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Posts com a Tag juros

quarta-feira, 2 de maio de 2012 Governo | 06:11

Dilma tenta usar a economia para se sobrepor à CPI do Cachoeira

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Apesar do  feriadão do Dia do Trabalho, a expectativa em Brasília não é de Congresso parado esta semana.

O plenário pode até não encher, mas os presidentes da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), acham que dá para tentar votar algumas medidas provisórias que estão obstruindo a pauta.

A presidenta Dilma Rousseff convocou reunião com os líderes governistas e o ministro da Fazenda, Guido Mantega , para hoje mesmo.

Quer colocar a pauta econômica no centro das discussões, disputando espaço e mídia com o imbroglio da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira.

Os temas prioritários para o Palácio são a continuidade da queda de juros e a votação das novas regras de cobrança do ICMS sobre vendas na internet, assim como o fim da chamada guerra dos portos.

Os coordenadores políticos do Planalto avaliam que, se conseguirem colocar esses assuntos na ordem do dia, a CPI do Cachoeira correrá sem atingir a popularidade do governo.

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segunda-feira, 9 de abril de 2012 Economia | 07:56

Depois de bater de frente com sua base política, Dilma agora encara os bancos privados

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A Caixa Econômica Federal vai anunciar hoje um corte radical nas taxas de juros cobradas de seus clientes.

A CEF deverá ser mais agressiva ainda do que o Banco do Brasil, que  anunciou na semana passada, entre outras reduções nas taxas de juros, uma queda para 3% ao mês no rotativo do cartão de crédito e no cheque especial.

É grande a expectativa no Palácio do Planalto com o resultado desse movimento nos bancos públicos.

Aposta é que isso forçará os bancos privados a, enfim, diminuírem seus spreads (o lucro sobre os juros cobrados na praça), considerados muito acima do nível explicável.

A ordem da presidenta Dilma Rousseff à sua equipe econômica é de resistir a pressões dos bancos privados.

Se eles não baixarem os spreads, virão mais medidas por aí.

Depois de brigar com sua própria base política e ver a popularidade subir, Dilma acredita que chegou a hora de encarar o sistema financeiro.

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segunda-feira, 5 de março de 2012 Economia | 13:48

Dilma Rousseff repreende publicamente Marco Aurélio Garcia

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Ontem o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência , Marco Aurélio Garcia, declarou, em Hannover, na Alemanha, onde acompanha o encontro da presidenta Dilma Rousseff com a chanceler Angela Merkel, que a taxa básica de juros (Selic) no Brasil vai cair na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 6 e 7:

— Vamos ter mais uma reunião do Copom, na qual vamos ter uma queda, moderada, mas vamos ter uma queda. Esse caminho já está definido, e com sucesso, porque não estamos tendo inflação.

Hoje de manhã, em Hannover mesmo, a presidenta deu seu recado — curto e grosso — para Marco Aurélio:

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012 Economia | 12:02

Queda de juros une mercado e centrais sindicais

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Os membros do Copom (Comitê de Política Monetária) estarão reunidos hoje e amanhã para decidir sobre o novo índice da taxa básica de juros, a Taxa Selic, atualmente em 11% ao ano.

As centrais sindicais – Força Sindical, CUT, CTB, CGTB, NCST e UGT –  farão ato amanhã, às 10h, em frente à sede paulista do Banco Central, reivindicando a queda dos juros.

O mercado financeiro acredita que as centrais serão atendidas

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segunda-feira, 18 de abril de 2011 Economia | 16:02

Manifestação contra juros vai lembrar de José Alencar

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José Alencar (Foto: Agência Brasil)

Na quarta-feira, enquanto o Copom estiver decidindo a nova taxa básica de juros do país, centrais sindicais (CGTB, Força Sindical, CUT, CTB, Nova Central e UGT) farão, às 11h, uma manifestação na frente da sede do Banco Central, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Claro, vão gritar contra o provável aumento da Selic. Os manifestantes vão lembrar muito das palavras do vice-presidente José Alencar, morto mês passado.

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Economia | 06:01

Dornelles: cortes do Orçamento impedirão aumento da taxa básica de juros do BC

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Ex-ministro da Fazenda e ex-secretário da Receita Federal, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) deu uma verdadeira aula ontem, na tribuna do Senado, explicando por que não haverá necessidade de se aumentar a taxa básica de juros do Banco Central — a chamada taxa Selic — nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária.

Dornelles explicou que a taxa Selic é apenas um dos possíveis responsáveis pelo aumento das taxas de juros ao consumidor. E que há outras formas de se aumentar essas taxas ou de enxugar o crédito da economia, sem necessidade de se mexer na Selic.

Explicou também um dos principais malefícios do aumento da Selic: ela incide sobre a dívida pública. Nos últimos 12 meses, segundo Dornelles, a despesa com juros da dívida pública alcançou R$ 171 bilhões, ou seja, 5,44% do PIB. Qualquer elevação da Selic eleva o gasto do governo com o serviço dessa dívida, derrubando superavits e investimentos públicos.

Só o fato de, no último ano, o governo ter aumentado o recolhimento do compulsório dos bancos tirou da economia um volume de recursos superior ao que se vinha enxugando antes da crise de 2009 via aumento da Selic.

Agora, segundo Dornelles, o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União retirará do mercado ainda mais, o que tornará desnecessário mexer na Selic.

Vale acompanhar a discussão sobre este assunto. Ela será decisiva para o governo Dilma Rousseff.

Veja alguns trechos do discurso do senador-economista:

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Governo | 15:55

Ala do “sobre juros só falo eu” ganha força no BC

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A economista Zeina Latif, cotada para assumir a diretoria de Estudos Especiais do Banco Central, é a favor da mordaça para todas as autoridades – inclusive parlamentares, ministro da fazenda e presidente da República – quando o assunto é juros.

Em suas entrevistas, Zeina sempre destaca que só quem pode falar sobre juros no país é a autoridade monetária – mesmo que nenhuma linha da Constituição Federal garanta a independência do BC.

Será que, no BC, se Dilma Rousseff, Guido Mantega ou José Sarney falarem sobre juros, a economista continuará defendendo publicamente a mesma posição?

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010 Economia | 06:02

Crescimento econômico amplia o teto de aumento real de salários em 2011

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Agência bancária em SP durante greve dos bancários no início do mês (Foto: Nilton Fukuda/AE)

A temporada de negociações coletivas do segundo semestre tem se destacado pela quantidade de acordos que garantem aumentos reais aos trabalhadores. O nível salarial, inclusive, freou a rotatividade no mercado de trabalho brasileiro, como o Poder Online destacou em maio.

Até agora, esses reajustes acima da inflação paravam nos três pontos percentuais. Nos últimos acordos, porém, esse teto – estabelecido pela livre negociação – já foi rompido.

Segundo o economista Wilson Aparecido Costa de Amorim, em estudo publicado pela Fipe, muitos acordos em 2011 terão como paradigma percentuais mais elevados:

– O roteiro das próximas negociações poderá envolver assim maior poder de barganha aos sindicatos e provável aumento no número de greves – escreveu Amorim, que chama a atenção para a subida do número de demissões a pedido dos trabalhadores nos dados do Ministério do Trabalho.

Em seu artigo de ontem no jornal O Estado de S. Paulo, o economista José Roberto Mendonça de Barros também alerta ao analisar a inflação e a postura do Banco de Central de manter a taxa Selic em 10,75% ao ano:

– Tudo o que depende de mão de obra subiu firme – escreveu ele. E informa que a MB Associados elevou a previsão de inflação para 2010: 5,4% para o IPCA e 10,6% para o IGP-M.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010 Governo | 15:17

Se Mantega e Meirelles brigam, Palocci ganha força

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Para a cúpula do PT, a guerra entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, será balizada pela campanha eleitoral.

 Como se sabe, Mantega reclamou com o presidente Lula que o BC exagerou na dosagem dos juros e, por conta disso, o país estancou seu crescimento em maio. Ao fim do ano, o Brasil deverá crescer menos que os 7,2% que vinham sendo previstos.

 Mas Lula já viveu esse tipo de discussão entre os dois antes e não pretende meter a mão na cumbuca. A não ser que venha a atrapalhar a campanha de Dilma Rousseff à Presidência.

 Daí os petistas acreditarem que a campanha é que balizará a discussão. E quem, no comando da campanha da Dilma, dará a palavra final?

  O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci é o nome em quem Lula confia para saber se o BC errou a mão ou não.

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terça-feira, 13 de julho de 2010 Economia | 13:49

Previsões da Fazenda não batem com as do BC

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reclamou muito hoje do Banco Central com o presidente Lula.  Mantega informou ao presidente que o país crescerá abaixo dos 7% inicialmente previstos pelo mercado.

Tudo porque Henrique Meirreles tem exagerado na dosagem dos juros. Para Mantega, o Brasil fechará o ano com uma inflação menor do que o BC previra, não havendo motivos para insistir em novas elevações da Taxa Selic.

Enfim, a guerra Mantega-Meirelles promete continuar até os últimos dias do governo Lula

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