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Posts com a Tag Lúcio Vieira Lima

terça-feira, 1 de abril de 2014 Congresso | 19:58

‘Essa é a verdadeira faxina’, diz vice-líder do PMDB sobre CPI da Petrobras

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O vice-líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Lúcio Vieira Lima (BA), que já assinou o requerimento para a criação da CPI da Petrobras, diz que tem sido cobrado sobre o tema por seus eleitores.

Ele disse que todos os deputados sofrem a mesma pressão, ao ser questionado se assinar o requerimento não seria dar um palanque para a oposição.

“Essa é a verdadeira faxina. Tem de fazer faxina geral. Faxina não é só ficar trocando de ministro quando quer. Até porque, estamos sendo cobrado nas bases. Todo mundo fica me perguntando da CPI”, disse o vice-líder.

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quarta-feira, 12 de março de 2014 Eleições | 10:00

Irmão de Geddel cobra definição sobre candidatura na Bahia: ‘a oposição não está aproveitando o tempo’

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O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) cobra uma definição a respeito da candidatura de oposição na Bahia.

O mediador desse processo, que envolve as demandas de Geddel Vieira Lima (PMDB), irmão de Lúcio, e Paulo Souto (DEM), é o prefeito de Salvador, ACM Neto.

“O tempo está findando. Não tem mais tempo, sob o risco das oposições enfraquecerem, de ficar aguardando”, cobrou Lima. “Não pode demorar ainda. Não pode passar de março”, acrescentou o deputado, que afirmou ainda que “a oposição não está aproveitando o tempo”.

O deputado reconheceu que arestas precisam ser aparadas, mas alertou que isso deve ser feito o mais depressa possível.

Lima criticou ainda o candidato do PT à sucessão de Jaques Wagner, ao dizer que Rui Costa foi “retirado do bolso do colete do governador” e que ele não tem nada a mostrar. “Ele não tem o que mostrar”.

Asssita:

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014 Eleições | 19:30

Na Bahia, oposição fixa prazo de 10 dias para escolha de candidato

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Lucio Vieira Lima (divulgação)

Lucio Vieira Lima (divulgação)

Os principais partidos de oposição ao governador baiano Jaques Wagner (PT) definiram o cronograma para a escolha do candidato que deverá enfrentar o PT na corrida eleitoral deste ano.

Leia também: ACM Neto vai liderar estratégia de oposição ao PT na Bahia

“O compromisso é que a gente tenha até o final de janeiro a decisão interna sobre o nome”, disse o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Os dois nomes mais fortes nesta disputa são de Paulo Souto (DEM) e do irmão de Lima, Geddel Vieira Lima (PMDB).

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sábado, 14 de dezembro de 2013 Eleições | 07:00

ACM Neto vai liderar estratégia de oposição ao PT na Bahia

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Caberá ao prefeito de Salvador, ACM Neto, decidir quando será o melhor momento para o lançamento da candidatura de oposição ao PT no estado da Bahia. A opinião é do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão do provável candidato Geddel Vieira Lima (PMDB-BA).

“ACM Neto é a maior liderança da oposição no estado da Bahia”, avalia Lúcio. “Logicamente, ele conduzirá esse processo, comandará as conversas com os partidos de oposição”, afirmou o deputado baiano.

Lúcio, assim como outros correligionários dele, defende a tese de que o PMDB deveria se apressar no lançamento da candidatura de forma a não dar tempo para que o PT promova o nome do atual secretário da Casa Civil, Rui Costa (PT), candidato patrocinado pelo governador Jaques Wagner (PT).

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sábado, 17 de agosto de 2013 Congresso | 06:00

Dilma custa a convencer com ameaça de ir ao STF contra Orçamento impositivo

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É cada vez maior o sentimento entre congressistas de que a presidente Dilma Rousseff (PT) perde a oportunidade de reconstruir um bom ambiente com o Legislativo federal ao dificultar a aprovação do Orçamento Impositivo. O Planalto tentará viabilizar alterações no texto aprovado na Câmara dos Deputados condicionando metade das emendas à área da Saúde quando a proposta for votada no Senado. O governo fala até em ir ao Supremo Tribunal Federal contra o projeto, embora poucos acreditem que chegue a esse ponto.

O deputado baiano Lúcio Vieira Lima (PMDB) afirma que, se Dilma levar adiante a tentativa de judicializar a tramitação do Orçamento Impositivo poderá simplesmente anular o esforço qpara se aproximar do Congresso Nacional. “Não acho que ela vai judicializar. É uma proposta do Legislativo, fica muito ruim”, disse ele. “Se judicializar algo que foi proposto pelo presidente da Câmara, que é do mesmo partido do vice-presidente da República, zera todo o esforço (de aproximação)”, acrescentou o deputado.

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sexta-feira, 14 de junho de 2013 Congresso | 19:10

Peemedebista que recolheu apoio para convocar executiva diz que ideia era ajudar

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O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) justifica como um reforço de “convencimento” a coleta de assinaturas feita por ele para convocar a executiva nacional do PMDB, a revelia do presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO). “Eu peguei as assinaturas para ajudar no convencimento de que era necessário reunir a executiva”, afirma.

Leia também: Deputado colhe assinaturas para convocar Executiva do PMDB e causa desconforto na cúpula partidária

A coleta vai na contramão do projeto de Raupp, que já estava articulando a convocação para o próximo dia 26. “A executiva foi eleita em janeiro e desde lá não se reuniu”, justifica Lima. “É preciso reunir a Executiva para dar legitimidade ao rumo do partido”, diz, referindo-se a necessidade de diálogo interno sobre a relação do PMDB com o Palácio do Planalto.

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quinta-feira, 13 de junho de 2013 Partidos | 07:00

Deputado colhe assinaturas para convocar Executiva do PMDB e causa desconforto na cúpula partidária

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O deputado federal Lucio Vieira Lima (PMDB-BA) causou o maior desconforto com o senador Valdir Raupp (RR), presidente nacional do PMDB. Isso porque Lima coletou assinaturas para convocar a Executiva Nacional do PMDB para uma reunião no próximo dia 26. O gesto foi uma resposta à notícia de que a cúpula do partido faria uma comissão para avaliar a situação eleitoral nos Estados.

Acontece que Raupp tinha planos de convocar a Executiva para um encontro daqui a duas semanas, e a iniciativa de Lima atravessou os planos do presidente.

Na noite de ontem, Lima recebeu um telefonema de Raupp a respeito do ocorrido e usou um tom conciliador. Ele interrompeu a conversa que mantinha com o colega Antônio Imbassahy (PSDB-BA) e argumentou: “Esse documento é para ficar na mão presidente, não vou protocolar. Jamais faria isso sem falar com o senhor antes. Até planejava pegar a sua assinatura”, disse Lima.

O deputado baiano afirmou ter tido respaldo da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, que esteve reunida ontem, para colher as assinaturas pedindo a convocação da Executiva.

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domingo, 14 de outubro de 2012 Eleições | 10:15

PMDB de Salvador apoia candidato do DEM, mas jura que estará com Dilma em 2014

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O deputado federal Lúcio Vieira Lima comanda o PMDB da Bahia junto com seu irmão, o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, que hoje ocupa uma diretoria da Caixa Econômica Federal.

Mesmo assim, o PMDB declarou apoio no segundo turno ao candidato do DEM para prefeito de Salvador, ACM Neto. E desfilou do partido o candidato a prefeito no primeiro turno, Mario Kertész, que manifestou apoio ao petista Nelson Pelegrino nesta segunda fase das eleições municipais.

Em entrevista ao Poder Online, Lúcio Vieira diz que isso é apenas uma decisão local, que não teme pelo cargo de seu irmão no governo. E que em 2014 o PMDB baiano estará até o pescoço lutando pela reeleição de Dilma Rousseff à Presidência da República.

Poder Online – Não foi uma atitude muito radical expulsar o Mário Kertész só porque ele manifestou apoio ao Pelegrino?

Lúcio Vieira Lima – Nós não o expulsamos. Ele se desligou do partido de comum acordo com a Executiva, já que tinha se filiado apenas para concorrer à Prefeitura. Ele havia declarado antes que, se perdesse, não continuaria na política.

Poder Online –Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula devem fazer campanha pelo Pelegrino. E o vice- presidente da República, Michel Temer, que é do PMDB, fará campanha  pelo candidato de vocês?

Lúcio Vieira Lima – Neste segundo turno estamos apoiando o candidato do DEM. Não estamos diretamente na disputa. Então não há essa necessidade da presença do Michel. Já no caso do Pelegrino, a Dilma e o Lula são do partido dele. É natural que façam campanha.

Poder Online – A imprensa noticiou que a presidenta Dilma encarregou o Michel de convencer o PMDB baiano a apoiar o Pelegrino.

Lúcio Vieira Lima – Não fomos procurados por ninguém.

Poder Online – Vocês não acham incoerente apoiar o ACM Neto com o Geddel tendo um cargo na diretoria da Caixa Econômica Federal. Não temem que isso acabe criando problemas para ele no governo.

Lúcio Vieira Lima – O ex-ministro Geddel virou diretor da CEF devido à competência administrativa demonstrada quando comandou a pasta da Integração nacional no governo Lula. E também devido ao apoio que demos à eleição da presidenta Dilma em 2010. Essas são eleições municipais. Nada têm a ver com o quadro nacional  Estamos apoiando o ACM Neto porque achamos que Salvador e a Bahia querem mudança. Tanto que ACM Neto saiu na frente no primeiro turno. E tanto que, segundo as pesquisas, o governador  Jaques Wagner (PT) tem cerca de 3% de ótimo na avaliação popular enquanto a presidenta Dilma tem 67%.

Poder Online – Vocês aqui estão contra o PT. Em 2014 apoiarão a reeleição da Dilma como candidata do PT à Presidência da República?

Lúcio Vieira Lima – Claro! Não há outra hipótese. Aqui na Bahia o PT fez um péssimo trabalho. Mas, no governo federal, com a presidenta Dilma à frente, tem feito um excelente trabalho. Até porque tem tido a ajuda do PMDB e do vice-presidente Michel  Temer. Nós estaremos engajados na reeleição da Dilma e do nosso Michel. Não há outro caminho.

Poder Online – E as mágoas com a participação de Lula e Dilma nas campanhas de Salvador e da Bahia contra os candidatos do PMDB local?

Lúcio Vieira Lima – Não há mágoas. São questões políticas, envolvendo a política local. Não sei porque o país olha a Bahia como algo estranho. Aconteceram casos assim no país inteiro nestas eleições. E no passado também. O Jaques Wagner, por exemplo, esteve na Convenção do PSDB apoiando a candidatura do tucano Antônio Imbassahy a prefeito. Foi incoerência?

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012 Eleições | 05:01

“Campanha é assim, a gente acredita até o fim”, diz aliado de Chalita e Mario Kertész

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O deputado Lúcio Vieira Lima divide com seu irmão Geddel Vieira Lima o controle do PMDB da Bahia.

Por obra e graça dos dois, o partido lançou a candidatura de Mario Kertész a prefeito de Salvador. Mas o candidato não emplacou, segundo as pesquisas eleitorais.

Abordado no Salão Verde da Câmara sobre as chances de Kertész, Lúcio vaticinou: “Vai ganhar.”

Ante os protestos do interlocutor , ele replicou:

“Ouvi agora do Gabriel Chalita (PMDB) no plenário, que o José Serra (PSDB) já está fora do segundo turno e que ele, Chalita, é que vai disputar com o Celso Russomano (PP). Campanha é assim, amigo, a gente acredita até o final.”

Pano rápido.

Chalita, assim como Kertész, circula ali pelos 6% nas pesquisas.

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quarta-feira, 19 de setembro de 2012 Partidos | 05:01

Aberta temporada de disputa pela liderança do PMDB na Câmara

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No Congresso já é dado como certo que o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), será o futuro presidente da Câmara.

Com isso, abriu-se uma disputa dentro de seu partido pelo cargo de líder.

Estão no páreo a vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas (ES), o ex-líder do PR Sandro Mabel (GO), e os deputados Eduardo Cunha (RJ), Lúcio Vieira Lima (BA) , Danilo Forte (CE), Marcelo Castro (PI) e Manoel Junior (PB).

Ou seja, muita gente para um cargo só. O que mostra que essa é uma guerra ainda longe de se definir.

O que se diz é que o vencedor será aquele a quem Henrique Eduardo Alves preferir. O nome mais ligado ao atual líder é o de Eduardo Cunha. No entanto, é o que sofre maiores resistências do Palácio do Planalto.

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