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Posts com a Tag Mantega

sexta-feira, 31 de agosto de 2012 Economia | 15:00

Governo pretende reduzir em 30% o custo de energia elétrica para a indústria

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse a empresários, durante reunião na semana passada em que ficou estabelecida a prorrogação do IPI, que vem aí uma redução considerável no custo da energia para a produção industrial no país.

Mantega não fixou valores, mas confidenciou que o governo trabalha com a possibilidade de reduzir em 30% o custo da energia.

O anúncio deve ser feito na semana que vem pela presidenta Dilma Rousseff, quando serão definidas as novas regras para as concessões de energia elétrica.

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segunda-feira, 14 de maio de 2012 Governo | 17:59

Lula ajuda Dilma na estratégia contra os bancos privados

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Ninguém tomou o lugar do ex-ministro da Casa Civil Antonio Palocci como conselheiro estratégico da presidenta Dilma Rousseff.

Nem seu amigo pessoal, o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, nem o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nem o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, assumiram o posto.

Apenas o ex-presidente Lula se tornou mais indispensável.

Dilma Rousseff, aliás, discutiu detalhadamente com Lula sua estratégia de enfrentamento dos bancos privados, a fim de obrigá-los a baixar as taxas de juros.

O momento de alta popularidade mesclado com a crise europeia foi escolhido a dedo pelos dois.

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terça-feira, 17 de abril de 2012 Congresso | 06:01

Senador governista xinga Mantega de arrogante e diz que governo vai “passar o rodo” na guerra dos portos

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Hoje a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado deve votar a chamada Resolução 72, uma proposta do governo para unificar a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 4% como mecanismo de extinção da guerra dos portos (incentivos fiscais estaduais para produtos importados).

Ontem o assunto foi discutido entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e os governadores de Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB); Goiás, Marconi Perillo (PSDB); e Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD). Eles argumentam que seus estados — que se beneficiavam de serem os únicos a praticar a alíquota reduzida — perderão o incentivo e, com isso, sofrerão queda abrupta de arrecadação.

Não houve acordo. Os governadores propuseram um período de transição, mas Mantega quer a unificação imediata.

O senador governista Magno Malta (PR-ES) subiu à tribuna e contou que os governadores saíram com a certeza de que “o governo vai passar o rodo”,  hoje na CAE, contra os três estados.

Malta chamou Mantega de arrogante e disse que sua reunião com os governadores parecia “conversa de bêbado com delegado”.

Comparou o ministro ao antecessor, Antonio Palocci, demitido em meio a denúncias, e vaticinou:

— Olha, seu Guido Mantega, a arrogância precede a ruína.

Veja:

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segunda-feira, 12 de março de 2012 Congresso | 10:09

Para Dilma, depoimento de Mantega é decisivo no relacionamento com sua base no Congresso

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Há na pauta da Câmara dois temas altamente polêmicos em negociação: A Lei Geral da Copa e o Código Florestal.

Mas é no Senado que o governado concentra sua grande preocupação no momento: o depoimento amanhã do ministro da Fazenda, Guido Mantega, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Era para ser uma reunião de rotina. Semestralmente Mantega comparece à CAE para falar sobre a política econômica com os senadores. Foi o que fez em agosto do ano passado.

Em fevereiro, no entanto, senadores da oposição apresentaram requerimento cobrando seu comparecimento para explicar denúncias de corrupção na Casa da Moeda. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) conseguiu esvaziar as pressões sob o argumento de que o ministro iria neste semestre, como sempre fez, e que bastava esperar.

Marcado para amanhã o encontro, Mantega reuniu líderes da base governista em um café-da-manhã, na quarta-feira passada,  a fim de tentar se blindar de ataques em relação  aos parcos 2,7% de crescimento do PIB registrados entre janeiro de 2011 e janeiro de 2012 e, especialmente, sobre as denúncias contra a Casa da Moeda.

Mas na noite daquela quarta-feira mesmo estourou uma crise com a base governista, com o PMDB juntando-se à oposição para impor a primeira derrota do governo Dilma Rousseff no Senado, ao derrubar a indicação do presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres feita pelo Palácio do Planalto.

O depoimento de Mantega, então, se cercou de expectativas.

O Planalto não sabe direito como vai se comportar sua base, especialmente o PMDB.

Mas a presidenta Dilma Rousseff mandou avisar: considera este um momento decisivo para avaliar quem está do seu lado e quem está contra.

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