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Posts com a Tag Kassab

quinta-feira, 22 de novembro de 2012 Brasil, Congresso, Governo | 15:30

PSD quer Ministério dos Transportes

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O deputado Julio Cesar (PSD-CE) foi de rara sinceridade ao explicar que o partido já faz parte da base aliada e que a única coisa que falta acertar com o Palácio do Planalto é a presença do partido na Esplanada.

“Nós já estamos lá”, disse o deputado, para, em seguida, em mais um surto de pragmatismo, explicar porque não aceitar ministérios pequenos, como o que tratará das microempresas.

“Se nós nascemos grandes porque vamos ficar micro?”, perguntou.

A pasta mais viável para o tamanho do PSD, segundo ele, é a do Transporte, desde que seja entregue de porteira fechada – ou seja, com a possibilidade de o partido nomear ocupantes de segundo e terceiro escalões.

A pasta tem grandeza orçamentária, está nas mãos de um técnico sem vinculação política (Pedro Sérgio Passos) e sobre ela não paira a gula de PT e PMDB. É, segundo Cesar, proporcional ao tamanho do partido, que tem no Congresso a terceira maior bancada.

O nome mais cotado é o do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que pode descer de um cargo em janeiro e subir no outro logo em seguida. Mas há outros pretendentes, como Guilherme Afif Domingos e a senadora Kátia Abreu (TO).

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012 Eleições | 08:43

Disputa acirrada em São Paulo traz fantasma do paulistério

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Se o petista Fernando Haddad for mesmo para o segundo turno nas eleições para prefeito de  São Paulo, aumenta o cacife do PMDB e do PSD para a próxima reforma ministerial.

O candidato peemedebista Gabriel Chalita passaria a disputar o Ministério da Educação. E o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, qualquer vaga na Esplanada.

Somando os dois à nova ministra da Cultura, Marta Suplicy, e aos outros cinco ministros paulistas que já assessoram a presidenta Dilma Rousseff, teremos um paulistério de fazer inveja a Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.

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sexta-feira, 9 de março de 2012 Eleições | 09:04

Eduardo Campos culpa PT de São Paulo pelas dificuldades em levar o PSB para Haddad

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Fora do Brasil, numa palestra ontem na Argentina a convite da universidade Tres de Febrero, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, criou coragem e bateu no PT de São Paulo.

Presidente nacional do PSB, ele foi instado a comentar as idas e vindas de seu partido entre apoiar a candidatura a prefeito do petista Fernando Haddad ou do tucano José Serra.

Acabou revelando que o acordo do PSB com Haddad estava no pacote da aliança entre o PT e o atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD). E até que a presidenta Dilma Rousseff deu uma mãozinha:

—  Encaminhamos um acordo com o Kassab respaldado por Lula e pela presidenta Dilma para apoiar Fernando Haddad , e esse apoio deveria ter sido consolidado logo no outro dia. Estava tudo certo. Eu levava o trem todo: PSB, Kassab… E não ia ter Serra nem ninguém agora se tivesse sido tudo lançado. Mas perdeu-se o momento certo.

Esse “perdeu-se o momento” significa: o PT de São Paulo demorou a fechar o acordo.

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domingo, 22 de janeiro de 2012 Eleições | 06:01

Senador tucano critica forma como PSDB tratou Kassab: “Campanha em São Paulo está de vaca não reconhecer bezerro”

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Senador Alysio Nunes Ferreira (foto: José Cruz/ABr)

Netinho de Paula (PCdoB) e Celso Russomano (PRB) como candidatos fortes à Prefeitura de São Paulo; e o PSD do prefeito Gilberto Kassab — que sempre esteve com os tucanos paulistas — a caminho de apoiar um candidato da oposição na capital, Fernando Haddad (PT).

“A campanha em São Paulo está de vaca não reconhecer bezerro” — protesta o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), em entrevista ao Poder Online.

Vice-governador na administração de Orestes Quércia (PMDB), coordenador político do governo Fernando Henrique Cardoso e vitorioso numa campanha ao Senado em que contrariou os marqueteiros de plantão amarrando sua imagem à de FHC, Aloysio Nunes Ferreira critica, do alto de sua experiência,  a forma como seu partido tratou o vice-governador Guilherme Afif Domingos, o PSD e até a Gilberto Kassab.

Mas ele acha que ainda dá tempo de reverter o quadro. Para o senador, o adversário mais forte é Haddad, que deve chegar ao segundo turno das eleições, mas só vencerá se o PSDB “errar muito”. Quanto a Gabriel Chalita (PMDB), Aloysio Nunes Ferreira desdenha: “ele não convence as pessoas do bairro onde mora”.

Poder Online – Como o senhor está vendo essa movimentação do ex-presidente Lula, tentando levar o PSD do prefeito Gilberto Kassab a formar chapa com o PT em torno da candidatura de Fernando Haddad?

Aloysio Nunes Ferreira – O Lula quer juntar todo mundo contra a gente. Do ponto de vista dele, age certo. Nós é que estamos abrindo espaço.

Poder Online – Ainda dá tempo de trazer o Kassab para o apoio a um candidato do PSDB?

Aloysio Nunes Ferreira – Tudo depende do governador Geraldo Alckmin, que tem se mostrado preocupado, mas não sei ainda se o suficiente. Dependendo de como o Alckmin aja, talvez consiga reverter.

Poder Online – Mas vocês erraram…

Aloysio Nunes Ferreira – O meu ponto de vista sempre foi o de que deveríamos compor com o Kassab nessas eleições. A aliança com o PSD em São Paulo é natural, estratégica e importante para o PSDB. Como podemos lançar um candidato de oposição ao prefeito se participamos ativamente de sua administração? Nossa bancada na Câmara Municipal apoia o prefeito. Temos quatro secretários e estamos em todos os níveis do governo Kassab. São oito anos de um projeto comum em que nunca se viu tantas ações administrativas conjuntas — e de qualidade! — da Prefeitura com o governo do Estado. Isso é um legado que tem que ser defendido.

Poder Online – Pois é, dizia-se que o senhor até defendia que o PSDB apoiasse a candidatura do vice-governador, Afif Domingos, para prefeito.

Aloysio Nunes Ferreira – Nem é essa a questão. Mas o que foi feito? Quando foi lançado o PSD, o Afif foi demitido da Secretaria de Desenvolvimento, que acumulava com o cargo de vice-governador. Isso evidentemente foi um erro. Ainda bem que agora o Afif foi reintegrado às ações administrativas do governo. Parece que a coisa está se ajustando com ele.

Poder Online – O senhor acha que o Afif seria um candidato forte?

Aloysio Nunes Ferreira – O fato é que não há nenhum candidato forte. E nem nós lançamos um nome ainda. Enquanto isso, vão aparecendo como fortes, nas pesquisas,  esses nomes sem consistência política, como o Netinho de Paula e o Celso Russomano.

Poder Online – E vocês ainda brigam com o Kassab e ele se aproxima do PT…

Aloysio Nunes Ferreira – Pois é. O quadro eleitoral em São Paulo está como dizia o Sérgio Porto (jornalista e cronista que ficou conhecido também pelo pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta): aqui vaca não reconhece bezerro.

Poder Online – Isso não fortalece o Haddad? Ele será um candidato forte?

Aloysio Nunes Ferreira – Olha, o Fernando Haddad deverá ser um candidato forte, sim, mas não por causa dele. Afinal, como ministro da Educação ele foi um desastre. O Haddad será forte porque o PT é forte na capital e porque o Lula é um bom cabo eleitoral. Ele terá tempo de TV. E ainda tem uma cara bonitinha, isso ajuda. Portanto, acho que ele chega no segundo turno. Mas só fará a maioria do eleitorado se nós, aqui do nosso campo, errarmos muito.

Poder Online – E o candidato do PMDB, Gabriel Chalita, será forte?

Aloysio Nunes Ferreira – Pode vir a ser. Mas eu, sinceramente, acho que não. O PMDB não tem força política na capital. Não fez sequer um vereador. E acho o Chalita um candidato de nicho. Ele é um candidato de segmentos conservadores, de católicos mais tradicionalistas. Não entra muito na classe média. Tem um perfil intelectual que, digamos, não convence as pessoas do bairro onde ele mora. Mas terá tempo de TV, o que pode ajudá-lo. O PMDB e o DEM, juntos, garantem o palanque eletrônico…

Poder Online – E quanto ao José Serra? Seria um forte candidato?

Aloysio Nunes Ferreira – Isso você vai perguntar a ele (risos). Mas falando sério: O Serra é um nome nacional, um projeto nacional. Se eu fosse ele, não seria candidato a prefeito.

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011 Partidos | 08:02

Partido de Kassab pode esvaziar PSC em São Paulo

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O presidente estadual do PSC em São Paulo, Gilberto Nascimento, tem dito a correligionários políticos que é praticamente certa a debandada de três, dos quatro deputados estaduais eleitos pelo partido, para o PSD do prefeito Gilberto Kassab.

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terça-feira, 14 de junho de 2011 Partidos | 18:45

Paulo Bornhausen diz que inquérito policial contra partido de Kassab “é factóide”

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Paulo Bornhausen

Membro da Comissão Nacional Provisória do PSD de Gilberto Kassab, Paulo Bornhausen (SC) está hoje em Brasília para se inteirar da situação da coleta, nos estados, das assinaturas para fundar o partido.

Paulo Bornhausen garante que, em Santa Catarina, o partido já conseguiu as 35 mil assinaturas necessárias.

Sobre o pedido de abertura de inquérito policial,  por parte de juiz eleitoral de Santa Catarina, para investigar irregularidades nas assinaturas apresentadas pelo PSD, Paulo Bornhausen foi enfático: “É factóide”.

— O juiz já até desmentiu a informação. A denúncia dele foi contra outro partido que também está sendo criado, um tal de PTL. Quanto às assinaturas do PSD, eu já disse para o Kassab que é o de menos. O problema hoje é consolidar a proposta de Brasil que apresentaremos para a sociedade — disse ao Poder Online.

Atualização às 19h31: Paulo Bornhausen, em telefonema ao Poder Online, afirmou que o juiz eleitoral Manoel Donisete de Souza realmente pediu abertura de inquérito contra o PSD para investigar suposta fraude na coleta de assinaturas. Segundo ele, quando deu a entrevista, não estava ciente do caso e imaginava que se tratava de denúncia contra outro partido. Bornhausen admitiu falhas “em uma ou outra assinatura” coletada para a fundação do PSD, mas não considera que seja motivo para instaurar uma investigação policial.

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quinta-feira, 24 de março de 2011 Partidos | 14:32

Neta de Juscelino ameaça processar Kassab

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Gilberto Kassab (Foto: Rahel Patrasso/AE)

Neta do ex-presidente Juscelino Kubitschek, Anna Christina Kubitschek Barbará Pereira não gostou nem um pouco de o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, ter registrado como dele o domínio na internet www.jk.org.br.

Anna Chistina distribuiu a seguinte nota em Brasília:

JK é patrimônio do Brasil e dos brasileiros. Seu nome pertence à história da democracia nacional e não pode ser usado sem o prévio consentimento da família Kubitschek e muito menos sem aprovação do Conselho do Memorial JK. Deste modo, em nome da minha família e do Conselho do Memorial que eu presido, repudio a maneira inadequada com que o prefeito Gilberto Kassab se apropriou da sigla do meu avô, Juscelino Kubitschek, para nominar sua rede social. Informo ainda que providências legais serão tomadas para coibir este tipo de política que, um verdadeiro democrata jamais ousaria praticar.

Em tempo: o “Pereira” da neta de Juscelino vem de seu marido, Paulo Octavio Alves Pereira.

Trata-se do Paulo Octavio que foi vice-governador de Brasília, pelo DEM, mas renunciou junto com o então governador José Roberto Arruda devido ao escândalo resultante da Operação Pandora.

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