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Posts com a Tag Luiz Fernando Pezão

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015 Política | 14:49

Dilma chama Ciro Gomes para ajudar na estratégia contra impeachment

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Ciro Gomes

Ciro Gomes

A presidente Dilma Rousseff se encontrará entre hoje e amanhã com o ex-ministro Ciro Gomes, recém filiado ao PDT e provável candidato trabalhista à Presidência da República em 2018.

Ciro tem sido um dos mais ferrenhos opositores ao impeachment e um dos políticos mais críticos à atuação do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi chamado de “achacador” pelo irmão de Ciro, o então ministro da Educação, Cid Gomes.

O encontro de Dilma e Ciro foi incentivado pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), que tem sido um aliado de primeira hora da presidente e tem prestando atenção nos contundentes posicionamento de Ciro diante do quadro político.

Ciro ainda aposta na queda e na prisão de Cunha e chegou a taxar o vice-presidente Michel Temer, presidente do PMDB e principal benefiário do impeachment de “capitão do golpe”.

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015 Brasil, Partidos, Política | 16:31

Picciani conta com exoneração de secretários do Rio para recobrar posto de líder na Câmara

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Destituído do comando da bancada do PMDB na Câmara, nesta quarta-feira(9), o deputado Leonardo Picciani (RJ), espera a exoneração de dois secretários do governo e da prefeitura do Rio de Janeiro para recobrar seu posto.

Em uma jogada ensaiada com o Palácio do Planalto, com o governador Luiz Fernando Pezão, e com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, Picciani, que é hoje o principal aliado do governo, aguarda que a saída dos secretários de Coordenação do governo, Pedro Paulo, e de Esporte Lazer e Juventude, Marco Antônio Cabral, que é filho do ex-governador Sérgio Cabral.

Os dois foram eleitos deputados federais, no entanto estão licenciados devido a função no Executivo fluminense e da capital. Com a exoneração, eles recobram suas vagas na Câmara.

Embora negue, Picciani, esteve no início da tarde no Planalto para alinhavar a costura. Ao dar entrevista coletiva nesta tarde, ele evitou dar detalhes da operação, no entanto, insinuou que a composição da bancada peemedebista na Câmara “pode mudar a qualquer momento”.

“Está reaberta a temporada de listas”, insinuou o líder destituído por 34 assinaturas dos 66 deputados do PMDB. O restante dos deputados já assinaram apoio a Picciani, que pretende reverter a situação com a assinatura dos dois peemedebistas do Rio.

“O PMDB tinha encerrado a prática de feitura de lista e esta prática foi reativada. Pode ser que outras listas surjam”, disse Picciani.

Além da recondução do líder, a exoneração dos secretários atenderá ao desejo do Planalto de ter como aliados a maior parte da bancada do PMDB, para garantir, de imediato, votos a mais contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A ida dos secretários para a Câmara também serve ao PMDB comandado pelo pai de Leonardo Picciani, jorge Picciani, aliado de Pezão e Cabral, na retomada do controle do partido no Rio de Janeiro.

Picciani (RJ) passou a ser nos últimos meses a alternativa de diálogo do Planalto com o partido aliado,principalmente diante dos achaques conduzidos pelo presidente da Câmara. Ele havia chegado ao posto pelas mãos de Cunha. No entanto, seu recente alinhamento com o Planalto fez com que aliados do presidente da Câmara, mais precisamente, integrantes do bloco rebelde do PMDB, passassem a trabalhar para tirá-lo do cargo.

A gota d`água para sua saída do posto foi a indicação feita na reforma ministerial do ministro da Saúde, Marcelo Castro, e da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera.

 

 

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segunda-feira, 9 de março de 2015 Brasil | 12:00

Israel e Espanha negociam investimentos em dessalinização no Brasil

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A crise hídrica que atinge alguns dos maiores estados brasileiros atraiu o interesse de grupos estrangeiros, que decidiram oferecer tecnologias de dessalinização de água no país. Pelo menos dois países enviaram representantes ao Brasil, segundo apurou o Poder Online, para abrir frentes de negociação com governos estaduais.

Representantes da diplomacia israelense, por exemplo, estão em busca de assessoria jurídica para ajudar nas negociações com governos locais. A ideia do governo seria reunir um pool de cerca de 20 empresas, que poderiam prestar serviços ou vender tecnologia para o Brasil. Há interesse também em outros setores, como o de segurança de internet.

Já os espanhóis abriram conversas, por exemplo, com o governo do Rio de Janeiro. A equipe do governadot Luiz Fernando Pezão reuniu-se com representantes de um grupo espanhol há algumas semanas.

Leia também: “Estamos montando uma operação de guerra”, diz secretário de Alckmin

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Congresso | 16:05

Deputados do Rio tentam emplacar comissão especial da Olimpíada

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O prefeito Eduardo Paes, com a bandeira das Olimpíadas.

O prefeito Eduardo Paes, com a bandeira das Olimpíadas.

Deputados do Rio de Janeiro se movimentam para criar uma comissão especial da Câmara dos Deputados para o acompanhamento da Olimpíada de 2016.

Parte da bancada, entretanto, já espera uma resistência do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A tese é de que por ser do mesmo partido que o prefeito carioca, Eduardo Paes, e do governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, o peemedebista acharia melhor não bancar um órgão que dará pitaco na organização da competição.

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domingo, 8 de fevereiro de 2015 Congresso | 06:00

‘Quero deixar minha marca’, diz Clarissa Garotinho

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Com um caldinho de legumes, Clarissa Garotinho (PR-RJ) encerrou sua primeira semana de deputada federal. Entre uma colherada e outra, a carioca se recuperava da gastrite e revisava emendas de sua autoria que teriam de ser apresentadas no mesmo dia. “Já tem um mês que consegui cortar totalmente o glúten e a lactose!”, comemorou. Em poucas horas, embarcaria para o Rio de Janeiro, onde terá outro gabinete.

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

A deputada federal Clarissa Garotinho (PR-RJ). Foto: Divulgação

“Quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana”, desabafa. “Quarta-feira eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook”, diz Clarissa, ao mostrar os mais de dois mil compartilhamentos alcançados pela publicação. “Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.”

De fato, a tirar por seus primeiros dias na Câmara dos Deputados, a nova rotina de Clarissa parece ser agitada. Recém-chegada, ela já foi escalada para presidir a comissão que couber ao seu partido, o PR. Filha do ex-governador Anthony Garotinho (PR-RJ), também avisou que pretende participar ativamente das discussões nas bancadas feminina e evangélica, além de trabalhar pela aprovação de projetos de sua autoria.

“Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa”, explica. “Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram.” Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

De uma forma geral, sua chegada em Brasília tem despertado bastante atenção. Não só pelo histórico familiar, mas pela sua trajetória no Rio de Janeiro. Mas, uma vez aqui, como fazer para se diferenciar em meio aos 513 deputados que disputam visibilidade?
Essa é realmente uma diferença que tem aqui. Eu já fui vereadora e deputada estadual num universo menor de parlamentares, onde você pode se pronunciar mais vezes. Aqui, por exemplo, eu me pronunciei duas vezes no primeiro dia, fiz minha inscrição no segundo e me disseram que quem não tinha falado ainda teria prioridade. Aí, quando eu me inscrevi, eu tava na vaga 39 e, de repente, quando eu olhei o painel de inscrição, tinha sido jogada pra 56. Não ia dar mais tempo de falar. Realmente é difícil. Mas eu acredito que quem realmente trabalha tem formas de mostrar isso. Tanto no plenário, como dentro da bancada. Além disso, no partido já tem um entendimento para que eu assuma a bancada que nos couber.

Assumir uma comissão já no primeiro ano de mandato não é simples. Como foi essa negociação?
Na verdade, a bancada do Rio de Janeiro tem uma força grande na bancada nacional. Rio e São Paulo têm seis deputados federais, sendo que, proporcionalmente, seis deputados do Rio têm mais representatividade. Então, nós reivindicamos a presidência de uma Comissão e a bancada do Rio acordou que o nome que representaria o grupo seria o meu. O partido viu isso com bons olhos, também. Acho que é bom, é meu primeiro mandato, né? Tem gente que às vezes fica muitos anos por aqui e não consegue presidir uma comissão. Acho que é um voto de confiança. Sendo jovem, mulher e no primeiro mandato é um grande desafio. Mas eu gosto de desafios!

A senhora sente uma pressão maior por ser filha do ex-governador Anthony Garotinho?
É a primeira vez que eu vou ocupar um cargo que meu pai também ocupou, né. Eu fui vereadora do Rio, ele não foi. Fui deputada estadual e ele só tinha sido há muitos anos atrás, em um Parlamento completamente diferente. Aqui eu vou conviver com pessoas que foram deputados com ele e agora vão ser deputados comigo. Não é nem que exista uma cobrança das outras pessoas, mas existe uma cobrança minha mesmo. Existe uma expectativa. Meu pai foi governador, candidato a presidente da República, é evidente que ele tem uma experiência muito maior e muito diferente da minha, mas eu quero deixar minha marca aqui também e poder corresponder à expectativa de 335.061 eleitores que me elegeram. Cada um tem importância.

Nesta primeira semana, já foi possível perceber a diferença entre as rotinas de deputada estadual e federal?
Olha, essa rotina ainda tá sendo estabelecida, em uma semana ainda não posso dizer que já tenha uma rotina. Mas aqui é… quem pensa que deputado federal não trabalha, se engana. Acredito até que, se algum não quiser trabalhar, não trabalha. Mas, quarta-feira, eu cheguei 9h da manhã e trabalhei até meia-noite. Até botei uma foto no Facebook, mostrando que tava levando trabalho pra casa. Anteontem, teve sessão até onze e meia. Isso porque as comissões e as CPIs não começaram a funcionar ainda. Foi a primeira semana e já teve muito trabalho. Quando eu vim pra cá, até pensei ‘ah, de repente vou fazer algum curso na UnB’, mas acho que não vai dar tempo.

Como a senhora avalia a chegada do Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Casa?
Olha, eu fui oposição porque discordo dos métodos dele. Essa prática de vender dificuldades para colher benefícios. Acho que o Brasil perdeu. Mas a Câmara escolheu, o Plenário é soberano e ele é o presidente da Casa. Nós vamos precisar ter uma relação institucional, embora eu continue com as minhas divergências.

Parte da bancada religiosa tem demonstrado um certo entusiasmo com a chegada de um evangélico à Presidência. Como a senhora, que também é evangélica, enxerga isso?
Acho que, como presidente da Casa, ele representa uma instituição. E ele mesmo fez bem essa separação, numa entrevista que ele deu, dizendo que ali ele representava a Câmara dos Deputados, embora tivesse suas opiniões pessoais. É evidente que a bancada vai acompanhar, mas eu mesma ainda não participei de nenhuma discussão, porque ainda não começaram as reuniões. Como eu não tava aqui no ano passado, nem sei que posição a bancada evangélica tem hoje. Mas eu não votei nele, porque não acredito no tipo de política que ele faz.

A senhora pretende participar ativamente da bancada evangélica?
Ah sim, eu pretendo ir nas reuniões.

Tem algum projeto específico voltado para essa área?
O primeiro projeto que a gente está trabalhando é mais voltado para a área de educação, terceira idade e jovens. Como eu ainda não os apresentei, não queria falar sobre projetos agora. Ainda estamos escrevendo, fechando os detalhes.

A senhora assinou o requerimento para a instalação da nova Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras. Esse deve ser um dos assuntos acompanhados pelo mandato?
Eu acho que uma nova CPI é válida, mas ainda não sei se vou participar porque dentro do partido precisamos ver como será a divisão de espaço. De qualquer forma, surgiram novos fatos, sem contar que ano passado foi um ano eleitoral então, inevitavelmente, o debate das eleições contaminou um pouco a discussão. Agora, todo o povo brasileiro quer respostas sobre a Petrobras e nós, do Rio de Janeiro, ainda mais. Porque a sede da Petrobras é no nosso estado, onde fica um volume enorme de recursos. Existe lá a construção do Complexo Petroquímico, o Comperj, instalado em Itaboraí, que era motivo de esperança pra população carente de São Gonçalo. Só que ela foi iniciada há nove anos e ainda não tem previsão de conclusão. Não apenas precisamos de uma CPI da Petrobras, mas de explicações sobre a construção das novas refinarias. O Sérgio Cabral e o atual governador (Luiz Fernando Pezão, ambos do PMDB) são citados na Lava Jato. Nós queremos resposta.

O Congresso Nacional pode realmente contribuir com essas investigações ou a CPI será mais um palanque político?
Eu acho que o Parlamento não pode ficar de fora. A Polícia Federal e o Ministério Público estão fazendo um excelente trabalho e quanto mais a sociedade cobra, mais nós precisamos dar respostas.

Já nesta primeira semana, foi possível observar um desgaste inicial dentro da bancada feminina (leia mais aqui). Em que temas as mulheres poderiam avançar de forma conjunta?
Eu acho que a sugestão que eu dei foi muito bem aceita, para a gente pensar em projetos não individuais, mas sim coletivos, para ganhar força de tramitação. Eu perguntei se elas têm esse hábito de fazer isso aqui e me disseram que não. Mas acho que a gente ganharia força de tramitação porque, como ali a gente tem a representação de quase todos os partidos, se todas assinarem e pressionarem suas bancadas a gente consegue aprovar muita coisa. No final, isso que é o mais importante. É evidente que o primeiro processo, que é o processo eleitoral, traz divergências de método, mas não são divergências pessoais.

A senhora já tem algum projeto em mente, que poderia ser apresentado desta forma coletiva?
Tenho, mas prefiro discutir isso com a bancada feminina primeiro.

No final do ano passado, a bancada decidiu atuar como um “bloco parlamentar” em alguns momentos, para tentar garantir a presidência de determinadas comissões ou a relatoria de matérias estratégicas. Pode dar certo?
A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) tem uma proposta que estabelece que haja pelo menos uma mulher na mesa, não é? Isso eu acho legal, porque é uma proposta específica. Nós temos que colocar isso como uma regra da Casa. Agora, organizar como bloco a votação é muito difícil, a menos que seja em temas voltados para a família, a mulher. Porque, em outros temas, nós temos orientações partidárias divergentes. Hoje, uma das mulheres que nós temos na Mesa (Mara Gabrilli, PSDB-SP) está lá não pela atuação em bloco da bancada feminina, mas porque houve um entendimento do PSDB de botar uma mulher na mesa. Foi fruto de uma escolha partidária.

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quarta-feira, 26 de novembro de 2014 Estados | 10:30

PV está de olho na Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro

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O deputado federal Eurico Júnior (PV-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Eurico Júnior (PV-RJ). Foto: Agência Câmara

Nesta semana, o deputado federal Eurico Júnior (PV-RJ) e o prefeito de Macaé, Dr. Aluízio (PV-RJ), pretendem se reunir com o governador eleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), para negociar a participação do Partido Verde no próximo governo.

Com a pasta do Meio Ambiente possivelmente ocupada pelo pedetista Felipe Peixoto, os verdes têm sinalizado interesse em ocupar a Secretaria de Cultura.

A sigla, entretanto, anda em baixa na política local depois de ter saído das eleições sem eleger nenhum deputado estadual ou federal. Em contrapartida, os verdes pretendem ressaltar a importância do apoio do prefeito de Macaé e dos vices de Niterói, Axel Grael, e de Barra do Piraí, Dr. Junior – todos filiados ao PV.

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014 Estados | 13:30

Verde sonha com secretaria em governo de Pezão

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O deputado federal Eurico Júnior (PV-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Eurico Júnior (PV-RJ). Foto: Agência Câmara

Sem mandato pelos próximos anos, o deputado federal Eurico Júnior (PV-RJ) só fala em “ajudar” o governador eleito Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ) ao se despedir dos colegas parlamentares pelos corredores da Câmara.

O verde foi um dos principais responsáveis pelo apoio da sigla à candidatura de Pezão já no primeiro turno, quando o partido oficialmente ainda fazia parte da aliança para eleger o petista Lindbergh Faria. Agora, espera uma recompensa. A negociação, porém, ainda está em andamento.

Atualmente, o único nome já confirmado para integrar o secretariado de Pezão é o do atual secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, um dos principais responsáveis pelo projeto das Unidades de Polícia Pacificadora.

Assista: ‘Hoje a maconha está liberada’, diz deputado que defende legalização da droga

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014 Eleições | 15:23

Apesar de rebeldes, PT vê no Rio dois de seus melhores aliados no PMDB

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A presidente Dilma Rousseff ao lado do candidato a governador Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ). Foto: Ichiro Guerra / Divulgação

A presidente Dilma Rousseff ao lado do candidato a governador Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ). Foto: Ichiro Guerra / Divulgação

Apesar de abrigar um dos grupos mais rebeldes à orientação de Michel Temer em apoiar Dilma Rousseff (PT), o Rio de Janeiro é também o lugar em que estão dois dos mais empenhados cabos eleitorais do PMDB em favor da presidente.

Leia também: Caso Lindsay-Naomi provocou confusão no QG tucano

Apesar da enorme influência do grupo liderado por Jorge Picciani, seu filho Leonardo Picciani e o líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, parece haver ainda disposição dentro do PMDB fluminense em benefício do PT.

A avaliação é do próprio PT. Segundo a cúpula do partido, o candidato ao governo do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, estão cumprindo com afinco a tarefa de ajudar Dilma no estado.

Pezão inclusive tem feito esforços em promover Dilma em seus redutos eleitorais e até levou a presidente para a tradicional feijoada da Portela, em Oswaldo Cruz, Zona Norte do Rio.

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014 Eleições | 20:24

PCdoB hesita entre apoio a Crivella ou Pezão no Rio

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Deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Foto: Divulgação

Deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Foto: Divulgação

A decisão sobre que candidatura o PCdoB do Rio de Janeiro apoiará no segundo turno da disputa pelo Palácio da Guanabara só será definida na próxima segunda-feira, em reunião do diretório regional do partido. Além de Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB), ainda há a possibilidade de um posicionamento neutro.

De seu lado, a única deputada federal eleita localmente pelo partido, Jandira Feghali, já adiantou seu posicionamento. “Não tem condições de o PCdoB apoiar o Pezão”, diz a parlamentar, que defende o voto anti-Cabral. “Não podemos fortalecer uma campanha que serve de palanque para o Aécio Neves. Nós temos um compromisso com a vitória da Dilma.”

De sua parte, mesmo antes do segundo turno o próprio Pezão tem negociado com lideranças do partido e outros aliados de Lindbergh Farias (PT) – que já anunciou apoio a Crivella. Além do PCdoB, o peemedebista também busca a formalização do apoio de siglas como PV e PSB, que haviam sinalizado uma aproximação, mas ainda não bateram o martelo.

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terça-feira, 5 de agosto de 2014 Eleições | 10:30

Lula e Lindbergh resgatam amizade dos tempos de Fora Collor em programa de TV

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Lindbergh Farias e Luiz Inácio Lula da Silva resgatarão amizade histórica durante campanha. (Foto: Divulgação)

Lindbergh Farias e Luiz Inácio Lula da Silva resgatarão amizade histórica durante campanha. (Foto: Divulgação)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai dar uma forcinha para o candidato petista ao governo do Rio de Janeiro, Lindbergh Farias. Nesta semana, os dois gravarão juntos a primeira inserção do partido para as eleições estaduais.

No programa, será resgatada a relação histórica entre ambos, desde a época do movimento Fora Collor, em que Lindbergh era presidente da União Nacional dos Estudantes e Lula, um importante líder sindical.

Ao contrário da presidente Dilma Rousseff, que dividirá o palanque de Lindbergh, Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Marcelo Crivella (PRB), Lula prometeu ao companheiro petista que não participará das gravações nem do palanque de nenhum outro candidato no estado.

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