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Posts com a Tag Lula

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015 Governo | 06:00

Governo busca uma receita para acalmar o próprio PT

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Boa parte dos esforços conduzidos nas últimas semanas pelo governo e pelo PT tiveram por objetivo convencer os próprios petistas a embarcarem na defesa da presidente Dilma Rousseff. O Planalto e o partido têm ciência de que o clima na base é de muita insatisfação. As críticas pegam carona no rumo da política econômica e no pacote fiscal. Mas, para os próprios petistas, a falta de vontade de encampar o discurso de apoio a Dilma tem muito mais a ver com a maneira como a legenda é tratada na tomada de decisões do novo governo.

Leia mais: Com Lula e Dilma, PT intensifica defesa do governo diante da crise na Petrobras

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Nas últimas semanas, o governo empenhou-se em fazer uma aproximação com o PT em várias frentes. Desde a eleição, integrantes da sigla queixam-se recorrentemente do fato de o presidente do partido, Rui Falcão, ser excluído de discussões estratégicas. Também reclamam e do fato de a reforma ministerial ter diminuído a presença de ministros ligados à ala majoritária do partido no círculo de conselheiros da presidente. Falcão passou a aparecer mais. E, dizem integrantes do governo, está mais próximo da articulação do governo.

Parte da mudança veio também no discurso. Primeiro, Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestigiaram a festa de aniversário do PT, em Belo Horizonte. E, com o aval de Lula e do Planalto, o comando da legenda trabalhou para aprovar uma resolução interna que sugere que a agenda histórica do partido não pode ser desprezada em nome do ajuste fiscal.

A alfinetada no governo foi calculada. Foi pensada pelo Planalto, junto com a direção partidária. O plano foi fazer um aceno à militância e a movimentos sociais que apoiam historicamente o PT, porém combinado a uma convocação pela defesa do governo diante da crise da Petrobras. O texto fala em “propor ao governo que dê continuidade ao debate com o movimento sindical e popular, no sentido de impedir que medidas necessárias de ajuste incidam sobre direitos conquistados – tal como a presidenta Dilma assegurou na campanha e em seu mais recente pronunciamento”.

Daqui para frente, a ordem é trabalhar para aproximar o governo Dilma das bases históricas do PT. Ministros foram orientados a aumentar a exposição junto a setores como o movimento sindical e de movimentos de terra. E ao menos o que se espera é que a própria presidente aceite fazer mudanças na forma como se relaciona com o partido e com esses setores.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015 Partidos | 09:00

‘Este será um momento de ouvir as bases do PT’, diz Rui Falcão

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Rui Falcão (Foto: Divulgação)

Rui Falcão (Foto: Divulgação)

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, diz que o momento é de aproximar o partido de sua militância. Diante do agravamento das denúncias da Operação Lava Jato, a legenda realiza hoje um ato em comemoração aos seus 35 anos, em Belo Horizonte, em que são esperados a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além dos principais líderes do partido.

“Este será um momento de ouvir as bases do PT, que são a razão do partido de existir”, afirma o dirigente, em referência ao encontro desta sexta-feira. Na ocasião, haverá  reunião do diretório nacional, que fará uma análise da conjuntura nacional, na qual está prevista uma ampla defesa do governo e da Petrobras.

O encontro também servirá para preparar as bases do próximo congresso do PT, instância que dá a linha estratégica a ser seguida pelo partido nos próximos anos. Segundo Rui, a ideia é abrir as discussões para a participação da militância por todos os meios possíveis, seja com a presença física ou por meio da internet.

Leia mais: Com Lula e Dilma, PT intensifica defesa do governo diante da crise na Petrobras

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Política | 06:00

Com Lula e Dilma, PT intensifica defesa do governo diante da crise na Petrobras

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Balançado pelos novas revelações da Operação Lava Jato da Polícia Federal, o PT reúne hoje sua direção em Belo Horizonte, com a tarefa de fazer uma ampla defesa do partido e do governo frente ao agravamento das denúncias de corrupção na Petrobras. Ontem, já reunidos na capital mineira, lideres da legenda acertavam os últimos detalhes do encontro do diretório nacional. Também davam a orientação a ser seguida no ato que comemora o aniversário do PT, em que são esperados a presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Leia também: Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta às denúncias da Lava Jato

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Abertura da quarta edição do Congresso do PT (Foto: Instituto Lula)

Com a divulgação do depoimento do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, a expectativa é de que seja ampliado o espaço que já estava reservado nos discursos para uma defesa do partido, governo e da Petrobras, por conta das denúncias da Lava Jato. Uma mensagem nesse sentido deve sair antes mesmo do ato político, na resolução de conjuntura que será aprovada pelo diretório nacional petista.

Integrantes do comando partidário admitem que pode haver alguma pressão diante das menções ao tesoureiro João Vaccari Neto na investigação, vinda principalmente da chamada esquerda petista. A ala majoritária do partido, entretanto, reiterava na noite de ontem a orientação para seguir dando sustentação a Vaccari. O argumento difundido internamente é o de que, se houvesse provas concretas do envolvimento de Vaccari no esquema, a Polícia Federal já teria pedido sua prisão.

Ajuste fiscal

Com a Operação Lava Jato ganhando os holofotes, pode cair para segundo plano uma “crítica moderada” que vinha sendo preparada pelo partido em relação às primeiras medidas do pacote fiscal anunciado pelo governo. O comando da legenda tinha como plano fazer um aceno à militância, para amenizar o incômodo na base com rumo dado ao novo governo. Ao controlar cuidadosamente o tom da crítica a ser feita à nova equipe econômica, o comando do PT entende que pode combinar uma queixa moderada a uma mensagem de apoio irrestrito a Dilma. Uma saída seria exaltar no documento a preservação das conquistas sociais, mencionando a necessidade de evitar um retrocesso na direção das políticas adotadas por governos anteriores.

Ainda no que se refere à área econômica, o PT pode aprovar a defesa de propostas históricas para fazer frente ao aperto econômico. Na lista, entrariam sugestões como a retomada do debate sobre a reforma tributária e a defesa da criação de um imposto sobre grandes fortunas.

Leia também: Ao PT, Vaccari afirmou que interrogatório foi ‘genérico’

 

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015 Política | 15:00

Correção: Homem de confiança de Lula, Dulci acompanha Vaccari

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Ao contrário do que foi publicado, o ex-ministro Luiz Dulci não acompanhou o tesoureiro do PT, João Vaccari, na nova fase da Operação Lava Jato. Ele se encontrava no Rio de Janeiro, onde proferiu uma palestra.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015 Governo | 14:51

Kassab faz suspense sobre Henrique Meirelles

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Gilberto Kassab (Foto: Agência Brasil)

Gilberto Kassab (Foto: Agência Brasil)

Diante das especulações sobre a possível indicação de Henrique Meirelles para presidir a Petrobras, o ministro Gilberto Kassab (Cidades), presidente do PSD e aliado do ex-presidente do BC, faz suspense. Ontem, ao ser questionado por onde passava sobre a possibilidade de nomeação, Kassab dizia apenas achar “pouco provável”.

Mas, diante das notícias de que Meirelles é o preferido do ex-presidente Lula para o posto, as falas do presidente do PSD foram entendidas imediatamente como um esforço para não queimar o aliado antes da hora.

Até porque Meirelles passou por algo muito parecido durante o processo de escolha do novo ministro da Fazenda: Lula bancava a indicação, mas a resistência de Dilma falou mais alto. A questão é se a presidente, desta vez, abraçou a sugestão.

Leia mais:
Com saída de Graça, governo vê Dilma mais exposta às denúncias da Lava Jato
Forma como saída de Graça foi anunciada gerou estranhamento no próprio governo

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 Estados | 15:00

Paulo Maluf dá conselhos a Marta Suplicy

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O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

Paulo Maluf, que já encarou uma eleição nada amigável com Marta Suplicy, se arrisca a dar alguns conselhos para a petista. Diante das especulações sobre a possível saída de Marta do partido, ele dispara: “Ela deveria se espelhar em mim. Veja só, eu estou há anos e anos no mesmo partido. Acho que se ela quer brigar, deve fazê-lo dentro do PT”, diz ele.

Nas últimas duas eleições, Maluf tirou foto ao lado de Fernando Haddad e Alexandre Padilha nas negociações de apoio do PP aos dois petistas, nas disputas para a prefeitura paulistana e o governo paulista. Agora, se Marta for a candidata em 2018 pelo PT, Maluf já não demonstra tanta certeza assim de que repetiria o gesto: “Ah, aí temos que pensar. Marta vai almoçar na minha casa com o Lula? O Haddad foi. Tem que pensar”.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 Partidos | 09:00

PT custa a encontrar nomes para reforçar comando partidário

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A operação montada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reforçar o comando do PT anda esbarrando na dificuldade de encontrar nomes disponíveis para se dedicar integralmente à tarefa. De acordo com um líder petista, alguns quadros sondados internamente têm desviado dos apelos, alegando envolvimento em outros projetos.

Recentemente, o PT bateu o martelo na troca do comando da Secretaria-Geral, que sairá das mãos de Geraldo Magela e vai para Romênio Pereira. A ideia de trazer Gilberto Carvalho para mais perto da direção ainda não saiu da mesa, mas sua nomeação no Sesi derrubou a tese de que ele poderia se dedicar em tempo integral ao partido.

Marco Aurélio Garcia também sinalizou que está bem na assessoria de Relações Internacionais da Presidência. Mas teria se colocado à disposição para ajudar no que for preciso.

 

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015 Partidos | 09:00

PT aceita tratar 2018 com Marta, mas prefeitura está fora de cogitação

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O PT começou a mandar os primeiros recados à ex-prefeita Marta Suplicy, na tentativa de abrir um diálogo que permita sua permanência no partido. Mas as mensagens iniciais não casam com o que o próprio partido acredita que ela quer. Em tese, o comando petista até aceita manter Marta como uma possível alternativa para o governo de São Paulo em 2018, desde que ela aceite disputar internamente com outros postulantes. Mas, se a condição para a permanência for a disputa pela prefeitura paulistana em 2016, a resposta é: nem pensar.

Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

O assunto foi discutido nos últimos dias pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo menos dois líderes petistas. Uma possibilidade seria o partido se comprometer a não tirar Marta de cena na eleição para governador. Leia-se, Lula não repetiria o que fez na última eleição municipal, por exemplo, quando pediu expressamente que ela desistisse de reivindicar uma prévia com o hoje prefeito Fernando Haddad.

Isso não significaria garantir a ela a cabeça de chapa. Até porque o PT entende que é cedo demais para assumir qualquer compromisso para daqui a quatro anos. Mas Marta teria a chance de colocar seu nome para aprovação da militância, junto com o de outros candidatos. Só que, se depender da avaliação do próprio partido, a petista hoje teria chance quase zero de levar uma prévia, dada a falta de apoio interno ao seu nome.

Todos os envolvidos nas conversas concordaram que a hipótese de permitir uma prévia está absolutamente fora de cogitação na disputa da prefeitura. Para começar, porque Haddad já está no exercício do cargo. Sem contar que o partido avalia que a recuperação de imagem do prefeito vai se intensificar a partir deste ano. Ou seja, a vaga só não será dele se ele não quiser.

Até agora, Marta não respondeu aos primeiros acenos do PT. O partido, primeiro, quer sentir o terreno. E, só depois disso, levantar a possibilidade de procurar formalmente a ex-ministra. O que se espera, em tese, é que o próprio Lula tenha uma conversa com ela, caso ela sinalize que tem interesse em permanecer no partido. Se o sinal for negativo, Lula nem vai entrar em cena.

Leia também: Tudo certo para Alexandre Padilha assumir articulação de Haddad

 

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015 Partidos | 11:11

Romênio Pereira vai assumir a Secretaria-Geral do PT

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O mineiro Romênio Pereira vai voltar à direção nacional do PT. Ele passará a ocupar a Secretaria-Geral do partido, substituindo o atual titular da vaga Geraldo Magela.

Romênio já passou por vários cargos no comando nacional petista e reforça a direção justamente no momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se queixa da fragilidade da atual direção e fala na possibilidade de fazer uma reformulação mais profunda no comando partidário.

A troca na Secretaria-Geral, entretanto, está sendo feita por um rodízio relacionado à lógica interna das correntes do partido.

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014 Governo | 19:14

Ala majoritária do PT critica ministério e joga conta para Dilma e Mercadante

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A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

Os (não poucos) petistas que torceram o nariz para a composição do novo ministério jogam tudo na conta da presidente Dilma Rousseff e do chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. Dizem que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não participou “quase nada” da composição da nova Esplanada.

O desenho final do novo ministério pode sair ainda hoje, mas as primeiras fatias do anúncio já deixam de fora do núcleo central do governo nomes mais alinhados a Lula e aos setores que dão as cartas tradicionalmente na legenda.

Nos bastidores, a gritaria é maior na corrente Construindo um Novo Brasil, ala majoritária do partido, integrada não só pelo próprio Lula, mas também por nomes como José Dirceu e Antonio Palocci.

Parte das queixas se aplica diretamente a Mercadante, que, embora pertença ao mesmo grupo, é hoje um dos nomes mais próximos de Dilma no governo e conduziu de perto as negociações da Esplanada.

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