Publicidade

Posts com a Tag Luiz Antônio Fleury Filho

quinta-feira, 25 de setembro de 2014 Eleições | 19:42

Zarattini corre para a classe média

Compartilhe: Twitter
Deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP). Foto: Divulgação

Deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP). Foto: Divulgação

Tido como um dos principais puxadores de voto no PT de São Paulo, nestas eleições o deputado federal Carlos Zarattini tem buscado crescer entre o eleitorado de classe média, para ampliar sua votação ou, pelo menos, manter a marca dos 216 mil votos de 2010.

Tradicionalmente mais forte entre a periferia, nos últimos dias o candidato à reeleição buscou o apoio de artistas e intelectuais que dialogam com outros públicos e que participaram inclusive das gestões de governadores como Orestes Quércia, Luiz Antônio Fleury Filho e Mário Covas, para gravarem depoimentos em sua homenagem.

O primeiro a participar foi o escritor Fernando Morais, ex-secretário estadual de Cultura do governo Quércia e de Educação, no governo Fleury. Outro apoiador recrutado é o arquiteto Ricardo Ohtake, ex-diretor do Museu da Imagem e do Som de São Paulo, que também comandou as pastas da Cultura, no governo Fleury, e do Meio Ambiente, no governo Covas. Além deles, a atriz global e tia de Zarattini, Eva Wilma, também participará do material produzido pela campanha.

Autor: Tags: , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 23 de julho de 2014 Eleições | 20:18

Sem propostas definidas, Skaf busca apoio sindical

Compartilhe: Twitter
Paulo Skaf (Foto: Divulgação)

Paulo Skaf (Foto: Divulgação)

O candidato ao governo de São Paulo, Paulo Skaf (PMDB), também está em busca de algum apoio sindical no estado. Nesta quinta-feira, o candidato se reunirá com a União Geral dos Trabalhadores, para oficializar o apoio da central à sua candidatura.

De acordo com o coordenador de campanha de Skaf, Luiz Antônio Fleury Filho, as propostas do candidato para o setor sindical ainda não foram definidas. “Amanhã nós iremos recolher as sugestões para incorporá-las ao nosso programa”, afirmou.

Fundada em 2007 e presidida pelo aliado de Gilberto Kassab, Ricardo Patah (PSD), a UGT possui sindicatos distribuídos sobretudo nas áreas de serviço e comércio, tradicionalmente menos mobilizadas do que centrais como CUT e CTB, que apoiam o petista Alexandre Padilha, e a própria Força Sindical, aliada do tucano Geraldo Alckmin.

Autor: Tags: , , , , ,

domingo, 6 de julho de 2014 Eleições | 07:00

‘Não acredito que Skaf vá repetir fenômeno Russomano’, diz coordenador de campanha

Compartilhe: Twitter
O ex-governador e atual coordenador da campanha de Paulo Skaf (PMDB), Luiz Antônio Fleury Filho. (Foto: Agência Brasil)

O ex-governador e atual coordenador da campanha de Paulo Skaf (PMDB), Luiz Antônio Fleury Filho. (Foto: Agência Brasil)

Diante de um cenário eleitoral praticamente definido no estado de São Paulo, o ex-governador e atual coordenador da campanha de Paulo Skaf (PMDB) ao governo – Luiz Antônio Fleury Filho – aposta na estrutura partidária peemedebista e dos aliados PSD, PDT, PROS e PP para chegar ao segundo turno.

“Não acredito que o Skaf vá repetir o fenômeno Russomano. Por uma razão: ele não tinha estrutura partidária”, afirmou Fleury ao Poder Online. Por enquanto, o PMDB lidera o tempo de televisão, seguido do candidato tucano à reeleição, Geraldo Alckmin, e, só então, do petista Alexandre Padilha.

Leia também: Coordenador da campanha de Skaf diz ter informantes na equipe de Alckmin

Fleury desconversa, porém, ao falar sobre o apoio de Paulo Maluf (PP) a Skaf. Diz que Skaf não tirará a tal foto com Maluf e pede até mesmo para mudar de assunto. “Veja bem, não é apoio do Maluf, é apoio do PP. Não houve nenhuma interferência da cúpula do partido para que o PP ficasse conosco, foi uma decisão da base – contrariando inclusive a fotografia: nós ficamos com o apoio e o Padilha, com a foto.”

Poder Online: Estrategicamente, com quem será a polarização do Paulo Skaf em São Paulo?
Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB-SP): Se continuarem as projeções que nós temos, nosso cálculo é de que após o início do horário eleitoral na televisão nós vamos polarizar com o Alckmin. Atualmente, o grau de conhecimento do Skaf é muito pequeno, comparado com o Alckmin e o próprio Padilha. Mas nós estamos com o maior tempo de TV. Temos cerca de quarenta segundos a mais que o Alckmin e estamos com dois minutos na frente do Padilha.

Pensando nessa polarização, qual será a estratégia adotada no discurso? Existe algum ponto fraco do Alckmin que deve ser atacado, em especial?
Evidentemente que nós já temos esse diagnóstico, mas o principal é o seguinte: o que não foi feito em 20 anos, não será realizado nos próximos quatro.

Dentro deste diagnóstico, existe algum tema central?
Nosso tema central será educação. Um dos pontos principais que nós vamos defender será o fim da progressão continuada tal como ocorre hoje.

O senhor falou em 20 anos de PSDB no estado. Como superar essa tradição, em uma eleição?
É que tem também o cansaço. Há um sentimento de renovação, de que o ciclo está chegando ao fim. O próprio Fernando Henrique Cardoso tem falado muito em renovação, mas ele só fala em renovação no nível federal e se esquece de que eles estão em São Paulo há 20 anos. É claro que o PSDB é forte: eles se organizaram aqui nos últimos 20 anos. Mas são 20 anos nos quais só aumentou a violência, em que estamos chegando a uma crise no abastecimento de água, tudo por falta de planejamento do governo. Há um descontentamento generalizado nas principais áreas de atuação do governo.

Neste sentido, o Alexandre Padilha também pode crescer, não é mesmo? Como será a relação com ele? Existe mesmo a possibilidade de um pacto de não-agressão, como indicou o vice-presidente Michel Temer (PMDB)?
Não há nenhum pacto neste sentido. Evidentemente que o adversário comum é o Alckmin, mas acho que a campanha do Padilha será mais centrada em se mostrar viável aos olhos do PT – para que ele possa se alavancar um pouco. Porque, veja, a atuação dele nas pesquisas mostra que ele precisa em primeiro lugar conquistar o partido. Então, por enquanto, não estamos preocupados com isso não.

Uma coisa interessante nas últimas eleições foi a candidatura do Celso Russomano (PRB) à prefeitura de São Paulo. Ele começou muito bem e, aos poucos, perdeu o fôlego, deixando o segundo turno com PT e PSDB. O senhor acredita que tem algum risco de o Skaf representar este mesmo fenômeno?
Não, não acredito que o Skaf vá repetir o fenômeno Russomano. Por uma razão: ele não tinha estrutura partidária. Já nós, além da estrutura do PMDB, temos PSD, PDT e PP, que são fortes no estado, e o PROS, que tem uma presença importante. Esse risco nós não temos. O que a gente vê é o seguinte: por enquanto, o Alckmin ainda tem perspectivas de primeiro turno e vai fazer de tudo para alcançar isso. Basta ver que em todos os intervalos comerciais de horário nobre, em todas as televisões, tem publicidade do governo do estado. Inclusive de obras que não foram nem lançadas. Mas, nossa aposta é que apesar do pouco conhecimento junto à população, por termos um bom tempo de TV e uma boa estrutura partidária, nós vamos reverter esse quadro. Ao contrário do Russomano, que era conhecido, mas não tinha estrutura partidária.

E o apoio do ex-prefeito Paulo Maluf (PP), de última hora? Como isto influenciará a campanha?
Veja bem, não é apoio do Maluf, é apoio do PP. A base do PP em São Paulo estava muito incomodada com o apoio ao PT aqui, porque são tradicionais adversários. E o que aconteceu foi que a executiva do partido se reuniu e, com apenas um voto divergente, resolveu apoiar o Skaf. Ao contrário do que eu tenho lido nos jornais, não houve nenhuma interferência por parte do Lula, da Dilma, ou de quem quer que seja. A gente não pode esquecer que o candidato deles queria e precisa de mais tempo de televisão.

Mas essa rivalidade histórica não foi um problema quando o PP apoiou o prefeito Fernando Haddad (PT) em 2012, né?
Na verdade, o apoio ao Haddad foi forçado pela direção do partido. Tanto é que na fotografia apareceu o Lula, o Maluf e o Haddad. Isso mostra que desta vez não houve nenhuma interferência da cúpula do partido para que o PP ficasse conosco, foi uma decisão da base – contrariando inclusive a fotografia: nós ficamos com o apoio e o Padilha, com a foto.

E vocês não vão tirar mesmo a foto?
Não.

Por que esta decisão?
Não é decisão, é falta de oportunidade.

E se houver oportunidade, vocês irão tirá-la?
Passa para a próxima pergunta, eu já falei tudo o que tinha para falar sobre esse assunto.

Tudo bem. Com relação à candidatura do Gilberto Kassab ao Senado, existe alguma possibilidade de desistência, mesmo após o registro no TRE?
Não. A candidatura é definitiva. Nessa altura, o Kassab não vai voltar atrás. Pelo menos foi o que conversamos e ele afirmou que é irreversível.

Como ficou o clima entre o Kassab e o Serra, depois dessa reviravolta?
Ahhh, você tem que perguntar aos dois. Eu sei do clima entre eu e meus amigos, minha família. Mas, pelas informações que eu tenho, eles continuam bons e leais amigos. Às vezes acontece isso, na política. Por exemplo, o Aloysio Nunes (PSDB) é candidato a vice do Aécio Neves (PSDB), mas é um grande amigo. Na política ele defende o Alckmin aqui e eu defendo o Skaf, mas somos grandes amigos pessoais.

Como o senhor enxerga um possível segundo turno?
Segundo turno é uma nova eleição. A primeira eleição de segundo turno em São Paulo foi a minha, como governador. No segundo turno, as lideranças têm um papel importante, mas não decisivo. Nem sempre o eleitor acompanha a liderança. O eleitor aprendeu que, em uma eleição, primeiro se vota em quem você acha melhor e, em seguida, em quem for menos ruim. No segundo turno, o arco de alianças se modifica completamente e depende de não se criarem sombras ou fossos iniciais que causem uma dificuldade de apoio futuro. Por isso que, no início, os ataques não são tão pronunciados: todo mundo toma cuidado para ver quem será aliado no futuro. Então, no segundo turno, nós iremos avaliar quem quer nos apoiar ou não.

Autor: Tags: , , , , , , , ,

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014 Eleições | 08:00

Em São Paulo, PR se distancia do PSDB

Compartilhe: Twitter

O PR ainda não definiu sua situação na eleição paulista, mas nos últimos dias o partido se distanciou um pouco de um possível acordo com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Por outro lado, a relação de amizade que a principal liderança local do partido, o senador Antônio Carlos Rodrigues, nutre pelo coordenador da pré-campanha de Paulo Skaf (PMDB), o ex-governador Luiz Antônio Fleury Filho, só faz crescer.

Leia também: Paulo Maluf fala em apoiar Skaf em São Paulo

O PT também tenta atrair o PR e impedir a reprise do que aconteceu em 2012, quando o partido acabou caindo no colo de José Serra (PSDB). Rodrigues e o presidente do diretório paulista do PT, Emidio de Souza, estiveram reunidos na semana passada, mas ainda longe de selar um acordo.

O PR não abre mão de indicar um nome para a composição da chapa do candidato que decidir apoiar. Os favoritos são Milton Monti, deputado federal, e por Claudio Lottenberg, atualmente presidente do Hospital Albert Einstein.

Autor: Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 31 de outubro de 2013 Eleições | 14:00

Fleury vira cabo eleitoral de Paulo Skaf

Compartilhe: Twitter

O ex-governador de São Paulo, Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB-SP), aproveitou que o PT baixou a guarda na articulação com o PR e procurou contato com lideranças do partido em busca de apoio para Paulo Skaf (PMDB) na corrida estadual em São Paulo.

Fleury telefonou para o senador Antônio Carlos Rodrigues, secretário-geral do PR e principal liderança do partido em São Paulo. O ex-governador, que vem atuando como coordenador da pré-campanha de Skaf, pediu um encontro com Rodrigues.

Rodrigues e Fleury têm uma relação cordial que data da época em que o peemedebista era governador de São Paulo. Na época, Rodrigues estava no comando da EMTU.

Apesar da sinalização do PMDB, o PR está mais próximo de fechar acordo com o PT para apoiar Alexandre Padilha. Líderes do PR, entretanto, se dizem irritados com a aproximação do PT com o ex-prefeito paulistano Gilberto Kassab (PSD).

Autor: Tags: , , , ,

quinta-feira, 10 de outubro de 2013 Eleições | 15:45

Fleury diz ver ‘movimento ghost’ nas articulações da corrida presidencial

Compartilhe: Twitter

Em palestra a empresários paulistas, ex-governador de São Paulo Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB) aderiu à discussão sobre o papel que terão os padrinhos e aliados políticos na corrida presidencial do ano que vem. Segundo ele, as pré-candidaturas de Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos se transformaram num “movimento de ghosts”.

“Dilma tem a sombra de Lula, Aécio, a de Serra, e Campos, a de Marina. Todos os fantasmas estão bem melhores  nas pesquisas eleitorais e irão assombrá-los até a definição do quadro eleitoral.”

Autor: Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 2 de outubro de 2013 Partidos | 16:30

A convite de Skaf e Fleury, ex-secretário de Segurança de SP será candidato a deputado

Compartilhe: Twitter

O ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo Antônio Ferreira Pinto será candidato a deputado federal pelo PMDB-SP. O convite de filiação foi feito pelo pré-candidato ao governo do partido, Paulo Skaf, e pelo ex-governador Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB).

Ferreira Pinto, que foi secretário do governador Geraldo Alckmin (PSDB), irá participar das discussões sobre segurança na eleição, área considerada frágil para Alckmin.

O ex-deputado Luiz Lauro, irmão do prefeito de Campinas, Jonas Donozette (PSB), também assinou a filiação ao PMDB e concorrerá a uma cadeira na Câmara.

Autor: Tags: , , ,

sexta-feira, 2 de agosto de 2013 Justiça | 15:30

Justiça considera ‘exacerbada’ multa imposta a Fleury por improbidade

Compartilhe: Twitter

O STJ reduziu pela metade a multa que havia sido imposta ao ex-governador de São Paulo, Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB-SP).

Ele havia sido condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a pagar valor referente a 50 vezes seu salário como governador por improbidade administrativa.

A ação diz respeito à contratação de funcionários para a Eletropaulo, na época em que Fleury era governador, sem a realização de concurso.

O STJ considerou o valor de 50 vezes o salário exacerbado e reduziu a cobrança ao referente a 25 vezes o valor recebido por ele na época.

Entretanto, o STJ manteve as outras penalidades contra Fleury, a suspensão de seus direitos políticos e a proibição de contratar com o estado e de receber benefícios ou incentivos da administração por três anos.

Autor: Tags: , ,

quinta-feira, 5 de julho de 2012 Eleições | 19:40

Fleury cita Corinthians para dizer que Chalita será eleito prefeito

Compartilhe: Twitter

O ex-governador Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB) se empolgou na tarde desta quinta-feira, na sede municipal do PMDB, em ato de adesão do vereador Carlos Apolinário.

Ao iniciar sua fala, pediu desculpas por ter chegado atrasado e alegou ter vivido emoções fortes na noite anterior.

Ostentando um broche do Corinthians na lapela de seu paletó, Fleury fez uma comparação inusitada entre o título inédito do time paulistano e o fato de o PMDB nunca ter eleito um prefeito na cidade:

— Da mesma forma que o Corinthians conquistou pela primeira vez a Libertadores, o Chalita vai conquistar a prefeitura — disse Fleury.

Autor: Tags: , , , ,

quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Partidos | 07:06

Temer oficializa volta de Fleury ao PMDB

Compartilhe: Twitter

O ex-governador paulista Luiz Antônio Fleury Filho (Foto: Rose Brasil/ABr)

O vice-presidente Michel Temer oficializará amanhã a volta do ex-governador Luiz Antonio Fleury Filho ao PMDB. Filiado ao PTB, Fleury pediu para voltar ao partido há dois meses.

No evento, que acontecerá na nova sede estadual do partido em São Paulo, a mulher de Fleury, Ika Fleury, também assinará a ficha de filiação para se candidatar a vereadora no ano que vem.

O deputado Gabriel Chalita, presidente municipal do PMDB e candidato a prefeito da capital paulista, também participará do ato.

Autor: Tags: , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última