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Posts com a Tag José Guimarães

quarta-feira, 21 de outubro de 2015 Brasil, Congresso, Partidos, Política | 12:39

Em resposta ao “Natal sem Dilma”, líder do governo lança “Natal com CPMF”

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José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

Em resposta ao slogan “Natal sem Dilma”, adotado pelos movimentos pró-impeachment, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE) rebateu com outra frase, considerada infeliz por setores do PT: “Natal com CPMF, DRU e Orçamento”, disse Guimarães, referindo-se à criação e aumento de  impostos propostos pelo governo.

Membros do PT avaliam que Guimarães perdeu a oportunidade e que a resposta obvia aos movimentos que pedem a saída de Dilma seria, no mínimo “Natal sem Golpe”.

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terça-feira, 30 de junho de 2015 Congresso | 19:02

Líder do governo faz cálculos e estima 217 votos contra redução da maioridade

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O líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), está fazendo contas sem parar para saber se será possível impedir a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 171/93, que estabelece a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, homicídio doloso, lesão corporal grave e lesão corporal seguida de morte.

Ao lado do deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), que é contrário à redução da maioridade, Guimarães rabisca um papel em que faz uma espécie de projeção de votos em cada uma das bancadas. Segundo os cálculos do líder, 217 deputados votarão contra a redução da maioridade penal.

Noves fora, se as contas de Guimarães estiverem corretas, a PEC 171/93 será derrotada. O quórum da sessão ainda não está próximo do máximo, de 513 deputados. Se realmente 217 votarem contra o texto, a PEC em tese poderia receber somente 296 votos. Para ser aprovada na Câmara, uma PEC precisa de no mínimo 308 votos.

Ainda assim, o líder continuou sua consulta entre os colegas e ao encontrar  Silvio Costa (PSC-PE), perguntou ao vice-líder do governo o que ele achava.

Costa disse que tudo depende do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “O problema é o Cunha esperar o quórum melhorar. Com esse quórum, dá para ganhar, mas se ele ficar segurando até ter 500 deputados, aí acho que não dá”, opinou Costa.

A lista de Guimarães tem votos em todos os partidos, inclusive na oposição, como no DEM e no PSDB.

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quarta-feira, 6 de maio de 2015 Congresso | 11:00

‘Depois discutiremos com o PDT’, diz líder do governo sobre voto contrário no ajuste

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A decisão do PDT em fechar questão para votar contra a Medida Provisória 665/14 gerou desconforto com o governo.

O líder da bancada, André Figueiredo (PDT-CE), lavou roupa suja no Plenário da Câmara e, dirigindo-se ao líder do governo na Casa, José Guimarães (PT-CE), afirmou que seu partido não foi convidado a discutir as medidas do ajuste e que o ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT), sequer foi convidado a discutir.

Em meio a problemas com o PMDB para a votação desta quarta-feira, o governo evita polemizar, mas nos bastidores não é descartada algum tipo de retaliação ao aliado.

Guimarães adotou discurso ameno. “Nada vai interditar esse nosso bom humor”, disse o líder. “Depois discutiremos com o PDT”, acrescentou ele.

Assista:

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Partidos | 09:00

‘É uma estratégia minha’, diz José Guimarães sobre reaproximação entre PT e PMDB

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José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (PT-CE). (Foto: Agência Câmara)

Embora tenha partido de uma reunião da tendência majoritária do PT, a Construindo um Novo Brasil, o desenho de uma nova estratégia de reaproximação entre o governo federal e o PMDB, tem gente reivindicando para si a paternidade das medidas.

Leia mais: Lula entra em campo para ajudar Dilma com PMDB

“Isso não é estratégia da CNB. É uma estratégia minha, como líder do governo”, diz o deputado federal José Guimarães (PT-CE). “Nós estamos costurando e desenvolvendo a tese da concertação política no Congresso”, completa o cearense.

A estratégia, diz Guimarães, passa por uma recomposição da base governo, com o fortalecimento do colégio de líderes e uma reaproximação entre o Congresso Nacional e os ministros da presidente Dilma Rousseff. “A palavra de ordem”, defende, “agora é diálogo e construção da governabilidade”.

 

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015 Governo | 16:00

Governo tenta driblar desgaste em ida de ministros ao Congresso

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José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

A liderança do governo na Câmara tem procurado os ministros e seus assessores, na tentativa de montar uma agenda positiva para ser levada ao Congresso Nacional.

Sem conseguir barrar o convite aos 39 ministros, a ideia agora é tentar driblar o desgaste buscado pela oposição e alguns rebeldes da base aliada.

Assim, os ministros têm sido instruídos a vender o melhor possível o peixe de cada área e aproveitar, ainda, para buscar uma aproximação com os parlamentares.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015 Congresso | 20:25

‘Não se leva mais desaforo para casa’, diz novo líder do governo na Câmara

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O novo líder do governo na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE), exortou seus aliados a defender a gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) com mais vigor.

“A partir de hoje, não se leva mais desaforo para casa”, cobrou Guimarães, que foi à tribuna depois que o líder da minoria, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), usou seu tempo para reproduzir um trecho de uma fala da presidente durante a campanha. O trecho usado pelo tucano mostrava Dilma prometendo que não haveria aumento nos valores das contas de luz.

Em resposta, Guimarães lembrou de promessas feitas pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), durante a campanha de 2014 de que não haveria racionamento de água no estado.

A fala de Guimarães dialoga perfeitamente com o clima da reunião da bancada do PT realizado nesta quarta-feira. Na ocasião, petistas defenderam uma postura mais pró-ativa em defesa do governo Dilma. A estratégia é uma forma de se contrapor ao vigor com que a oposição tem se organizado para criticar a gestão petista desde o fim da eleição no ano passado.

Assista:

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Congresso | 06:00

Com novo líder, Dilma age para conter críticas do próprio PT ao governo

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Ao indicar o deputado José Nobre Guimarães (PT-CE) como novo líder do governo na Câmara, a presidente Dilma Rousseff não só tenta minimizar o os atritos com o novo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como age para acalmar a resistência dentro de seu próprio partido ao governo. Muito antes de confirmada a eleição de Cunha, o governo já trabalhava com o nome de Guimarães como chave para manter sob controle a irritação da bancada petista, intensificada nos últimos meses pela montagem do novo ministério.

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

Guimarães é irmão de José Genoino e teve, em 2005, um assessor preso no aeroporto com dólares na cueca. Ele é hoje um dos principais expoentes do grupo Construindo um Novo Brasil (CNB) na Câmara. Cresceu em poder e capacidade de articulação justamente no vácuo deixado pela prisão de seu irmão e de outro líder petista no Congresso e réu no mensalão, o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP).

Logo depois da posse de Dilma, na virada do ano, Guimarães foi chamado ao gabinete do chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Ouviu do ministro que a indicação para a liderança do governo estava praticamente certa, já que o Planalto antevia a necessidade de acalmar a ala majoritária do PT, mais especificamente a CNB. O grupo foi removido de cargos que considerava estratégicos na reforma ministerial, como a Secretaria de Relações Institucionais e a Secretaria-Geral da Presidência.

O grupo ameaçava subir o tom contra o governo justamente no fim desta semana. É quando está prevista a próxima reunião do diretório nacional do partido, em Minas Gerais. Por dar as cartas no partido, a CNB tem poder para evitar a aprovação de resoluções mais duras no partido da presidente.  E a expectativa, na reunião, é que grupos mais à esquerda da legenda proponham justamente que sejam feitas críticas públicas às primeiras medidas do ajuste fiscal anunciado pelo governo.

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 Congresso | 12:00

‘Cada qual com sua rejeição’, diz petista sobre eleição para a Câmara

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José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

Atuando como um dos coordenadores da campanha de Arlindo Chinaglia (PT-SP) à presidência da Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE) relativiza a rejeição que o PT vem sofrendo na esteira do processo eleitoral.

Alguns deputados têm identificado que o sentimento anti-PT contaminou também o Congresso. É nessa premissa que reside a base do argumento usado por alguns aliados de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), principal adversário de Chinaglia e favorito à disputa, ao falar contra a hegemonia do PT na Casa.

“Não existe isso. Rejeição todo partido tem. Há sentimento anti-PSDB, anti-PMDB. Cada qual com a sua rejeição”, pondera Guimarães, que diz que seu correligionário tem buscado dialogar inclusive com a oposição na busca por apoio.

Leia também: Em material de campanha, Chinaglia promete ‘valorizar o parlamentar’

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015 Congresso | 10:30

“Fazer reforma sem mexer com o financiamento é brincadeira”, diz petista

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José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

José Guimarães (Foto: Agência Câmara)

Cotado para assumir a liderança de governo a partir da próxima legislatura na Câmara dos Deputados, José Guimarães (PT-CE) atira contra o texto da reforma política que foi formatado em 2013, no âmbito do grupo de trabalho constituído na Casa naquele ano.

O grupo foi uma resposta às manifestações de junho de 2013 e contavam com participação de todos os partidos ou blocos partidários e foi coordenado pelo petista Cândido Vaccarezza (PT-SP).

“O PT colocará isso (reforma política) como o centro político de nossa estratégia (em 2015)”, promete Guimarães, que critica o texto formatado pelo correligionário no que diz respeito ao financiamento das campanhas eleitorais. “Não vamos aceitar isso (o texto do grupo de trabalho). Fazer reforma sem mexer com o financiamento é brincadeira”, afirma o deputado.

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terça-feira, 4 de novembro de 2014 Congresso | 06:00

André Vargas bate à porta do PT, mas não consegue ser recebido

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Deputado federal André Vargas, atualmente sem partido. (Foto: Agência Brasil)

Deputado federal André Vargas, atualmente sem partido. (Foto: Agência Brasil)

André Vargas (sem partido-PR) apareceu ontem na sede nacional do PT. O deputado, convidado a se retirar da legenda quando seu nome apareceu nas investigações da Operação Lava-Jato da Polícia Federal, até tentou ser recebido. Mas ficou a ver navios.

Sem adiantar o assunto, ele contou que queria conversar com os colegas José Guimarães (SP) e Vicentinho (SP). Mas os dois avisaram que não ia dar. “Eu expliquei a ele que não tinha como falar naquela hora. Mas não sei qual era o assunto”, despistou Guimarães.

*Colaborou Luciana Lima, iG Brasília

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