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Posts com a Tag Ivan Valente

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015 Congresso | 18:00

PSOL pede que beneficiados por empreiteiras suspeitas deixem CPI da Petrobras

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O ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL-PA). Foto: Divulgação

O ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL-PA). Foto: Divulgação

O PSOL pedirá, nesta quinta-feira, que os deputados que receberam doações diretas ou indiretas das empreiteiras acusadas pela Operação Lava Jato da Polícia Federal sejam substituídos na CPI da Petrobras.

A argumentação do partido é feita com base no artigo 180 do Regimento da Casa, que diz que os parlamentares não podem votar em causa própria, nem em assuntos de seu interesse. Na opinião do deputado federal e suplente da CPI Edmilson Rodrigues (PSOL-PA), os beneficiados pelas doações não teriam “autoridade moral” para exercer a função.

De acordo com a prestação de contas enviada ao Tribunal Superior Eleitoral pelos candidatos, o presidente da Comissão, Hugo Motta (PMDB-PB), financiou 60% de sua campanha com uma doação de R$ 451 mil da Andrade Gutierrez e da Odebrecht. Já o relator Luiz Sérgio (PT-RJ) recebeu quase R$ 1 milhão das empreiteiras Queiroz Galvão, OAS, Toyo Setal e UTC, totalizando 40% de sua receita.

Assista: ‘Pedido de impeachment é desprezível’, diz Luciana Genro

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Congresso | 18:46

Deputado diz que lobby dos planos de saúde ameaça CPI

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Autor do pedido para instalação de uma CPI sobre os planos de saúde no país, o deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) diz ter sido informado pela Mesa Diretora de que a comissão não poderá ser criada por “falta de foco”.

“O foco são as milhares de denúncias dos usuários”, diz o deputado ao criticar o “lobby dos planos de saúde” na casa. De acordo com Valente, um dos exemplos dessa interferência foi a tentativa do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tentar aprovar uma anistia às dívidas dos planos na relatoria da MP 653, no ano passado.

Assista:

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domingo, 25 de janeiro de 2015 Partidos | 06:00

‘PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar isso’, diz ex-marineiro

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Ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo e idealizador da política dos Pontos de Cultura criada pelo governo Lula, o historiador Célio Turino é um dos principais responsáveis pela articulação em torno da criação do Avante – nome provisório do partido que pretende dar uma resposta à crise de representatividade revelada nas manifestações de junho de 2013.

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em entrevista ao Poder Online, Turino afirma que já teve início uma nova onda de manifestações populares e que é preciso “uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum”, para que as demandas tenham êxito. Este seria o papel do Avante, que hoje reúne lideranças como a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), além de representantes de movimentos como a greve dos garis no Rio de Janeiro e dos protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo.

Leia também: Dissidência da Rede cria partido para tentar catalisar movimentos sociais

De acordo com Turino, os partidos atualmente existentes não conseguiram dar essa resposta. “Avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho”, diz o historiador. “Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.” Leia abaixo a entrevista completa.

No último fim de semana, tiveram início as primeiras discussões formais sobre a criação deste novo partido. Como foi esse primeiro encontro?
A presença nos surpreendeu positivamente, foram cerca de 200 pessoas no auditório do cursinho Henfil, em São Paulo, mais um grande número acompanhando pela internet. No primeiro dia, apresentamos as ideias gerais para a constituição de um partido de novo tipo no Brasil, com características de Partido-Movimento, como os que têm surgido na Europa, em oposição às políticas recessivas, como Podemos na Espanha ou Syriza na Grécia. Estiveram presentes vários amigos espanhóis, que participaram dos Acampamentos nas Praças, 15 M e formação dos novos partidos e movimentos espanhóis, como Partido X, Ganyem Barcelona e Podemos. Também foi muito festejada a presença ativa da Luiza Erundina. No segundo dia tratamos de nossa organização, além de estudarmos mais a fundo as novas experiências de fazer político, seja na América Latina e na Europa.

Vocês já pretendem dar início ao processo de formalização da sigla? Existe algum prazo?
Trabalhamos sem preocupação com calendário eleitoral. Porém, a adesão espontânea tem sido muito grande em todo país, o que pode agilizar a nossa constituição formal. Já estamos na fase final de redação do manifesto, que se chamará Carta Cidadanista, bem como do nome definitivo e estatuto.

Que movimentos têm participado da construção desse processo?
Inúmeros, sobretudo coletivos e movimentos surgidos a partir das jornadas de junho de 2013. De lideranças da greve autônoma dos Garis, no Rio de Janeiro, a ativistas contra o Estado de Exceção, resultante da repressão judiciária e policial.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, em que estados vocês já têm articulações?
No nosso último levantamento eram 18 estados, ao todo. Mas a cada dia surgem novas propostas de participação. Já são centenas de pessoas envolvidas neste projeto, com grande inserção em diversos coletivos e movimentos.

O que representa o lema de “Avante”, escolhido por vocês? Avante em direção a que e a quem? O nome é, de fato, provisório?
Sim, é um nome provisório e já estamos em consulta final para definição do nome. Avante foi escolhido como referência às lutas anarquistas e socialistas do passado, da música Bandiera Rossa, que canta “avanti poppolo, Bandiera Rossa…” (do italiano, “avante, povo, bandeira vermelha”). Ao mesmo tempo, um passo avante para o futuro, rompendo com o atual quadro partidário, em que os partidos, ao invés de servirem à sociedade, se servem dela.

A deputada Luiza Erundina tem dito que o Avante surge em um momento muito oportuno, para dar resposta a um “esgotamento do atual sistema”. Como um partido político operando dentro da institucionalidade poderia fazer um contraponto a esse sistema?
Exatamente, há um esgotamento do atual sistema político-partidário e isto irá provocar crises de governabilidade cada vez mais intensas, com reflexos negativos na vida de toda a sociedade. Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.

Saiba mais: ‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

Recentemente, o deputado Ivan Valente afirmou que haveria espaço no PSOL para nomes como o senhor e a deputada Luiza Erundina, que hoje estão construindo o Avante (leia mais). Por que não se somar a eles? No contexto brasileiro, o que diferencia a proposta do Avante da proposta do PSOL?
O respeito é recíproco e acreditamos que estaremos juntos com o PSOL em diversas ações comuns. Porém, avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho.

Boa parte das ideias apresentadas pelo Avante são semelhantes ao que motivou o surgimento da Rede Sustentabilidade. No entanto, como o senhor mesmo tem dito, Rede perdeu a possibilidade de dar uma resposta àquele sentimento de insatisfação popular que nós observamos nas manifestações de 2013, ao se render à política tradicional e à polarização entre o PT e o PSDB. Qual é a proposta do Avante para escapar disso?
Exatamente, a Rede, lamentavelmente, revelou uma distância entre o que se diz e o que se faz. Isso a distanciou da construção de uma nova política, principalmente quando houve a adesão à candidatura de Aécio (Neves, PSDB-MG). Mas, independente disto, a construção do Avante é bastante diferente da construção inicial da Rede. Primeiro pela composição, em que a maioria das pessoas nem vêm da Rede e sim de movimentos sociais autônomos, além de dissidentes de partidos como PSOL, Piratas, PT, PCdoB e PSB. Segundo, pelas raízes programáticas, baseadas nos princípios do Bem Viver – Tekó Porã, em guarani, que é um conceito ameríndio que busca a harmonia entre humanos e a terra -, Bem Comum, Ecossocialismo e Cidadanismo.

A proposta das coalizões suprapartidárias, a exemplo do modelo espanhol, em que o partido indica candidaturas para serem apoiadas em cada local, independente de alianças maiores, não seria uma forma de se render a essa política tradicional também?
Estamos trabalhando nesta perspectiva para 2016, buscando contribuir para a constituição de alianças cidadanistas nos municípios, como o que aconteceu em Medellin, na Colômbia, a partir de 2002 e revolucionou a cidade. Fez com que Medellin, antes conhecida como cidade do cartel das drogas, se transformasse na cidade mais inovadora do mundo, dez anos depois, segundo reconhecimento da ONU. Em nosso seminário, tratamos de analisar estas experiências, tanto que um de nossos convidados, Javier Toret, é um dos principais articuladores da coalizão GanyemBarcelona.

O senhor diria que o Avante é uma tentativa de resposta às manifestações de 2013?
Sim. Muito provavelmente haverá uma nova onda de manifestações populares, conforme já estamos assistindo em grandes cidades, como São Paulo. As medidas recessivas e antipopulares adotadas pelo governo Dilma, como corte em direitos trabalhistas, sobretudo no seguro desemprego e pensões de viúvas e órfãos, bem como o corte no orçamento da educação, na ordem de R$ 7 bilhões, e demais investimentos públicos, enquanto, ao mesmo tempo, eleva impostos e tarifas, irão intensificar este ambiente de insatisfação, ainda mais porque todo este esforço acontece apenas para pagar mais juros aos especuladores e bancos, e mais nada. Para que a nova onda de manifestações tenha êxito, será necessária uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum. Daí a necessidade urgente de uma nova forma de partido político, evitando a dispersão programática que houve com as jornadas de junho de 2013.

Existem articulações para a fundação de diversos partidos, no próximo ano. A própria Rede Sustentabilidade, além do Partido Novo, Partido Pirata, Partido do Combate ao Desemprego e novas versões do Partido Liberal e do Arena são alguns exemplos. Sem contar com partidos recentemente registrados, como PEN, PROS, Solidariedade e PSD. Como o senhor enxerga esses processos? O que explica essa multiplicidade de partidos. Neste contexto, como responder à crítica de que o Avante seria apenas uma sigla a mais?
Esta busca por novos partidos só indica o esgotamento do atual sistema partidário e do próprio sistema político. Ao mesmo tempo em que há muitos partidos, falta um partido mais moldado à semelhança do povo brasileiro. O que temos hoje é muito mais uma casta política e econômica que cada vez mais tem se apropriado do bem público e é contra esta casta que pretendemos lutar. Independentemente de siglas que, no fundo, se revelam muito parecidas entre si, conforme se comprova com o programa econômico da Dilma, que é absolutamente igual ao do Aécio ou mesmo da Marina, talvez até mais agravado na intensidade, por ausência de oposição. Há que fazer política em outras bases e assim faremos.

Leia também: ‘Um partido de oposição não é muito bem-vindo’, diz fundador do Partido Novo

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 Estados | 19:30

‘Alckmin mentiu para a população’, diz Ivan Valente

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O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O primeiro anúncio público do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) de que o estado de São Paulo enfrenta racionamento de água era tudo o que a oposição queria para aumentar as críticas aos tucanos.

O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (SP), tem sido um dos mais enfáticos e criou até mesmo uma hashtag para as redes sociais, com o slogan “São Pedro é Inocente”.

“Alckmin mentiu para a população e essa crise pode virar uma questão de calamidade pública. Em março, os reservatórios podem secar. Tão pedindo para que economizem água, mas isso é insuficiente. Faltou planejamento estratégico, uma política florestal que enfrentasse o agronegócio… agora não adianta culpar São Pedro”, diz o deputado federal.

Leia também: Alckmin prepara agenda positiva contra repercussão do racionamento

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015 Congresso | 19:00

Chico Alencar deve assumir liderança do PSOL

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Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). (fofo: divulgação)

Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). (fofo: divulgação)

Após dois anos à frente da liderança do PSOL na Câmara, o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) tem dito que pretende passar o bastão na próxima legislatura.

O mais cotado para assumir o posto é o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ), atualmente vice-líder da bancada.

A partir de fevereiro, o PSOL passará a contar com cinco deputados federais. Além de Valente e Alencar, farão parte do grupo Jean Wyllys (PSOL-RJ), Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) e Cabo Daciolo (PSOL-RJ).

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014 Congresso | 15:00

PSOL reforça campanha contra Eduardo Cunha

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A possibilidade de o peemedebista Eduardo Cunha (RJ) vencer a disputa pela presidência da Câmara ainda no primeiro turno tem feito o PSOL reavaliar a estratégia de lançar uma candidatura própria para demarcar posição.

Para ajudar a levar a eleição ao segundo turno, o partido estuda apoiar algum dos adversários de Cunha – Arlindo Chinaglia (PT-SP) ou Júlio Delgado (PSB-MG) – com quem tem conversado nas últimas semanas.

Na última legislatura, com apenas três deputados, a sigla lançou por duas vezes o nome de Chico Alencar (PSOL-RJ) como candidato próprio, obtendo 16 e 11 votos em 2011 e 2013, respectivamente. Em 2015, o partido terá cinco deputados.

Leia também: ‘PSOL tá cobiçado’, diz Ivan Valente sobre disputa na Câmara

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014 Congresso | 15:00

‘PSOL tá cobiçado’, diz Ivan Valente sobre disputa na Câmara

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O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

Nos últimos dias, o líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (PSOL-SP), diz ter sido procurado pelos três candidatos na disputa pela presidência da Câmara.  “O PSOL tá cobiçado”, brincou o ex-presidente do partido, enquanto tinha sua atenção disputada para conversas por Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Julio Delgado (PSB-MG).

“Só teremos cinco deputados federais, mas agora o pessoal parece que faz questão do nosso apoio. Até o Eduardo Cunha procurou a gente pra conversar”, disse Valente, surpreso com a atitude do peemedebista.

Leia também: Na véspera do recesso, candidatos à presidência da Camara disputam gatos pingados

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segunda-feira, 28 de abril de 2014 Congresso | 08:00

PSOL lança campanha virtual por veto de Dilma à anistia dos planos de saúde

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A bancada do PSOL no Congresso Nacional lançou uma campanha virtual direcionada à presidente Dilma Rousseff. O objetivo é garantir o veto às mudanças no texto da Medida Provisória 627 – já sinalizado pelo Planalto.

Leia também: Ministério Público pede que Senado altere medida provisória sobre planos de saúde

“Não aceitamos a anistia de R$ 2 bilhões aos planos de saúde”, afirma a campanha puxada pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e os deputados Ivan Valente (PSOL-SP), Chico Alencar (PSOL-RJ) e Jean Wyllys (PSOL-RJ). Nesta terça-feira, o grupo organizará um twitaço – mobilização no Twitter – com a hashtag “Veta Dilma”.

Articuladas pelo deputado federal e relator da MP, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), as mais de 500 emendas ao texto beneficiam não só os planos de saúde mas também uma série de outros grupos empresariais. Em vez de tentar resgatar o caráter original da proposta ainda no Senado, porém, o próprio Ministério da Saúde preferiu costurar o veto presidencial.

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quarta-feira, 9 de abril de 2014 Eleições | 09:00

PSOL se diz ‘otimista’ quanto a apoio da Rede a Vladimir Safatle

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O PSOL diz estar “otimista” quanto à possibilidade de amarrar um acordo com a Rede, da ex-senadora Marina Silva, por um apoio informal à candidatura do filósofo Vladimir Safatle ao governo de São Paulo.

 

Leia também: Rede cogita apoio a Vladimir Safatle para o governo de São Paulo

Como revelou o Poder Online, Safatle reuniu-se no último sábado com integrantes da Rede no estado para discutir o assunto.  O apoio ao filósofo seria uma maneira de contemplar o grupo de Marina em São Paulo, que resiste a uma aliança com o governador Geraldo Alckmin, desejada pelo PSB paulista.

“Houve esta conversa no fim de semana e estamos bastante otimistas. Sabemos que seria um apoio informal, sem tempo de televisão. Mas a nossa visão é de que essa ala da Rede é mais progressista, tem uma grande afinidade conosco do ponto de vista programático”, disse o presidente nacional do PSOL, Ivan Valente.

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terça-feira, 25 de março de 2014 Congresso | 15:00

Parlamentares entregam assinaturas em defesa do Marco Civil

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Petição com ex-ministro Gilberto Gil já alcançou mais de 345 mil assinaturas (foto: reprodução)

Petição com ex-ministro Gilberto Gil já alcançou mais de 345 mil assinaturas (foto: reprodução)

Parlamentares e movimentos sociais fizeram há pouco uma entrega simbólica de mais de 343 mil assinaturas em defesa da aprovação do Marco Civil da Internet. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) foi convidado a receber as assinaturas, mas não confirmou presença.

A expectativa é que o projeto do Marco Civil seja votado hoje, pela Câmara dos Deputados.

O ato tem o apoio das bancadas do PT, PCdoB e PSOL.

Participaram da entrega das assinaturas no Salão Verde da Câmara o relator do projeto, Alessandro Molon (PT-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Luciana Santos (PCdoB-PE), Chico Alencar (Psol-RJ) e Ivan Valente (Psol-SP).

Pela manhã, a hashtag #EuQueroMarcoCivil chegou ao terceiro lugar dos trending topics do Twitter, na internet.

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