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Posts com a Tag Lúcio Vieira Lima

quarta-feira, 22 de agosto de 2012 Eleições | 05:01

Aliados estão conformados com participação de Lula e Dilma nas campanhas petistas. Mas, feridos, ameçam dar troco em 2014

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Os partidos aliados do governo já estão conformados com a participação do ex-presidente Lula nestas eleições. E até mesmo com a presidenta Dilma Rousseff, como explica o deputado peemedebista Lúcio Vieira Lima (BA):

– Se a Dilma vai participar da campanha petista até na cidade de São Paulo, área do vice-presidente Michel Temer (PMDB) e onde ele tem candidato a prefeito, por que ela e o Lula não viriam aqui na Bahia apoiar o candidato do PT? Nós vamos seguir o que manda a Marta Suplicy: relaxar e gozar.

Mas Vieira Lima afirma que isso pode prejudicar a própria Dilma:

— A eleição de 2012 marca o início da campanha para 2014, quando qualquer candidato majoritário precisará de aliados. Cabe ao PT avaliar como está tratando seus aliados agora.

A propósito: Dilma marcou para sexta-feira uma viagem ao município baiano de Serrinha, a 173 km de Salvador.

Estará ao lado do governador Jaques Wagner (PT) no mutirão de cirurgias de cataratas promovido pelo governo do Estado. Não se pode dizer que é campanha. Mas que ajuda ao PT, lá isso ajuda.

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quinta-feira, 5 de julho de 2012 Partidos | 09:54

Michel Temer aproveita briga do PT com o PSB para se reaproximar de Dilma Rousseff

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Do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), sobre a decisão do seu partido de se aliar ao PT em Belo Horizonte em função do rompimento dos petistas com o PSB:

— O grande vitorioso dessa história toda é o Michel Temer (presidente licenciado do PMDB). Acabou essa conversa de o Eduardo Campos tomar o lugar do Michel como vice da chapa pela reeleição de Dilma Rousseff. Enquanto o PSB rompe, o Michel mostra ao PT que o PMDB é um aliado confiável.

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quarta-feira, 11 de abril de 2012 Partidos | 09:01

Resistência do Palácio a indicações do PMDB vira chacota no partido

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O deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) é um brincalhão. E um provocador.

Sempre que cruza com o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), ele cutuca:

— E o presidente do DNOCS, foi nomeado? Ainda não? Isso é muito desgastante para o partido.

É que o líder indicou um nome para o cargo há meses. E, até agora, nada…

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012 Partidos | 18:51

E o PMDB diz que não veta Ciro Gomes. Mas, na prática, veta

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Irmão do ex-ministro da Integração Geddel Vieira Lima, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) apressa-se em explicar que seu partido não vetou a nomeação do ex-deputado Ciro Gomes (PSB-CE) para o lugar de Aloizio Mercadante como ministro da Educação.

Mas Lúcio explica assim:

— Ninguém tem o direito de vetar ninguém. A presidenta Dilma é quem decide. Ela foi eleita para isso. Apenas achamos que seria um constrangimento a nomeação do Ciro. Se ele classificou o PMDB como uma quadrilha chefiada pelo vice-presidente da República, Michel Temer, como poderia assumir um ministério? E se a presidenta viajar e o Temer assumir a Presidência? Como o ministro Ciro irá se reunir com o chefe de uma quadrilha?

Donde se conclui que:

Se depender do PMDB, Ciro está vetado, sim.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011 Partidos | 07:02

Eduardo Campos pode tomar o lugar de Michel Temer em 2014

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Do deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), sobre a vitória acachapante da deputada Ana Arraes (PSB-PE), mãe do governador Eduardo Campos, na disputa pela vaga de ministra do Tribunal de Contas da União:

— O PSB fortaleceu-se muito. Junto com o PSD, pode acabar tomando o lugar do PMDB no Congresso. E que me perdoe o meu dileto amigo Michel Temer, mas hoje o candidato a vice-presidente da República na chapa à reeleição de Dilma Rousseff é o Eduardo Campos.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Governo | 20:40

Deputado do PMDB diz que partido não vai se rebelar com queda de ministro

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Irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o deputado peemedebista Lúcio Vieira Lima disse ao Poder Online que não há a menor chance de o PMDB se rebelar com a queda do ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

— Nós fazemos parte do governo. Então, não é por causa de cargo não, porque o ministro pediu demissão, que nós vamos nos rebelar. Isso seria um fisiologismo da pior espécie.

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Congresso | 11:20

Projeto de comandar a Câmara é freio para a rebelião do PMDB

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Uma declaração da presidenta Dilma Rousseff  no seu encontro de ontem  com a cúpula do PMDB calou fundo entre seu interlocutores:

— Eu apoiarei o PMDB na Presidência da Câmara, na sucessão de Marco Maia, conforme foi acordado com o PT.

Como se sabe, o nome da cúpula do PMDB para o cargo já está escolhido, é o do atual líder na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). A declaração de Dilma foi entendida como um recado:  Henrique Eduardo Alves só tem a garantia do acordo mantendo-se fiel ao governo. Com o PMDB rebelado, ele pode até se eleger, mas corre sério risco de não conseguir.

No Cafezinho da Câmara, dois jovens e experientes políticos do PMDB, Renan Calheiros Filho (AL) e Lúcio Veira Lima (BA) — um, filho do ex-presidente do Senado Renan Calheiros, e outro, irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima –, insistiam que não há mais hipótese de rebelião no PMDB.

— Depois então que Dilma prometeu apoio a Henrique, não há mais possibilidade de rebelião. A Presidência da Câmara é decisiva para o projeto politico do nosso partido.

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quinta-feira, 7 de julho de 2011 Congresso | 11:07

Os efeitos especiais do ‘DJ Lúcio Vieira Lima’

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A cena foi motivo de gargalhadas ontem na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.

O deputado Vaz de Lima (PSDB-SP) fazia uso da palavra quando um celular começou a tocar e gerou interferência no microfone. Um gaiato que participava da reunião de imediato soltou: “São efeitos especiais do deputado Lúcio Vieira Lima, o DJ da comissão”.

— Ou alguém querendo cassar minha palavra, Excelência. Pode ser isso. Acho que sou vítima de bullying — completou Vaz de Lima entre risos.

Foi quando o deputado Lúcio Vieira Lima respondeu:

— Eu não faria isso, Excelência. Ainda mais te bulinar…

Escute só o resultado da brincadeira: Crise de riso na Câmara

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segunda-feira, 20 de junho de 2011 Congresso | 06:02

PMDB arma CPI contra o governo

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Os deputados peemedebistas José Priante (PA) e Lúcio Vieira Lima (BA) conseguiram promover um mutirão em sua bancada e já recolheram 220 assinaturas em quase todos os partidos para a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre os royalties pagos pelas empresas mineradoras.

São quase 50 asinaturas a mais do que o necessário para a criação da CPI.

O governo acredita que Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, está por trás da movimentação.

Agnelli e o PMDB vivem uma guerra contra a antiga diretoria petista do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) por causa do pagamento de royalties da mineração, sobretudo no Pará.

O DNPM tem suas diretorias loteadas entre partidos da base governista — especialmente o PT, o PMDB e o PTB — num modelo muito semelhante ao dos Correios e Telégrafos,  onde uma briga entre padrinhos e apadrinhados acabou resultando na denúncia do Mensalão, feita pelo ex-deputado Roberto Jefferson (PTB).

Os peemedebistas atualmente dirigem o órgão. Mas acreditam que, investigando o pagamento de royalties, colocarão os petistas da antiga diretoria contra a parede.

Mas como costumava dizer o peemedebista Jader Barbalho: esse negócio de CPI a gente sabe como começa, só não dá para saber como vai acabar.

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