episódio que conste qualquer tipo de agressão ou ataques a mulheres. É falta de não ter o que falar. Nada. Tenho 33 anos de casado, tenho filha, recebi um relato de uma ex-presidente do Democratas Mulher em minha defesa.

O senhor mesmo afirmou que há uma diferença física entre homens e mulheres e que o deputado Roberto Freire segurou o braço da deputada Jandira Feghali. Isso não é extrapolar o limite da agressão física?
Eu não posso, de forma alguma, julgar o comportamento do Roberto Freire. Eu sei que ele é um cara muito combativo, mas jamais o vi praticar qualquer ato de truculência. Ele apenas tirou o dedo da cara dele e mostrou que é muito moderado quando subiu à Tribuna e pediu desculpas a ela. Eu não peço desculpas a ela. Posso pedir desculpas a todas as mulheres do Brasil, se entenderam a minha frase errado, mas para à deputada Jandira Feghali não. Se eu tivesse que fazer, faria tudo de novo, sem nenhum problema.

Esse episódio tem sido comparado com a discussão entre o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a deputada Maria do Rosário (PT-RS) (leia mais). O que o senhor acha disso?
O que não pode ter é a vitimização. A mulher tem todo o direito de lutar por sua igualdade, já tem seu espaço na política, mas não pode, escudada nos movimentos feministas, achar que se você agredir seu oponente injustamente ele não tenha que responder.

Mudando um pouco de assunto, queria que o senhor falasse um pouco sobre a atuação da bancada da bala, sob o seu comando, nos últimos meses.
Para todos os projetos que pedimos prioridade, o presidente da Casa, Eduardo Cunha, com muita sensibilidade, tem nos ajudado. Seja para aumentar a pena de quem usa os menores para praticar crimes, agravando a pena de pichadores, desengavetando a questão da maioridade penal, permitindo o debate sobre a questão do desarmamento. Todas essas são questões de nível nacional, mas que viraram tabus criados pelos partidos de esquerda. Essa turma do quanto pior, melhor. O PT sobrevive e sobreviveu do caos.

Falando em partidos, qual é sua posição com relação à fusão do DEM ao PTB?
Ah, eu sou contra. Não, perdão. Eu sou favorável desde que o partido em que a gente vai se fundir venha para a mesma posição do Democratas, que é a oposição. Eu não vou jogar minha história de vida pública fora. Não tem a menor hipótese de eu fazer parte da base do governo do PT. O (Ronaldo) Caiado não quer de jeito nenhum, eu não sou tão radical assim. Eu acho que o Democratas, com o tamanho que tá e o tamanho que já teve, não tem condições de continuar assim. Isso é ruim e dificulta. Você acabou de presenciar eu mendigando uma vaga num conselho. Aqui está assim, você não consegue as coisas por causa do tamanho do partido.

No Distrito Federal, os dois partidos têm uma relação relativamente boa, não é? O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) estava com vocês nas últimas eleições.
Exatamente, não tem nenhum problema. O problema todo fica a nível nacional, porque o PTB tem uma posição de governo, embora os mentores dessa fusão já tenham dito que não são governistas. Na última reunião, eu votei a favor da continuidade da discussão. Não votei a favor da fusão, até mesmo porque na última reunião do Diretório Nacional a discussão era sobre continuar conversando. Dizer radicalmente que a gente não quer fusão de forma alguma, acho que não é por aí.

Quem são esses mentores?
A Cristiane (Brasil), o Benito Gama. Tanto é que esta semana eles votaram contra o governo, na questão da MP 665. E, lamentavelmente, de maneira triste, oito deputados nossos votaram com o governo. Causou um problema sério dentro da bancada. Depois da votação, os oito deputados se sentaram separados e acho que sentiram que a bancada não gostou dessa decisão e isso vai ter consequências. Eu acho que o Conselho de Ética deve se pronunciar e se manifestar. Acho que já houve uma provocação, que seria pelo Onyx (Lorenzoni), que é o nosso secretário-geral.

Nacionalmente, um dos maiores entraves seria o ministro Armando Monteiro (PTB-PE), que está à frente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio?
Não, não acredito que seja ele não. Pelo que eu conheço do Armando, acho que ele até saíria (do ministério) para não ter problema. O problema eu acho que está no Jovair Arantes (PTB-GO). Sabemos que ele tem uma forte relação com o governo e já disse claramente que, se sair, não sai da base do governo e, se fizerem uma fusão, ele sai e leva 20 deputados. É o que ele diz. Já os outros dizem que não é assim não.

Tem mais alguma coisa que o senhor acha importante?
Não. De resto, continuo e continuarei sendo o Fraga de quatro mandatos de deputado. Ninguém vai calar a minha boca com besteirinha de feminismo não.

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segunda-feira, 2 de março de 2015 Partidos | 09:00

Direção do PSB decidirá sobre disputa de Romário e Glauber por comando no Rio

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O deputado federal e presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário. (Foto: Divulgação)

O deputado federal e presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário. (Foto: Divulgação)

Uma disputa entre o atual presidente estadual do PSB no Rio de Janeiro, Glauber Braga, e o senador Romário (PSB-RJ) tem azedado o clima no diretório estadual do partido. A previsão é de que a briga seja discutida em uma reunião da direção nacional do PSB, nesta semana.

Logo após as eleições do ano passado, Romário pediu à direção nacional do PSB para assumir no lugar de Glauber que, em junho de 2014, foi eleito presidente estadual com 96% dos votos. A argumentação do senador é de que o estatuto do partido abre espaço para uma intervenção nacional, quando os candidatos a deputado pela sigla não alcançam 5% dos votos locais.

Em sua defesa, Glauber tem argumentado que o desempenho do partido só não foi maior na disputa para as vagas de deputados, porque o PSB priorizou a candidatura de Romário ao Senado – onde foram alcançados 63% dos votos. No estado, a movimentação o ex-jogador tem sido vista como uma estratégia para aumentar sua visibilidade e cacifá-lo na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro em 2016.

Leia também: ‘Bloco com PPS e Solidariedade é um erro’, diz Glauber Braga

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015 Congresso | 07:30

PSB define liderança na Câmara, mas falta combinar com a bancada

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O deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ). Foto: Agência Câmara

A cúpula do PSB diz que está tudo certo para que Júlio Delgado (MG) lidere a bancada na nova legislatura. Mas faltou combinar com o resto dos deputados. De acordo com o vice-líder da legenda na Casa, Glauber Braga (RJ), a escolha do próximo líder ainda deverá ser discutida, sobretudo com os colegas recém-eleitos.

“No nosso entendimento, o Júlio foi alçado momentaneamente à posição de líder no lugar de Beto Albuquerque (PSB-RS) para se gabaritar na articulação pela presidência da Câmara”, diz Braga. “Mas nossa bancada ainda vai se reunir, afinal os deputados que estão chegando têm que ser ouvidos”, completa.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 Congresso | 07:30

‘Bloco com PPS e Solidariedade é um erro’, diz vice-líder do PSB

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O deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ). Foto: Agência Câmara

De acordo com o vice-líder do PSB na Câmara, Glauber Braga (RJ), a manutenção da aliança entre PSB, PV, PPS e Solidariedade ainda é motivo de discordâncias na bancada socialista.

“Um bloco com o PPS e o Solidariedade é um erro”, diz Braga, que pretende levar a crítica à primeira reunião da nova bancada do PSB. “Essa aliança tira a marca de independência que o PSB tem defendido, uma vez que estes dois partidos já estão consolidados como uma oposição ao governo federal”, completa.

Ainda segundo Braga, a discussão sobre uma possível reaproximação com o PT – defendida por setores do PSB liderados pelo ex-ministro de Dilma Rousseff Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) – deve ser tema dos debates internos da sigla ao longo do ano. “São coisas que fazem parte do debate sobre a identidade do partido e o caminho que nós vamos seguir daqui pra frente.”

Leia também: ‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014 Congresso | 19:59

Aliança com PV, PPS e Solidariedade enfrenta resistência no PSB

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O deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ). Foto: Divulgação

O deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ). Foto: Divulgação

Causou desconforto em parte dos socialistas a participação do PSB no bloco composto também por PV, PPS e Solidariedade. Entre as críticas apresentadas, alguns parlamentares reclamaram da falta de um diálogo mais amplo com a bancada e da falta de identificação programática da sigla com o Solidariedade, presidido por Paulinho da Força (SDD-SP).

No evento de lançamento, foi notada a ausência da maioria dos 29 parlamentares do PSB. Além do presidente da sigla, Carlos Siqueira (PE), e do líder da sigla na Câmara, Beto Albuquerque (RS), – que compuseram a mesa oficial – apenas o mineiro Júlio Delgado (MG) esteve presente durante todo o ato político.

Contrariada, parte da bancada já se prepara para enfrentar a cúpula do partido. Ainda nesta semana, um manifesto assinado por parlamentares como Glauber Braga (PSB-RJ) e Luiza Erundina (PSB-SP) deve ser divulgado contra a presença do PSB no bloco recém-lançado.

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quarta-feira, 16 de julho de 2014 Eleições | 15:09

‘Não vai ter alteração na nossa chapa no Rio de Janeiro’, diz deputada do PCdoB

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A líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), e o vice-líder do PSB, Glauber Braga (RJ). (Foto: Divulgação)

A líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), e o vice-líder do PSB, Glauber Braga (RJ). (Foto: Richard Silva)

Na última terça-feira, a líder do PCdoB e candidata à reeleição pelo Rio de Janeiro, Jandira Feghali, aproveitou para aparar as arestas com o PSB e diz que não haverá alterações na chapa formada em torno do petista Lindbergh Farias (PT).

O partido de Eduardo Campos trabalha para substituir João Batista Lemos (PCdoB-RJ) por Vivaldo Barbosa (PSB-RJ) na primeira suplência do deputado Romário (PSB-RJ) para o Senado, para garantir mais tempo de TV ao presidenciável socialista.

Jandira diz que conversou com o vice-líder do PSB na Câmara, Glauber Braga (PSB-RJ), e que a situação já está resolvida. “Não vai ter alteração na nossa chapa. Nós conversamos sobre o que nos une, aparando possíveis arestas, para construir uma unidade pelo Rio de Janeiro. É óbvio que divergências nacionais acontecerão, porque temos três candidatos à presidência na mesma coligação, mas isso precisa ser enfrentado com respeito”, afirmou a deputada.

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014 Congresso | 20:07

PSB vai indicar deputado do Rio para presidir Comissão de Educação

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Glauber Braga (foto: divulgação)

O PSB definiu o nome que indicará para presidir a comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

A escolha foi fechada na reunião da bancada que terminou há pouco. Será o deputado Glauber Braga (RJ).

O PSB comemorou muito a conquista da Comissão de Educação e deve usar o espaço discutindo temas que também estarão na campanha de Eduardo Campos à Presidência da República.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013 Congresso | 14:00

Depois de fim dos 14º e 15º salários, deputado fala de outros privilégios, mas é interrompido

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Depois da aprovação do fim dos 14º e 15º salários na Câmara dos Deputados, alguns parlamentares falaram sobre o tema.

Glauber Braga (PSB-RJ) foi um deles. De forma curiosa, o deputado passou a listar outros privilégios que ainda vigoram na Casa e que ele acredita que deveriam ser discutidos.

Braga falou sobre o elevador privativo, restaurante exclusivo e da preferência que deputados têm na barbearia da Casa, mas não conseguiu terminar sua fala, já que o tempo havia se esgotado.

Ele bem que pediu mais um minuto para concluir, procedimento corriqueiro que geralmente é atendido, mas que nesse caso, foi negado, para irritação visível do deputado.

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terça-feira, 6 de março de 2012 Congresso | 12:33

MP dos Deslizamentos de Terra vira dor de cabeça para o governo

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O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), pretende iniciar hoje um esforço de plenário para votar nesta semana seis medidas provisórias prestes a vencer que estão trancando a pauta de votações.

A primeira da lista é a MP 547, que permite ao governo federal criar um cadastro nacional com informações sobre áreas sujeitas a deslizamentos de grande impacto e outros acidentes geológicos graves, como desmoronamentos de rochas.

O problema é que o relator, Glauber Braga (PSB-RJ), elaborou um detalhado projeto de lei de conversão completamente à revelia do governo.

Ele propõe um novo Estatuto da Defesa Civil, com a revogação da atual Lei de Defesa Civil; um Plano Nacional de Proteção Civil; e a criação de um fundo para prevenção de acidentes composto de recursos dos royalties do pré-sal.

Ou seja, mudou quase toda a medida provisória, para desespero do líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

O relator tem cruzado os corredores do Congresso sem dar nem bom dia a Vaccarezza, que promete derrubar ponto por ponto de sua proposta em plenário, se ela for mesmo a voto.

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