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Posts com a Tag Governo

quinta-feira, 19 de novembro de 2015 Governo | 15:47

Berzoini chama petistas para reforçar articulação

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Deputada Federal Iriny Lopes (PT-ES). Foto: Agência Câmara

Iriny Lopes (PT-ES). Foto: Agência Câmara

Após ter conseguido recuperar minimamente a base no Congresso, o que garantiu ao governo vitórias apertadas e ainda consideradas frágeis, o ministro de Governo, Ricardo Berzoini, deverá consolidar nos próximos dias um grupo de articuladores para intensificar as conversas com deputados e senadores.

O tamanho do grupo ainda não está decidido. A ideia inicial era de que pelo menos quatro a cinco pessoas, consideradas hábeis na costura política, integrassem a articulação.

Dois petista já foram convidados a tarefa e devem ser nomeados nos próximos dias: a ex-ministra de Mulheres e ex-deputada federal, Iriny Lopes (ES), e o ex-deputado federal, Geraldo Magela (DF).

 

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quarta-feira, 14 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 17:25

Picciani descarta rompimento de bancada peemedebista com Dilma

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O líder do PMDB da Câmara, Eduardo Picciani (RJ), um dos principais interlocutores do partido com o governo, disse que não recebeu nenhum convite para o encontro do partido que tem sido organizado pela Fundação Ulysses Guimarães, instituto de estudos do PMDB.

Ele aposta que o encontro, que estava sendo previsto para o próximo dia 15 de novembro, não deve se realizar. Mesmo que ocorra, Picciani aponta que não há possibilidade de rompimento de sua bancada com o governo.

“Certamente, não será na Fundação Ulysses Guimarães, não será em um congresso, organizado pelo ex-governador Moreira Franco (RJ) (presidente da fundação), que o partido decidirá se fica ou não fica. Essa é uma tarefa da convenção do partido que a princípio, só está marcada para o ano que vem”, explicou o líder que aposta em tempos melhores para a presidente Dilma Rousseff no Congresso, após a decisão do STF que embargou as decisões, por parte do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, sobre os pedidos e impeachment.

“O momento agora é de calmaria. Temos que votar este clima de tranquilidade institucional e votar a agenda que o país precisa”, defendeu o líder. “O ambiente político de disputa atrapalha a agenda do país”, completou.

Picciani enfrenta a rebeldia de um terço da bancada que não gostou de suas negociações com o Planalto no âmbito da reforma ministerial, que ampliou o domínio do PMDB para sete pastas. O líder tem planos de suceder Eduardo Cunha no cargo e já chegou a negociar apoio do Planalto para uma futura disputa.

Em relação ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, Picciani diz que não há entre eles nenhum clima de disputa. “Temos uma relação partidária e pessoal positiva”.

Ele considerou, no entanto, que as denúncias contra Cunha configuram um tema “grave” e que devem ser tratadas sem açodamento.

 

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quinta-feira, 8 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Governo, Partidos, Política | 06:00

Em reunião com governo, Rosso aprende significado de “DR”

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Ex-governador do DF, Rogério Rosso (PSD-DF)

Deputado Rogério Rosso (PSD-DF)

O líder do PSD na Câmara, deputado Rogério Rosso (DF) passou boa parte da reunião com o ministro Ricardo Berzoini (Governo) sem entender o que significava a sigla “DR”, uma das mais citadas  durante o encontro, ocorrido na noite de quarta-feira (7),  que reuniu líderes da base aliada, no Palácio do Planalto.

Era uma nova sigla? Um novo departamento do governo? Um novo imposto?

Intrigado, Rosso não resistiu e resolveu pediu ajuda ao colega que sentava ao lado, o deputado Domingos Neto (PDT-CE). Perguntou o que significa a sigla tão citada tanto pelo governo, como pelos líderes. Domingos Neto retrucou.

“Você não sabe? É discussão de relação”, respondeu Domingos Neto, deixando o colega mais aliviado.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015 Governo, Partidos | 21:13

Siqueira enquadra bancada e diz que reposicionamento depende da direção do PSB

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Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Carlos Siqueira (Foto: Alan Sampaio/iG Brasília)

Diante da perspectiva de reaproximação entre a bancada do PSB e o governo, o presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira, tratou de enquadrar os deputados nesta quarta-feira (7), durante um almoço oferecido pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.

Siqueira disse que qualquer “reposicionamento” do partido depende de deliberação da executiva nacional que deverá se reunir daqui a uma semana.

Mais da metade da bancada socialista tem  manifestado posição contrária ao possível processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e admite, por exemplo, um “reposicionamento” em relação ao governo e “futuras conversas”, a revelia da direção do partido.

No almoço, o vice-presidente de Relações Governamentais do partido, o ex-deputado Beto Albuquerque (RS) foi enfático ao defender uma posição mais oposicionista ao governo e ao PT.

Beto, que foi candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Marina Silva após a morte de Eduardo Campos, argumentou que se o PSB tivesse ganhado o governo e  experimentasse todas as dificuldades que Dilma enfrenta atualmente, não poderia contar com o apoio do PT. “Porque vamos ser para eles o que eles não seriam conosco?”, questionou, diante da bancada.

O secretário geral do partido, Renato Casagrande, diz que não há reposicionamento, mas admite que a direção do partido ainda não conversou com a bancada sobre a possibilidade de impeachment da presidente e qual será a posição do PSB em relação ao processo. “Só vamos discutir isso, quando estiver tramitando. Não vamos discutir isso antecipadamente.

De acordo com Casagrande, a reunião da executiva servirá para discussão da conjuntura política e como o partido deverá se posicionar em relação ao governo.

 

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 00:26

Governo aposta na estratégia de isolar Cunha agradando PMDB

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As movimentações da presidente Dilma Rousseff no sentido de agradar o PMDB, partido que passará a ter pelo menos sete pastas na Esplanada dos Ministérios, tiveram efeito de isolar, em parte, as já conhecidas investidas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no sentido de causar constrangimento ao Planalto.

Nesta quarta-feira (30), Cunha decidiu ocupar fisicamente o Plenário da Câmara dos Deputados com uma infindável sessão. O objetivo era impedir a realização da sessão do Congresso, marcada há uma semana, destinada a apreciar o restante dos vetos presidenciais.

Pela manhã, Cunha avisou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que é presidente do Congresso e responsável pela convocação das sessões, sobre a sessão da Câmara. Cunha avisou: “Vai demorar”.

O presidente da Câmara ainda exigiu que Renan coloque em votação no Senado a proposta que permite o financiamento de campanhas por empresas privadas, ainda nesta semana

Renan não embarcou. Por enquanto, Renan tem dados sinais de que não se pautará pela vontade do colega.

O governo ainda considera vitória da articulação política ter atraído o líder do PMDB, Leonardo Picciani, aliado de primeira hora de Cunha.

O PMDB, que já possui cinco pastas no governo, passará a ter sete ministérios, mantendo as que já existem e ampliando seu domínio sobre a pasta da Saúde e, provavelmente, Cultura.

 

O nome mais indicado para a Saúde nesta semana passou a ser o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) antigo aliado de Cunha, mas que chegou a ter divergências com o presidente da Câmara por ocasião da votação da reforma política.

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quarta-feira, 9 de setembro de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 19:33

Com cortes no Minha Casa, Minha Vida, governo troca lançamento por reuniões fechadas

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Gilberto Kassab (Foto: Agência Brasil)

Gilberto Kassab (Foto: Agência Brasil)

Com a perspectiva de ter que adequar os investimentos em programas sociais à realidade orçamentária difícil do próximo ano, o governo apresentará uma proposta mais modesta para a terceira fase do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

Os números ainda estão mantidos em sigilo, no entanto, integrantes do governo já admitem que a proposta inicial de lançar mais 3 milhões de unidades a serem entregues até 2018 acabou sendo revisada. Representantes do setor e de movimentos sociais também já foram avisados do corte no programa.

Diante do enxugamento, o Planalto também decidiu substituir a cerimônia de lançamento da terceira fase do programa, prevista para quinta-feira (10), por um anúncio bem mais discreto.

Com a presença da presidente Dilma Rousseff, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, explicará o programa em reuniões fechadas, primeiramente com representantes dos movimentos sociais, depois, com empresários do setor da construção civil. Kassab foi convocado a explicará as mudanças feitas na proposta original e os motivos destas mudanças.

Somente após estas reuniões, marcadas para a parte da tarde, no Palácio do Planalto, é que o ministro deve dar uma entrevista falando sobre o projeto.

Nesta quarta-feira, Kassab e integrantes de sua equipe passaram a manhã em reunião no Planalto, acertando os detalhes. No entanto, o ministro não conseguiu convencer que o lançamento merecia a pompa costumeira das agendas positivas.

No Planalto, o ministro das Cidades conversou com o chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, depois foi chamado ao gabinete presidencial para pela presidente Dilma Rousseff.

 

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segunda-feira, 29 de junho de 2015 Brasil, Congresso, Economia, Governo, Partidos, Política | 15:01

Senadores “progressistas” querem derrubar proposta que reduz maioridade penal

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O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Lindbergh Farias (PT-RJ). (Foto: Agência Brasil)

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ). (Foto: Agência Brasil)

Depois de se juntarem contra o pacote fiscal imposto pela presidente Dilma Rousseff, os senadores que formam a chamada “frente progressista” preparam um manifesto bem mais simpático ao Planalto.

Para esta semana, a frente se posicionará contra a redução da maioridade penal, proposta ainda em discussão na Câmara e que é considerada um ponto de honra para o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A frente tem um caráter suprapartidário. No manifesto contra o ajuste reuniu 14 parlamentares, entre eles o senador Lindibergh Farias (PT-RJ), que chegou a defender a saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

Além dele, também assinam a frente os senadores João Capiberibe (PSB/AP), Telmário Mota (PDT/RR), Cristovam Buarque (PDT/DF), Paulo Paim ( PT/RS), Hélio José ( PSD/DF), Roberto Requião ( PMDB/PR), Donizeti Nogueira ( PT/TO), Regina Sousa (PT/PI), Lídice da Mata (PSB/BA), Jorge Viana ( PT/AC), Roberto Rocha ( PSB/MA), Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) e Vanessa Graziotin (PCdoB/AM).

Leia também: Petista anuncia grupo formado para derrubar ajuste fiscal e até o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

 

 

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quarta-feira, 24 de junho de 2015 Brasil, Política | 19:01

Pais exigem providências do Governo sobre taxas para pessoas com deficiência em escolas

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Pais de crianças com deficiência entregarão ao Ministério da Justiça, um documento com 15 mil assinaturas, exigindo providências do governo contra a prática de adotada por escolas particulares de cobrar taxas extras no caso de alunos deficientes.

O grupo é liderado pela advogada Consuelo Martins, que recolheu assinaturas no site Change.org. Ela será recebida amanhã (25), em Brasília pela secretária nacional do Consumidor do MJ, Juliana Pereira da Silva.

Apesar da lei proibir qualquer tipo de discriminação, não há regulamentação que proíba a cobrança e que dê condições e atuação para os Procons e outros órgãos de fiscalização.

A carioca Consuelo é mãe o Artur, uma criança de dez anos de idade que tem atraso global de desenvolvimento. Diante de sucessivas violações de direitos do seu filho na rede privada de ensino, ela decidiu que Artur seria estudaria em casa e conseguiu autorização judicial para o regime de educação domiciliar.

 

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segunda-feira, 22 de junho de 2015 Congresso, Estados, Governo, Partidos, Política | 19:10

Padilha desfaz mal estar com Mercadante sobre nomeações. “Nunca houve paralisação”

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Fazendo o papel de articulador político do governo, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, fez questão de desfazer o falado mal estar entre peemedebistas e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante que, segundo alguns aliados, estava fazendo corpo mole na análise das nomeações para o segundo escalão do governo

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

O ministro Eliseu Padilha. (Foto: Agência Brasil)

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“Nunca houve e não há nenhuma paralisação na Casa Civil”, disse o ministro.

Ao contrário, Padilha atribuiu uma característica de velocidade à pasta comandada por Mercadante. “O processo entra pela SRI (Secretaria de Relações Institucionais), vai à Casa Civil, que com a velocidade maior possível acelera a liberação”, destacou.

O segundo escalão está praticamente definido de acordo com o ministro e o governo, agora, trabalha para preencher os cargos de terceiro escalão, que são as representações nos estados. Nestes casos, a disputa tem sido acirrada entre parlamentares. “Não é fácil porque nos estados tem disputa. Temos que entender que temos menos cargos e pretensões”, ressaltou.

 

 

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terça-feira, 9 de junho de 2015 Brasil, Governo, Partidos, Política | 16:41

Sem mágoas do governo, Ideli assumirá cargo na OEA

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Ex-ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti (PT-SC) precisou sair da pasta para dar lugar ao seu colega de partido Pepe Vargas (PT-RS) depois que ele foi demitido da articulação política do governo. Agora, Ideli arruma as malas para dar a “volta por cima”.

A ex-ministra, que também já ocupou as pastas da Pesca e cuidou da articulação política no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, está arrumando as malas para se mudar para Washington, nos Estados Unidos, onde assumirá o cargo de assessora especial do uruguaio Luis Almagro, recém nomeado secretário-geral das Organizações dos Estados Americanos (OEA).

O cargo é uma solução inicial. A pedido de Almagro, Ideli deverá comandar a criação de uma nova secretaria na estrutura da OEA: a de Acesso a Direitos e Equidade, que deverá presidir após a criação.

A ex-ministra garantiu que não há mágoa com sua saída do governo. “Sou o maior exemplo de que quando uma porta se fecha, outras se abrem”, disse ao Poder Online.

 

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