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Posts com a Tag Henrique Eduardo Alves

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014 Congresso | 06:00

Desgaste da votação da meta fiscal sobra para Henrique Eduardo Alves

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O deputado Henrique Eduardo Alves (Foto: José Cruz/ABr)

O deputado Henrique Eduardo Alves (Foto: José Cruz/ABr)

A avaliação feita pelo próprio PMDB é de que o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-AL), saiu-se muito mal na articulação para votar o projeto que altera a meta fiscal.

Na visão de colegas de partido, pegou muito mal o esvaziamento da sessão de quarta-feira pelos deputados da base, desgastando  sua relação com o Planalto

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Congresso | 14:10

‘Já temos maioria’, diz Jandira Feghali sobre fim do auto de resistência

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De acordo com a líder do PCdoB na Câmara, Jandira Feghali (RJ), já existe acordo entre a maioria dos partidos para votação do projeto que garante a abertura de investigações sobre todas as mortes cometidas pelos agentes da polícia – inclusive as que ocorrem sob a alegação de “resistência seguida de morte”.

Leia também: PT muda discurso para garantir investigação de mortes por policiais

“PR e PSD já entraram para o ajuste, falta apenas uma conversa com o PTB. O presidente já assumiu de colocar para votação no dia 10 de dezembro”, afirma Jandira. A data foi escolhida em homenagem ao Dia Internacional dos Direitos Humanos e também pela possibilidade de destrancar a pauta de votações até lá.

O acordo foi construído após uma série de reuniões entre os movimentos negro e de defesa dos direitos humanos e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e outros parlamentares, durante a semana da Consciência Negra, no fim de novembro. Até então, PR, PSD eram alguns dos partidos que mais apresentavam resistência à aprovação do projeto.

Assista:

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014 Congresso | 10:30

Corregedoria da Câmara já recebeu cinco denúncias contra Bolsonaro

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Jair Bolsonaro (Foto: Renato Araújo/ABr)

Jair Bolsonaro (Foto: Renato Araújo/ABr)

Desde sua criação, em março de 2013, a Corregedoria da Câmara já recebeu cinco pedidos de representação por quebra de decoro contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Todas foram arquivadas pela Mesa Diretora da Câmara sob o argumento da “imunidade material”, que garante livre expressão aos parlamentares.

Entre os casos mais recentes está o da jornalista Manuela Borges, da Rede TV, a quem Bolsonaro chamou de idiota após ser questionado sobre o golpe militar. “Você é uma analfabeta! Não atrapalhe seus colegas, você está censurada!”, disse na época o deputado, visivelmente exaltado.

Boa parte das denúncias, entretanto, não chega a passar pela Corregedoria. É o caso do pedido de representação encaminhado na última semana pela deputada federal Érika Kokay (PT-DF). O documento foi arquivado pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), antes mesmo de ser analisado pela Corregedoria.

Outro exemplo ocorre quando as representações são encaminhadas pelos partidos diretamente ao Conselho de Ética. Foi o que fez o PSOL, no ano passado, quando afirmou que Bolsonaro teria agredido fisicamente o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) com um soco. Na época, a denúncia foi arquivada pois os conselheiros avaliaram que a agressão não podia ser comprovada pelas imagens apresentadas.

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014 Congresso | 07:30

Presidente da Câmara arquiva representação de Érika Kokay contra Bolsonaro

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo alves (PMDB-RN), decidiu arquivar o pedido de representação apresentado na última semana pela deputada federal Érika Kokay (PT-DF) contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ).

No documento, Érika afirmava que Bolsonaro havia usado um “palavreado grosseiro, hostil e agressivo, com a clara intenção de ofender além do propósito de intimidar”. A petista critica especificamente o uso de expressões como “meu ouvido não é penico” e “devia matar mais”, usadas por Bolsonaro ao ouvir o relato da morte de um jovem goiano por policiais.

De acordo com Alves, os fatos narrados são “expressivos do legítimo embate político-partidário e ideológico” e não constituem falta de decoro parlamentar. Com o arquivamento, o processo não precisará passar pela Corregedoria, nem pelo Conselho de Ética.

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014 Estados | 10:30

‘Ainda estou com muito medo’, diz paraense sobre chacina em Belém

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Duas semanas após a chacina que resultou na morte de pelo menos 11 pessoas no Pará, representantes de movimentos locais foram a Câmara dos Deputados para participar da campanha Novembro Pela Vida, que defende a aprovação do PL4471/2012. A proposta garante a abertura de investigações sobre todas as mortes cometidas pelos agentes da polícia – inclusive as que ocorrem sob a alegação de “resistência seguida de morte”.

Leia também: PSOL defende CPI das milícias após assassinatos em Belém

“Ainda estou com muito medo do que pode acontecer, mas a gente também não pode deixar de fazer essa denúncia”, disse a ativista Nazaré Cruz, moradora do bairro de Terra Firme, em Belém, onde parte das mortes ocorreu. Em Brasília, Nazaré apresentou diversos relatos sobre a morte de vizinhos e conhecidos e afirmou que os números oficiais apresentados com o governo não condizem com a realidade. “A aprovação do PL é muito importante porque a gente entende que é um passo para começar a discutir um processo de segurança pública que não nos mate”, explicou.

Diante da mobilização desta semana, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), agendou uma conversa para a próxima terça-feira, onde pretende reunir ativistas e parlamentares em defesa do projeto de iniciativa do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e líderes partidários contrários à sua aprovação.

Assista:

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014 Congresso | 19:49

No dia da consciência negra, entidades pedem apuração de mortes por policiais

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Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Foto: Divulgação

Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Foto: Divulgação

Representantes do movimento negro e de defesa dos direitos humanos elegeram como pauta prioritária para o Dia da Consciência Negra a aprovação do Projeto de Lei 4471/2014. A proposta garante a abertura de investigações sobre todas as mortes cometidas pelos agentes da polícia – inclusive as que ocorrem sob a alegação de “resistência seguida de morte”.

Leia também: PT muda discurso para garantir investigação de mortes por policiais

As entidades estarão reunidas nesta terça-feira, em uma sessão solene da Câmara dos Deputados, na companhia de embaixadores de países africanos, além de representantes do governo e do Congresso Nacional. Além dos pronunciamentos oficiais, o grupo também pretende se reunir com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para falar sobre o tema.

A alagoana Zezé da Silva é uma das que estará presente na sessão, para pedir a aprovação do PL dos Autos de Resistência. Após ter seu filho assassinado aos 16 anos, ela organizou um abaixo-assinado virtual contra o “fim da impunidade para maus policiais que executam inocentes”, na plataforma Change.org. Ao todo, Zezé obteve mais de 30 mil assinaturas, que serão entregues à presidência da Câmara.

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014 Congresso | 18:30

Protógenes cria grupo no Whatsapp para ajudá-lo no STF

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Grupo criado pelo deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP). (Reprodução Whatsapp)

Grupo criado pelo deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP). (Reprodução Whatsapp)

O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-RJ) criou um grupo de apoiadores no Whatsapp, nesta tarde, com o objetivo de iniciar uma mobilização para reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal que o condenou pelo vazamento de informações da operação Satiagraha, da Polícia Federal.

O objetivo é levar a votação para o plenário do Supremo Tribunal Federal, onde o delegado licenciado da PF acredita ter mais chances de escapar da condenação, determinada pela 2ª Turma do STF, na presença de apenas três ministros: Cármen Lúcia, Celso de Mello e o relator, Teori Zavascki.

Abatido, Protógenes havia decidido renunciar ao mandato de deputado federal na última terça-feira. Após participar de uma reunião de líderes da Câmara dos Deputados, entretanto, o deputado resolveu adiar a decisão.

No mesmo dia, o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, chegou a ligar para o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e afirmou que só publicaria a condenação de Protógenes no Diário Oficial após ouvir a Casa.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014 Eleições | 06:00

PMDB busca uma cadeira para Henrique Eduardo Alves

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O PMDB da Câmara já definiu como uma das prioridades na negociação com o Planalto garantir um lugar ao sol para o atual presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (RN). Derrotado na eleição no Rio Grande do Norte, ele figura na lista de peemedebistas que o governo já sabe que terá de afagar, para evitar o troca em votações estratégicas no Congresso.

Uma das propostas que circulam no partido é acomodar Alves no Ministério da Previdência. O atual titular da vaga, Gabribaldi Alves, segundo peemedebistas, poderia se transformar em alternativa para a eleição para a presidência do Senado.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014 Congresso | 06:00

Governo se prepara para enfrentar ‘magoados’ do PMDB

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Além de se preparar para ter muito trabalho com Eduardo Cunha (RJ) neste segundo mandato, a equipe da presidente Dilma Rousseff já começou a fazer a lista de outros peemedebistas “magoados” que prometem dar canseira nos próximos meses.

Entre os que certamente vão querer dar o “troco” pelo tratamento que receberam do governo, diz um ministro, estão o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Vital do Rêgo (PMDB-PB)

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terça-feira, 14 de outubro de 2014 Congresso | 20:50

Ativistas protestam por reforma política na Câmara

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Centenas de ativistas protestaram, nesta tarde, pela convocação de uma Assembleia Constituinte pela Reforma Política. Na tarde de ontem, o mesmo grupo também levou as exigências à presidente e candidata à reeleição,  Dilma Rousseff.

A manifestação ocorreu após reunião de representantes do movimento com o presidente da Câmara dos Deputados,  Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), onde foi apresentado o resultado do plebiscito popular pela reforma política. Ao todo, mais de 7,5 milhões de pessoas votaram pela convocação da Constituinte.

Assista a um trecho da manifestação:

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