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Posts com a Tag Leonardo Picciani

quarta-feira, 19 de agosto de 2015 Brasil, Congresso, Justiça, Política | 22:02

Janot deve oferecer denúncia nesta quinta contra Cunha e Collor

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Os parlamentares indiciados na investigação sobre o esquema de propina na Petrobras, entre eles o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Fernando Color de Melo (PTB-AL) vão precisar ficar mais uma noite na expectativa já que a previsão de apresentação de denúncia por parte do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, passou para quinta-feira.

E expectativa permeou as conversas e determinou o clima de tensão durante toda quarta-feira. De um lado, deputados se reuniram para pedir o afastamento de Cunha. Do outo, o presidente da Câmara passou toda tarde trancado em seu gabinete com seus principais interlocutores habituais, deputados já conhecidos como a “tropa de choque” de Cunha.

Passaram pelo gabinete da Presidência da Câmara os deputados Paulo pereira da Silva, o Paulinho da Força (SD-SP), o líder do PSC na Câmara, André Moura (SE) e o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Pìcciani (RJ).

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quarta-feira, 18 de março de 2015 Governo | 20:51

‘Não há nenhuma intenção do PMDB de pleitear o Ministério da Educação’, diz líder do PMDB

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De acordo com o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), os peemedebistas não pretendem reivindicar para si o comando do Ministério da Educação. A pasta foi deixada na tarde de hoje pelo cearense Cid Gomes (PROS), após desentendimento com deputados federais.

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“Não há nenhuma reivindicação do PMDB nesse sentido, nem haverá. A escolha do substituto cabe à presidente da República, que tem compromisso com a educação e adotou como lema de governo a ‘pátria educadora’. Não há nenhuma intenção do PMDB de opinar, interferir ou pleitear essa função”, disse Picciani, que chamou a postura de Cid Gomes diante dos deputados de Leviana.

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015 Congresso | 17:16

‘O governo tem se esforçado’, diz líder do PMDB na Câmara

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Depois de muito tempo de querelas e desentendimentos, parece que governo e PMDB finalmente começam a se entender.

O esforço feito pelo Planalto nos últimos dias para conseguir dialogar com seu principal aliado no Congresso sobre as medidas provisórias para o ajuste fiscal parece ter sensibilizado o PMDB.

Segundo o líder da bancada, o governo mudou a forma de dialogar com a base e tem agora convidado aliados a participar do processo de elaboração das soluções. Picciani reconheceu que o governo tem feito seu esforço.

“O governo tem se  esforçado, tem se aberto ao diálogo. Tem sinalizado, e isso é fundamental, que a coalizão funcione como coalizão, ou seja, que os partidos discutam não só as soluções dos problemas, mas a construções das soluções e das políticas públicas e acho que isso passa a ser compreendido pelo governo, que durante um tempo não compreendeu isso”, disse o líder. “Esperamos que esse seja o procedimento daqui para frente”, acrescentou ele.

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Congresso | 16:00

PMDB aceita adiar votação da PEC da Bengala

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

Em reunião com os líderes da base aliada, o governo federal conseguiu mais alguns dias para costurar melhor a votação da chamada PEC da Bengala. A proposta aumenta de 70 para 75 anos a aposentadoria compulsória de magistrados de tribunais superiores e tiraria da presidente Dilma Rousseff a prerrogativa de indicar cinco novos ministros para o STF, até 2018.

Costurado com o apoio do líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), o acordo dá ao Planalto um prazo de duas semanas para que a PEC entre na pauta da Casa. O tema, entretanto, ainda será discutido em jantar realizado na noite de hoje com os líderes das demais siglas, a convite do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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domingo, 15 de fevereiro de 2015 Governo | 08:00

‘Ser aliado não significa concordar com tudo’, diz novo líder do PMDB

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Com a tarefa de preencher os sapatos do novo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o novo líder do PMDB na Casa, Leonardo Picciani, indica que pretende seguir os passos do colega na relação com o Planalto. Picciani diz que o fato de o partido ser aliado preferencial da presidente Dilma Rousseff não significa ser submisso ao governo. E investe no discurso de que a prioridade deve ser a “responsabilidade” que a legenda tem com o país.

“Ser aliado não significa concordar com tudo. Temos nossas opiniões e nossas convicções. Podemos e devemos trabalhar pelo convencimento, assim como podemos ser convencidos de opiniões contrárias”, diz Picciani. Com um olho na eleição para a Prefeitura do Rio de Janeiro, em 2016, Picciani também faz coro ao discurso da candidatura própria do PMDB à Presidência em 2018. Confira a entrevista ao Poder Online:

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

Qual é a expectativa do senhor para esta legislatura, considerando que teremos Eduardo Cunha como presidente da Câmara?
Eu creio que este ano será produtivo para o Congresso. Este Congresso que tomou posse chegou com um recado das ruas, pedindo uma mudança. E o nosso presidente foi eleito com uma postura mais independente em relação aos outros Poderes. Isso tudo vai contribuir para termos um bom ano para a Câmara. Já temos os primeiros indícios disso, a entrada na pauta da reforma política, a instalação da CPI da Petrobras e discussões como a revisão do pacto federativo.

O senhor assume a liderança da bancada com a tarefa de preencher a vaga do atual presidente da Casa, Eduardo Cunha. Dá medo cumprir essa expectativa?
Não, certamente não. Cada um tem um estilo próprio, ele teve o dele e eu terei o meu. Mas, de qualquer forma, o sentimento é claro de que a bancada trabalhará guiada por uma forte unidade.

Unidade para dar dor de cabeça ao Planalto?  
Não vejo desta forma. O PMDB vai se colocar como deve. Vai defender suas posições, suas convicções. O PMDB tem uma responsabilidade com o país, com a sociedade brasileira. Nós respeitamos o resultado das urnas. Ninguém aqui vai pactuar com essa ideia de contestar o resultado das urnas, por exemplo. Ou seja, não é dar dor de cabeça. Ser aliado é contribuir, trabalhar em conjunto.

Contribuir sem ser submisso, é isso? 
Exatamente. Ser aliado não significa concordar com tudo. Temos nossas opiniões e nossas convicções. Podemos e devemos trabalhar pelo convencimento, assim como podemos ser convencidos de opiniões contrárias.

O senhor disputou com o seu colega Lúcio Vieira Lima. Ficou alguma fissura nessa relação? 
Nós conversamos muito sobre isso. E concordamos, lá atrás, que independentemente do resultado, os dois trabalhariam pela unidade da bancada. Eu faria isso se não fosse indicado e estou certo de que é isso o que ele fará. Para nós, a disputa terminou no momento em que terminou a apuração.

O senhor é pré-candidato à Prefeitura do Rio. A liderança ajuda na articulação?
Acho que a posição de líder não influencia em nada. Mas eu tenho sim o desejo de disputar a eleição na minha cidade. De qualquer forma, isso só será discutido na hora certa. Quando chegar o momento oportuno, o PMDB debaterá e escolherá o melhor nome. Este momento ainda não chegou.

Eduardo Cunha também tem pretensões eleitorais, segundo alguns aliados dele. E se ele decidisse disputar a prefeitura? 
Eu nunca ouvi isso dele. Mas se esta pretensão existisse, ele seria um nome legítimo, como qualquer outro. Se quiser, naturalmente, será levado em conta. Quando chegar o momento certo de fazer esse debate.

O vice-presidente Michel Temer já disse abertamente, inclusive em entrevista ao iG, que o projeto é candidato próprio do PMDB à Presidência em 2018, mesmo que isso signifique ir contra o PT. O senhor concorda? 
Todo partido deve almejar a Presidência da República. Acho que esta é uma ideia que de fato está amadurecendo na nossa militância, é um desejo crescente. Acho que um partido do tamanho do PMDB não deve abrir mão de um projeto para o país. E isso não significa ser contra ninguém.

 

 

 

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Congresso | 12:00

‘PMDB está no momento de se renovar’, diz Picciani

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Candidato à liderança do PMDB na Câmara, o deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ) tem defendido a tese da renovação para contrapor seu nome ao de seu principal adversário, Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Nos últimos dias, a campanha de Lúcio ganhou o reforço do ministro da Aviação, Eliseu Padilha (PMDB-RS), e do ex-ministro Moreira Franco (PMDB-RJ) – o que, segundo Picciani, é um retrato do PMDB de décadas atrás.

“O que vejo dessa articulação – uma foto do Moreira Franco com o Eliseu Padilha e Gedel Vieira Lima me faz lembrar o PMDB do governo de Fernando Henrique Cardoso, de 20 anos atrás. E eu acho que o PMDB está no momento de se renovar e construir um novo momento”, diz o carioca.

Divergências à parte, Picciani e Lúcio fazem parte do núcleo mais próximo de Eduardo Cunha e defendem já há algum tempo o fim da aliança nacional entre o PT e o PMDB. A decisão sobre o comando da bancada na Câmara está prevista para ser tomada na próxima quarta-feira, pela manhã.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 Congresso | 07:30

Eduardo Cunha pede calma em disputa interna do PMDB

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Atual líder do PMDB, Eduardo Cunha está quase integralmente mergulhado em sua campanha para a presidência da Câmara. Quase, porque mantém alguma atenção na disputa interna que se avizinha por sua cadeira.

Por isso mesmo, pediu aos atuais pré-candidatos a líder que não façam campanha neste momento. São eles: Danilo Forte (CE), Leonardo Picciani (RJ), Lúcio Vieira Lima (BA), Manoel Júnior (PB) e Marcelo Castro (PI).

Cunha quer evitar divisões na bancada no momento em que precisa demonstrar força. Além disso, quer minimizar constrangimentos, já que se perder a disputa pela Mesa Diretora permanecerá como líder.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Congresso | 10:30

Eduardo Cunha faz campanha até em sala VIP de aeroporto

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O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: divulgação)

O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: divulgação)

Para conseguir cumprir a agenda apertada de quatro estados em dois dias, o candidato à presidência da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) programou até mesmo uma reunião com aliados em uma sala VIP do aeroporto de Porto Alegre, na tarde de amanhã.

O encontro foi articulado pelo peemedebista Darcísio Perondi (RS) e encerrará o ciclo de viagens pela região sul do país. Além de Cunha, estarão presentes o governador eleito pelo PMDB do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, e os correligionários Leonardo Picciani (RJ), Manoel Júnior (PB) e Marcelo Castro (PI).

Hoje de manhã, os quatro passarão por Campo Grande (MS), onde se reunirão com o atual governador Silval Barbosa (PMDB) e o senador eleito Wellington Dias (PR). À tarde seguem para Curitiba, de onde partem para Florianópolis e em seguida chegam à capital gaúcha.

Leia também: Material de campanha de Eduardo Cunha promete Câmara independente

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domingo, 9 de novembro de 2014 Congresso | 08:00

‘A população já transformou o voto em facultativo’, diz Picciani

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O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Foto: Agência Câmara

Reeleito por mais quatro anos, o deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ) já estabeleceu uma nova meta para seu próximo mandato: acabar com a obrigatoriedade do voto.

“A população já transformou o voto em facultativo”, afirmou Picciani, em entrevista ao Poder Online. “Voto é um direito e se ele for facultativo fará com que tanto partidos, como candidatos, tenham de se aproximar mais do eleitor para convencê-lo primeiro a ir votar e depois conquistar seu voto. Isso aproxima os eleitos da população em geral”, argumenta.

Até a semana que vem, o deputado espera alcançar o número suficiente de assinaturas para que a proposta comece a tramitar na Câmara e se junte a outras polêmicas da reforma política. Leia a seguir os principais trechos da conversa.

Por que defender o voto facultativo nesse momento? Existe uma conjuntura mais favorável para avançar no debate sobre a reforma política?
A necessidade de se fazer a reforma política vem da necessidade de se legitimar ainda mais um mandato que advém das ruas. A reforma política em si não é uma cobrança presente na sociedade, ninguém sai às ruas dizendo ‘eu quero a reforma política’.

Algumas até saíram, recentemente…
É, mas não é o geral. As pessoas foram às ruas manifestar sobre serviços públicos: saúde, educação, transporte, mas não especificamente sobre reforma política. Mas essa reivindicação está justamente na rejeição ao modelo atual, a população já transformou o voto em facultativo. No Rio de Janeiro, por exemplo, somando nulos, brancos e abstenções você tem mais de 40% da população que não votou. Voto é um direito e se ele for facultativo fará com que tanto partidos, como candidatos, tenham de se aproximar mais do eleitor para convencê-lo primeiro a ir votar e depois conquistar seu voto. Isso aproxima os eleitos da população em geral.

Uma das críticas feitas contra o voto facultativo é de que, em um país de dimensão continental como o Brasil, a não obrigatoriedade poderia desestimular a participação de pessoas em regiões de difícil acesso. O senhor concorda?
Eu não acho verdadeira essa crítica. O voto facultativo existe em mais de 200 países no mundo, portanto na imensa maioria dos países. Alguns são mais pobres e têm diferenças sociais graves que as nossas, outros têm dimensões territoriais ainda maiores que o Brasil, como é o caso dos Estados Unidos. Mas o poder público têm que garantir que aqueles que têm vontade de votar possam votar.

Quais seriam as principais barreiras hoje colocadas à não obrigatoriedade do voto?
Acho que a primeira é cultural, né.  Nós vivemos 20 anos sem votar e depois mais de 20 anos obrigados a votar. Num primeiro momento era necessário, sim, o voto obrigatório até para que a gente se acostumasse à democracia e se acostumasse às eleições. Isso agora está bem cristalizado mesmo, na sequência de muitas eleições democráticas. Não veria as diferenças regionais como um problema, a abstenção foi maior nos grandes centros do que no interior.

Na sua opinião, o que esses índices de abstenção representam? É um sentimento de ausência de representatividade?
Eles demonstram, na minha opinião, mais uma vez a necessidade de o voto não ser obrigatório. Porque, no voto facultativo, irão votar aqueles que estiverem convencidos de alguma ideia, por algum candidato ou algum partido, de que aquilo é melhor. No voto obrigatório, as pessoas escolhem não necessariamente por acreditar naquilo que prega aquele político ou aquele partido, mas pela necessidade de ter que tomar uma opção. Acredito que mesmo com o voto facultativo, teremos o mesmo índice de participação que temos hoje, mas as pessoas participarão de forma mais mobilizada.

Além do voto facultativo, que outros temas o senhor defende em uma reforma política?
Tem duas coisas em que obviamente não são unanimidade, mas acredito que temos o apoio da maioria, que eu julgo muito importantes. A primeira é o fim das coligações proporcionais. Isso daria mais estabilidade ao quadro político e partidário. Você não teria que reduzir o espaço para as chamadas “legendas de aluguel”. A segunda é coincidência de eleições. O país não suporta mais fazerem eleições a cada dois anos e paralisar o calendário administrativo e social para cuidar de eleição. A cada dois anos você tem necessidade de financiamento, daí você eleva o custo de sobremaneira.

O fim do financiamento privado não seria uma outra forma de contribuir para essa redução de custos?
Eu sou contrário ao financiamento público, ele não ocorre em nenhuma grande democracia do mundo. Acho que o Brasil não tem recursos para tirar da saúde, da segurança pública, da educação, para financiar eleição. Nossa legislação é bastante transparente – você presta contas durante a campanha duas vezes, é público quem são os doadores de cada candidato. O problema é o caixa dois, não são as declarações oficiais. Eu tenho meu próprio filtro, se tem alguém de quem eu considere que não deva receber o recurso eu simplesmente não aceito. Agora, eu acho que é importante ter um teto. Ele pode ser em função de cada estado, pode-se encontrar uma fórmula para criar tetos regionais, ou mesmo um único teto nacional – isso pra todas as eleições.

Essa proposta tem o apoio do PMDB?
O PMDB está começando a discussão. O partido fez ontem o primeiro debate sobre isso, em uma reunião do conselho nacional, em que foi decidido que será colhida a posição do partido em todo o Brasil. O assunto também será debatido com a sociedade civil organizada e, por fim, terá a participação dos parlamentares, no Congresso Nacional. Mas o partido ainda não tem uma posição definida.

Com relação à polêmica entre a realização de um plebiscito ou de um referendo sobre reforma política, qual é a sua opinião?
Se for bem intencionada, a ideia do plebiscito é muito falha. Porque não me parece simples que a população seja demandada a dizer sobre temas que não estão claros e que, assim como dividem o Congresso, dividem a sociedade. Então não seria fácil chegar a um consenso, me parece que criaria mais divisão de opiniões. Além disso, você teria de ter, no próprio Congresso, um consenso para aprovar os temas que estariam na pergunta. Ora, se será obtido um consenso para definir as perguntas, pode-se obter um para aprovar determinados temas na prática. O trabalho é o mesmo. A partir daí sim, submete-se a um referendo, como ocorreu no desarmamento.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014 Eleições | 15:23

Apesar de rebeldes, PT vê no Rio dois de seus melhores aliados no PMDB

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A presidente Dilma Rousseff ao lado do candidato a governador Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ). Foto: Ichiro Guerra / Divulgação

A presidente Dilma Rousseff ao lado do candidato a governador Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ). Foto: Ichiro Guerra / Divulgação

Apesar de abrigar um dos grupos mais rebeldes à orientação de Michel Temer em apoiar Dilma Rousseff (PT), o Rio de Janeiro é também o lugar em que estão dois dos mais empenhados cabos eleitorais do PMDB em favor da presidente.

Leia também: Caso Lindsay-Naomi provocou confusão no QG tucano

Apesar da enorme influência do grupo liderado por Jorge Picciani, seu filho Leonardo Picciani e o líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, parece haver ainda disposição dentro do PMDB fluminense em benefício do PT.

A avaliação é do próprio PT. Segundo a cúpula do partido, o candidato ao governo do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, estão cumprindo com afinco a tarefa de ajudar Dilma no estado.

Pezão inclusive tem feito esforços em promover Dilma em seus redutos eleitorais e até levou a presidente para a tradicional feijoada da Portela, em Oswaldo Cruz, Zona Norte do Rio.

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