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Posts com a Tag Márcio Lacerda

sexta-feira, 4 de abril de 2014 Eleições | 14:00

Vai-vém de Márcio Lacerda alimenta reclamações no PSB

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O vai-vém do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB-MG), sobre a disputa eleitoral deste ano deixou muita gente incomodada no PSB.

Ao comentar o recuo do prefeito após ter cogitado se lançar na disputa ao governo, um dirigente reclamou: “Foi um foguete molhado, um fusca com barulho de motor. Levantou poeira e não aconteceu nada. Ninguém entendeu porquê ele fez isso, criou uma instabilidade dentro do partido”.

Leia também: PSB mineiro define futuro após conversa entre Aécio e Lacerda

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quarta-feira, 2 de abril de 2014 Eleições | 16:15

PSB mineiro define futuro amanhã após conversa entre Lacerda e Aécio

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Uma conversa marcada para amanhã entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB-MG), vai definir o rumo do PSB no estado.

O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (Foto: Lucas Prates/AE)

O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (Foto: Lucas Prates/AE)

Lacerda, que resistia o embate com os tucanos, agora cogita deixar a prefeitura nesta semana para sair candidato ao governo do estado. Seu vice-prefeito, Délio Malheiros (PV), que tinha viagem marcada para Portugal, cancelou a estadia fora do país e ficou na cidade a pedido de Lacerda, no aguardo da definição.

Dirigentes do PSB mineiro apostam que Lacerda não deixará a prefeitura para ser vice de Pimenta da Veiga, candidato tucano ao governo de Minas. A maioria do partido espera que o prefeito opte por sua candidatura.

Caso Aécio convença Lacerda a não sair candidato, o PSB vai estudar como compor com o PSDB, a exemplo do que aconteceu em Pernambuco.

Leia também: PSB espera o PSDB antes de definir estratégia em Minas Gerais

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014 Eleições | 11:45

PSB espera o PSDB antes de definir estratégia em Minas

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Deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

Deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

O PSB vai aguardar o lançamento da candidatura do PSDB ao governo de Minas Gerais para definir se vai ter candidato próprio ou se vai compor com os tucanos.

O nome do partido para a vaga seria o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), que resiste em aceitar o embate com os tucanos.

“Temos um pacto implícito de não agressividade entre PSB e PSDB. E, ao mesmo tempo, a vontade de que esta eleição não seja plebiscitária. Vamos aguardar a definição da chapa do PSDB para definirmos melhor nosso caminho”, afirma o deputado Julio Delgado, presidente do diretório estadual do PSB-MG.

Leia também: Articulador de Campos reforça plateia de Aécio

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domingo, 13 de outubro de 2013 Partidos | 07:00

‘Reavaliação das alianças nos estados tem de ser feita caso por caso’, diz socialista

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O deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) engrossa o coro da ex-prefeita paulistana Luiza Erundina, que defende uma reavaliação das alianças do PSB nos estados a partir da entrada de Marina Silva no partido.

Leia também: Aliança de Campos e Marina tira sossego de Aécio Neves na lua-de-mel

Delgado, que figura entre os principais articuladores da campanha presidencial de Eduardo Campos, defende que, em São Paulo, as discussões sobre uma eventual aliança sejam pautadas “garantindo um palanque para o PSB”. Ele cita os nomes de Erundina e de Walter Feldman como possíveis candidatos do partido, caso o casamento com os tucanos não seja possível.

Ele também propõe que em Minas Gerais o partido siga o exemplo nacional e lance um nome como alternativa à polarização PT e PSDB. Admite com naturalidade uma renúncia do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, para a disputa. “Se em 2014 ele for chamado para esse desafio, temos de colocar essa circunstância em discussão”.

Com o afastamento da direção do PSB do Rio de Janeiro, Delgado diz que o nome de Romário para a ter “caminho aberto” para construir uma aliança capaz de construir o palanque ideal para Eduardo Campos.

Confira a entrevista:

Poder Online – A deputada Luiza Erundina tem defendido uma reavaliação total das alianças nos estados, a partir da entrada de Marina Silva no partido. O senhor concorda?
Júlio Delgado – Acho que ela tem razão nessa reavaliação, mas tem de ser feito caso por caso, estado por estado, porque as alianças nesses estados podem dar um posicionamento favorável ao Eduardo (Campos) e ao PSB. Posições que nos dão relevância nesses estados. Minas e São Paulo temos de pensar de uma forma diferente. Mas não podemos perder uma aliança que temos no Pará, no Paraná, isso é fundamental para nós.

O deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

O deputado Júlio Delgado (Foto: Agência Câmara)

O senhor acha que o partido deve lançar nome próprio ao governo mineiro? Quem o senhor acha que seria o melhor nome?
A máxima que vale para o Brasil, de termos a candidatura do Aécio (Neves) e do Eduardo para poder enfrentar a Dilma (Rousseff), é uma boa opção. Da mesma forma em Minas. A gente não precisa ter uma candidatura dos aliados contra o (ministro do Desenvolvimento, Fernando) Pimentel. Nada impede que a gente possa lançar uma terceira via, uma opção que fuja da polarização entre o PT e o PSDB e isso faça com que tenhamos candidatura própria em Minas Gerais.

O senhor tem um nome preferido para ser esse candidato em Minas?
O maior expoente hoje é o prefeito Márcio Lacerda. Recentemente filiamos o Alexandre Kalil (presidente do Atlético Mineiro), temos o ex-embaixador Tilden Santiago. Temos quadros que poderão garantir um palanque para o PSB em Minas Gerais para sustentar, não só o tamanho do PSB nesse momento, mas acima de tudo, uma candidatura que passe ao segundo turno e que possamos ganhar as eleições.

O senhor citou o Márcio Lacerda, uma renúncia dele não seria algo que poderia queimá-lo, a exemplo do que aconteceu com José Serra em São Paulo?
Isso tudo será discutido em 2014. Ele tem dito, corretamente, que tratará de 2014 em 2014, que em 2013 está preocupado com a prefeitura de Belo Horizonte. Se em 2014 ele for chamado para esse desafio, temos de colocar essa circunstância em discussão. Ele é um nome do PSB, assim como tantos outros, e, se isso for necessário, vamos garantir e lutar para que ele possa ser candidato para poder ser uma terceira via viável para o eleitorado mineiro.

Em São Paulo, o PSB caminhava na direção de estar com Alckmin, indicar o vice até. Que posicionamento o senhor defende? Acha que o partido deveria lançar candidatura própria ou manter a aliança com o PSDB?
Temos uma enorme relação com o Alckmin em São Paulo e uma boa relação, por meio do nosso presidente Márcio França. Mas se isso for possível garantindo um palanque para o PSB, vamos fazer. Se tiver que pensar numa candidatura própria, passando pelos nomes da Erundina, do companheiro (Walter) Feldman, que agora veio da Rede, vamos discutir isso com toda a franqueza pensando no PSB. Acima de tudo (pensando) no espaço e na forma que garanta ao PSB essa estrutura para 2014.

Que caminho o partido deve seguir no Rio de Janeiro?
Temos a volta do Romário para os quadros do partido. Ele pode disputar para o Senado e isso pode fazer com que possamos fazer alianças neste campo que seriam importantes. O importante é lembrar que a Marina, na última eleição, teve um desempenho muito bom no Rio de Janeiro e Minas Gerais e faz com que, nesse contexto, Minas e Rio sejam tratados diferencialmente para que a gente possa garantir um palanque nacional para o Eduardo Campos e Marina para as eleições de 2014.

O senhor acompanhou de perto a questão envolvendo a saída do Romário do partido. O que houve?
Era uma questão de incompatibilidade com o PSB que detinha o controle no Rio de Janeiro, com o prefeito (de Duque de Caxias) Alexandre Cardoso, criando dificuldade. A incompatibilidade total do Romário, que foi excluído por ele das negociações relacionadas à Prefeitura do Rio e excluído de várias vertentes para que ele pudesse ser nosso nome. Agora, saindo o Alexandre, o Romário tem o caminho aberto para, junto com nossos companheiros do PSB, fazer o futuro do partido e também garantir um palanque para nossa candidatura presidencial.

Romário será candidato ao Senado?
Ele pode tanto sair candidato ao Senado como ser candidato a deputado novamente.

A situação não ficou meio confusa no DF? Marina prometeu apoio ao Reguffe, mas o PSB deverá lançar o senador Rodrigo Rollemberg. Como resolver a questão?
Acho que até o ano que vem eles se acertarão. A verdade é que estamos com a Rede e não tem nenhuma incompatibilidade se num estado ou outro a Marina tiver uma posição diferente pela Rede que teremos no PSB. Hoje, tanto o Reguffe quanto o Rollemberg são nomes extremamente aceitos pela sociedade do DF e vamos trabalhar para que isso possa ainda acontecer, essa união, e a gente possa unificar esse palanque. Ter as candidatura do Reguffe e do Rollemberg a governador, vice-governador, o Reguffe a senador. Ainda tem muita coisa boa para acontecer e com certeza, mesmo que ambos sejam candidatos a governador, seria para garantir no segundo turno nossa unidade e melhorar as condições do povo do DF.

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012 Eleições | 18:14

Dilma disse a Patrus que o petista “foi um leão” na disputa em Belo Horizonte

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Ao telefonar hoje pela manhã para o candidato derrotado para prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT), a presidenta Dilma derramou-se em elogios.

Principal incentivadora da candidatura de Patrus, Dilma disse que o correligionário se comportou “como um leão”. Que Patrus lutou “tanto e tão bem que quase conseguiu” levar a disputa para segundo turno.

Segundo a presidenta, a campanha em Belo Horizonte começou num quadro “bastante adverso”, praticamente definido em favor de Márcio Lacerda, porque o prefeito, do PSB, pegou os petistas de surpresa ao não cumprir o compromisso de formação de uma aliança também nas eleições proporcionais.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012 Eleições | 19:32

Campos manda declaração ao PSB de Belo Horizonte segundo a qual nada teria dito a Dilma sobre Lacerda

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A propósito da nota “Eduardo Campos disse a Dilma que em Belo Horizonte Marcio Lacerda é o culpado pela crise com o PT“, postada às 8h45, o PSB de Belo Horizonte enviou-nos uma nota que a coluna registra:

Com relação a notícia publicada no site Poder Online do provedor iG sobre a fala do presidente do PSB Nacional, governador Eduardo Campos, de que teria dito à presidenta Dilma Rousseff que o prefeito Marcio Lacerda seria culpado pela crise do PT e PSB, o partido esclarece com a seguinte fala do nosso presidente nacional:

“Em nenhum momento tratei com a presidenta Dilma Rousseff sobre eleição municipal, seja de Belo Horizonte, seja de qualquer outra cidade do país”.

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Eleições | 08:45

Eduardo Campos disse a Dilma que, em Belo Horizonte, Márcio Lacerda é o culpado pela crise com o PT

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No seu último encontro com a presidenta Dilma Rousseff em que colocaram panos quentes nas disputas municipais entre o PT e o PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, surpreendeu Dilma com sua explicação para o rompimento entre os dois partidos em Belo Horizonte:

— Ali, o que houve foi que o Márcio Lacerda (prefeito e candidato à reeleição pelo PSB) não cumpriu com o combinado. Ele havia, de fato, prometido ao PT que a coligação se estenderia às chapas para vereadores. Mas acabou cedendo à pressão do PSDB e do Aécio Neves. Eu pessoalmente tentei fazê-lo voltar atrás. Falei, como presidente do PSB, que havia um acerto nacional com o PT em torno de BH. Até o Cid Gomes conversou com ele. Nada… Então, ali é o Márcio e o Aécio contra o PT. O PSB nacional está fora.

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sexta-feira, 13 de julho de 2012 Eleições | 09:03

“Belo Horizonte ameaça até a candidatura presidencial de Aécio Neves”, diz petista amigo de Márcio Lacerda

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O ex-deputado Virgílio Guimaráes (PT-MG) era o mais cotado para vice na chapa à reeleição do amigo e prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), caso PT e PSB fechassem aliança.

Desolado com o rompimento do acordo entre os dois partidos, Guimarães acha, no entanto, que os grandes prejudicados são o próprio prefeito e o senador Aécio Neves, principal cacique do PSDB no Estado:

— O Márcio Lacerda trocou uma vitória certa por uma reeleição incerta, bastante incerta. E o Aécio não poderá mais rodar o país nessas eleições. Ele planejava começar em 2012 a campanha presidencial de 2014, mas vai ter que ficar em Minas e cuidar do dia-a-dia da campanha do Márcio. E se perder aqui agora, corre o risco de ter que desistir da candidatura à Presidência.

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sexta-feira, 22 de junho de 2012 Eleições | 08:48

Medo da crise entre PT e PSB leva o PR a marcar convenção em Belo Horizonte para os 45 do segundo tempo

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O PR marcou para o próximo dia 30, data limite prevista na legislação eleitoral, a convenção partidária que formalizará a posição da legenda nas eleições em Belo Horizonte.

De acordo com o líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (MG), é preciso ter certeza de que o PT não vai abandonar a candidatura do prefeito Marcio Lacerda (PSB) antes de fechar questão.

Além do PT, a coligação conta com o apoio de PSDB, partido com o qual o PR está alinhado em Minas Gerais.

Portela teme que um grupo de petistas mineiros lançe o ex-ministro do Desenvolvimento Social Patrus Ananias, ainda mais depois que Luiza Erundina deixou a chapa de Fernando Haddad em São Paulo e o PSB abandonou o PT no Recife e em Fortaleza.

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sexta-feira, 18 de maio de 2012 Eleições | 13:59

Tucanos querem cabeça de chapa para o legislativo em Belo Horizonte

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O PSDB aceita abrir mão de uma vice-candidatura, em Belo Horizonte, para dar espaço ao PT na coligação com o PSB, do prefeito Márcio Lacerda, que tentará a reeleição.

Mas, em troca, o PSDB cobra a cabeça de chapa na disputa para a Câmara de Vereadores da capital mineira.

A iniciativa faz parte de uma estratégia dos tucanos, que já contam com o governo do estado, se fortalecerem no legislativo local.

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