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Posts com a Tag Henrique Eduardo Alves

domingo, 23 de janeiro de 2011 Partidos | 06:14

Henrique Eduardo Alves ganha DNOCS e documento de apoio da bancada para continuar líder do PMDB

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Henrique Eduardo Alves (foto: Wilson Dias/ABr)

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), apresentará no dia 1º de fevereiro à sua bancada, formalmente, uma lista com a assinatura de 70 dos 79 deputados do partido pedindo a sua recondução ao cargo.

Em entrevista ao Poder Online, ele se afirma um “defensor ferrenho” do PMDB e justifica como uma “atitude acertada” ter protestado contra o avanço do PT sobre os cargos do PMDB no segundo escalão. Mas diz que agora acabou a briga com os petistas.

Henrique Eduardo Alves protesta quando afirmam que usou o cargo de líder para emplacar indicações pessoais: “Minha única indicação está resolvida. Foi para a manutenção do Elias Fernandes Neto na presidência do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca). Era um espaço do Rio Grande do Norte e assim permanecerá.”

Poder Online: Mas o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) não queria nomear outro nome?

Henrique Eduardo Alves: Isso foi coisa do governador Cid Gomes (PSB-CE). Ele carregou toda a bancada do seu Estado ao Palácio para avançar nas indicações que cabem a outros partidos e a outros Estados que não o seu. O senador Eunício me disse que ficou sem graça. Não podia desmentir o governador publicamente. Mas o Eunício já tem duas diretorias lá no DNOCS, e espero que mantenha o comando da Funasa. Aliás, eu briguei com o PT por causa da Funasa (Fundação Nacional de Saúde).

Poder Online: Pois é. Como está essa briga?

Henrique Eduardo Alves: Acabou. Veja só: Nos quadros do Ministério da Saúde há 1.262 cargos comissionados. Sabe quantos eram do PMDB? Dois! Agora não temos nenhum. Fora isso, sim, temos a diretoria-geral da Funasa, que eu espero que seja mantida. Mas deixamos lá um técnico, um funcionário com 30 anos de casa indicado pelo deputado Danilo Forte (CE), que, este sim, foi o diretor-geral ligado ao Eunício.

Poder Online: Mas pacificou com o PT como?

Henrique Eduardo Alves: Tive uma conversa muito boa com o ministro Antônio Palocci e ele se encarregou de evitar novos avanços do PT. Ele disse que o PMDB não é um aliado do governo; o PMDB é parte integrante do governo. Somos hoje mais governo do que na época do ex-presidente Lula. Desde essa conversa, a situação está sob controle. Aliás, estou muito feliz com o ministro Palocci. Ele tem sido muito leal e muito competente.

Poder Online: Têm essas reclamações dentro da bancada de que o senhor está fazendo muitas indicações pessoais.

Henrique Eduardo Alves: Não acredito que tenham reclamações desse tipo no partido. Minha única indicação foi o presidente do DNOCS, pelo PMDB do Rio Grande do Norte. Todas as outras indicações foram da bancada.

Poder Online: Mas não foi o senhor que indicou o ministro do Turismo, Pedro Novais?

Henrique Eduardo Alves: Foi a bancada. Apresentamos vários nomes além do Pedro Novais (MA). Como o Leonardo Quintão, por Minas Gerais, o Mendes Ribeiro (RS), o Marcelo Castro (PI) e até a Marinha Raupp (RO). A coisa foi afunilando no Pedro Novais, mas não fui eu que escolhi. Assim como o Rio Grande do Norte ficou com o DNOCS, coube à bancada do PMDB do Rio de Janeiro indicar o presidente de Furnas Centrais Elétricas; Minas Gerais indica o diretor internacional da Petrobras; o Distrito Federal, do Tadeu Filipelli, fez um vice-presidente da Caixa Econômica Federal…

Poder Online: Parece que todos estão contemplados…

Henrique Eduardo Alves: E eu luto por isso de peito aberto. Não se trata de fisiologismo. Os cargos estão lá e são ocupados por gente de carne e osso. Não por fantasmas, nem por extra-terrestres. É assim em todo o mundo. A coligação que vence preenche os cargos com quem vai levar à frente sua proposta política. É claro que levamos em conta parâmetros técnicos de competência, etc. Mas temos que colocar lá gente afinada com nossas ideias. Como líder, minha obrigação é lutar pelo partido, e eu faço isso.

Poder Online: Está valendo à pena?

Henrique Eduardo Alves: Olha, no dia 1º, quando entregar a lista de apoios à minha recondução, vou agradecer muito à bancada. Estarei sendo líder pelo 5º ano consecutivo. Isso é o reconhecimento pela minha luta pelo partido. Sou PMDB há 40 anos. Estou governo hoje. Mas governos passam e o que fica é o meu partido.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 Governo | 06:03

Espírito Santo já aceita dividir royalties do pré-sal

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Renato Casagrande (Foto: AE)

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), se reuniu na última quarta-feira o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP).

Na conversa, como era de se esperar, Casagrande pediu apoio para a aprovação do projeto de lei que divide os royalties do petróleo da camada pré-sal entre todos os estados e municípios brasileiros. 

Mas — com a experiência de ex-senador que viu a dificuldade de obter apoio de parlamentares dos estados não-produtores — Casagrande disse estar disposto a aceitar um acordo.

Pela sua proposta, os royalties do pré-sal serão divididos, sim, entre todos os estados e municípios do país. Os produtores teriam apenas uma porcentagem um pouco maior. Quanto ao petróleo que não faz parte da camada pré-sal, este não sofreria qualquer alteração na distribuição dos royalties.

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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 Governo | 14:51

Líder e senador do PMDB disputam comando do DNOCS

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O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) e o líder do seu partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), disputam a indicação de um peemedebista para comandar o Departamento Nacional de Obras contra a Seca.

O líder — que até agora tem vencido todas as disputas por indicações — quer a permanência do atual presidente do órgão, Elias Fernandes.

Eunício tenta substituí-lo por Cesar Pinheiro. E conta com um apoio de peso: o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), informou ao ministro-chefe da Casa Civil, Antônio Palocci, que “toda a bancada” do Ceará fecha com a indicação de Eunício.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 Governo | 12:04

PMDB faz serão no Planalto

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Michel Temer e Henrique Eduardo Alves (Foto: Celso Junior/AE)

Em sua obsessão pelo trabalho – outro dia chegou a interromper o almoço de um ministro ao convocá-lo à labuta – a presidenta Dilma Rousseff só tem o que se orgulhar de seu principal aliado, o PMDB.

Ontem, já passavam das 21h, quando o líder do partido, Henrique Eduardo Alves (RN), chegou ao Palácio do Planalto para uma conversa com o vice-presidente Michel Temer – que àquela altura do dia já havia tido 14 audiências.

Dilma jamais poderá dizer que o PMDB não tem se empenhado na tarefa de colocar todo mundo no lugar certo para ajudar o governo.

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 Governo | 19:23

No twitter, líder do PMDB defende ex-presidente da Funasa e diz que partido não abre mão do cargo

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O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), soltou agora há pouco uma enxurrada de comentários no twitter descendo a lenha no ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que, segundo ele, não aceitava indicações técnicas para cargos comissionados.

Henrique Alves disse que o PMDB apóia a nomeação do ex-secretário de atenção à Saúde, Alberto Beltrame, e defendeu o ex-presidente da Funasa, Danilo Fortes, das acusações de desvio de R$ 488,5 milhões no período em que comandou o órgão (2007-2010).

— O Ministério da Saúde possui 1262 cargos comissionados. Destes, apenas dois foram indicados pelo PMDB da Câmara (…) Repito! As contas do Dr. Danilo foram aprovadas integralmente, sem ressalvas, tanto pela CGU quanto pelo TCU.

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 Governo | 12:01

Indicado para Embratur já bateu duro no governo

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O PMDB está tentando nomear George Ermakoff para Diretor de Marketing da Embratur. Só falta o aval da presidenta Dilma Rousseff.

Trata-se de uma indicação do líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves, a quem Ermakoff foi apresentado por Anchieta Helcius, um especialista no setor aéreo com grande trânsito em órgãos públicos de Brasília.

Ermakoff   foi o presidente do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), quando a entidade se manifestou contra a venda da Varig à TAP e ao fundo norte-americano Matlin Patterson.

Uma época de artilharia pesada contra o advogado Roberto Teixeira, amigo do presidente Lula, e contra o governo. Resultou na convocação da então ministra-chefe da Casa Cívil, Dilma Rousseff, para depor no Senado.

Mas é como se diz: o mundo dá voltas.

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010 Partidos | 13:01

PMDB vive clima de tensão

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É grande a expectativa no governo sobre como será o comportamento da bancada do PMDB no Congresso.

A presidenta eleita Dilma Rousseff apostou no controle que a cúpula peemedebista  pode exercer sobre os deputados e senadores e anunciou como ministros os indicados pela cúpula.

Mas há um forte burburinho de descontentamento entre os parlamentares.

As bancadas do PMDB de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul ameaçam, inclusive, lançar um candidato a líder na Câmara para destituir o atual, Henrique Eduardo Alves, em fevereiro.

Por outro lado, Henrique Eduardo Alves cobra apoio de Dilma na escolha do segundo escalão a fim de acalmar a bancada. E reclama de que, ao contrário, já há notícias de que o PMDB perderá postos que vinha ocupando no governo Lula.

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010 Governo | 15:58

Líder do PMDB diz que partido não retira indicação de Pedro Novais para ministro do Turismo

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O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves  (RN), foi quem indicou o deputado Pedro Novais (MA) para ministro do Turismo do governo Dilma Rousseff.

Ao Poder Online, ele afirma que o partido não retira a indicação de Novais por ele ter apresentado à Câmara, para ressarcimento de despesas, a nota fiscal de um motel no Maranhão.

Poder Online: Líder, segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o ministro indicado pelo PMDB teria participado de uma festa com 15 casais no motel. Isso não o inviabiliza para o cargo?

Henrique Eduardo Alves:  Ele já divulgou nota de esclarecimento mostrando que isto é mentira. O deputado estava ao lado da mulher no dia que o jornal diz que ele estava lá.

Poder Online: Mas tem a nota fiscal…

Henrique Eduardo Alves: Ele esclareceu que se trata de um erro de sua assessoria. Admitiu o erro.

Poder Online: Mas, de qualquer maneira, o ministro indicado pelo PMDB apresentou uma nota falsa à Câmara.

Henrique Eduardo Alves: Não é nota falsa. É um erro da assessoria. Ele admitiu o erro e já está corrigindo.

Poder Online: Como assim corrigindo?

Henrique Eduardo Alves: Ele está, inclusive, ressarcindo a Câmara pelo erro de sua assessoria. Com isto, o caso está encerrado para o PMDB.

Poder Online: Mas não há o risco de, no Ministério, ele também cometer o mesmo erro?

Henrique Eduardo Alves: Temos que confiar nele. O PMDB confia. O Pedro Novais esteve por 16 anos na Comissão do Orçamento e não há uma só acusação contra ele.

Poder Online: Então o PMDB não retirará a indicação?

Henrique Eduardo Alves:  Não! Para o PMDB, o caso está esclarecido. Já surgiram denúncias contra  indicados por outros partidos – como o Fernando Pimentel (Desenvolvimento Indústria e Comércio), do PT, e o Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), do PSB – e ninguém deixará de ser ministro por causa disso. Por que o PMDB retiraria a indicação? Para nós, o caso está encerrado.

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010 Partidos | 06:01

Descontentes do PMDB ameaçam lançar candidato a líder

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Leonardo Quintão

O deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG) afirmou que a bancada mineira do partido se viu “esquecida” das negociações para a participação da sigla no ministério de Dilma Rousseff. Ele sonhava com a indicação, mas acabou perdendo a vaga para Pedro Novais (MA) indicado para a pasta do Turismo.

Segundo Quintão, há possibilidade de haver disputa agora pela liderança da bancada, hoje nas mãos do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN)

— O Henrique tem condições de se reeleger. Mas pode haver disputa no começo do ano que vem.

Segundo o iG apurou, o deputado eleito e ex-governador mineiro Newton Cardoso estaria colhendo assinaturas para se lançar à vaga de Alves.

Mas um deputado experiente na bancada acha que a ameaça é fogo de palha. Isso porque o grupo mineiro é influenciado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que avalizou o nome de Novais para o Turismo.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010 Governo | 08:02

Noves fora, Sarney ficou com três ministérios

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José Sarney (Foto: AE)

No balanço de ontem à noite, três dos ministros do PMDB que comporão o governo Dilma Rousseff são da área de influência do presidente do Senado, o cacique maranhanse José Sarney, eleito pelo Amapá.

Dois deles do Maranhão: Edison Lobão — indicado por Sarney para Minas e Energia — e Pedro Novais, indicado pelo líder da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN) para Turismo.

O outro, Garibaldi Alves Filho (RN), foi escolhido pelo líder no Senado, Renan Calheiros. Mas é primo de Henrique Eduardo e, como toda a família Alves, do Rio Grande do Norte — cujo patriarca, Aloizio Alves, foi ministro da Administração do governo Sarney — é até hoje ligadíssima ao presidente do Senado.

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