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Posts com a Tag governo federal

segunda-feira, 6 de abril de 2015 Congresso | 17:00

Eduardo Cunha abre as portas para Joaquim Levy

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Na política, o clima entre o governo e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDBRJ), está longe de ser dos melhores. Mas a coisa parece mais amena quando o interlocutor é o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

A pedido do ministro, Eduardo Cunha chamou uma reunião em sua casa amanhã, pela manhã. Prometeu reunir líderes de centrais sindicais para discutir a aprovação do pacote fiscal no Congresso.

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Governo | 15:45

Governo segue sob pressão por troca na articulação

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Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

Dilma e Lula (Foto: Agência Brasil)

As pressões comandadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por uma troca no comando da articulação política do governo seguem em alta e a presidente Dilma Rousseff, embora resista, não enterrou a ideia.

Um que segue na berlinda é Pepe Vargas, atual ministro da Secretaria de Relações Institucionais do governo.

 

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domingo, 5 de abril de 2015 Partidos | 07:00

‘País vive crise por incompetência e irresponsabilidade’, diz presidente do PSB sobre Dilma

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Num sinal de que o PSB está decidido a subir o tom em relação ao governo da presidente Dilma Rousseff, o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, afirma que a petista agora vive as consequências de negligenciar os avisos que recebeu desde a época da última corrida presidencial. Fazendo referência ao ex-governador pernambucano Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no ano passado, Siqueira diz que o partido optou pela independência em relação ao governo, que não deve ser confundida com a neutralidade.

“Há um conjunto de crises que, por incompetência e irresponsabilidade o país está vivendo.  Nós temos que dar nossa contribuição, mesmo sabendo que os responsáveis não somos nós, foi o governo”, diz Siqueira. “Dilma foi advertida pelo próprio governador Eduardo Campos, na pré-campanha e depois, durante a campanha, resolveu mentir e acusar os adversários de fazer exatamente o que ela está fazendo. Agora está sentindo as consequências e a insatisfação profunda a população brasileira com o encaminhamento que ela tem dado a seu governo.” Confira a entrevista:

O PSB adotou uma postura de independência do governo federal e do PT, no entanto, foi durante os governos petistas que o PSB mais cresceu, em número de deputados federais, senadores e governadores. A perspectiva de crescimento do PSB nos próximos anos dependerá de que?
O PSB vem crescendo desde sua refundação. Quando pegamos o histórico dos resultados eleitorais, de uma eleição para outra não há nenhuma situação em que o partido tenha crescido menos que na eleição anterior. É um partido que cresce gradativamente, e recentemente tem crescido de forma mais ampla, inclusive na eleição de 2012, disputando diretamente em várias cidades importantes e capitais, com PT. Decorre da sua posição política e programática.

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

A senadora Marta Suplicy já confirmou sua ida para o partido, as conversas avançam no sentido de atrair senadores Lúcia Vânia (PSDB-GO), Paulo Paim (PT-RS), Walter Pinheiro (PT-BS), além do governador do Mato Grosso, Pedro Taques (PDT). O que o PSB tem oferecido a esses políticos?
Nosso partido adotou uma posição de independência, que não é de neutralidade, é crítica em relação ao atual quadro político e, ao mesmo tempo, propositiva e tem sido procurado por que há um respeito muito grande a esta condição que não quer negociar cargos, que não quer posições, benesses, mas quer fazer proposições para sair desta crise profunda que o governo de Dilma colocou o país.

No programa do PSB, o partido pegou carona nas manifestações contra a presidente Dilma Rousseff a acusando de mentir durante a campanha. A crise que o governo vive hoje pode servir de combustível para o PSB?
Há um conjunto de crises que, por incompetência e irresponsabilidade o país está vivendo.  Nós temos que dar nossa contribuição, mesmo sabendo que os responsáveis não somos nós, foi o governo. Dilma foi advertida pelo próprio governador Eduardo Campos, na pré-campanha e depois, durante a campanha, resolveu mentir e acusar os adversários de fazer exatamente o que ela está fazendo. Agora está sentindo as consequências e a insatisfação profunda a população brasileira com o encaminhamento que ela tem dado a seu governo.

O que falta para Marta se filiar ao PSB com o objetivo de se candidatar à Prefeitura de São Paulo?
A senadora Marta Suplicy é uma grande liderança que nós damos as boas vindas. Está acertado o ingresso dela no PSB, falta apenas marcar a data. Ela será nossa candidata à prefeitura da principal cidade do país?

Além de São Paulo, que candidaturas o partido pretende levar como cabeça de chapa nas próximas eleições municipais?
Teremos, além de Marta, candidaturas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Porto Velho, Cuiabá Campinas, Curitiba, São Luís, Teresina, Goiânia, Campo Grande e várias outras que estão surgindo. Há um quadro de candidaturas bastante animador que ainda estão sendo acertadas por nossos dirigentes nos estados. Esta é a principal homenagem que nós podemos fazer ao nosso grande líder que perdemos, lamentavelmente, em agosto passado: continuar crescendo e continuar coerente com a linha programática que nós formulamos.

A presença da ex-senadora Marina Silva nos quadros do PSB foi uma herança da campanha. Esta relação sobrevive até 2018. Caso ela queira se candidatar, o PSB dará legenda a ela?
Marina e seu grupo não são e provavelmente nunca serão do PSB. Nós temos consciência e ela também, que ela está organizando um partido que tem uma visão programática própria, uma cultura própria de vida, de mundo e da política. Nós respeitamos muito a Marina Silva e seu grupo, mas sabemos que ela está de passagem no PSB. Eventualmente, nos podemos estar alinhados ao seu partido, mas nosso projeto é do PSB e o dela é da Rede Sustentabilidade pelo qual nós temos bastante respeito. Não sei se ela será candidata. O nosso partido se prepara para 2016 com estas candidaturas que me referi há pouco e também deverá ter uma candidatura própria em 2018. Nós temos o nosso próprio caminho, nossa própria visão programática, nossos objetivos, nossas metas e delas não vamos nos afastar.

Ao mesmo tempo em que chegam pessoas ao PSB, o partido também convive com pessoas querendo deixar a legenda, como é o caso da deputada federal Luiza Erundina, que ensaia a criação de um novo partido. Como o partido pretende lidar com isso?
Não acredito na saída da deputada Luiza Erundina do PSB. Ela é uma grande amiga e uma pessoa que admiramos muito. Gostamos dela até mesmo quando ela discorda da direção do partido. Ela tem uma missão meio pedagógica por ser um pouco mais velha que nós. Ela vai ficar no PSB, não acredito na saída dela. Ela vai nos ajudar a fortalecer essa linha de centro esquerda, claramente comprometida com os setores da sociedade. No tocante aqueles que desejam um partido de cento-esquerda, nós damos as boas vindas e estamos sempre abertos. Queremos conversar, queremos discutir, queremos a colaboração deles, se assim desejarem.

 

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quarta-feira, 1 de abril de 2015 Governo | 11:42

Também em dieta, Adams é anti-Ravenna

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Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

Luís Inácio Adams (Foto: ABr)

Parece que a moda pegou mesmo no governo. É ministro fazendo dieta para tudo quanto é lado. Mas o titular da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, não quer nem ouvir falar na Ravenna, que ganhou a presidente Dilma Rousseff e auxiliares como José Eduardo Cardozo e Eleonora Menicucci.

Adams perdeu 6 kgs até agora. Cortou pão, reduziu o consumo de carboidratos em geral e intensificou a prática de exercícios. Diz estar pegando pesado na academia.

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terça-feira, 31 de março de 2015 Estados | 18:52

Acordo para dívida do Rio vai balizar outras negociações entre União e municípios

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Eduardo Paes no ensaio da União da Ilha (Foto: Roberto Filho)

Eduardo Paes  (Foto: Roberto Filho)

O acordo engatilhado entre a União e a Prefeitura do Rio de Janeiro para o pagamento da dívida do município deve balizar negociações semelhantes com outras capitais. Ao menos esta é a intenção que foi manifestada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante as negociações.

Todo o acordo teve por objetivo jogar o efeito fiscal do pagamento das dívidas somente para o ano que vem. A União já se comprometeu com a ideia.

Entenda: Eduardo Paes obtém liminar para reduzir dívida do município com o governo federal

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segunda-feira, 30 de março de 2015 Governo | 11:51

Mesmo com PT na Secom, regulação da mídia segue fora da agenda

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O fato de o PT ter assumido o controle da Secretaria de Comunicação Social do governo, com a nomeação de Edinho Silva, em nada deve interferir no andamento da proposta alardeada durante a campanha de regulação da mídia.

Todos por lá concordam que não há clima nenhum para falar no assunto.

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Governo | 07:00

Petistas voltam a se queixar da ‘paulistização’ do ministério

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A indicação de Edinho Silva para a Secretaria de Comunicação Social do governo voltou a alimentar a gritaria em setores do partido contra a “paulistização” da cota do PT no ministério da presidente Dilma Rousseff.

Além de Edinho, são ligados ao PT de São Paulo vários ministros de Dilma, entre eles Aloizio Mercadante (Casa Civil), Ricardo Berzoini (Comunicações), Arthur Chioro (Saúde) e Luís Inácio Adams (AGU).

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domingo, 29 de março de 2015 Congresso | 09:00

‘Não aceitamos uma reforma fiscal de um governo que não corta na própria carne’, diz Bruno Araújo

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Líder da minoria na Câmara, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) minimiza as mudanças ocorridas nos últimos dias no primeiro escalão do governo federal e diz que as trocas feitas até agora pela presidente Dilma Rousseff mostram uma falta de empenho em fazer o “reordenamento político” necessário.

Ao Poder Online, o tucano fala sobre a relação do PSDB com o PMDB e com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para ele, a aproximação entre oposição e peemedebistas, por enquanto, é circunstancial, embora a convergência de fato exista em alguns pontos. E elogia a gestão de Cunha à frente da Casa, que, segundo ele, ganhou outra relevância.

Diante da crise vivida por Dilma, ele avisa que a oposição está decidida em não aceitar o ajuste fiscal proposto pelo governo, diante da ausência de cortes na própria máquina. “Nós já avisamos que não vamos aceitar uma reforma fiscal de um governo que não corta a própria gordura.  Que não corta na própria carne, principalmente a carne gordurosa”, diz o tucano.

O deputado Bruno Araújo (foto: Divulgação)

O deputado Bruno Araújo (foto: Divulgação)

A presidente Dilma Rousseff anunciou a troca de alguns ministros e parece tentar achar uma receita para se acertar com o PMDB. O senhor acha que essa recomposição vai acontecer? 
A presidente teve sua segunda posse em 1º de janeiro de 2015. Depois teve uma espécie de terceira posse, que ocorreu quando ela teve que anunciar o novo comando da Petrobras. O grande marco do segundo governo, até então, era a possibilidade de recomeçar. Mas a presidente acabou buscando a receita do mesmo, continuou se apoiando na política do PT para escolher nomes que a cercam. Agora, indicar um ministro da Secretaria de Comunicação Social e da Educação, e indicar Henrique (Eduardo Alves) para o Turismo é algo que simplesmente não tem a relevância de um reordenamento político que se faz necessário. Vale lembrar que para a Comunicação ela escolheu o tesoureiro. Ser tesoureiro no PT não é um bom cartão de visitas. O Renato Janine (novo ministro da Educação) parece ser um quadro muito respeitado do ponto de vista acadêmico. Mas resta saber se será também no Executivo.

O PMDB tem falado com o DEM sobre fusão, tem conversado com a oposição no Congresso…Isso pode avançar, na sua opinião?
Acho que o que estamos vendo, por enquanto, é circunstancial. O que existe é menos o PMDB flertando com a oposição e mais o PMDB cansado da Dilma. É fato que as derrotas da presidente no Congresso vão muito além dos dedos das mãos. Mas não há nenhuma clareza, até o momento, de uma opção do PMDB por um diálogo real com a oposição. O que tem mesmo é o PMDB cansado de ser o patinho feio da relação com o governo, quando se trata do partido aliado que tem o maior ativo a oferecer.

Há uma expectativa grande em relação ao contingenciamento planejado pelo ministro Joaquim Levy. É uma oportunidade para a oposição se colocar? 
Nós já avisamos que não vamos aceitar uma reforma fiscal de um governo que não corta a própria gordura. Que não corta na própria carne, principalmente a carne gordurosa. Aí sim existe uma convergência entre o PMDB e o PSDB em algumas matérias. É o caso da proposta que reduz para 20 o número de ministérios. Nós temos governadores pelo Brasil que não ocuparam nem metade dos cargos comissionados aprovados, por terem consciência do momento que o Brasil vive. Mas este governo não dá nenhuma indicação de que aceita cortar sua gordura, numa máquina pública que não se mostra eficiente como está.

Hoje, o PSDB se vê então seu maior aliado em Eduardo Cunha?
Nós não votamos em Eduardo Cunha para presidente da Câmara. Apoiamos o Júlio Delgado (PSB). Mas ele demonstrou ser absolutamente independente em relação ao Palácio do Planalto e deu outra dimensão à importância da Câmara. A oposição hoje vê o Eduardo Cunha como muito eficiente em melhorar a operação legislativa como um todo. Ele deslocou o centro do poder.

Mas o Júlio Delgado, seu candidato, critica a oposição e afirma que há uma proteção ao PMDB e ao Eduardo Cunha na CPI da Petrobras.
O PSB é um aliado importante para nós. Mas isso não quer dizer que tenhamos que ter pensamento igual em relação a tudo. Da nossa parte, não há nenhuma proteção ao Eduardo Cunha. Mas ninguém em sã consciência vai negar que a presidência dele está dando outra relevância para a Câmara dos Deputados.

 

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sexta-feira, 27 de março de 2015 Governo | 17:50

Com boa relação com Dilma, Edinho Silva põe PT de Lula no centro da comunicação do governo

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Ao indicar o novo ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, a presidente Dilma Rousseff atendeu diretamente a uma demanda do PT e ampliou o espaço do partido no Palácio do Planalto. Prevaleceu na escolha a ideia de devolver o perfil político à pasta, defendida há tempos pelo partido. Mais do que isso, a nomeação coloca no centro da política de comunicação do governo o PT mais ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao mesmo tempo assegura que o interlocutor seja uma pessoa tenha boa relação de Dilma.

Relembre: ‘Fazer denúncia é fácil. É preciso provar’, diz Edinho Silva

O tesoureiro do PT, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

O tesoureiro do PT, Edinho Silva (Foto: PT-SP)

Ex-prefeito de Araraquara e ex-deputado estadual por São Paulo, Edinho é próximo de Lula e traçou seu caminho dentro do PT sempre ligado a nomes da confiança do ex-presidente. Tem uma relação antiga, por exemplo, com o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho. No passado, teve apoio interno de nomes como José Dirceu e Antonio Palocci para crescer dentro da estrutura partidária.

Edinho é integrante da corrente petista Construindo um Novo Brasil, a mesma de Lula. Foi presidente do diretório paulista do partido com endosso direto do ex-presidente. Mas, nos últimos anos, conseguiu estabelecer uma boa relação com Dilma. Sua ligação com a presidente, entretanto, é bem mais recente. Ela se intensificou durante a última eleição, quando Edinho comandou as finanças da campanha à reeleição.

A indicação de Edinho pegou de surpresa até mesmo alguns integrantes do PT, que davam a alternativa como descartada.  Desde o fim da campanha, havia a expectativa de que Dilma encontrasse uma posição no governo para acomodar o ex-tesoureiro, que ficou sem mandato ao desistir de uma candidatura a deputado. Ele chegou a ser citado como opção para a própria Secom na virada para o segundo mandato, mas Dilma acabou optando por manter Traumann no posto.

Nas últimas semanas, tanto Dilma quanto Lula acompanharam de perto a busca por nomes para preencher a Secom. Cogitaram diversos jornalistas, em busca de um nome que pudesse apresentar um perfil semelhante ao que tinha o ex-ministro Franklin Martins. Insatisfeitos com o balanço da busca, acabaram se rendendo à tese defendida por alguns ministros de que o melhor era pensar numa indicação como a que colocou Luiz Gushiken no comando da Secom, durante o governo Lula.

Leia também: Em negociação para a Secom, governo fala em evitar atritos com a imprensa

Dentro desse modelo político para a pasta, a opção que circulava até ontem era o do deputado Alessandro Molon (PT-RJ). Aqui, entretanto, pesou a lógica interna do PT. Molon pertence à corrente Mensagem ao Partido, que é bem menos representativa no diretório nacional petista do que a CNB.  A ala majoritária se opôs imediatamente a essa alternativa, sob o argumento de que a Mensagem, que atua em conjunto com outro grupo, a Democracia Socialista, já tem três outros ministros na Esplanada: José Eduardo Cardozo (Justiça), Miguel Rossetto (Secretaria-Geral) e Pepe Vargas (Relações Institucionais).

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Governo | 07:00

Sobrou para Aloizio Mercadante acalmar Eduardo Cunha

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O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante(Foto: Agência Brasil)

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante(Foto: Agência Brasil)

O ministro Aloizio Mercadante anda em baixa com os peemdebistas. Mesmo assim, sobrou para ele a tarefa de tentar acalmar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), diante da operação conduzida pelo Palácio do Planalto nesta semana, para permitir que Gilberto Kassab iniciasse o processo de recriação do PL.

Foi Mercadante quem telefonou para Cunha para tentar acalmar os ânimos e responder às críticas de que o governo está fazendo de tudo para tentar enfraquecer o PMDB.

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