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Posts com a Tag José Serra

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015 Congresso | 13:56

Acusado de comentário machista, Serra divide andar com secretaria de mulheres do DEM

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José Serra (Foto: Alan Sampaio, iG Brasília)

José Serra (Foto: Alan Sampaio, iG Brasília)

Como ironia e política parecem caminhar juntas, isso não deixa de ser verdade nem quando os bastidores do poder presenciam suas desavenças.

Acusado de fazer um comentário machista pela ministra Kátia Abreu (PMDB-TO), que resultou numa reação da titular da Agricultura, José Serra (PSDB-SP) poderá ter contornar constrangimentos para manter a política da boa vizinhança.

É que como seu gabinete está em reforma e só deve ficar pronto em março do ano que vem, Serra foi acomodado num gabinete provisório no 26º andar do anexo 1 do Senado.

Ao lado do gabinete de Serra fica o escritório da Mulher Democrata, braço feminista do DEM.

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quinta-feira, 2 de julho de 2015 Brasil, Congresso, Partidos, Política | 00:18

Molon pede que Serra “meta o bico” em questão da maioridade penal

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Serra na Câmara é recebido por petistas, contrários a redução da maioridade penal (Luciana Lima)

Serra na Câmara é recebido por petistas, contrários a redução da maioridade penal (Luciana Lima)

Ao receber o tucano José  Serra no plenário da Câmara, o petista Alessandro Molon o felicitou: “Que bom que o senhor está aqui para nos ajudar!”, disse o petista, referindo-se à votação da redução da maioridade penal.

Serra respondeu:  “Não vim aqui meter o bico”.

O petista insistiu: “O senhor, que é tucano, tem mais é que meter o bico. Se não for assim, quem vai meter?”

Após a vista de Serra à Câmara, os petistas passaram a discursar em apoio ao projeto de mudança do Estatuto da Cranca e do Adolescente (ECA), de autoria de Serra, que aumenta o tempo de internacão de menores que cometeram crimes hediondos.

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Partidos | 09:00

Desgaste do PT põe Alckmin, Aécio e Serra no páreo para 2018

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Com o desgaste sofrido pela presidente Dilma Rousseff e o PT, agora acentuado pela prisão do tesoureiro João Vaccari Neto, o PSDB vê a chance de reciclar um de seus três últimos candidatos ao Planalto. Em tese, o que se diz no partido é que não há mais jogo de cartas marcadas. Hoje, Geraldo Alckmin, Aécio Neves e José Serra estão todos no páreo para a corrida presidencial, cada um com um estilo e estratégia próprios.

Leia também: PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

Aécio, segundo interlocutores, trabalha para se transformar numa espécie de voz dos movimentos de rua contrários ao governo do PT. Aceitou encampar o discurso do impeachment da presidente Dilma Rousseff, fala abertamente sobre o apoio às manifestações e aproveita o cargo de presidente do partido para se manter em evidência. Tem como principal ponto negativo o fato de ter perdido em casa na última eleição presidencial. Aécio foi derrotado em Minas Gerais, tanto como candidato à Presidência quanto como patrocinador da candidatura de Pimenta da Veiga na corrida estadual.

Como São Paulo assegurou um bom desempenho para o senador mineiro no placar geral, o coro no PSDB de São Paulo é pela escolha de um nome paulista para a vaga. Alckmin, por enquanto, tem optado por uma abordagem “não política”, dizem os colegas de partido. Mantém-se mais concentrado em amenizar problemas da administração estadual que possam virar uma fatura a ser paga lá na frente, como a crise hídrica. E tem optado por evitar ataques diretos à presidente Dilma e ao PT.

Serra, por sua vez, seria a alternativa mais “política” das três, diz um aliado. Há quem aposte que ele teria mais chances, por exemplo, de atrair o PMDB para uma aliança eleitoral, tanto pelo fato de ter origem na legenda, quanto pela boa relação que mantém com alguns caciques da sigla. O senador paulista investe pesado no discurso econômico e, por isso, poderia levar a melhor no contraponto direto ao governo Dilma, avalia o interlocutor.

Parte da disputa que começa a tomar forma entre os três tucanos passa pela eleição municipal do ano que vem. Principalmente no que se refere a Alckmin e Serra.

No PSDB paulista, a tese é que uma eventual candidatura de Aloysio Nunes Ferreira fortalece o nome do senador, de quem é aliado fiel. O efeito seria ainda mais forte no caso de uma vitória do tucano sobre o petista Fernando Haddad. Já Alckmin se beneficiaria de um bom desempenho de Marta Suplicy na corrida. Isso porque a petista prestes a ingressar no PSB será lançada com aval do governador paulista, que poderia, assim, amarrar um apoio do PSB para uma eventual candidatura presidencial.

No PSDB, alckmistas, serristas e aecistas concordam que qualquer diagnóstico, neste momento, é impreciso em função da distância da corrida presidencial. Ainda assim, é consenso também que a tendência é um acirramento progressivo da disputa já nos próximos meses. Que tende a aumentar principalmente se a crise de Dilma e do PT se agravar.

Saiba mais: Por 2016, PSDB trabalha para unir Serra e Alckmin

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segunda-feira, 13 de abril de 2015 Eleições | 09:00

PT também já fala em embate Lula x Serra

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Não são só os aliados do tucano José Serra que voltaram a falar na possibilidade de uma candidatura do senador à Presidência em 2018.

Uma ala do PT também já diz trabalhar com o possível cenário de uma disputa entre Lula e Serra.

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Partidos | 07:00

PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

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José Serra: 'Paz e amor' (foto: divulgação)

José Serra: ‘Paz e amor’ (foto: divulgação)

O fortalecimento do PMDB e a expectativa de que o partido será ainda mais determinante na corrida eleitoral de 2018 animaram a ala serrista do PSDB. Aliados do senador José Serra (PSDB-SP) passaram a resgatar internamente as esperanças de que ele possa se cacifar como candidato para a disputa presidencial, uma possibilidade que eles próprios davam como praticamente enterrada poucos meses atrás.

A avaliação que hoje é feita no grupo de Serra é que, se o PMDB optar mais adiante por se alinhar à oposição em um projeto contra o PT, o senador teria “mais identidade” com o partido do que outros potenciais candidatos do PSDB, como Geraldo Alckmin. Serra, diz um tucano próximo ao senador, não só é mais “político” que Alckmin, como tem a seu favor o fato de ter origem no PMDB.

Aécio Neves, dizem os serristas, preocupa menos. Eles avaliam que o senador mineiro não só amargou o desempenho ruim em Minas Gerais, em 2014, como vem tendo dificuldade em se firmar como “a cara” do sentimento anti-PT. E, como o desgaste do governo federal se mostra mais forte em São Paulo, o ideal, argumentam, seria optar por um paulista para a corrida ao Planalto.

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quinta-feira, 2 de abril de 2015 Eleições | 12:02

Por 2016, PSDB trabalha para unir Serra e Alckmin

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José Serra e Geraldo Alckmin

José Serra e Geraldo Alckmin

Na esperança de aproveitar o desgaste do PT em São Paulo, o PSDB está fazendo de tudo para afastar o risco de a tradicional briga interna entre serristas e alckmistas dominar os preparativos da eleição municipal.

Há cerca de um mês, o partido decidiu iniciar formalmente as conversas sobre a corrida. A direção partidária teve o cuidado de só entrar oficialmente no assunto com todos sentados à mesa: o governador Geraldo Alckmin, os senadores José Serra e Aloysio Nunes Ferreira, o vice-presidente do partido Alberto Goldman e o presidente do diretório estadual Duarte Nogueira.

Para começar as discussões, o grupo achou melhor não tratar especificamente da capital paulista. As primeiras conversas trataram das 50 maiores cidades do Estado de São Paulo.

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segunda-feira, 9 de março de 2015 Eleições | 09:00

Desgaste de Dilma eleva pressão por renovação no PSDB de São Paulo

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O desgaste vivido pela presidente Dilma Rousseff no maior colégio eleitoral do país, ilustrado ontem pelos panelaços que ocorreram durante o pronunciamento que ela fez à nação, tem ajudado a alimentar no PSDB as pressões por uma renovação nas candidaturas majoritárias. O PSDB paulistano avalia que, se tivesse aberto espaço para novos nomes nas últimas eleições, teria grandes chances de recuperar a prefeitura paulistana na próxima eleição.

Setores do partido em São Paulo prometem defender junto ao comando nacional do partido que insista na apresentação de um novo nome para a corrida de 2016. Parte dessa pressão vem da avaliação de que o senador José Serra (PSDB-SP), embora diga abertamente que não tem interesse na vaga, possa vir a se apresentar internamente para a corrida.

A ideia de novidade não necessariamente significa apresentar um nome jovem para a disputa. Um dos principais cotados é o senador Aloysio Nunes Ferreira, um dos homens de confiança de Serra e que caiu nas graças do senador Aécio Neves (PSDB-MG) durante a corrida presidencial. Fala-se ainda nos nomes de Andrea Matarazzo e Bruno Covas, embora alguns tucanos avaliem que falta a ambos força interna para emplacar uma candidatura.

A ala tucana que defende a renovação fala em antecipar a apresentação do nome para este ano, para que haja tempo suficiente de construir sua imagem junto ao eleitorado.

Leia também: PSDB ainda vê interesse de Serra na Prefeitura de São Paulo

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sexta-feira, 6 de março de 2015 Estados | 10:00

PSDB ainda vê interesse de Serra na prefeitura em 2016

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O PSDB de São Paulo diz desconfiar e muito das declarações do senador José Serra (PSDB-SP) de que não quer nem ouvir falar em disputar a prefeitura paulistana em 2016. Líderes da legenda investem na tese de que o tucano prefere mil vezes disputar um cargo executivo a se concentrar no mandato de senador. E pode sim reivindicar a candidatura.

José Serra: 'Paz e amor' (foto: divulgação)

José Serra: ‘Paz e amor’ (foto: divulgação)

Serra repete à exaustão que a prefeitura paulistana, para ele, é uma etapa cumprida e nega qualquer interesse em concorrer. Alguns aliados dizem que, no máximo, ele pode vir a cogitar a disputa ao governo paulista. Mas que seu foco continua sendo o de disputar a Presidência mais uma vez, uma indicação que disputaria com o governador Geraldo Alckmin e o candidato derrotado ao Planalto Aécio Neves (MG).

Como bem sabe o PSDB, Serra é famoso por só se colocar na disputa aos 45 do segundo tempo. Eleição após eleição, ele aguarda até dias antes do prazo final de candidatura para se apresentar. Até lá, a articulação é sempre feita de maneira silenciosa.

Uma parcela significativa do PSDB investe hoje no discurso da renovação. Diz que o PSDB seguirá encolhendo se insistir em lançar sucessivamente os mesmos nomes para as disputas de cargos no Executivo. E aponta que o partido perde a oportunidade de construir novos nomes diante do desgaste demonstrado pelo PT.

Dentro desse cenário, a tese é que Serra pode vir a trabalhar por um nome como o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). Este último vem sendo mantido longe do holofote eleitoral, mas tucanos argumentam que a jogada é evitar que ele se desgaste antes da hora. Outro tucano interessado na vaga e também próximo de Serra é Andrea Matarazzo.

Alckmin, entretanto, tem demonstrado que fará o possível para manter o controle do processo eleitoral de 2016. Ao menos por enquanto, a expectativa é de que o vereador Mario Covas Neto, seu aliado, assuma o comando do diretório municipal. Alckmin trabalha, em seu círculo próximo, nomes como o secretário Saulo de Castro Abreu. Alguns nomes, embora tidos como mais frágeis, seguem na lista de apostas, como o deputado Bruno Covas.

 

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015 Congresso | 12:00

PSDB avança na escolha do líder na Câmara, mas emperra no Senado

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O deputado Carlos Sampaio (Foto: Divulgação)

O deputado Carlos Sampaio (Foto: Divulgação)

Se depender do andamento das conversas para a escolha de novos líderes, Carlos Sampaio está bem posicionado para levar a melhor na Câmara, segundo alguns colegas. Na lista de alternativas, aparece ainda com certa dose de apoio Marcus Pestana (MG).

No Senado, entretanto, nada andou muito por enquanto. Mas quem circula na bancada vê como óbvias as alternativas José Serra (PSDB-SP) e Tasso Jereissati (CE).

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015 Congresso | 13:30

PSDB pode adiar troca do líder no Senado

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Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Aloysio Nunes (foto: Agência Senado)

Setores da bancada do PSDB no Senado já falam na possibilidade de adiar por alguns meses a substituição do líder Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Os defensores da espera entendem que Aloysio está segurando bem as pontas por lá e que valeria aguardar que as novas estrelas da bancada tomem pé da situação na virada da legislatura.

Entre os nomes tidos como opções óbvias para a vaga, estão José Serra (PSDB-SP) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), embora líderes tucanos jurem que ninguém conversou com eles até o momento.

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