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Posts com a Tag Graça Foster

terça-feira, 17 de março de 2015 Governo | 14:00

Agora longe da Petrobras, Graça Foster mantém-se reclusa

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Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Dizendo-se desgastada pela crise que atingiu sua gestão no comando da Petrobras, a ex-presidente da estatal Graça Foster tem afirmado aos amigos que decidiu tirar um tempo para descansar.

Graça, dizem pessoas próximas, mal sai de casa. Ela ouviu inclusive sugestões de vários amigos para que aproveitasse para planejar uma bela viagem. Explicou que ainda não está com cabeça para isso.

 

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 Congresso | 07:30

‘Antes tarde do que nunca’, diz tucano sobre saída de Graça Foster da Petrobras

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Na opinião do deputado federal Izalci Lucas (PSDB-DF), embora “tardia” a renúncia de Graça Foster à presidência da Petrobras poderá contribuir para desvendar o esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal.

“É como diz o ditado: antes tarde do que nunca. Mas o prejuízo foi imenso, a Petrobras precisa voltar a ter credibilidade e essa diretoria que está se afastando não tinha a mínima condição de resgatar essa dignidade. Perdemos muito tempo, muito recurso, mas ainda temos esperança”, diz o tucano. “Ela conseguiu postergar e dificultar as investigações durante todo esse tempo. Agora chegou a hora da verdade, mas ela dificultou muito”, completou.

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Governo | 06:00

Defendida por Dilma até o fim, Graça diz não desejar a ninguém o que passou

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Poucos dias antes da posse da presidente Dilma Rousseff, na virada do ano, a presidente da Petrobras, Graça Foster, comentou numa conversa informal com um ministro como se sentia diante do agravamento da crise de corrupção que assolava a estatal. Entre um relato e outro, desabafou: “Olha, eu não desejo para ninguém o que estou passando hoje”. A presidente da petrolífera, conta o aliado, já nem disfarçava o grau de cansaço e estresse em que se encontrava.

Leia também: Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta a denúncias da Lava Jato

Dilma e Graça (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Dilma e Graça (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Graça, segundo o colega, já vinha deixando claro havia várias semanas que concordava com a tese de que o melhor talvez fosse substituir toda a direção da empresa, para amenizar o impacto das sucessivas denúncias sobre os ativos da companhia. Ela fazia coro a ninguém menos que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendia a mudança desde o fim do ano passado.

Naquele momento, nomes como chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, também pregavam a substituição da executiva e dos principais diretores da empresa, num gesto para tentar amenizar a perda de credibilidade da companhia junto a investidores. A Mercadante, é atribuída, por exemplo, a sugestão de indicar um político forte para o cargo. Falou-se no nome de Jaques Wagner. Mas o ex-governador da Bahia fez rapidamente chegar ao Planalto que preferia, sem dúvida, ocupar uma pasta na Esplanada. Acabou no Ministério da Defesa.

Dilma, na época, assumiu a defesa pública da amiga e da direção da estatal. Enquanto isso, as conversas sobre a possibilidade de uma troca de comando na Petrobras eram intensas. Segundo líderes do PT, a dificuldade de encontrar um substituto contribuiu para dar sobrevida a Graça. Somada a isso, é claro, a insistência da própria presidente em manter a presidente da estatal no cargo.

Entre os argumentos que ajudaram a embasar a permanência de Graça, dois se destacam. Primeiro, a presidente dizia aos auxiliares que Graça é honesta e correta. Portanto, não poderia ser punida publicamente com a demissão. Dilma, segundo um aliado com bom trânsito no Planalto, sempre deixou claro que fazia questão de recompensar a “lealdade” de Graça Foster e que não “jogaria a amiga na fogueira” num momento de dificuldade.

O outro argumento que acabou pesando na decisão foi o de que Graça servia, naquele momento, como uma espécie de escudo para a própria Dilma. Em uma das conversas mantidas sobre o assunto no fim do ano passado, ministros avaliaram que a presidente da estatal já havia “apanhado o que tinha que apanhar”. E que qualquer tipo de envolvimento da executiva com irregularidades já teria aparecido, se de fato existisse.  Portanto, o melhor era deixa-la sangrar até o fim.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015 Governo | 12:51

Forma como saída de Graça foi anunciada gerou estranhamento no próprio governo

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É de causar estranhamento a maneira como a saída da presidente da Petrobras, Graça Foster, foi anunciada, nesta quarta-feira. A notícia foi dada após um ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pedindo esclarecimento sobre as notícias que vazaram sobre a troca de comando na estatal. Até aí, tudo bem. Mas, até o fim da manhã, a equipe de comunicação da empresa parecia para lá de confusa sobre como tratar pedidos de esclarecimento dos jornalistas. Assessores da estatal transferiam sucessivamente as ligações sem responder às perguntas e pediam que a solicitação de informações fosse por emails, que ficaram sem resposta.

Leia também: Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta a denúncias da Lava Jato

Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

O comunicado da Petrobras sobre o assunto não só foi tímido, como só começou a ser distribuído nos diferentes meios de comunicação da empresa por volta do meio-dia. Com apenas uma frase, a mesma enviada à CVM: “A Petrobras informa que seu Conselho de Administração se reunirá na próxima sexta-feira, dia 06.02.2015, para eleger nova Diretoria face à renúncia da Presidente e de cinco Diretores”, diz a nota.

Um assessor palaciano dizia achar esquisito o fato de não haver um plano para divulgação simultânea da informação pela empresa e pela Secretaria de Comunicação Social do Palácio do Planalto. Afinal, prosseguiu, isso só seria compreensível se a notícia fosse extra-oficial. Mas se a Petrobras confirmou formalmente ao mercado, não haveria motivo para o governo não tocar no assunto. Outro assessor dizia estranhar o fato de o comunicado não listar os nomes dos diretores que deixarão o comando da empresa junto com Graça.

 

 

 

 

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Governo | 11:14

Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta às denúncias da Lava Jato

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Afora que foi formalizada a saída de Graça Foster do comando da Petrobras, o governo vê a necessidade de proteger a presidente Dilma Rousseff de uma exposição maior às denúncias da Operação Lava Jato. Embora a saída de Graça tenha sido defendida durante meses por integrantes do governo e mesmo pelo ex-presidente Lula, interlocutores da presidente concordavam que sua permanência servia como uma espécie de “escudo”, impedindo que a responsabilidade pelas ingerências na empresa recaíssem sobre Dilma. Ou seja, a troca de direção atende à demanda do mercado e ajuda a conter a deterioração das ações da estatal, mas deixa Dilma mais vulnerável do ponto de vista político.

Leia mais: No entorno de Dilma, cresce a pressão pela saída de Graça Foster da Petrobras

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

Dilma desde o início foi contra a substituição de Graça, num gesto entendido por alguns de seus ministros como um reconhecimento da “lealdade” de Graça. Mas um argumento que sempre pesou a favor da permanência da executiva no comando da estatal era o de que ela já havia “apanhado o que tinha que apanhar” e que o melhor era deixar que as pancadas continuassem  recaindo sobre ela. Se assim fosse, o desgaste político seria menor para o governo como um todo e, principalmente, para Dilma.

A receita só valeria até certo ponto, já que havia pressão crescente no mercado pela substituição da executiva. Na avaliação de um ministro, a substituição de Graça pode até ter demorado do ponto de vista da confiança do mercado, mas foi feita na hora certa no que diz respeito à exposição de Dilma diante da crise. A executiva sai no momento em que deixa de conseguir filtrar ao menos parte do efeito político negativo provocado pela corrupção na estatal.

Veja também: Se Graça fica, é para minimizar ‘pancadaria’

Diante do novo cenário, uma preocupação do governo é manter o PT sob controle e ter o partido empenhado no apoio à presidente. O Planalto já vem agindo para conter a insatisfação dentro da legenda, por meio, em parte, da indicação de seus integrantes para postos estratégicos. Se o plano der certo, o partido pode usar sua próxima reunião do diretório nacional para aprovar resoluções de apoio ao governo e à reação do Planalto à crise na Petrobras. O encontro está marcado para ocorrer na próxima sexta-feira, em Belo Horizonte.

 

 

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 Governo | 15:13

No entorno de Dilma, cresce pressão por troca de comando na Petrobras

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Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

No círculo próximo à presidente Dilma Rousseff e no PT, é cada vez mais tenso o clima em relação à presidente da Petrobras, Graça Foster.

Ontem e hoje, as conversas sobre o balanço da empresa e, principalmente, a forma como foram tratados os números sobre o suposto impacto financeiro da corrupção na estatal vieram acompanhadas da tese de que Graça já ficou tempo demais onde está.

O que se viu, diz um ministro, foi uma ‘trapalhada’ geral na comunicação da empresa, em um momento decisivo para fazer frente ao desgaste provocado pela Operação Lava Jato. Para um dirigente petista, hoje Dilma é a única a insistir em manter Graça Foster no cargo.

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sábado, 20 de dezembro de 2014 Governo | 06:00

Se Graça fica, é para minimizar ‘pancadaria’

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Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Um argumento usado no Planalto para justificar a permanência de Graça Foster no comando da Petrobras é que ela já “apanhou o que tinha que apanhar”.

A tese é que colocar outra pessoa no lugar, a essa altura do campeonato, só abriria a porta para a pancadaria recomeçar do zero.

A presidente da estatal, aliás, tem dito aos amigos que não deseja para ninguém o que está passando.

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terça-feira, 25 de novembro de 2014 Governo | 14:46

Dilma volta a falar em manter Graça Foster na Petrobras

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Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Contrariando as pressões vindas do PT, da oposição e de setores do mercado, a presidente Dilma Rousseff voltou a falar nos últimos dias em manter Graça Foster no comando da Petrobras.

Parte dos petistas entende a posição da presidente como um reconhecimento da “lealdade” demonstrada por Graça em meio à crise sobre desvios na estatal.

Embora vários integrantes do partido defendam a substituição, há também quem enxergue um lado muito positivo na decisão de mantê-la no cargo: a crise sobre o esquema de propina continuaria respingando sobre Graça, que já teve a imagem abalada pelas denúncias, em vez de recair sobre outro quadro. Até porque ninguém duvida que ainda há muita coisa para acontecer.

 

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quarta-feira, 11 de junho de 2014 Congresso | 19:19

Nem os petistas poupam os longos discursos de Graça Foster

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Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

Presidente da Petrobras, Graça Foster. (Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil)

A presidente da Petrobras, Graça Foster, já ficou famosa por seus longos discursos sobre a estatal, nas investigações sobre a compra da refinaria de Pasadena. Em sua quarta ida ao Congresso, o deputado Fernando Francischini (SDD-PR) até tentou encurtar a fala de Graça.

“Da próxima vez, pode mandar um DVD sobre a Petrobras, em vez de passar uma hora repetindo o mesmo discurso”, ironizou Francischini, que encomendou até uma pizza para comer durante a reunião da CPMI da Petrobras.

Entre petistas e aliados do governo, a brincadeira que circula é de que essa seria a nova estratégia para atacar a Petrobras: manter sua presidente o maior tempo possível afastada da empresa, prestando depoimentos.

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terça-feira, 10 de junho de 2014 Congresso | 10:30

Oposição terá que se esforçar na CPMI durante Copa, diz líder do DEM

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O líder do DEM na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho (PE), diz que se a oposição quiser mesmo avançar nas investigações da Petrobras terá de fazer um esforço extra durante a Copa do Mundo.

“Não vai ser fácil”, resume Mendonça ao falar sobre a CPMI a partir do início da Copa do Mundo. “Vamos ter de aprender a conviver com esse calendário”, acrescentou o líder.

Para Mendonça, a própria convocação da presidente da Petrobras, Graça Foster, para falar na CPI Mista da Petrobras nesta quarta-feira, foi precipitada. Ela falou à CPI do Senado no dia 27 de maio.

O líder do DEM diz que sua presença lá terá pouco a acrescentar e que o melhor seria aguardar a chegada de documentos da Operação Lava Jato para que uma nova convocação dela pudesse ser feita a luz de novos fatos.

“Preferia que essa fala dela fosse feita mais adiante”, diz Mendonça. ” Sem essa documentação(da Lava Jato) fica difícil apurar”, critica ele, acusando o governo de antecipar a vinda de Foster com o objetivo de dificultar a investigação sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas.

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