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Posts com a Tag Luiz Antônio Pagot

quinta-feira, 30 de agosto de 2012 Congresso | 05:01

Blairo Maggi negocia Código Florestal em plena licença médica

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O senador Blairo Maggi (PR-MT) está de licença médica, mas passou os últimos dias em plena atividade parlamentar.

Só não fez votar.

Primeiro, instruiu o amigo Luiz Antônio Pagot, ex-presidente do DNIT, no depoimento de terça-feira na CPI do Cachoeira.

Depois, participou do acordo que possibilitou a aprovação do Código Florestal na Comissão Especial que trata da medida próvisória sobre o tema.

Maggi festejava sobretudo a vitória na queda-de-braço com o presidente da Comissão do Meio Ambiente, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), em torno da permissão para exploração de 20% das áreas de florestas em propriedades na Amazônia.

“Isso era uma cláusula pétrea para nós, produtores, porque já havia sido negociada com os relatores. Não dava para o Rollemberg chegar depois e querer mudar tudo”, declarou ao Poder Online.

Mas quanto a estar no Congresso em plena atividade, ele desconversou:

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terça-feira, 28 de agosto de 2012 Congresso | 16:08

Líderes do PR não marcam presença em depoimento de Pagot

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Os líderes do PR na Câmara, Lincoln Portla (PR-MG), e no Senado, Blairo Maggi (PR-MT), não compareceram ao depoimento à CPI do Cachoeira do correligionário Luiz Antônio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit).

Pagot era tido como “homem bomba” e já tinha avisado que iria responder a todas as perguntas na comissão.

Portela avisou ao partido que não estaria presente porque está semana não é de esforço concentrado na Câmara e ele está cumprindo “compromissos de campanha”.

Já Maggi, está  sob licença do mandato para se submeter a tratamento médico em Mato Grosso.

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domingo, 8 de julho de 2012 Congresso | 12:21

Presidente do DEM avalia que plenário do Senado cassará nesta quarta-feira Demóstenes Torres, ex-integrante da legenda

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Presidente nacional do Partido Democratas (DEM), o senador José Agripino Maia (RN) não compareceu à votação da cassação de Demóstenes Torres (sem partido-GO) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na última quarta-feira.

Por conta disso, surgiram especulações de que Agripino poderá votar contra a cassação de um senador que integrava as fileiras de seu partido.

Em entrevista ao Poder Online, o senador afirma que não foi à sessão porque sabia que seu voto não seria necessário. E porque está em missão partidária no EUA, participando de reuniões da IDC (Internacional Democrata Cristã) e da União de Partidos de Centro Latino-Americanos.

Agripino  diz que não revela o voto apenas para não dar chances a Demóstenes de pedir anulação do processo. Mas, na entrevista, deixa claro que foi ele quem liderou o DEM na decisão de expulsar o senador da legenda e que concorda com a avaliação do presidente do Senado, José Sarney, segundo a qual a situação de Demóstenes “é muito frágil”.

Ao explicar essa fragilidade, Agripino praticamente revela o voto: “Um sentimento de auto-defesa do Senado. Os senadores entendem que uma negativa à cassação deixaria a Casa exposta.”

Poder Online – O senhor faltou à sessão em que a CCJ votou pela cassação de Demóstenes Torres. Isso gerou especulações de que o DEM votará por sua absolvição nesta quarta-feira, no plenário.

José Agripino Maia – O DEM expulsou Demóstenes de seus quadros logo que as denúncias contra ele apareceram. Diante disso, ninguém tem moral para suspeitar do partido.

Poder Online – E qual será o seu voto?

José Agripino Maia – Pois é. Não revelei o voto publicamente e não revelarei agora porque isto beneficiaria o próprio Demóstenes, dando-lhe argumento para pedir a anulação do processo. Afinal, a Constituição determina a votação secreta para casos de cassação de mandatos. Mas basta ver como o DEM se comportou logo que apareceram as denúncias, sob a minha liderança, para concluir como nós do partido estamos, estivemos e estaremos nos comportando.

Poder Online – E por que o senhor não compareceu à votação na CCJ.

José Agripino Maia – Primeiro, porque o resultado já estava definido, independentemente do meu voto. Todos nós senadores já tínhamos essa avaliação. Depois, porque estava e ainda estou em missão partidária no exterior. Falo com você dos EUA, mas na segunda-feira já estarei no Brasil.

Poder Online – Quanto à votação de quarta-feira, qual deverá ser o resultado?

José Agripino Maia – O que posso dizer é que concordo com o residente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Ele avaliou que a situação do senador Demóstenes é muito frágil. Eu também acho.

Poder Online – Por quê?

José Agripino Maia – Porque há um sentimento de autodefesa do Senado. Os senadores entendem que uma negativa à cassação deixaria a Casa exposta, em choque muito frontal com aquilo que deseja a opinião pública.

Poder Online – E quanto ao Carlinhos Cachoeira? Qual sua avaliação? Ele comandava mesmo uma organização criminosa com tentáculos no meio político?

José Agripino Maia – Acho que o fundamental desse caso é apurar a conexão deste senhor com a construtora Delta. E elucidarmos os contratos da Delta. É aí que ocorreu o desvio do dinheiro público, e o fundamental é levantarmos como e quanto de prejuízo eles causaram aos cofres públicos.

Poder Online – E esse objetivo será alcançado?

José Agripino Maia – Acho que há tentativas de se contornar esse objetivo. Porque é evidente que a maior parte dos contratos da Delta foram fechados com o governo federal. A maior parte das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) tinham a Delta.

Poder Online – Mas também tinham obras com governos estaduais. O caso das obras do Tietê, fechadas com o governo tucano de São Paulo, por exemplo…

José Agripino Maia – Seja lá de quem for. Tem que apurar todos os contratos da Delta. Chegue onde chegar. É aí que está o mau uso do dinheiro público.

Poder Online – A convocação do dono da Delta, Fernando Cavendish, ajuda?

José Agripino Maia – Claro que ajuda. A dele e a dos ex-diretor-geral do DNIT Luiz Antônio Pagot.

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quinta-feira, 28 de junho de 2012 Congresso | 08:05

Cresce movimento na CPI pela convocação de Cavendish e Pagot

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A oposição e o chamado grupo independente da CPI do Cachoeira pretendem voltar à carga a partir de hoje pela convocação do dono da construtora Delta, Fernando Cavendish, e do ex-diretor-geral do Denit Luiz Antonio Pagot.

Mesmo no PT e no PMDB, cresce o número de parlamentares que defendem serem inevitáveis essas duas convocações. E que o menos desgastante no momento é votar os requerimentos antes do recesso de julho.

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quinta-feira, 14 de junho de 2012 Congresso | 14:39

Miro evita motim da oposição na CPI

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O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) evitou esta quinta-feira que a oposição levasse a cabo um motim na CPI do Cachoeira.

Os parlamentares ameaçaram deixar o plenário depois que a comissão rejeitou, por 17 a 13, a convocação do ex-diretor geral do Departamento Nacional de Obras de Infra-Estrutura (Dnit), Luiz Antonio Pagot.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) liderava a revolta.

“Não é feio. É um gesto”, argumentou. “Não pode. Não faça isso”, retrucou Miro.

E a oposição guardou o galho.

Veja o vídeo:

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quarta-feira, 13 de junho de 2012 Congresso | 19:06

Pagot reafirma a Simon desejo de depor

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O senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse durante sessão na CPMI do Cachoeira que o ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, quer depor.

Já existem requerimentos para a convocação de Pagot que ainda não foram votados pela CPMI.

O ex-diretor do Dnit deu entrevista em que fala a respeito de um suposto esquema de desvio de verbas na obra do Rodoanel para abastecer campanhas do PSDB em 2010.

Pagot disse ainda que teria sido solicitada sua ajuda para captação de recursos para a campanha presidencial do PT, em 2010.

Simon afirmou aos colegas que o ex-diretor do Dnit teria dito que faz questão de ir à CPMI.

Assista:

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sexta-feira, 25 de maio de 2012 Eleições | 12:01

Afastado do DNIT, Luiz Antônio Pagot pode virar senador da República

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É enorme a pressão sobre o senador Jayme Campos (DEM-MT) para sair candidato a prefeito de Várzea Grande, segunda cidade de Mato Grosso, conurbada com a capital, Cuiabá, e base eleitoral original da poderosa família Campos no Estado.

Ex-prefeito e ex-governador do Mato Grosso, Jayme Campos seria favoritíssimo na disputa.

A propósito: ele foi eleito para o Senado numa aliança com o PR do Estado. Seu suplente foi indicado pelo atual líder do PR no Senado, Blairo Maggi.

E que é o suplente da chapa que elegeu Jayme Campos?

Trata-se do ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) Luiz Antonio Pagot, afastado do cargo em meio a denúncias que levaram à tão propalada faxina na reforma ministerial de Dilma Rousseff.

Pois é. Pagot agora pode virar senador.

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quarta-feira, 25 de abril de 2012 Congresso | 20:01

DEM pede acareação entre Cachoeira e Pagot em CPMI

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Dentre os 37 requerimentos apresentados pelo DEM na CPMI do Cachoeira, um deles promete ser top em audiência. O que requer acareação entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o ex-diretor geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot.

O pedido foi feito pelos deputados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Mendonça Prado (DEM-SE).

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quinta-feira, 21 de julho de 2011 Governo | 12:25

Diário Oficial não traz novas demissões

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Depois da onda de afastamentos e de exonerações desde a última sexta-feira, finalmente o Diário Oficial da União de hoje não trouxe nenhuma demissão nos Transportes.

Desde o início da crise, 15 pessoas já perderam o cargo.

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segunda-feira, 18 de julho de 2011 Congresso | 11:02

Senador do PSOL diz que denúncias contra Dnit facilitam criação de CPI

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O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) afirmou ao Poder Online que as novas denúncias de possível favorecimento de empresas em esquema de propina no Dnit aumentam a justificativa para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

Segundo ele, só faltam três das 27 assinaturas necessárias para a criação da comissão:

– Cada vez que surgem mais denúncias, fica mais difícil evitar a CPI. O governo tem que enfrentar o que existe como um caso de corrupção endêmico, que está nas entranhas da estrutura dos Transportes. Parece que o PR fez do órgão um feudo — disse ao Poder Online.

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