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Posts com a Tag João Vaccari Neto

sábado, 13 de junho de 2015 Brasil, Partidos, Política | 15:40

Por consenso, PT faz defesa de Vaccari, preso na Lava Jato

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O PT aprovou por consenso a defesa de seu ex-tesoureiro João Vaccari Neto, preso, desde o mês de abril, devido a suspeita de envolvimento na Operação Lava Jato, que investiga o esquema de propina instaurado na Petrobras.

Ao final do 5º Congresso do partido, o presidente da legenda, Rui Falcão, disse que sua prisão faz parte da tentativa de criminalizar o partido. “O Vaccari não é culpado. Ele nunca levou dinheiro do partido e está sendo preso injustamente. Há uma tentativa de crimilizar o partido e sua prisão faz parte disso. O que ele fez foi exatamente a sua função que é a de coletar recursos para o partido, via transação bancária, declaradas a Justiça Eleitoral”, defendeu.

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sexta-feira, 17 de abril de 2015 Partidos | 07:00

Para o PT, André Vargas preocupa mais que Vaccari

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João Vaccari Neto (Foto: Câmara dos Deputados)

João Vaccari Neto (Foto: Câmara dos Deputados)

Embora a prisão de João Vaccari tenha acendido a luz vermelha no PT, integrantes do partido dizem ver mais motivos para preocupação em relação ao ex-deputado André Vargas.

Caso os dois venham a se beneficiar de uma delação premiada na Operação Lava Jato, Vargas tem muito mais “ressentimento” a descarregar no partido, já que foi pressionado a se desfiliar quando as acusações chegaram até ele.

Colegas de partido de Vaccari também dizem que o ex-tesoureiro é um “soldado do partido”. E em momento algum foi abandonado pelo PT. Ou seja, tende a ser mais “fiel aos companheiros”.

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quarta-feira, 15 de abril de 2015 Partidos | 15:45

Com fama de ‘arrecadador eficiente’, Vaccari enfrenta denúncias desde que assumiu

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Preso nesta quarta-feira em mais uma etapa da Operação Lava Jato, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é alvo de denúncias desde que assumiu as contas partidárias. Quando foi indicado para o cargo, o secretário de Finanças estava na mira do Ministério Público de São Paulo, por conta do caso Bancoop.

A Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) estampou as manchetes assim que Vaccari foi indicado para a tesouraria petista, no início de 2010, por conta da suspeita de que o dinheiro pago por cooperados para a construção de imóveis tivesse sido desviada para caixa do partido. O tesoureiro, que comandou a cooperativa entre 2004 e 2010, dizia que a investigação não passava de uma “ação eleitoreira” e atribuía os problemas a falhas de planejamento.

Leia também: Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

João Vaccari, na CPI da Petrobras (Foto: Agência Câmara)

Vaccari também chegou a ter seu nome mencionado em investigações do escândalo dos “aloprados”, em 2006, quando petistas foram presos tentando comprar um dossiê contra candidatos tucanos. Ele entrou no caso por ter conversado por telefone com Hamilton Lacerda, então coordenador de Comunicação da campanha do hoje ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) e um dos envolvidos na tentativa de compra do dossiê. O tesoureiro, entretanto, não foi denunciado.

Vaccari sempre foi defendido por colegas de partido mais próximos, em especial aqueles pertencentes ao seu grupo dentro do PT, a corrente Construindo um Novo Brasil – a mesma de Lula e de nomes como José Dirceu e Antonio Palocci. O argumento repetido à exaustão pelos petistas era o de que não havia provas concretas do envolvimento do tesoureiro de nenhuma das acusações. O próprio Lula saiu abertamente em defesa de Vaccari, já durante as investigações da Operação Lava Jato.

Mais do que isso, Vaccari sempre recebeu elogios dos colegas mais próximos. De perfil discreto, ele raramente fala com a imprensa e abandonou a prática que havia sido implantada pelo antecessor Paulo Ferreira, de comentar com frequência as finanças partidárias e a arrecadação da legenda. Mas quem é próximo do tesoureiro o descreve como um “arrecadador eficiente”, que soube reforçar de maneira significativa o caixa petista desde que assumiu a função.

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Partidos | 12:54

Surpreso com prisão, PT teme virar alvo se abandonar Vaccari

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A prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, na véspera da maratona de reuniões em que o partido decidirá seu rumo diante da crise, jogou nas alturas a pressão pelo afastamento do secretário. O comando partidário já defende há muito tempo que Vaccari se licencie do cargo – mesmo que temporariamente -, a pretexto de se defender das denúncias. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já reforçou o coro internamente. Fizeram o mesmo vários ministros que integram o círculo próximo da presidente Dilma Rousseff.

Leia mais: Denúncia reforça pedidos por afastamento de Vaccari da tesouraria do PT

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Mas o próprio Vaccari resistiu. Dizia seguir a orientação de seus advogados, para os quais o afastamento soaria como uma confissão de culpa e dificultaria as chances de o tesoureiro se isentar das acusações no decorrer do processo.

Embora parte da legenda defenda uma ação mais drástica, dirigentes reconhecem também que há forte preocupação com os efeitos que essa pressão poderia ter. Entendem que isso poderia soar como confissão de envolvimento do próprio partido nos desvios. Afinal, o PT argumenta desde o início que todas as doações de empresas envolvidas na Lava Jato eram legais.

Alguns dizem temer ainda que Vaccari dispare contra a própria legenda caso se sinta “abandonado” sem que haja prova concreta de que participava do esquema. Nas palavras de um dirigente petista, seria transformá-lo em “homem-granada”.

O problema é que o PT não imaginava que Vaccari pudesse ser preso neste momento. O partido saiu do depoimento do tesoureiro na CPI da Petrobras com a avaliação de que ele conseguiu responder corretamente às perguntas, o que esfriaria a crise, ao menos por um tempo. Petistas escalados para ajudá-lo comemoravam, por exemplo, o resultado da estratégia de cruzar lista de doações eleitorais de empresas da Lava Jato com os nomes de integrantes da CPI que fazem parte da oposição. E esperavam que ele ficasse longe dos holofotes por algum tempo.

Embora o diretório nacional do PT tenha reunião marcada somente para sexta-feira, o destino de Vaccari começa a ser decidido na reunião de emergência convocada hoje pela direção partidária em São Paulo. Muitos dos integrantes da direção já estavam na capital paulista para o encontro do fim da semana, que seria antecedido de reuniões preparatórias da executiva nacional e das correntes que integram a sigla.

 

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quinta-feira, 9 de abril de 2015 Congresso | 11:55

Deputados solicitam a guarda de “ratos da CPI da Petrobras”

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Os deputados Laudivio Alvarenga (PMDB-MG) e Ricardo Izar (PSD-SP) solicitaram à Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados a guarda dos cinco ratos soltos por um manifestante durante a sessão em que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, falou à CPI da Petrobras.

Na verdade, foram dois hamsters, dois ratinhos cinzas e um esquilo-da-mongólia. Os cinco animais estão em poder da Polícia Legislativa e são mantidos dentro de uma caixa, até que o relatório do ocorrido seja concluído.

Izar afirmou que pretende levar os animais ao veterinário, mas que eles não deverão ser soltos de volta a natureza. Ele deverá ficar com os animais.

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Congresso | 07:00

‘Os parlamentares não serão inibidos’, diz Lúcio Vieira Lima sobre depoimento de Vaccari

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O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) disse considerar inútil qualquer tentativa do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, de constranger deputados que integram a CPI da Petrobras com dados sobre doações de campanha feitas por empresas envolvidas em desvios na Petrobras.

Segundo o peemedebista, Vaccari prestará depoimento nesta quinta-feira à CPI por ser suspeito de receber dinheiro de um esquema de corrupção e não por receber doações de empresas para campanhas eleitorais. Caso Vaccari siga adiante com o plano, segundo Vieira Lima, será apenas uma tentativa de “chantagem”.

Assista:

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segunda-feira, 6 de abril de 2015 Congresso | 07:00

PT tentará devolver ataques para a oposição na CPI da Petrobras

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Os levantamentos que estão sendo produzidos pelo PT para embasar o depoimento do tesoureiro João Vaccari Neto na CPI da Petrobras devem tentar virar os ataques na direção da oposição. Vaccari deve se apoiar em informações sobre doações de campanha feitas pelas empresas investigadas por corrupção na Petrobras para apontar o dedo.

Os dados parciais levantados pelo partido indicam que os três maiores partidos receberam doações em níveis semelhantes: ou seja, PT, PMDB e PSDB estariam em posição semelhante na lista dos partidos que mais receberam recursos vindos das empresas investigadas.

O partido ainda não concluiu o cruzamento das doações com as listas de doações de todos os 513 deputados. Mas o levantamento parcial também coloca o DEM no alto da lista.

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quinta-feira, 2 de abril de 2015 Congresso | 07:00

Na CPI, Vaccari tentará constranger deputados com dados sobre doações

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

O PT já montou um plano de defesa para o tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, que terá de prestar depoimento à CPI da Petrobras. O partido mobilizou dirigentes e equipes técnicas na Câmara para levantar informações que permitam ao tesoureiro rebater os deputados que o questionarem na comissão.

Estão sendo realizados vários levantamentos. Um deles faz um mapeamento detalhado das doações feitas por empresas citadas na Operação Lava Jato a todos os partidos políticos. Outro faz o cruzamento das doações com os deputados federais e um terceiro analisa especificamente quem na CPI recebeu dinheiro das empresas citadas no esquema em campanhas eleitorais.

Com os dados em mãos, Vaccari vai tentar constranger os deputados que apontarem as doações feitas ao PT como propina paga em troca de contratos com a Petrobras, base da argumentação das investigações da Lava Jato.

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quarta-feira, 25 de março de 2015 Partidos | 14:44

Lava Jato tirou o fôlego de João Vaccari

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João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

Quem conhece bem o tesoureiro do PT, João Vaccari, diz não ter dúvidas de que ele vai permanecer no cargo por um bom tempo, mesmo sendo réu na Operação Lava Jato.

Mas uma preocupação cerca o secretário petista: até seus mais árduos defensores admitem que tudo isso tem dificultado e muito uma tarefa básica da função: arrecadar.

Se depender do bolso do PT, dificultou mesmo. O diretório nacional está em contenção total de gastos.

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terça-feira, 17 de março de 2015 Partidos | 07:00

Denúncia reforça pedidos por afastamento de Vaccari da tesoureira do PT

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A notícia de que João Vaccari Neto teve seu nome incluído entre os primeiros denunciados da Operação Lava Jato elevou ainda mais as pressões para que ele se afaste da Secretaria de Finanças do PT. Ontem, vários dirigentes defendiam nos bastidores que o presidente nacional da legenda, Rui Falcão, se sentasse com o tesoureiro para negociar sua saída da direção partidária.

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

João Vaccari (Foto: Agência Brasil)

O argumento apresentado por esses petistas é que o partido e o governo precisam parar de “sangrar”e que Vaccari deveria, portanto, se afastar espontaneamente do cargo, para se defender das acusações de envolvimento no esquema desmantelado pela Operação Lava Jato. Ontem, petistas que há pouco tempo defendiam que o partido apoiasse Vaccari descreviam a situação do tesoureiro como “insustentável”.

A expectativa, diz um dirigente, é que Falcão se pronuncie sobre o assunto ainda neste início de semana. O tema também pode aparecer na próxima reunião da executiva petista. O encontro estava marcado originalmente para o fim do mês, mas dirigentes já esperam desde a semana passada que ele seja antecipado. A ideia era que a reunião ocorresse ainda nesta semana, mas até agora o partido não marcou uma data.

Se Vaccari se afastar, o desafio do PT será encontrar um substituto. Em tese, o nome teria que sair da lista de 84 integrantes do diretório nacional petista. Pela lógica interna do partido, também deverá sair da Corrente Construindo um Novo Brasil, ala majoritária da legenda, à qual pertence Vaccari.

Nos corredores, pelo menos dois nomes são citados com frequência como alternativas: o ex-deputado Paulo Ferreira e o deputado estadual paulista Edinho Silva. O primeiro é membro do diretório e já conhece bem a cadeira de Vaccari, cargo que ocupou no auge do escândalo do mensalão. O segundo não é membro do diretório, mas comandou as finanças de Dilma na eleição e possui boa relação com empresários. Nos bastidores, entretanto, os dois sinalizam que não teriam interesse na vaga.

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