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Posts com a Tag Marco Maia

sexta-feira, 27 de março de 2015 Congresso | 09:00

Marco Maia deixa saudades

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Deputado Federal Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI da Petrobras. (Foto: JBatista / Divulgação)

Deputado Federal Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI da Petrobras. (Foto: JBatista / Divulgação)

Praticamente recuperado de um acidente de moto que lhe custou alguns bons meses longe da Câmara, o ex-presidente da Casa Marco Maia (PT-RS) ganhou uma espécie de beija-mão em sua volta ao Congresso.

Ontem, enquanto rodava pelo Salão Verde, ele foi parado pelo colega Chiquinho Escórcio (PMDB-MA), que o segurava pelo braço e discorria sobre como as coisas eram diferentes quando ele presidia a Câmara.

Houve ainda quem dissesse ao petista que ele foi um quase um “santo” no cargo, em comparação ao atual presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Juravam que valeria até “canonização”.

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014 Congresso | 12:39

Marco Maia nem pensa em abandonar a moto

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Deputado Federal Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI da Petrobras. (Foto: JBatista / Divulgação)

Deputado Federal Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI da Petrobras. (Foto: JBatista / Divulgação)

Depois de sofrer um acidente de moto e quebrar a clavícula e quatro costelas, o deputado Marco Maia (PT-RS) diz que nem pensa em abandonar o hobby. “Essa coisa é como cachaça”, brinca o parlamentar.

Ele avisa que vai, no máximo, dar um tempo” dos passeios, até se recuperar totalmente.

Maia está afastado da relatoria da CPI da Petrobras por conta do acidente e acompanha os trabalhos à distância. Ainda assim, ele garante que não haverá atrasos na entrega.

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014 Congresso | 06:00

Governo e PT pisam em ovos com Eduardo Cunha

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Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

Eduardo Cunha (Foto: Renato Araújo/ABr)

A orientação dada pelo governo à bancada petista na Câmara é não alimentar antes da hora a disputa pelo comando da Câmara com o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), que abriu oficialmente ontem a articulação de seu nome para a presidência da Casa.

Há no Planalto a preocupação com as votações das próximas semanas e o melhor, avalia o governo, é não comprar a briga antes da hora.

A ordem é negociar sem alarde com outros partidos o apoio ao PT na eleição da mesa. Os nomes cogitados seguem sendo os de Marco Maia (PT-RS) e Arlindo Chinaglia (PT-SP).  Estão na lista  alvo dos petistas legendas como PSD, PR e PTB.

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sexta-feira, 10 de outubro de 2014 Política | 19:48

No dia das crianças, políticos aderem à moda das fotos de infância

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Às vésperas do dia das crianças, comemorado no próximo domingo, diversos candidatos e parlamentares também aderiram à moda de trocar suas tradicionais fotos de perfil por retratos infantis, nas redes sociais.

A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, foi uma das que reviveu a época de bebê, com a legenda “uma foto da Dilminha”. Os gaúchos petistas Tarso Genro, candidato à reeleição como governador, e Marco Maia, deputado federal, também entraram na onda.

O candidato à reeleição ao governo da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), compartilhou uma foto sua aos cinco anos, no município cearense de Jaguaribe. Seu aliado e candidato ao governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, resgatou uma foto da época de escola, para celebrar a data.

Confira algumas fotos:

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domingo, 22 de junho de 2014 Congresso | 08:00

‘A grande contradição é se Pasadena foi ou não um bom negócio’, diz Marco Maia

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Deputado Federal Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI da Petrobras. (Foto: JBatista / Divulgação)

Deputado Federal Marco Maia (PT-RS), relator da CPMI da Petrobras. (Foto: JBatista / Divulgação)

Relator da CPMI da Petrobras, o deputado federal Marco Maia (PT-RS) minimiza a desaceleração nos trabalhos da comissão em meio ao clima de Copa e recesso branco no Congresso. Dizendo esperar a conclusão dos trabalhos dentro do prazo, o petista diz que a prioridade no momento é esclarecer a contradição deixada pelas versões do ex-presidente da empresa José Sérgio Gabrielli e da atual presidente Graça Foster.

“A grande contradição das falas que nós ouvimos até o momento: se foi ou não um bom negócio à época”, afirma, em referência à compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

O ex-presidente da Câmara dos Deputados afirma que, “salvo raríssimas excessões”, não vê nos integrantes da comissão a intenção de se aproveitar do espaço eleitoralmente. Mas reconhece que alguns aproveitam o holofote. “É óbvio que sempre há um ou outro deputado que, na ânsia de aparecer mais na televisão, criar um fato político, acaba extrapolando a razoabilidade do trabalho da CPI. Confira os principais trechos da entrevista.

Poder Online: Foi só começar a Copa do Mundo que já não deu mais quórum na reunião da CPMI da Petrobras. Com as eleições, então, será que o ritmo será comprometido?
Deputado Marco Maia (PT-RS): Nós estamos iniciando a CPMI e é natural que, nesse momento, a gente tenha um ritmo mais lento do que o normal, já que nessa primeira fase nós estamos recolhendo documentos, buscando informações, ouvindo os primeiros depoimentos, para a partir disso dar um ritmo. Óbvio que por estar junto da Copa do Mundo e do processo eleitoral, vai exigir um esforço redobrado dos membros da CPMI de poder acompanhar o processo todo, já que, na sua grande maioria, são candidatos a reeleição no dia 05 de outubro. Mas minha expectativa é de que gradativamente a gente vá dando o ritmo.

Agora que já passaram algumas semanas, o senhor percebe alguma diferença específica no andamento da CPI exclusiva do Senado? A presença da oposição, por exemplo, tem causado algum tensionamento?
Olha, nós temos duas CPIs iguais, mas com tempos diferentes e com pessoas diferentes na sua condução – tirando o presidente. A presença da oposição dá à CPMI uma característica de maior debate, maior discussão. Vai possibilitar que se aprofunde mais alguns temas que na CPI do Senado não serão aprofundados por sua composição. Agora, as duas CPIs existem, estão trabalhando e, na minha avaliação, irão produzir relatórios que serão disponibilizados aos órgãos de segurança e do judiciário. Não vejo hoje a possibilidade de termos o encerramento de uma ou de outra CPI, em função do ritmo já adotado pela CPI do Senado e pelas investigações já conduzidas.

Como tem sido o diálogo com o senador José Pimentel, relator da CPI do Senado?
Nós temos conversado permanentemente. Temos compartilhado informações a toda hora – as informações que já foram requeridas pela CPI do Senado serão compartilhadas com a CPMI, o que vai nos ajudar inclusive a acelerar os trabalhos, já que não vamos precisar repetir o pedido.

Em termos de novidade, o que o senhor destacaria no último depoimento da presidente da Petrobras, Graça Foster – que veio ao Congresso Nacional pela quarta vez, na última semana?
Acho que a presidenta Graça foi mais uma vez muito contundente. Respondeu a todos os questionamentos e, na minha avaliação, acrescentou pouco às informações que já tínhamos recolhido com seus depoimentos. De qualquer forma, era uma etapa que precisava ser cumprida pela CPMI. Alguns entendiam que deveria ser mais para frente, quando poderíamos ter fatos novos, e outros, agora. Venceu a tese de que deveria ser agora.

E na vinda do José Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, na próxima quarta-feira, o que o senhor pretende explorar de inédito?
Nós vamos ter que mais uma vez ouvi-lo e, principalmente, confrontar suas afirmações com as da presidenta Graça Foster. Me parece que esta é a grande contradição das falas que nós ouvimos até o momento: se foi ou não um bom negócio à época. O caso específico dos dois é o da refinaria de Pasadena e, portanto, esse deve ser o tema que eu mais irei explorar nas oitivas. Precisamos confrontar não só as falas deles, mas com documentos, estudos técnicos, análises de processos que foram constituídos para a compra da refinaria. Então, há a oitiva, mas também um trabalho muito técnico que tem de ser realizado de investigação.

O senhor concorda com as afirmações de que a CPI está sendo usada pela oposição como palanque, mais do que como instrumento de investigação propriamente dito?
Eu enxergo que todos os parlamentares – com raríssimas excessões – estão ali para fazer um trabalho sério e investigar as denúncias que envolvem a Petrobras. Sejam eles da situação ou da oposição. Não há nenhuma intenção de transformar a CPI em palanque. Agora é óbvio que sempre há um ou outro deputado que, na ânsia de aparecer mais na televisão, criar um fato político, acaba extrapolando a razoabilidade do trabalho da CPI.

Quanto tempo o senhor acha que a CPI levará para concluir as investigações?
Nós temos 180 dias e acho que será possível concluir os trabalhos dentro do prazo, mesmo com este calendário mais lento no início. A partir do momento que nós começarmos as oitivas e a receber os documentos, a CPMI vai ampliar sua atuação e seu trabalho.

Há algum risco de o relatório final não poder ser aprovado, por falta de consenso, como ocorreu na CPI do Cachoeira, por exemplo?
Não. Nós vamos trabalhar sempre de forma muito transparente e objetiva, ouvindo todo mundo, tentando construir acordos e consensos que nos permitam avançar e construir um bom relatório. O nosso esforço vai ser no sentido de investigar à exaustão, dar a oportunidade para que todos possam contribuir com o processo de investigação e produzir um relatório que esteja de acordo com aquilo. Se conseguirmos fazer isso, teremos um bom acordo para a aprovação do relatório.

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quinta-feira, 22 de maio de 2014 Congresso | 13:08

PT confirma indicação de Marco Maia para relatar CPMI da Petrobras

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O líder do PT na Câmara, Vicentinho, confirmou no início da tarde desta quinta-feira a indicação dos deputados Marco Maia (PT-RS) e Sibá Machado (AC) para integrar a CPMI da Petrobras. Maia, como adiantou ontem o Poder Online, será o indicado do partido para assumir a relatoria da comissão.

Ainda segundo o líder, os dois suplentes nas vagas da legenda na CPMI serão Afonso Florense (BA) e Iriny Lopes (ES)

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quarta-feira, 21 de maio de 2014 Congresso | 20:47

Marco Maia é cotado para relatar CPMI da Petrobras

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Marco Maia (Foto: Abr)O nome do deputado Marco Maia (PT-RS), ex-presidente da Câmara, ganhou força entre as opções para relatar a CPMI da Petrobras.

Líderes envolvidos na indicação sentaram-se nesta tarde para discutir a lista de cotados para a comissão.

Chegaram à conclusão de que o nome precisa ter trânsito em todos os setores da Casa e boa convivência com o Planalto.

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013 Congresso | 17:22

Ex-presidente da Câmara resgata proposta de Constituinte para reforma política

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O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), diz estar numa fase de retomada do mandato. Depois de ficar dois anos como vice-presidente da Casa e outros dois como presidente, Maia diz que é hora de reatar os laços com a base. “A gente perde um pouco a relação com a base. Estou aproveitando esse ano para voltar ao mundo normal”, disse.

Perguntado a respeito de projetos que pretende tirar da gaveta nesta volta a ativa até o final da legislatura, Maia partiu para um tema que já despertou polêmica de sobra nos últimos meses: a realização de Constituinte exclusiva para reforma política.

Ele diz que a ideia surgiu muito antes de a presidente Dilma Rousseff apresentá-la no auge das manifestações populares. “Creio que essa é a única forma de fazer uma reforma política de fato”, afirmou o petista.

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sexta-feira, 26 de julho de 2013 Partidos | 18:00

Novo grupo no PT prega combate à corrupção e punição de petistas

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Criado com a pretensão de se transformar na segunda maior força dentro do PT, um grupo integrado por nomes como o ex-presidente da Câmara Marco Maia (PT-RS) e o líder do governo Arlindo Chinaglia (PT-SP) se apresenta para a eleição interna do partido com um discurso em favor do combate à corrupção, inclusive dentro do próprio partido.

A chapa inscrita pelo grupo no chamado Processo de Eleições Diretas (PED) do PT foi batizada de Partido é para Todos. Na tese apresentada para a eleição, o grupo diz que o PT deve “dar um tratamento específico e diferenciado à temática da corrupção”.

Leia também: Ala majoritária do PT vê ‘descolamento da militância’ e cobra ‘democratização das comunicações’

“Uma coisa é a solidariedade a companheiros e companheiras frente a armações e acusações falsas. Outra é a timidez e o constrangimento de agir perante erros notórios de petistas numa dada frente institucional. A inação das instâncias dirigentes do partido, seja para defender ativamente militantes injustamente atacados, seja para tomar medidas disciplinares cabíveis, quando isso se colocar, tem ajudado a nos empurrar para a vala comum da pior tradição política brasileira”, afirma o documento. O texto não faz qualquer menção direta ao escândalo do mensalão. 

O grupo, que apoiará a reeleição do atual presidente do partido, Rui Falcão, avalia que tem chances de superar o grupo Mensagem ao Partido na eleição interna. A Mensagem, como ficou conhecida a corrente, foi criada pelo hoje governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, no auge da crise do mensalão, em 2005.

Saiba mais: Marco Maia lidera articulação para criar novo grupo dentro do PT

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terça-feira, 23 de julho de 2013 Partidos | 12:24

Marco Maia lidera articulação para criar novo grupo no PT

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O ex-presidente da Câmara Marco Maia lidera uma articulação para dar origem a uma nova corrente interna dentro do PT. A pretensão do grupo –  que já ganhou a adesão de nomes como o líder do governo na Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), e o ex-secretário do partido Romênio Pereira – é de dar origem à segunda maior força dentro do partido, atrás apenas da corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), a mesma do ex-presidente Lula e dos ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci.

O grupo inscreveu uma chapa na eleição interna do partido, marcada para novembro, e vai apoiar a reeleição do atual presidente nacional da sigla, Rui Falcão. A nova corrente vai reunir alguns dissidentes da própria CNB, ex-integrantes do grupo Mensagem ao Partido no Rio Grande do Sul, representantes do Movimento PT, além de alguns quadros independentes.

A nova chapa tentará superar em votos na eleição interna o grupo Mensagem ao Partido, fundado pelo hoje governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, em cima da tese da refundação do PT.

 

 

 

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