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Posts com a Tag Luiza Erundina

quinta-feira, 16 de abril de 2015 Política | 15:09

Para Erundina, Marta será alternativa contra polarização em São Paulo

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A ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB), avalia que a entrada de Marta Suplicy (PT) na disputa municipal em São Paulo terá a mesma lógica da participação de Eduardo Campos na disputa presidencial em 2014: quebrar a polarização entre PT e PSDB.

Erundina diz não ter conversado com Marta a respeito da corrida municipal ainda, mas elogiou a ex-prefeita de São Paulo e destacou a importância dela na disputa do próximo ano.

Marta deverá anunciar nos próximos dias sua saída do PT e filiação ao PSB.

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quarta-feira, 25 de março de 2015 Partidos | 09:00

‘Eu não faria desta forma’, diz Erundina sobre saída de Marta Suplicy do PT

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A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

Ao comentar a saída da senadora Marta Suplicy do PT e sua filiação ao PSB, a deputada federal Luiza Erundina – que fez o mesmo caminho em 1998 – critica a maneira como Marta tem conduzido a situação.

“Eu não faria desta forma. Ela tem suas razões, mas não precisa declarar guerra ao PT”, explica Erundina. “Eu mesma não saí assim”, compara. A deputada chegou a ser convidada para a festa de aniversário de Marta na última sexta-feira, mas não compareceu.

Sobre a intenção da senadora de disputar a prefeitura de São Paulo em 2016, Erundina reconhece que ela chega como a candidata natural do PSB e atribui parte do apoio partidário ao desempenho do atual prefeito petista, Fernando Haddad. “Ele não faz política, não construiu uma simpatia com a cidade. Até faz coisas interessantes, mas não dialoga, não fatura, isso favorece a Marta.”

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terça-feira, 24 de março de 2015 Partidos | 09:00

Com apoio de Erundina, novo partido deve se chamar Raiz

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Os dissidentes da Rede, de Marina Silva, definiram o nome do novo partido: é Raíz – Movimento Cidadanista e será lançado oficialmente no início de maio em São Paulo.

No mesmo período, segundo os organizadores, a deputada Luiza Erundina (PSB) coordenará um evento do mesmo gênero em Brasília, dando o ponte pé para a coleta de assinaturas. O manifesto do partido, chamado de Carta Cidadanista, será divulgada na sexta-feira pelo historiador Célio Turino.

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sexta-feira, 13 de março de 2015 Congresso | 11:00

Erundina recebe pedido de desculpas por votos contra PEC da participação feminina

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A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

Pouco após a aprovação em primeiro turno da PEC 590/2006, que garante pelo menos uma vaga para mulheres na Mesa Diretora da Câmara, do Senado e das comissões do Congresso Nacional, a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) recebeu dois pedidos de desculpas.

É que a proposta foi aprovada por praticamente a unanimidade do Congresso, à exceção de dois deputados: Otávio Leite (PSDB-RJ) e Sinval Malheiros (PV-SP). Constrangidos, ambos fizeram questão de dizer a Erundina, no entanto, que o voto contrário havia sido uma confusão técnica e não uma discordância com o projeto.

Malheiros chegou a tirar uma foto com a deputada, para se retratar publicamente. Já Leite disse que teve de dar explicações a seu eleitorado, após receber telefonemas de amigas criticando a decisão. No segundo turno, os dois prometeram prestar mais atenção no momento da votação.

Leia também: Erundina defende construção de creche em novo anexo da Câmara

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terça-feira, 3 de março de 2015 Congresso | 13:30

‘Um só deputado não pode definir a política de comunicação da Câmara’, diz Erundina

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Deputada Luiza Erundina (PSB-SP) - (Foto: Divulgação)

Deputada Luiza Erundina (PSB-SP) – (Foto: Divulgação)

Diante da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de indicar um deputado federal para assumir a Secretaria de Comunicação da Casa, a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) propôs que a atuação do indicado funcionasse a partir de um conselho de deputados. Hoje, o mais cotado para comandar a Secom é o deputado Cleber Verde (PRB-BA).

De acordo com Erundina, a sugestão já foi aceita por Cunha e pelos demais integrantes da Mesa Diretora. “Como o presidente está determinado a atribuir a um deputado a coordenação dessa área, o máximo que nós conseguimos era de que não ficasse sob a orientação de um único parlamentar de um determinado partido”, explica a socialista.

“Um só deputado não pode definir a política de comunicação da Câmara. Uma política definida por um único deputado, ampliada a um partido político, pode comprometer o respeito à pluralidade casa Casa”, diz Erundina, que foi eleita para a 3ª suplência da Mesa.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 Congresso | 11:00

Erundina defende construção de creche em novo anexo da Câmara

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A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Foto: Agência Câmara

A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Foto: Agência Câmara

Em reunião da Mesa Diretora da Câmara, a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) propôs que fosse incluída a construção de uma creche no projeto arquitetônico do novo prédio da Casa – o chamado Anexo V.

A princípio, a proposta foi aceita por unanimidade entre os deputados presentes, inclusive pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Agora, a viabilização da medida será estudada pela Diretoria-Geral da Câmara.

Atualmente, os funcionários da Casa têm direito a um auxílio-creche, até que seus filhos completem seis anos de idade. Ao todo, o benefício atende 2608 de pessoas com um valor médio de R$ 570, custando cerca de R$ 1,5 milhões mensais à Câmara.

Leia também: Recém-chegado, deputado do PSOL faz assembleia de assessores da Câmara

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015 Congresso | 15:00

Deputados já esperam tratorada de Eduardo Cunha na reforma política

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Eduardo Cunha (PMDB-RJ). (foto: Alan Sampaio iG/Brasília)

Os deputados que tentam brigar com a reforma política defendida pelo PMDB e amplamente apoiada pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se reuniram nesta manhã para tentar traçar uma estratégia para responder ao avanço da proposta.

A escolha do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para presidir a Comissão que discutirá a reforma e a indicação de Marcelo Castro (PMDB-PI) na relatoria acenderam a luz vermelha. A saída, afirmam os parlamentares, é tentar ganhar tempo para discutir alternativas.

Henrique Fontana (PT-RS), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Luiza Erundina (PSB-SP), Chico Alencar (PSOL-RJ) e Orlando Silva (PCdoB-SP) temem que, articulado com a oposição, Cunha passe o trator para aprovar o mais rápido possível a PEC 352/2013. O texto mantém o financiamento privado das campanhas e cria uma espécie de cláusula de barreira, ao dificultar a atuação de partidos pequenos.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015 Congresso | 16:43

Erundina mira na presidência e acaba na terceira vice

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A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Foto: Agência Câmara

A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Foto: Agência Câmara

Luiza Erundina (PSB-SP) bem que tent0u emplacar nesta tarde uma candidatura à presidência da comissão que vai discutir a reforma política, puxada pelo colega Chico Alencar (PSOL-SP), que fazia as vezes de cabo eleitoral.

Ela chegou a pegar o microfone e discursar defendendo sua candidatura. Mas logo foi enquadrada pelo colega Silvio Torres (PSDB-SP), que presidia a sessão desta tarde. Suplente no colegiado, Erundina fica automaticamente excluída da lista de possíveis candidatos. Terminou na terceira vice.

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domingo, 25 de janeiro de 2015 Partidos | 06:00

‘PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar isso’, diz ex-marineiro

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Ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo e idealizador da política dos Pontos de Cultura criada pelo governo Lula, o historiador Célio Turino é um dos principais responsáveis pela articulação em torno da criação do Avante – nome provisório do partido que pretende dar uma resposta à crise de representatividade revelada nas manifestações de junho de 2013.

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em entrevista ao Poder Online, Turino afirma que já teve início uma nova onda de manifestações populares e que é preciso “uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum”, para que as demandas tenham êxito. Este seria o papel do Avante, que hoje reúne lideranças como a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), além de representantes de movimentos como a greve dos garis no Rio de Janeiro e dos protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo.

Leia também: Dissidência da Rede cria partido para tentar catalisar movimentos sociais

De acordo com Turino, os partidos atualmente existentes não conseguiram dar essa resposta. “Avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho”, diz o historiador. “Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.” Leia abaixo a entrevista completa.

No último fim de semana, tiveram início as primeiras discussões formais sobre a criação deste novo partido. Como foi esse primeiro encontro?
A presença nos surpreendeu positivamente, foram cerca de 200 pessoas no auditório do cursinho Henfil, em São Paulo, mais um grande número acompanhando pela internet. No primeiro dia, apresentamos as ideias gerais para a constituição de um partido de novo tipo no Brasil, com características de Partido-Movimento, como os que têm surgido na Europa, em oposição às políticas recessivas, como Podemos na Espanha ou Syriza na Grécia. Estiveram presentes vários amigos espanhóis, que participaram dos Acampamentos nas Praças, 15 M e formação dos novos partidos e movimentos espanhóis, como Partido X, Ganyem Barcelona e Podemos. Também foi muito festejada a presença ativa da Luiza Erundina. No segundo dia tratamos de nossa organização, além de estudarmos mais a fundo as novas experiências de fazer político, seja na América Latina e na Europa.

Vocês já pretendem dar início ao processo de formalização da sigla? Existe algum prazo?
Trabalhamos sem preocupação com calendário eleitoral. Porém, a adesão espontânea tem sido muito grande em todo país, o que pode agilizar a nossa constituição formal. Já estamos na fase final de redação do manifesto, que se chamará Carta Cidadanista, bem como do nome definitivo e estatuto.

Que movimentos têm participado da construção desse processo?
Inúmeros, sobretudo coletivos e movimentos surgidos a partir das jornadas de junho de 2013. De lideranças da greve autônoma dos Garis, no Rio de Janeiro, a ativistas contra o Estado de Exceção, resultante da repressão judiciária e policial.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, em que estados vocês já têm articulações?
No nosso último levantamento eram 18 estados, ao todo. Mas a cada dia surgem novas propostas de participação. Já são centenas de pessoas envolvidas neste projeto, com grande inserção em diversos coletivos e movimentos.

O que representa o lema de “Avante”, escolhido por vocês? Avante em direção a que e a quem? O nome é, de fato, provisório?
Sim, é um nome provisório e já estamos em consulta final para definição do nome. Avante foi escolhido como referência às lutas anarquistas e socialistas do passado, da música Bandiera Rossa, que canta “avanti poppolo, Bandiera Rossa…” (do italiano, “avante, povo, bandeira vermelha”). Ao mesmo tempo, um passo avante para o futuro, rompendo com o atual quadro partidário, em que os partidos, ao invés de servirem à sociedade, se servem dela.

A deputada Luiza Erundina tem dito que o Avante surge em um momento muito oportuno, para dar resposta a um “esgotamento do atual sistema”. Como um partido político operando dentro da institucionalidade poderia fazer um contraponto a esse sistema?
Exatamente, há um esgotamento do atual sistema político-partidário e isto irá provocar crises de governabilidade cada vez mais intensas, com reflexos negativos na vida de toda a sociedade. Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.

Saiba mais: ‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

Recentemente, o deputado Ivan Valente afirmou que haveria espaço no PSOL para nomes como o senhor e a deputada Luiza Erundina, que hoje estão construindo o Avante (leia mais). Por que não se somar a eles? No contexto brasileiro, o que diferencia a proposta do Avante da proposta do PSOL?
O respeito é recíproco e acreditamos que estaremos juntos com o PSOL em diversas ações comuns. Porém, avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho.

Boa parte das ideias apresentadas pelo Avante são semelhantes ao que motivou o surgimento da Rede Sustentabilidade. No entanto, como o senhor mesmo tem dito, Rede perdeu a possibilidade de dar uma resposta àquele sentimento de insatisfação popular que nós observamos nas manifestações de 2013, ao se render à política tradicional e à polarização entre o PT e o PSDB. Qual é a proposta do Avante para escapar disso?
Exatamente, a Rede, lamentavelmente, revelou uma distância entre o que se diz e o que se faz. Isso a distanciou da construção de uma nova política, principalmente quando houve a adesão à candidatura de Aécio (Neves, PSDB-MG). Mas, independente disto, a construção do Avante é bastante diferente da construção inicial da Rede. Primeiro pela composição, em que a maioria das pessoas nem vêm da Rede e sim de movimentos sociais autônomos, além de dissidentes de partidos como PSOL, Piratas, PT, PCdoB e PSB. Segundo, pelas raízes programáticas, baseadas nos princípios do Bem Viver – Tekó Porã, em guarani, que é um conceito ameríndio que busca a harmonia entre humanos e a terra -, Bem Comum, Ecossocialismo e Cidadanismo.

A proposta das coalizões suprapartidárias, a exemplo do modelo espanhol, em que o partido indica candidaturas para serem apoiadas em cada local, independente de alianças maiores, não seria uma forma de se render a essa política tradicional também?
Estamos trabalhando nesta perspectiva para 2016, buscando contribuir para a constituição de alianças cidadanistas nos municípios, como o que aconteceu em Medellin, na Colômbia, a partir de 2002 e revolucionou a cidade. Fez com que Medellin, antes conhecida como cidade do cartel das drogas, se transformasse na cidade mais inovadora do mundo, dez anos depois, segundo reconhecimento da ONU. Em nosso seminário, tratamos de analisar estas experiências, tanto que um de nossos convidados, Javier Toret, é um dos principais articuladores da coalizão GanyemBarcelona.

O senhor diria que o Avante é uma tentativa de resposta às manifestações de 2013?
Sim. Muito provavelmente haverá uma nova onda de manifestações populares, conforme já estamos assistindo em grandes cidades, como São Paulo. As medidas recessivas e antipopulares adotadas pelo governo Dilma, como corte em direitos trabalhistas, sobretudo no seguro desemprego e pensões de viúvas e órfãos, bem como o corte no orçamento da educação, na ordem de R$ 7 bilhões, e demais investimentos públicos, enquanto, ao mesmo tempo, eleva impostos e tarifas, irão intensificar este ambiente de insatisfação, ainda mais porque todo este esforço acontece apenas para pagar mais juros aos especuladores e bancos, e mais nada. Para que a nova onda de manifestações tenha êxito, será necessária uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum. Daí a necessidade urgente de uma nova forma de partido político, evitando a dispersão programática que houve com as jornadas de junho de 2013.

Existem articulações para a fundação de diversos partidos, no próximo ano. A própria Rede Sustentabilidade, além do Partido Novo, Partido Pirata, Partido do Combate ao Desemprego e novas versões do Partido Liberal e do Arena são alguns exemplos. Sem contar com partidos recentemente registrados, como PEN, PROS, Solidariedade e PSD. Como o senhor enxerga esses processos? O que explica essa multiplicidade de partidos. Neste contexto, como responder à crítica de que o Avante seria apenas uma sigla a mais?
Esta busca por novos partidos só indica o esgotamento do atual sistema partidário e do próprio sistema político. Ao mesmo tempo em que há muitos partidos, falta um partido mais moldado à semelhança do povo brasileiro. O que temos hoje é muito mais uma casta política e econômica que cada vez mais tem se apropriado do bem público e é contra esta casta que pretendemos lutar. Independentemente de siglas que, no fundo, se revelam muito parecidas entre si, conforme se comprova com o programa econômico da Dilma, que é absolutamente igual ao do Aécio ou mesmo da Marina, talvez até mais agravado na intensidade, por ausência de oposição. Há que fazer política em outras bases e assim faremos.

Leia também: ‘Um partido de oposição não é muito bem-vindo’, diz fundador do Partido Novo

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015 Partidos | 19:40

‘Poderiam caber no PSOL’, diz Ivan Valente sobre Erundina e Turino

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O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente. (Foto: Divulgação)

O PSOL tem acompanhado com atenção as articulações para a criação do Avante – nome provisório dado ao partido idealizado por dissidentes à esquerda da Rede Sustentabilidade.

De acordo com o líder do PSOL na Câmara e ex-presidente nacional do partido, Ivan Valente (SP), “certamente haverá diálogo” com a nova sigla, caso ela venha a ser criada. “O que somar na direção progressista é interessante pra gente”, completa.

Na opinião de Valente, no entanto, parte dos entusiasmados com a versão brasileira do espanhol Podemos poderiam, também, migrar para o PSOL. “A Luiza Erundina já foi diversas vezes convidada para se juntar a nós e o (Célio) Turino também tem história pra isso. Eles poderiam muito bem caber no no PSOL”, diz o deputado.

Leia também: ‘Alckmin mentiu para a população’, diz Ivan Valente

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