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Posts com a Tag Jaques Wagner

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015 Política | 15:25

André Moura diz que Wagner está com a verdade

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"O que Wagner disse é o que está dito", diz moura sobre briga de Cunha com Dilma

“O que Wagner falou é o que está dito”, diz moura sobre briga de Cunha com Dilma.

Alçado ao centro da briga entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a presidente Dilma Rousseff, o líder do PSC, deputado André Moura (SE), disse à coluna que a versão apresentada pelo ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, sobre as negociações do governo, é a verdadeira.

“O que o ministro Wagner falou é o que está dito”, disse o deputado, que é um dos principais aliados de Cunha na Câmara.

Mais cedo, ao atacar Dilma, Cunha disse que ela mentiu ao dizer que não faria barganha sobre o caso dele no Conselho de Ética. Segundo Cunha, Moura foi levado por Wagner para uma conversa com Dilma, na qual ela teria pedido a aprovação da CPMF, caso o PT votasse a favor de Cunha no Conselho de Ética.

A reação do Planalto veio em seguida em coletiva do ministro Jaques Wagner: “O deputado André Moura não esteve com a Dilma. Esteve comigo”, afirmou o ministro.

“Eu sempre discuti com ele, como emissário do presidente da Câmara. Discuti pauta econômica: a DRU, a CPMF, repatriação. Sempre discuti com ele uma pauta que chamo de Pauta Brasil”, disse Wagner.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015 Governo | 13:30

Jaques Wagner é vovô

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Jaques Wagner e  Fátima Mendonça (Foto: Manu Dias)

Jaques Wagner e Fátima Mendonça (Foto: Manu Dias)

O novo ministro da Defesa, Jaques Wagner, ganhou uma neta. Acaba de nascer a filha de Eduardo Mendonça, cuja mãe é a ex-primeira-dama baiana Fátima Mendonça e que o ministro tem como filho.

O nome da bebê é Eva.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 Governo | 06:00

Mesmo longe do Planalto, Wagner segue como conselheiro de Dilma

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Embora tenha ficado fora do Palácio do Planalto, o novo ministro da Defesa, Jaques Wagner, segue atuando como conselheiro da presidente Dilma Rousseff.

Wagner vem sendo consultado por Dilma sobre as principais decisões do governo, como a montagem do segundo escalão. Dilma tem ouvido as opiniões do ministro, por exemplo, na montagem do segundo escalão.

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015 Governo | 09:00

Jaques Wagner perdeu 6 kgs em temporada no spa

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Jaques Wagner e a primeira-dama, Fátima Mendonça (Foto: Manu Dias)

Jaques Wagner e a primeira-dama, Fátima Mendonça (Foto: Manu Dias)

O governador da Bahia e novo ministro da Defesa, Jaques Wagner, diz que perdeu 6 quilos em apenas uma semana.

A receita foi a temporada que passou recentemente com a mulher, Fátima, em um spa.

 

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015 Governo | 13:30

Jaques Wagner vai se mudar para Brasília sem a família

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Jaques Wagner e a primeira-dama, Fátima Mendonça (Foto: Manu Dias)

Jaques Wagner e a primeira-dama, Fátima Mendonça (Foto: Manu Dias)

O novo ministro da Defesa, Jaques Wagner, vai se mudar para Brasília sem a família, que preferiu permanecer na Bahia.

Ele pretende alugar um flat num primeiro momento, mas pode optar mais adiante pelo uso de um imóvel funcional.

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014 Governo | 12:00

Jaques Wagner chegará com energias renovadas à Esplanada

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Jaques Wagner e a primeira-dama, Fátima Mendonça (Foto: Manu Dias)

Jaques Wagner e a primeira-dama, Fátima Mendonça (Foto: Manu Dias)

O governador da Bahia, Jaques Wagner, vai chegar à Esplanada com as energias renovadas.

Os comentários que ele e sua mulher Fátima fizeram aos mais próximos é que adoraram a temporada que acabaram de passar num spa no Rio Grande do Sul.

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014 Governo | 15:00

Governo dá sinais de que manterá Berzoini na articulação

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Ricardo Berzoini

Ricardo Berzoini

A presidente Dilma Rousseff não bateu o martelo, mas sinalizou ao núcleo do governo encarregado de comandar a reforma ministerial que caminha para manter Ricardo Berzoini (PT-SP) na Secretaria de Relações Institucionais.

O titular da articulação é cotado também para assumir o Ministério das Comunicações, mas a posição que ocupará na Esplanada depende do destino de outro colega de partido.

Dilma cogitou alocar o governador da Bahia, Jaques Wagner, na SRI. Mas o próprio sinalizou que não morre de amores pela tarefa. Há ainda no governo o entendimento de que seria demandar do governador que dê um “passo para trás”, já que ele ocupou o mesmo cargo durante o governo do ex-presidente Lula.

Além disso, o governo entende que a articulação melhorou desde que Berzoini assumiu. Também vê como um dos pontos favoráveis o fato de ele dialogar bem com ninguém menos do que o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ).

Dilma ainda não conversou com Berzoini, embora o recado seja esse. Como o xadrez da Esplanada ainda depende de muita negociação, ainda há possibilidade de uma mudança.  

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014 Governo | 11:00

Mesmo que fique fora do Planalto, Jaques Wagner estará entre conselheiros de Dilma

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Jaques Wagner

Jaques Wagner

O governo ainda não decidiu onde vai colocar o governador da Bahia, Jaques Wagner. Já se falou em Relações Institucionais e na presidência da Petrobras, mas as conversas caminham para manter os atuais titulares nesses dois postos – Ricardo Berzoini e Graça Foster.

Nos últimos dias, avançou a tese do Ministério das Comunicações. Também circulou a ideia de colocá-lo na Educação, caso entre água nas negociações para ter Cid Gomes na pasta.

De qualquer forma, é certo que, mesmo se ficar fora do Palácio do Planalto, Wagner terá espaço garantido no núcleo decisório do governo. Dilma deixou claro que quer assim.

*Colaborou Luciana Lima, iG Brasília

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014 Governo | 15:41

Ida de Armando Monteiro para o Desenvolvimento reduz opções para Jaques Wagner

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Jaques Wagner

Jaques Wagner

Com a escolha do senador Armando Monteiro para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, encolhe a lista de possíveis destinos do governador da Bahia, Jaques Wagner, no novo governo da presidente Dilma Rousseff. O MDIC era tido como a principal alternativa para o petista nos últimos dias.

A indicação de Wagner para a Esplanada é tida como altamente estratégica para o PT. O governador da Bahia é hoje um dos principais nomes do partido para disputar a Presidência da República em 2018, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fique fora da corrida.  Wagner é ainda um dos homens de confiança da presidente e tende a ganhar importância no novo governo.

A decisão de Dilma para o MDIC pode significar alocar Wagner no comando da Petrobras, outra opção analisada nas últimas semanas no Palácio do Planalto. Há, entretanto, uma linha de discussão no governo segundo a qual o melhor seria mesmo aproveitar Wagner no primeiro time da presidente, em um ministério político. Relações Institucionais figura entre as alternativas, mas a pasta pode acabar ficando com o atual titular Ricardo Berzoini.

Blog do Kennedy: Armando Monteiro será o novo ministro do Desenvolvimento

 

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014 Governo | 12:56

Jaques Wagner é opção para Petrobras, mas aposta para 2018 joga contra

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O agravamento da crise na Petrobras reacendeu no governo a sugestão de alocar o governador da Bahia, Jaques Wagner, no comando da estatal. A ideia surgiu já faz algum tempo, como resultado da combinação entre denúncias de corrupção na empresa e a preocupação do governo em definir o xadrez na Esplanada para o novo mandato da presidente Dilma Rousseff.

Saiba mais: Jaques Wagner é queridinho do PT para 2018

Jaques Wagner

Jaques Wagner

Wagner é homem da absoluta confiança da presidente. Tem também o endosso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de quem foi ministro. E saiu fortalecido pelo resultado das urnas na Bahia, onde contrariou todas as previsões e elegeu seu sucessor. Ele é peça tida como certa no primeiro time do governo a partir de 2015, mas falta definir em que posição. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, Lula e Wagner tiveram uma conversa na segunda-feira, no Instituto Lula.

Até então, várias opções já tinham sido colocadas na mesa. Wagner chegou a ser cotado para substituir Ricardo Berzoini nas Relações Institucionais, mas a ideia perdeu fôlego nas últimas semanas. Outra tese que roda no partido é de que ele poderia comandar, por exemplo, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A vantagem de ter o governador da Bahia no comando da estatal, dizem fontes palacianas, seria levar um nome político forte para o posto, com capacidade de lidar com a crise que se formou dentro e fora da empresa. Se ele conseguir conduzir de maneira eficiente a tarefa, sai da estatal fortalecido.

Mas, acrescenta um interlocutor, isso significa colocar em uma posição delicada uma das principais apostas do PT para disputar a Presidência em 2018. Isso considerando que a legenda já não tem tantas opções, para o caso de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficar fora do páreo.

Além disso, dizem colegas de partido, Wagner tem sinalizado que prefere outra alternativa. O MDIC, por exemplo, agrada. Ali, ele teria a tarefa de melhorar a relação do governo com o empresariado.

Leia também: Dilma pode manter Berzoini na artiulação e alocar Wagner no Desenvolvimento

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