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Posts com a Tag manifestações

quarta-feira, 11 de março de 2015 Partidos | 07:00

PSDB deve formalizar apoio aos protestos, sem endossar impeachment Dilma

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O ex-governador de São Paulo e coordenador local da campanha presidencial de Aécio Neves, Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O ex-governador de São Paulo  Alberto Goldman (PSDB-SP). Foto: Divulgação

O comando nacional do PSDB deve se reunir nesta quarta-feira, em Brasília. A expectativa é de que seja tirada da reunião uma posição formal de apoio aos protestos organizados contra o governo da presidente Dilma Rousseff em todo o país. O partido, entretanto, não vai endossar a ideia de pedir o impeachment da presidente e, provavelmente, evitará uma convocação formal da militância para reforçar as manifestações.

No início desta semana, o diretório paulista do PSDB, por exemplo, discutiu a ideia de propor que o comando nacional do partido faça uma convocação nacional dos militantes, para que saiam às ruas em protesto contra o governo petista.

“Nós apoiamos todos os movimentos de indignação e oposição social a este governo. Mas não temos a intenção de fazer uma convocação formal. Nós não articulamos e nem participamos formalmente da organização desses atos. Mas apoiamos sim este sentimento generalizado”, diz  vice-presidente do PSDB nacional, Alberto Goldman.

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terça-feira, 10 de março de 2015 Política | 12:34

Organizadores dos protestos do dia 15 pedem encontro com Alckmin para discutir segurança

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Alguns dos grupos que estão por trás dos protestos convocados para o próximo dia 15, contra a presidente Dilma Rousseff, pretendem predir uma reunião com o governador paulista, Geraldo Alckmin.

Eles pretendem pedir um reforço de segurança na Avenida Paulista. Estudam propor, por exemplo, que sejam instalados detectores de metais nas áreas de acesso ao vão do Masp, onde deve começar a concentração.

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015 Partidos | 15:00

‘Manifestações ainda estão muito mornas’, diz presidente do PSOL

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O presidente do PSOL, Luiz Araújo. (Foto: Divulgação / Facebook)

O presidente do PSOL, Luiz Araújo. (Foto: Divulgação / Facebook)

Na opinião do presidente nacional do PSOL, Luiz Araújo, ainda falta fôlego às primeiras reações dos movimentos sociais ao pacote de ajustes nas regras de acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários anunciado pelo governo da presidente Dilma Rousseff, em dezembro.

“A reação às medidas impopulares do governo estão tímidas. As manifestações ainda estão muito mornas”, disse Araújo. “Se fosse em outros tempos, a reação seria mais rápida”, completa o dirigente, numa comparação entre a relação dos sindicatos com os governos petistas e com o do ex-presidente tucano, Fernando Henrique Cardoso.

Ao longo desta quarta-feira, serão realizados diversos atos pelo país, convocados pelas principais centrais sindicais no que foi definido como o Dia Nacional de Lutas contra as Medidas Provisórias 664 e 665. Editadas pelo governo federal no dia 30 de dezembro, as medidas mudam as regras de acesso ao seguro-desemprego, pensão por morte, auxílio-doença e ao abono salarial.

Leia também: Movimento sindical pode dificultar vida de Dilma na largada do 2º governo

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domingo, 25 de janeiro de 2015 Partidos | 06:00

‘PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar isso’, diz ex-marineiro

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Ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo e idealizador da política dos Pontos de Cultura criada pelo governo Lula, o historiador Célio Turino é um dos principais responsáveis pela articulação em torno da criação do Avante – nome provisório do partido que pretende dar uma resposta à crise de representatividade revelada nas manifestações de junho de 2013.

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em entrevista ao Poder Online, Turino afirma que já teve início uma nova onda de manifestações populares e que é preciso “uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum”, para que as demandas tenham êxito. Este seria o papel do Avante, que hoje reúne lideranças como a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), além de representantes de movimentos como a greve dos garis no Rio de Janeiro e dos protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo.

Leia também: Dissidência da Rede cria partido para tentar catalisar movimentos sociais

De acordo com Turino, os partidos atualmente existentes não conseguiram dar essa resposta. “Avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho”, diz o historiador. “Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.” Leia abaixo a entrevista completa.

No último fim de semana, tiveram início as primeiras discussões formais sobre a criação deste novo partido. Como foi esse primeiro encontro?
A presença nos surpreendeu positivamente, foram cerca de 200 pessoas no auditório do cursinho Henfil, em São Paulo, mais um grande número acompanhando pela internet. No primeiro dia, apresentamos as ideias gerais para a constituição de um partido de novo tipo no Brasil, com características de Partido-Movimento, como os que têm surgido na Europa, em oposição às políticas recessivas, como Podemos na Espanha ou Syriza na Grécia. Estiveram presentes vários amigos espanhóis, que participaram dos Acampamentos nas Praças, 15 M e formação dos novos partidos e movimentos espanhóis, como Partido X, Ganyem Barcelona e Podemos. Também foi muito festejada a presença ativa da Luiza Erundina. No segundo dia tratamos de nossa organização, além de estudarmos mais a fundo as novas experiências de fazer político, seja na América Latina e na Europa.

Vocês já pretendem dar início ao processo de formalização da sigla? Existe algum prazo?
Trabalhamos sem preocupação com calendário eleitoral. Porém, a adesão espontânea tem sido muito grande em todo país, o que pode agilizar a nossa constituição formal. Já estamos na fase final de redação do manifesto, que se chamará Carta Cidadanista, bem como do nome definitivo e estatuto.

Que movimentos têm participado da construção desse processo?
Inúmeros, sobretudo coletivos e movimentos surgidos a partir das jornadas de junho de 2013. De lideranças da greve autônoma dos Garis, no Rio de Janeiro, a ativistas contra o Estado de Exceção, resultante da repressão judiciária e policial.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, em que estados vocês já têm articulações?
No nosso último levantamento eram 18 estados, ao todo. Mas a cada dia surgem novas propostas de participação. Já são centenas de pessoas envolvidas neste projeto, com grande inserção em diversos coletivos e movimentos.

O que representa o lema de “Avante”, escolhido por vocês? Avante em direção a que e a quem? O nome é, de fato, provisório?
Sim, é um nome provisório e já estamos em consulta final para definição do nome. Avante foi escolhido como referência às lutas anarquistas e socialistas do passado, da música Bandiera Rossa, que canta “avanti poppolo, Bandiera Rossa…” (do italiano, “avante, povo, bandeira vermelha”). Ao mesmo tempo, um passo avante para o futuro, rompendo com o atual quadro partidário, em que os partidos, ao invés de servirem à sociedade, se servem dela.

A deputada Luiza Erundina tem dito que o Avante surge em um momento muito oportuno, para dar resposta a um “esgotamento do atual sistema”. Como um partido político operando dentro da institucionalidade poderia fazer um contraponto a esse sistema?
Exatamente, há um esgotamento do atual sistema político-partidário e isto irá provocar crises de governabilidade cada vez mais intensas, com reflexos negativos na vida de toda a sociedade. Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.

Saiba mais: ‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

Recentemente, o deputado Ivan Valente afirmou que haveria espaço no PSOL para nomes como o senhor e a deputada Luiza Erundina, que hoje estão construindo o Avante (leia mais). Por que não se somar a eles? No contexto brasileiro, o que diferencia a proposta do Avante da proposta do PSOL?
O respeito é recíproco e acreditamos que estaremos juntos com o PSOL em diversas ações comuns. Porém, avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho.

Boa parte das ideias apresentadas pelo Avante são semelhantes ao que motivou o surgimento da Rede Sustentabilidade. No entanto, como o senhor mesmo tem dito, Rede perdeu a possibilidade de dar uma resposta àquele sentimento de insatisfação popular que nós observamos nas manifestações de 2013, ao se render à política tradicional e à polarização entre o PT e o PSDB. Qual é a proposta do Avante para escapar disso?
Exatamente, a Rede, lamentavelmente, revelou uma distância entre o que se diz e o que se faz. Isso a distanciou da construção de uma nova política, principalmente quando houve a adesão à candidatura de Aécio (Neves, PSDB-MG). Mas, independente disto, a construção do Avante é bastante diferente da construção inicial da Rede. Primeiro pela composição, em que a maioria das pessoas nem vêm da Rede e sim de movimentos sociais autônomos, além de dissidentes de partidos como PSOL, Piratas, PT, PCdoB e PSB. Segundo, pelas raízes programáticas, baseadas nos princípios do Bem Viver – Tekó Porã, em guarani, que é um conceito ameríndio que busca a harmonia entre humanos e a terra -, Bem Comum, Ecossocialismo e Cidadanismo.

A proposta das coalizões suprapartidárias, a exemplo do modelo espanhol, em que o partido indica candidaturas para serem apoiadas em cada local, independente de alianças maiores, não seria uma forma de se render a essa política tradicional também?
Estamos trabalhando nesta perspectiva para 2016, buscando contribuir para a constituição de alianças cidadanistas nos municípios, como o que aconteceu em Medellin, na Colômbia, a partir de 2002 e revolucionou a cidade. Fez com que Medellin, antes conhecida como cidade do cartel das drogas, se transformasse na cidade mais inovadora do mundo, dez anos depois, segundo reconhecimento da ONU. Em nosso seminário, tratamos de analisar estas experiências, tanto que um de nossos convidados, Javier Toret, é um dos principais articuladores da coalizão GanyemBarcelona.

O senhor diria que o Avante é uma tentativa de resposta às manifestações de 2013?
Sim. Muito provavelmente haverá uma nova onda de manifestações populares, conforme já estamos assistindo em grandes cidades, como São Paulo. As medidas recessivas e antipopulares adotadas pelo governo Dilma, como corte em direitos trabalhistas, sobretudo no seguro desemprego e pensões de viúvas e órfãos, bem como o corte no orçamento da educação, na ordem de R$ 7 bilhões, e demais investimentos públicos, enquanto, ao mesmo tempo, eleva impostos e tarifas, irão intensificar este ambiente de insatisfação, ainda mais porque todo este esforço acontece apenas para pagar mais juros aos especuladores e bancos, e mais nada. Para que a nova onda de manifestações tenha êxito, será necessária uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum. Daí a necessidade urgente de uma nova forma de partido político, evitando a dispersão programática que houve com as jornadas de junho de 2013.

Existem articulações para a fundação de diversos partidos, no próximo ano. A própria Rede Sustentabilidade, além do Partido Novo, Partido Pirata, Partido do Combate ao Desemprego e novas versões do Partido Liberal e do Arena são alguns exemplos. Sem contar com partidos recentemente registrados, como PEN, PROS, Solidariedade e PSD. Como o senhor enxerga esses processos? O que explica essa multiplicidade de partidos. Neste contexto, como responder à crítica de que o Avante seria apenas uma sigla a mais?
Esta busca por novos partidos só indica o esgotamento do atual sistema partidário e do próprio sistema político. Ao mesmo tempo em que há muitos partidos, falta um partido mais moldado à semelhança do povo brasileiro. O que temos hoje é muito mais uma casta política e econômica que cada vez mais tem se apropriado do bem público e é contra esta casta que pretendemos lutar. Independentemente de siglas que, no fundo, se revelam muito parecidas entre si, conforme se comprova com o programa econômico da Dilma, que é absolutamente igual ao do Aécio ou mesmo da Marina, talvez até mais agravado na intensidade, por ausência de oposição. Há que fazer política em outras bases e assim faremos.

Leia também: ‘Um partido de oposição não é muito bem-vindo’, diz fundador do Partido Novo

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sexta-feira, 22 de agosto de 2014 Internacional | 13:30

Entidades pedem a ONU e OEA análise sobre liberdade de expressão no Brasil

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Entidades ligadas ao movimento pela democratização da comunicação pedirão ao Itamaraty uma visita oficial de representantes da Organização das Nações Unidas e da Organização dos Estados Americanos para investigar abusos policiais e governamentais contra jornalistas e comunicadores independentes, denunciadas sobretudo desde as manifestações de junho do ano passado.

O objetivo é que os órgãos internacionais possam analisar a situação, sob a ótica de acordos e leis estabelecidas. A iniciativa surgiu após debate realizado com a relatora Especial para Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, Catalina Botero, o ex-Relator Especial para Promoção e Proteção do Direito à Liberdade de Opinião e Expressão da ONU, Frank La Rue, e o assessor regional de Comunicação e Informação da Unesco para o Mercosul e Chile, Guilherme Canela, no último fim de semana.

No debate organizado pela ONG Artigo 19 e pelo Intervozes, os especialistas afirmaram, por exemplo, que de acordo com leis internacionais qualquer pessoa que esteja documentando, mesmo com telefone celular, um protesto, tem o direito de não ser detida, nem ter seu material de registro capturado – ao contrário do que ocorreu em diversos protestos recentes, pelo país.

 

 

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terça-feira, 12 de agosto de 2014 Governo | 18:48

Lula critica imprensa que apostou nas manifestações

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O ex-presidente Lula (Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula)

O ex-presidente Lula (Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula)

Ao participar do lançamento do site “O Brasil da Mudança” o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou e abusou da ironia para criticar a imprensa que, para ele, apostou nos protestos na Copa do Mundo e no período eleitoral. Lula se referiu a um bebê que chorou antes do início do evento.

“Eu agora fiquei preocupado porque ouvi uma criança chorar e fiquei com medo de que algum setor da imprensa dissesse que era um protesto”, ironizou.

Leia também: Após polêmica, Gilberto Carvalho evita jornalistas

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014 Política | 07:30

‘Agosto é o mês da massificação’, diz petista sobre plebiscito da reforma política

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Passada a Copa do Mundo e com a aproximação das eleições, o PT pretende aproveitar a volta às aulas e a mobilização sindical para “massificar” a coleta de assinaturas do plebiscito popular pela Constituinte, que vai até o dia 07 de setembro.

“Nós tivemos sempre, nos plebiscitos, algo de 6 a 10 milhões de pessoas participando. Nossa meta é ultrapassar esse número”, diz o deputado federal Renato Simões (PT-SP). “Já que o tema do ‘não me representa’ foi pautado pelas ruas no ano passado, agora nós precisamos responder de que forma a democracia participativa e representativa avança no Brasil”.

Assista à entrevista:

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sexta-feira, 30 de maio de 2014 Copa 2014 | 16:30

Sindicato de jornalistas lança aplicativo para denunciar violência no Rio de Janeiro

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O sindicato de jornalistas do município do Rio de Janeiro lançou nesta semana um aplicativo gratuito para celulares com sistema Android, que permite aos profissionais denunciarem agressões durante a cobertura jornalística.

Com a proximidade da Copa do Mundo e novas manifestações, o objetivo é registrar tanto as denúncias de violências na rua como casos de violações trabalhistas.

O aplicativo permite adicionar a localização por meio de GPS e garante direito a anonimato.

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quinta-feira, 29 de maio de 2014 Partidos | 17:00

Deputado do PSOL lança livro sobre manifestações

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Deputado Federal Chico Alencar (PSOL-RJ)

Deputado Federal Chico Alencar (PSOL-RJ)

Baseado nas manifestações do ano passado, o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) lançará, nesta quinta-feira, o livro “A rua, a nação e o sonho”, em Brasília.

Durante o evento, o PSOL vai aproveitar para realizar um debate com o pré-candidato ao governo do Distrito Federal Toninho do PSOL e a pré-candidata a deputada federal Maria Lúcia Fattorelli.

Na pauta, um dos principais pontos que o partido pretende explorar, durante as eleições: os atuais protestos e sua relação com a Copa do Mundo e a conjuntura política brasileira.

Leia também: ‘Quem vai aguentar ser pisado por cavalos e não reagir?’ questiona indígena 

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quinta-feira, 22 de maio de 2014 Política | 06:00

Haddad e Alckmin tentam ação conjunta para conter manifestações

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Um interesse comum uniu o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e o governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB). Os dois estão preocupados com o risco de manifestações violentas durante a Copa do Mundo e abriram conversas para tentar uma ação conjunta para conter protestos.

As equipes do petista e do tucano tiveram uma reunião para debater o assunto nesta semana. Ao menos por enquanto, os dois lados juram que as coisas andam às mil maravilhas.

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