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Posts com a Tag governo federal

quarta-feira, 15 de abril de 2015 Partidos | 12:54

Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

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A prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, na véspera da maratona de reuniões em que o partido decidirá seu rumo diante da crise, jogou nas alturas a pressão pelo afastamento do secretário. O comando partidário já defende há muito tempo que Vaccari se licencie do cargo – mesmo que temporariamente -, a pretexto de se defender das denúncias. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já reforçou o coro internamente. Fizeram o mesmo vários ministros que integram o círculo próximo da presidente Dilma Rousseff.

Leia mais: Denúncia reforça pedidos por afastamento de Vaccari da tesouraria do PT

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Mas o próprio Vaccari resistiu. Dizia seguir a orientação de seus advogados, para os quais o afastamento soaria como uma confissão de culpa e dificultaria as chances de o tesoureiro se isentar das acusações no decorrer do processo.

Embora parte da legenda defenda uma ação mais drástica, dirigentes reconhecem também que há forte preocupação com os efeitos que essa pressão poderia ter. Entendem que isso poderia soar como confissão de envolvimento do próprio partido nos desvios. Afinal, o PT argumenta desde o início que todas as doações de empresas envolvidas na Lava Jato eram legais.

Alguns dizem temer ainda que Vaccari dispare contra a própria legenda caso se sinta “abandonado” sem que haja prova concreta de que participava do esquema. Nas palavras de um dirigente petista, seria transformá-lo em “homem-granada”.

O problema é que o PT não imaginava que Vaccari pudesse ser preso neste momento. O partido saiu do depoimento do tesoureiro na CPI da Petrobras com a avaliação de que ele conseguiu responder corretamente às perguntas, o que esfriaria a crise, ao menos por um tempo. Petistas escalados para ajudá-lo comemoravam, por exemplo, o resultado da estratégia de cruzar lista de doações eleitorais de empresas da Lava Jato com os nomes de integrantes da CPI que fazem parte da oposição. E esperavam que ele ficasse longe dos holofotes por algum tempo.

Embora o diretório nacional do PT tenha reunião marcada somente para sexta-feira, o destino de Vaccari começa a ser decidido na reunião de emergência convocada hoje pela direção partidária em São Paulo. Muitos dos integrantes da direção já estavam na capital paulista para o encontro do fim da semana, que seria antecedido de reuniões preparatórias da executiva nacional e das correntes que integram a sigla.

 

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terça-feira, 14 de abril de 2015 Partidos | 11:41

Petistas já falam em ‘sacrifício’ para salvar projeto Lula em 2018

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Com um discurso cada vez mais pessimista em relação ao governo Dilma, alguns líderes petistas já falam internamente em “sacrificar” onde for necessário, para tentar salvar o projeto de trazer Lula de volta como candidato à Presidência em 2018. Diante do desgaste de imagem que atinge o governo, o partido admite que Lula já não tem mais o mesmo potencial para “salvar a pátria” que teve no passado. E, se a situação se agravar ainda mais, vai preferir ficar fora da disputa a se lançar numa corrida com pouca chance de vitória.

Saiba mais: PT se prepara para abrir mão de doações privadas e fala em estender cobrança do dízimo

A presidente Dilma Rousseff, ao lado do ex-presidente Lula

A presidente Dilma Rousseff, ao lado do ex-presidente Lula

Dados divulgados nesta terça-feira pelo Datafolha reforçam o sentimento que já roda a algum tempo dentro do partido. Em novembro de 2010, o instituto apontava que 71% dos entrevistados consideravam Lula o melhor presidente que o Brasil já teve. Agora, são 50%, segundo noticiou o jornal Folha de S. Paulo.

Segundo um petista, a avaliação que se faz internamente é que a situação ainda é “reversível”, mas a janela fica menor mês a mês. Fala-se no partido em pelo menos dois anos de ajustes duros. E, em geral, as declarações são acompanhadas de frases como “temos que dar o braço agora, para salvar o que ainda pode ser salvo lá na frente” ou ainda “se não sacrificarmos Dilma agora, não tem Lula em 2018”.

O PT entende que precisa, antes de tudo, amenizar seu próprio desgaste. Por isso, o partido tem se concentrado principalmente em fazer a defesa de seu “projeto para o país”, mais do que do governo Dilma especificamente.  Parte das apostas nesse sentido estão apoiadas na realização do Congresso do PT, marcado para junho, em Salvador. A esperança é de que um “evento histórico” ajude a reconectar o partido com sua base e criar as condições para que seja de fato competitivo numa corrida presidencial.

Leia também: Dilma põe Michel Temer na dianteira da resposta às manifestações

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Congresso | 09:00

‘O Diabo está nos detalhes’, diz Carlos Zarattini, sobre terceirização

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Diante da expectativa para a votação do projeto da terceirização na Câmara, o deputado Carlos Zarattini (PT-SP) se queixa de artigos que, segundo ele, tornam “preocupante” a possibilidade de aprovação do texto. Ele afirma que haverá um esforço para alterar o projeto na Câmara, mas admite que as esperanças do governo para barrar os pontos que considera críticos no projeto estão principalmente no Senado.

“O Diabo está nos detalhes e esses detalhes são aqueles que permitem a essas empresas que terceirizem as atividades-fim”, afirma o petista, citando especificamente emendas negociadas pelo deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical (SDD-SP). Paulinho disse ao Poder Online, no último domingo, que o PT e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) “mentem para a população”, ao defenderem a derrubada do texto.

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segunda-feira, 13 de abril de 2015 Partidos | 07:00

PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

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José Serra: 'Paz e amor' (foto: divulgação)

José Serra: ‘Paz e amor’ (foto: divulgação)

O fortalecimento do PMDB e a expectativa de que o partido será ainda mais determinante na corrida eleitoral de 2018 animaram a ala serrista do PSDB. Aliados do senador José Serra (PSDB-SP) passaram a resgatar internamente as esperanças de que ele possa se cacifar como candidato para a disputa presidencial, uma possibilidade que eles próprios davam como praticamente enterrada poucos meses atrás.

A avaliação que hoje é feita no grupo de Serra é que, se o PMDB optar mais adiante por se alinhar à oposição em um projeto contra o PT, o senador teria “mais identidade” com o partido do que outros potenciais candidatos do PSDB, como Geraldo Alckmin. Serra, diz um tucano próximo ao senador, não só é mais “político” que Alckmin, como tem a seu favor o fato de ter origem no PMDB.

Aécio Neves, dizem os serristas, preocupa menos. Eles avaliam que o senador mineiro não só amargou o desempenho ruim em Minas Gerais, em 2014, como vem tendo dificuldade em se firmar como “a cara” do sentimento anti-PT. E, como o desgaste do governo federal se mostra mais forte em São Paulo, o ideal, argumentam, seria optar por um paulista para a corrida ao Planalto.

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sexta-feira, 10 de abril de 2015 Partidos | 15:00

PT faz avaliação positiva de inserções na TV

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Alberto Cantalice (Foto: Divulgação)

Alberto Cantalice (Foto: Divulgação)

O PT fez um balanço positivo da repercussão obtida com as inserções que veiculou no rádio e na televisão. O partido avalia que acertou ao evitar o uso de políticos como porta-voz, para tratar preferencialmente a imagem institucional do partido.

Levantamentos internos apontaram que os vídeos foram bem recebidos principalmente nas classes C, D e E. “Isso sem dúvida vai nos ajudar nesse trabalho de desmistificação do PT”, diz o vice-presidente da legenda, Alberto Cantalice.

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Partidos | 07:00

Panelaço, Petrobras, juros e Eduardo Cunha estão entre as 100 crises de Dilma, diz instituto tucano

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 Dilma Rousseff (Foto: Agência Brasil)

Dilma Rousseff (Foto: Agência Brasil)

No documento que pretende lançar hoje  pelos 100 dias do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, o Instituto Teotônio Vilela, ligado ao PSDB, selecionou um acontecimento por dia que considera uma “crise” na administração petista.

O documento se baseia em notícias publicadas por veículos de comunicação e é aberto com o fato de Dilma ter “reciclado promessas antigas” no discurso de posse, em 1° de janeiro.

Passam pelo texto ainda a composição do Congresso na nova legislatura, déficits da balança comercial, aumento na conta de luz, denúncias na Petrobras, evolução da taxa de juros e do PIB, mudanças previstas em regras trabalhistas, eleição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara, panelaço e protestos contra a presidente.

 

 

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quinta-feira, 9 de abril de 2015 Política | 14:48

PT paulista resiste em abrir mão dos Correios para acomodar Ideli Salvatti

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A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

A ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

Um dos motivos que empacam as negociações para acomodar a ministra Ideli Salvatti no comando dos Correios, com a indicação de Pepe Vargas para a Secretaria de Direitos Humanos, é a resistência do PT paulista.

A ala paulista do partido da presidente Dilma Rousseff foi quem indicou o atual presidente da estatal, Wagner Pinheiro de Oliveira.

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Economia | 09:00

Governo vai ampliar programa de nacionalização de startups

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O novo presidente da Apex, Davi Barioni Neto, reuniu-se com o ministro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, para discutir algumas mudanças que pretende implantar na agência de promoção de exportações.

Uma das medidas discutidas foi a ampliação de um programa de nacionalização de startups estrangeiras. Por meio do programa, o governo atrai startups para o Brasil e depois exporta a tecnologia produzida localmente.

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terça-feira, 7 de abril de 2015 Governo | 10:39

Dilma chama Eliseu Padilha para conversa no Planalto

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Eliseu Padilha

Eliseu Padilha

A presidente Dilma Rousseff chamou o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, para uma conversa no Palácio do Planalto. A reunião está prevista para ocorrer ainda nesta manhã.

Após vazar ontem a notícia de que ela convidou o peemedebista para assumir a Secretaria de Relações Institucionais, o PMDB afirmou nesta terça que Padilha já decidiu que vai recusar o convite.

Mas Dilma vai insistir na proposta. Deve aceitar negociar termos que agradem a todos os setores do PMDB. A unidade do partido em torno da indicação foi uma das condições colocadas por Padilha para aceitar o convite.  Por isso, a avaliação do governo, neste momento, é de que buscar uma receita para agradar a outras alas do partido, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pode ser a receita para viabilizar a indicação.

No PT e na Secretaria de Relações Institucionais, o clima é de constrangimento, pelo fato de o convite ter vindo a público pela imprensa, desgastando ainda mais o atual ministro da pasta, Pepe Vargas. Entre petistas, a avaliação é de que é imprescindível Padilha aceitar o convite. Até para não tornar as condições ainda mais complicadas na relação entre o governo e o PMDB no Congresso. Aliados de Pepe dizem que sua permanência na pasta agora se torna insustentável, não ser que Dilma lhe dê muito mais poder, o que não vai acontecer.

Leia também: Pepe já esperava troca, mas foi pego de surpresa pela confirmação do convite a Padilha

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segunda-feira, 6 de abril de 2015 Governo | 22:09

Pepe já esperava deixar articulação, mas foi pego no susto por confirmação do convite a Padilha

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, já esperava havia semanas pela notícia de que deveria deixar a pasta, mas a confirmação do convite feito pela presidente Dilma Rousseff ao peemedebista Eliseu Padilha veio no susto. Surpreendeu também alguns integrantes do PT ligados ao atual titular da articulação política, que dispararam sucessivos telefonemas para confirmar a troca depois de saberem da mudança pela imprensa.

Eliseu Padilha

Eliseu Padilha

Desde antes da cerimônia de posse do novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a notícia de que Dilma ainda pretendia mexer na articulação já circulava no Planalto, como informou mais cedo o Poder Online. Mais tarde,  o jornal Folha de S. Paulo noticiou que o convite teria ocorrido logo após a cerimônia de posse do novo titular do MEC e teria sido presenciada pelo vice-presidente Michel Temer.

O fato de a notícia ter vazado antes de um acordo ter sido formalmente amarrado gerou muito incômodo na SRI e no PT – embora vários integrantes do partido tenham participado ativamente das negociações, que tiveram como maior patrocinador o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aliados de Pepe consideraram o vazamento da notícia um “constrangimento desnecessário”. Avaliaram ainda que pegou mal para o PT como um todo, já que o partido levou mais um desfalque na Esplanada.

Lula passou várias semanas insistindo na necessidade de trocar o comando da articulação. Chegou a defender uma mudança ainda mais profunda: trocar também o comando da Casa Civil, hoje liderada por Aloizio Mercadante. A ideia de ter um peemedebista na articulação também tem apoio de vários ministros que integram o círculo próximo à presidente Dilma Rousseff. Eles defendem que só assim será possível acalmar os ânimos do PMDB no Congresso.

Entenda: Governo estuda ‘desidratar’ Mercadante e entregar articulação ao PMDB

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