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Posts com a Tag Guido Mantega

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014 Congresso | 10:30

PT ressuscita promessas sobre projeto que desonera transporte

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O PT promete voltar do recesso parlamentar empenhado em fechar um acordo com o governo federal para votar o Regime Especial de Incentivos para o Transporte Coletivo Urbano e de Caráter Urbano de Passageiros (Reitup), projeto que tramita no Congresso e propõe criar um sistema tributário diferenciado para desonerar o setor.

Saiba mais: Estudo do Ipea resgasta proposta de desoneração do transporte

Setores do governo resistem à proposta, o que alimenta no preocupação quanto a um possível veto da presidente Dilma Rousseff ao texto, uma vez aprovado. A ordem é apoiar a estratégia na tese de que a desoneração contribuiria para evitar aumentos de tarifa de ônibus neste ano.

Leia também: Frente de Prefeitos cobra ministros por mais desonerações do transporte

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013 Congresso | 06:00

Governo pretende conduzir pauta na Câmara em banho-maria para evitar geração de gastos

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Guido Mantega (Foto: AE)

Guido Mantega (Foto: AE)

O governo pretende conduzir a votação do novo Código de Processo Civil na Câmara dos Deputados sem pressa e comemora reservadamente o trancamento da pauta da Casa pelo Marco Civil da Internet.

Ontem, líderes da base governistas almoçaram no Palácio do Planalto na presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Ouviram dele o pedido, que já havia sido feito na semana passada pela ministra Ideli Salvatti (Secretaria de Relações Institucionais), para que a base não aprove propostas que gerem novos gastos para o governo federal.

Na noite de ontem, enquanto petistas deixavam o plenário seguindo orientação partidária, a ministra Ideli era informada pelo telefone de que tudo corria conforme o combinado, ou seja, a votação do Código de Processo Civil era feita em blocos e sem pressa.

A previsão feita por um líder petista para Ideli é de que o texto todo seja votado em mais algumas semanas.

O governo acredita que esticar a discussão do Código de Processo Civil será uma forma eficiente para evitar o que chama de “pauta fim do mundo”, aquelas que geram gastos, como as PEC que estabelece piso para os agentes comunitários de saúde.

Daí o fatiamento da votação do texto é de total interesse do governo.

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013 Brasil | 19:45

Petista cobra definição do governo sobre dívidas de estados e municípios

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O senador Walter Pinheiro (PT-BA) cobrou nesta tarde que o governo retome o debate sobre o Pacto Federativo, sobretudo no que diz respeito às dívidas de estados e municípios.

“Não tem mais como o ministério da Fazenda ficar postergando isso e achando que não colocará o dedo na ferida”, cobrou Pinehiro. “Bora discutir isso de uma vez por todas”, acrescentou o petista.

Pinheiro falou sob a óptica da sessão temática que será realizada no dia 24 de outubro com a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega. O petista disse que há uma crise que precisa de resposta.

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quarta-feira, 26 de junho de 2013 Congresso | 18:15

Mantega evita comentar royalties e diz que não viu votação

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega (PT), disse não ter visto a votação do projeto que destina royalties do petróleo, realizado ontem na Câmara dos Deputados. Mantega participou de audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Fiscalização Financeira e Controle; e de Viação e Transportes.

Ao contrário do que gostaria a presidente Dilma Rousseff (PT), a Câmara não aprovou 100% dos royalties para Educação, destinou somente 75% e deixou outros 25% para a Saúde.

Mantega evitou os repórteres ao deixar a audiência e apenas se esquivou ao ser questionado sobre o impacto que a votação pode ter no financiamento da Educação. “Não vi o resultado”, disse o ministro, antes que seus seguranças tentassem impedir a abordagem alegando que ele não responderia perguntas.

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domingo, 2 de junho de 2013 Partidos | 06:00

‘PT não pode demorar para definir nome em SP’, diz presidente da legenda

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O presidente do PT de São Paulo, deputado estadual Edinho Silva, admite que o partido não pode demorar para definir seu candidato ao governo paulista. Não deverá haver surpresas, segundo Edinho, a escolha será mesmo entre três ministros: José Eduardo Cardozo (Justiça), Alexandre Padilha (Saúde) ou Guido Mantega (Fazenda).

O presidente petista afirma que a construção das alianças passará a ser mais bem definida a partir da escolha do nome. O terreno parece árido já que muitos potenciais aliados ou estão comprometidos com Geraldo Alckmin (PSDB), ou decidiram lançar um nome próprio.

Sobre a recente adesão do PRB ao governo Alckmin, o petista reconhece que foi um movimento ruim para a candidatura do PT, mas diz que será difícil para o novo aliado dos tucanos em São Paulo, que é da base do governo federal, criticar um candidato do partido, cujo nome deverá vir da Esplanada dos Ministérios.

Poder Online – O que o senhor achou da adesão do PRB ao governo Alckmin?
Edinho Silva – Se esse quadro se concretizar é ruim. É um partido da base do governo Dilma, e o nosso candidato com certeza será um ministro. Será difícil para o PRB, que tem ministério e é governo, legitimar críticas a uma liderança que faz parte do mesmo governo. Espero que o PRB possa fazer uma reflexão e entender que ele faz parte de um projeto nacional e que esse projeto será defendido no estado de São Paulo com nossa candidatura ao governo paulista.

Muitos potenciais aliados do PT estão comprometidos com a administração Alckmin, casos do PP, PDT, PSB e agora o PRB. Há ainda outros que já definiriam candidatura própria, como PSD e PMDB. O PT vai ficar isolado em São Paulo?
Penso que é muito cedo para fazer esse tipo de análise. Estamos ainda entrando no jogo. Nossa prioridade agora é definir o nome do nosso candidato. É muito difícil definir tática eleitoral, definir política de alianças sem um nome. Esse processo de escolha do nome está próximo. Aí sim teremos condições de sermos mais agressivos na construção da política de alianças. Mas estamos conversando com o PMDB, com o PSD, com o PDT, nos próximos dias vamos conversar com o PC do B. Vamos procurar o PR, o PP. Estamos conversando. Mas só teremos condições de fechar alianças quando definirmos o nome. Tenho conversado muito com o Rui Falcão – pela importância de São Paulo – a construção da tática nacional, a construção da política de alianças nacional terá que envolver São Paulo; aqui define o quadro eleitoral, aqui a eleição nacional pode ser definida, a construção do palanque de São Paulo é prioridade.

Houve uma antecipação eleitoral em âmbito nacional. Em São Paulo, temos pelo menos três possíveis nomes já lançados (Geraldo Alckmin, Paulo Skaf e Gilberto Kassab). Quando o PT vai definir seu nome?
Primeiro precisamos ver se os nomes colocados agora serão os mesmos daqui um ano. Respeitamos todos os partidos, mas é muito cedo para definirmos o quadro de 2014. Hoje temos o Alckmin, o PT vai definir em breve, aí estarão definidos os dois principais polos das eleições em São Paulo. A partir dessas definições teremos o início do desenho do quadro que vai se configurar em meados de 14. O PT não pode demorar, em breve termos nosso nome. Nós não temos a máquina na mão, a nossa vantagem nessa corrida é o tempo e nossa capacidade de organização. Estamos desenvolvendo as caravanas pelo estado, já percorremos 15 regiões; estamos mobilizando o partido, fazendo diagnósticos regionais, vamos regionalizar nosso programa de governo; estamos organizando nossa máquina partidária, vamos fazer dois grandes encontros no estado em agosto, um do interior e outro da região metropolitana de São Paulo. Queremos nesses encontros dar o início à nossa pré- campanha e para isso precisamos ter nosso candidato.

Fala-se em José Eduardo Cardozo, Alexandre Padilha e Guido Mantega, existe um favorito hoje?
São todos quadros de primeira grandeza. Será um deles.

Há uma piada que circula na bancada federal de que o PIB poderia definir o candidato petista. Um PIB bom assegura o nome de Mantega?
O Mantega é um quadro fundamental para o nosso governo, ele é o ministro que está enfrentando a crise internacional. O Brasil, mesmo com todos os discursos pessimistas daqueles que torcem contra, é referência para o mundo de como gerar riqueza e distribuir riqueza. Essa crise internacional não é simples, é pior que a de 29, mesmo assim estamos dando os passos certos, sem arroubos e turbulências, e devemos muito ao nosso ministro da Fazenda, que tem muita credibilidade. O Guido vai cumprir a tarefa que mais ajudar na construção do nosso projeto.

O PT tem tido dificuldades com o eleitor do interior. Como o partido melhora sua performance no interior, onde pautas como Transporte (Metrô e trens) e até a Segurança Pública têm menos impacto que têm na Capital e Região Metropolitana e que parecem ser os pontos mais fracos do atual governo?

Primeiro a pauta não é só essa. E a segurança é um transtorno, sim, no interior. O crime organizado tomou conta do interior, só o governador que não reconhece. A política de expansão do sistema prisional é desastrosa. Hoje temos regiões do interior que foram transformadas com a concentração de presídios. Os problemas com a violência deixaram de ser “privilégio” dos grandes centros urbanos. A política de pedagiamento das estradas paulistas hoje intimida investimentos em muitas regiões, o custo da logística acaba afastando investimentos no interior. Não existe uma política de desenvolvimento regional. Muitas regiões do interior tem esvaziamento demográfico. A falta de perspectiva de futuro levam, principiante os jovens, para as regiões metropolitanas. A educação continua sem projeto, São Paulo não consegue reorganizar a rede pública em torno de um projeto pedagógico qualificado. A expansão do ensino técnico não dialoga com as cadeias produtivas; as universidades tiveram expansão de forma desordenada e sem projeto, o ensino superior não interage com o modelo de desenvolvimento econômico do estado, até porque não existe um modelo de desenvolvimento que combata as desigualdades regionais.

Temos diagnóstico e teremos propostas para o interior, da mesma forma que com o governo Haddad e todas as nossas prefeituras da Grande São Paulo vamos mostrar que é possível ter um modelo de regionalização das políticas públicas que enfrente os graves problemas estruturais da região metropolitana de São Paulo, um modelo que integre as políticas públicas de forma democrática e responda aos problemas de um desenvolvimento urbano desorganizado, em que o estado de São Paulo só assistiu.

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quarta-feira, 24 de abril de 2013 Governo | 08:13

Eduardo Campos vai cobrar governo por financiamentos para Pernambuco

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O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), tem uma conversa marcada com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quarta-feira (25) para cobrar agilidade do governo federal nas assinaturas dos contratos já aprovados de financiamento para o  Estado.

O deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), um dos mais entusiasmados com a candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República, reclamou da burocracia imposta pelo governo em concluir os empréstimos já autorizados pelo Senado e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“Só falta assinar o contrato, mas parece que tudo que é para estados nossos demora mais. Dinheiro de empréstimo não é dinheiro de graça não”, resmungou.

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segunda-feira, 18 de março de 2013 Partidos | 07:00

Cotados do PT para o governo de SP fazem peregrinação à Alesp

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Praticamente todos os nomes citados como possíveis candidatos ao governo de São Paulo pelo PT deram um jeito de encaixar em suas respectivas agendas uma horinha ao lado dos deputados paulistas.

Somente na semana passada, estiveram na Assembleia Legislativa de São Paulo os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Educação, Aloizio Mercadante, tidos como os favoritos para encabeçar a chapa petista no Estado.

Recentemente, apareceu por lá também a ministra da Cultura, Marta Suplicy.

Nesta semana, quem deve passar pela Alesp é o titular da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Só ficou faltando mesmo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, novato na lista de potenciais candidatos ao Palácio dos Bandeirantes a fazer seu giro na Casa.

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terça-feira, 12 de março de 2013 Economia | 12:53

Governo tenta dar novo fôlego à reforma tributária

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Ganha força dentro do governo a ideia de dar um novo impulso às negociações de uma ampla de reforma tributária. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, tem declarado que o governo já está encaminhando as mudanças no sistema de forma fatiada, em setores que considera estratégicos. Mas o Planalto não desistiu de investir numa abordagem mais extensa nos próximos meses.

Fazem parte da ofensiva os encontros que Mantega tem marcados para hoje, com os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e do Senado, Renan Calheiros. A prioridade, por enquanto, é o projeto de unificação do ICMS.

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 Governo | 18:55

Palácio do Planalto dá carta branca a Mantega

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A presidente Dilma Rousseff fez circular o aviso de que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, está autorizado a falar sobre todos os temas relacionados à área econômica, sem reprimendas, sejam eles grandes ou pequenos.

Leia também: Nome de Mantega ganha força para disputar governo de SP

Mantega tem sido cotado dentro do PT como uma alternativa para disputar o governo de São Paulo no ano que vem. O ministro está no páreo com outros colegas de Esplanada,
como Alexandre Padilha (Saúde) e Aloizio Mercadante (Educação).

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Eleições | 10:29

Nome de Mantega ganha força para disputar o governo de SP

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Quem participou nesta semana, em São Paulo, da reunião organizada no Hotel Excelsior pelo grupo que dá as cartas no PT saiu convencido de que o nome do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ocupa uma posição cada vez mais alta na lista de possíveis candidatos da legenda para o governo de São Paulo, em 2014.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega (Foto: Dorivan Marinho/AE)

Por enquanto, ninguém no partido descarta opções como os ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Aloizio Mercadante (Educação). Mas aliados do titular da Fazenda afirmam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem mencionado essa possibilidade nas conversas com dirigentes partidários com uma frequência cada vez maior.

Saiba mais: Para Lula, candidatura em São Paulo será decisiva para 2018

Os entusiastas da candidatura do ministro da Fazenda dizem ver ao menos uma grande vantagem em relação aos demais cotados: seria um prato cheio para atrair o empresariado para a campanha. O último petista a exibir esse atributo, lembram colegas de partido, foi Antonio Palocci. O ex-chefe da Casa Civil, que caiu em 2011 em meio a denúncias de suposto enriquecimento ilícito, por pouco não foi candidato ao governo de São Paulo, em 2010.

A disputa pelo Palácio dos Bandeirantes é estratégica para o PT. Se conseguir derrotar o governador Geraldo Alckmin, o partido de Lula e da presidente Dilma Rousseff conseguirá acumular a Presidência da República, a Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado. Lula também tem dito que a vaga é fundamental para preparar dentro do partido quadros que possam liderar a sucessão de Dilma, em 2018.

O nome de Mantega já circula dentro do partido desde o início do ano. Mas a discussão acabou abafada pela tese de que o PT estaria discutindo internamente a possibilidade de tirar a vice-presidência do PMDB para entregá-la ao PSB de Eduardo Campos. Assim, a cabeça de chapa em São Paulo poderia entrar numa espécie de pacote de compensação para os peemedebistas.

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