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Posts com a Tag Lúcio Vieira Lima

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015 Congresso | 06:00

‘Eduardo Cunha vai recuperar a imagem do Legislativo’, diz Lúcio Vieira Lima

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) – Foto: Divulgação

Tido como um dos fiéis escudeiros de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado Lúcio Vieira Lima diz que as primeiras medidas anunciadas pelo novo presidente da Câmara ajudam a recolocar “em ordem” a rotina da Casa e ajudará a retomar a imagem do Legislativo junto à opinião.

A afirmação, diz ele, vale principalmente pelo anúncio de que haverá sessões às quintas-feiras e de que os parlamentares que faltarem sem justificativa terão que arcar com desconto no salário. “Isso, ele sempre disse que ia fazer. Não foi surpresa para ninguém”, disse o aliado.  Vieira Lima emenda: “Isso tudo que o Eduardo Cunha está fazendo vai ajudar a recuperar a imagem do Legislativo”.

Uma vantagem para os deputados, diz ele, é que vai acabar o tempo em que as sessões da Casa começavam no fim da tarde se estendiam até a alta madrugada. A prática foi intensificada principalmente na gestão do antecessor de Cunha, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015 Congresso | 10:30

‘Quem tiver esperando um papel oposicionista em Cunha não vai encontrar’, diz peemedebista

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Após a vitória de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara, parte dos peemedebistas têm buscado adotar um tom mais conciliatório com o governo. Um dos que agora reforça o discurso de “diálogo” é o baiano Lúcio Vieira Lima, que integrou a coordenação de campanha de Cunha e atualmente disputa a liderança do PMDB na Câmara.

“Quem tiver esperando um papel oposicionista em Cunha não vai encontrar. Da mesma forma que não vai encontrar um papel de subserviência. Representa novos tempos, tempos de diálogo. Ele terá a responsabilidade de garantir a governabilidade”, diz Lima.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 Congresso | 07:30

Eduardo Cunha pede calma em disputa interna do PMDB

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Atual líder do PMDB, Eduardo Cunha está quase integralmente mergulhado em sua campanha para a presidência da Câmara. Quase, porque mantém alguma atenção na disputa interna que se avizinha por sua cadeira.

Por isso mesmo, pediu aos atuais pré-candidatos a líder que não façam campanha neste momento. São eles: Danilo Forte (CE), Leonardo Picciani (RJ), Lúcio Vieira Lima (BA), Manoel Júnior (PB) e Marcelo Castro (PI).

Cunha quer evitar divisões na bancada no momento em que precisa demonstrar força. Além disso, quer minimizar constrangimentos, já que se perder a disputa pela Mesa Diretora permanecerá como líder.

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015 Congresso | 13:30

‘Eduardo Cunha vai fazer do limão uma limonada’, diz Lúcio Vieira Lima

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) – Foto: Divulgação

Diante da expectativa de abertura de uma investigação sobre o suposto favorecimento do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no esquema de desvio de recursos da Petrobras, o peemedebista Lúcio Vieira Lima (BA) tem dito que o impacto sobre a campanha do líder do PMDB à presidência da Câmara será nulo.

Leia também: Investigação é para atacar candidatura à presidência da Câmara, diz Cunha

“Eduardo Cunha vai fazer do limão uma limonada”, afirma Lima. “Essa notícia não tem tamanho nenhum, não alterou um milímetro da nossa campanha. Só aumentou a vontade de dar uma resposta a quem achou que ia nos atingir”, completa o baiano, que integra a coordenação da campanha de Cunha.

Após visitar o Acre e Roraima na última quarta-feira, Cunha e seus correligionários pretendem ainda visitar os estados da Bahia, Sergipe e Alagoas nesta semana. Hoje pela manhã, o líder do PMDB voltou a defender a instalação de uma nova Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para retomar as investigações sobre corrupção na Petrobras, na próxima legislatura.

“Se antes já achava inevitável a nova CPMI, agora tenho certeza absoluta que com nosso total apoio ela será instalada. E para instalar a CPMI não depende da minha eleição, já que ela será do Congresso. Depende somente do apoio da nossa bancada”, disse Cunha, em seu perfil oficial no Facebook.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Eleições | 19:30

Finanças de 2016 preocupam Lúcio Vieira Lima

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O deputado federal Lucio Vieira Lima (PMDB-BA) (Foto: Divulgação)

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) (Foto: Divulgação)

O peemedebista Lúcio Vieira Lima tem se preocupado cada vez mais em revezar a rotina de deputado federal com a de produtor de Cacau, no interior da Bahia. Neste fim de semana, Lima voltou para o estado, em vez de viajar com o candidato à presidência da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pelo sul do país. Já no próximo, deve acompanhá-lo.

Leia também: Eduardo Cunha faz campanha até em sala VIP de aeroporto

A preocupação é de que, caso os negócios não andem bem, faltará dinheiro para engrossar o caixa do partido nas eleições municipais de 2016. Isso porque, com as denúncias de corrupção envolvendo as principais financiadoras de campanhas eleitorais na Operação Lava Jato, a expectativa é de que as doações caiam significativamente.

 

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sábado, 22 de novembro de 2014 Congresso | 06:00

‘Acusam o PMDB, mas o governo é que faz chantagem conosco’, diz vice-líder

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

O deputado Lúcio Vieira Lima (Foto: Divulgação)

Tido como um dos fiéis escudeiros do líder peemedebista, Eduardo Cunha, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) aproveita o episódio sobre alteração da meta fiscal para se queixar da forma como o governo opera com a base no Congresso. Joga na conta também as negociações para a presidência da Câmara e a montagem do novo ministério da presidente Dilma Rousseff.

“Isso tudo mostra como é que as coisas realmente são. Temos aí o (ministro da Casa Civil, Aloizio) Mercadante dizendo que nós não estamos preocupados com a estabilidade do governo. Pois é, o fato é que acusam o PMDB de fazer chantagem, mas o governo é que faz chantagem conosco. O tempo todo”, diz o deputado baiano.

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014 Eleições | 12:00

‘Marina não vai mudar em nada as eleições da Bahia’, diz peemedebista

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Lucio Vieira Lima (divulgação)

Lucio Vieira Lima (divulgação)

Na opinião do deputado federal e candidato à reeleição Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), a reviravolta presidencial não terá impacto nas eleições para o governo da Bahia.

“Tá claro nestas eleições que ninguém tá puxando voto na Bahia”, disse o peemedebista, que é aliado do presidenciável Aécio Neves (PSDB) e do candidato a governador Paulo Souto (DEM-BA) – que atualmente venceria no primeiro turno.

De acordo com Lima, o crescimento da candidata a presidente Marina Silva (PSB) prejudicará o desempenho de Souto, nem favorecerá seus principais adversários, Rui Costa (PT-BA) e Lídice da Mata (PSB-BA). “Marina não vai mudar em nada as eleições da Bahia”, afirma Lima.

Leia também: Paulo Souto comemora apoio de rebeldes na Bahia

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quinta-feira, 22 de maio de 2014 Eleições | 09:00

‘Não vamos aceitar patrulhamento de petistas sobre o PMDB’, diz Lúcio Vieira Lima

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O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) diz que seu partido não pode aceitar em hipótese nenhuma a pressão do PT para enquadrar líderes regionais engajados em campanhas presidenciais adversárias à da presidente Dilma Rousseff. Diante da notícia de que o PT estuda cobrar do PMDB que conduza intervenções nos estados onde houver dissidências, ele investe em ameaças de ruptura da aliança nacional e reclama da “arrogância” do PT.

Saiba mais: PT estuda cobrar do PMDB intervenções em estados estratégicos

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) – Foto: Divulgação

“O PT deveria cuidar de suas questões internas em vez de se envolver em questões do PMDB. É esse tipo de arrogância e esse desejo do PT de permanecer no poder de maneira hegemônica que pode colocar em risco a aliança na nossa convenção”, reclama o peemedebista.

Como adiantou o Poder Online nesta semana, o PT fez um levantamento de estados onde enxerga um alinhamento de líderes locais a campanhas do tucano Aécio Neves ou do socialista Eduardo Campos. A avaliação feita pelos petistas é de que o respeito às alianças para as eleições estaduais não pode significar o endosso aberto de peemedebistas a outros candidatos na corrida presidencial.

“Nós não vamos aceitar patrulhamento de petistas sobre os líderes do PMDB. O que nós queremos é fortalecer o PMDB e não fortalecer o PT”, completa Vieira Lima.

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domingo, 11 de maio de 2014 Congresso | 07:00

‘Se Dilma continuar caindo, fortalece tese contra a aliança com o PT’, afirma deputado do PMDB

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) – Foto: Divulgação

De acordo com o deputado federal e vice-líder do PMDB na Câmara, Lúcio Vieira Lima (BA), as últimas pesquisas de opinião fortalecem, no partido, a tese que defende o fim da aliança nacional com o PT, nestas eleições.

O cenário favoreceria o próprio grupo de Vieira Lima, que é bem próximo ao líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e aliado do pré-candidato ao governo da Bahia pelo DEM, Paulo Souto.

Vieira Lima garante, porém, que a presidente Dilma Rousseff “está pouco se importando com os palanques, o que ela quer mesmo é o tempo de TV”, que depende da convenção do partido, prevista para o dia 10 de junho.

Já sobre a CPI da Petrobras –  para o qual Vieira Lima anda sendo cotado como relator, nos bastidores – o deputado garante que não há Copa do Mundo, recesso ou eleições que atrapalhem as investigações caso haja “fatos graves e o povo vá em cima”.

Poder Online: Como está a articulação para a composição da CPI mista sobre a Petrobras?
Deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA): A CPI só vai ser instalada daqui a uns 15, 20 dias, então ainda não teve uma conversa. Mas a base governista que tem ampla maioria deverá fazer o presidente e o relator. O PMDB indicou o nome do senador Vital do Rêgo para presidir a CPI do Senado. Se prevalecer a CPI mista, é natural que o senador a presida. Já a relatoria deve ficar com um deputado do PT.

Qual será a influência das eleições na CPI? Elas devem politizar mais o espaço ou o período de campanha pode esvaziar a investigação?
O que vai dar o rumo da CPI vai ser, na verdade, os fatos. A imprensa e a pressão da opinião pública têm um papel fundamental nisso. Mas se tiverem fatos graves e o povo for em cima, aí não tem Copa do Mundo,  não tem recesso, não tem ano eleitoral, não tem nada que impeça o andamento da investigação. A CPI tem pernas próprias. Você pode querer gritar, querer que ela não ande, mas os fatos atropelam e ela termina andando. Também pode querer que ande muito, mas se não tem fatos, não tem como andar.

O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), recentemente afirmou que será um parceiro do governo, após reunião com a presidente Dilma Rousseff. A tendência é que o PMDB seja mesmo um aliado do PT durante a CPI?
Bom, primeiro que o Eduardo Cunha é o porta-voz da bancada. Segundo, como eu já disse, você tem que aguardar para ver quais os fatos que vão ocorrer. Você se lembra que na CPI do Collor foi um fio que desenrolou toda a história com o PC Farias, se não houvesse esse elo, talvez não houvesse impeachment. Se aparecer um fato grave, concreto, que incrimine realmente, não tem como um partido político – por mais desejoso que esteja de agradar ao governo – não se posicionar. Acho que os deputados têm que ir lá com espírito de juiz. Temos que trabalhar para que os fatos apareçam.

Agora, sobre a relação política entre a bancada do PMDB e o governo, de uma forma geral. Existe uma tendência de esvaziamento do chamado Blocão e de reaproximação?
Olha, a bancada do PMDB se declarou independente e isso foi externado pelo líder Eduardo Cunha. Não é porque vai haver uma CPI que vai haver uma reaproximação. Se não, a gente vai passar ideia de um partido fisiológico, que a nossa bancada sempre quis evitar. Vão dizer que o partido está se aproveitando da CPI para tirar vantagem do governo. Essa lógica da disputa por cargos, que implicaria num compromisso do partido em votar com algo que contraria o voto dos parlamentares. Foi por isso que se abriu mão de indicar o Ministério da Agricultura e o Ministério do Turismo, pra ficar claro à sociedade.

E, no plano nacional, quando que o PMDB decidirá se sai ou não com a Dilma, para a reeleição?
Na próxima quarta-feira teremos uma reunião, da bancada com a Executiva Nacional do Partido e presidentes dos diretórios regionais para discutir o momento político. A ideia é reunir muitos deputados que estão se sentindo pouco ouvidos, nesse processo. Aí, vamos ter a convenção, que já está marcada e para o dia 10 de junho. Já temos estados que decidiram apoiar a Dilma, outros o Aécio ou o Eduardo. Nacionalmente, a convenção é soberana. Vai ser colocado em voto: você é a favor ou contra aliança com o PT? Apurados os votos, vamos saber.

O senhor adiantaria um palpite?
Ninguém pode dizer. Você tem muitos problemas para serem resolvidos e para serem complicadores. Mas você não pode negar que as pesquisas de opinião vão influenciar nesse cenário da decisão. Se a presidente Dilma continuar caindo, isso fortalece automaticamente a tese de quem é contra a aliança com o PT.

E favorece a aproximação com o PSDB?
Não, não. Na convenção não cabe discutir aliança com o PSDB ou o PSB. Estamos muito em cima do prazo final. Só temos duas opções: aliança com o PT ou não-aliança e liberação do partido. Agora, os estados já estão liberados, de acordo com a conveniência de cada um. Até porque o PMDB não tem um projeto nacional, de presidência,então a força do partido é colaborativa, de fazer uma bancada numerosa de senadores e deputados que nos permita influenciar nas políticas públicas.

Falando nas alianças locais, como está a decisão sobre a aliança no Rio de Janeiro? A aliança com o Aécio Neves (PSDB-SP) está confirmada?
Sim, sim. Veja bem, o PMDB como instituição partidária, com a sua direção, já anunciou o apoio ao Aécio Neves. Mas você tem o candidato Pezão e o ex-governador Sérgio Cabral que vão abrir o palanque para a Dilma. É uma situação difícil, mas a disputa na verdade é pelo tempo de TV, que são quase dois minutos. Isso quem vai definir é a convenção nacional. A presidente já sinalizou claramente que está pouco se importando com os palanques, o que ela quer é o tempo de TV – que ela vai ter se a maioria do partido defender a aliança nacional.

Se a aliança nacional for confirmada, o vice-presidente Michel Temer continuará na chapa?
Isso sem dúvidas, o nome do Michel Temer não está em discussão.

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sexta-feira, 4 de abril de 2014 Eleições | 19:34

Irmão diz que cresce chance de candidatura solo de Geddel na Bahia

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Lucio Vieira Lima (divulgação)

Lucio Vieira Lima (divulgação)

Longe de ser pacificada, a situação na Bahia pode terminar em racha no grupo de partidos de oposição que pretende se unir para enfrentar o PT.

O prefeito da capital baiana, ACM Neto (DEM), optou pela candidatura de Paulo Souto (DEM) em detrimento de Geddel Vieira Lima (PMDB).

Agora, os partidos buscam entendimento para evitar a divisão que colocaria PSDB, DEM e PMDB em canoas diferentes. O PMDB discute internamente a permanência na aliança diante da escolha de Neto.

Segundo o deputado Lúcio Viera Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel, internamente cresce o desejo pela separação.

“A possibilidade mais forte dentro do PMDB é a candidatura de Geddel fora da aliança com DEM e PSDB”, diz Lima.

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