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Posts com a Tag Marco Maia

quinta-feira, 13 de junho de 2013 Governo | 06:00

Dilma diz que não mexe na articulação, mas petistas já cogitam nomes

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A presidente Dilma Rousseff fez chegar a líderes partidários que não tem a menor intenção de mexer na composição do governo antes do fim do ano. Diante da polêmica envolvendo a relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso, o governo vem sendo pressionado por vários setores da base a fazer mudanças na articulação política.

Dilma diz que não mexerá na equipe. Petistas duvidam.

Além das críticas à ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, há também cobranças sobre a atuação do líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP). O governo, ao menos por enquanto, se movimenta para dar sustentação a ambos. Entre petistas, entretanto, a aposta é que há grandes chances de a presidente rever os planos e fazer trocas na Esplanada depois do recesso parlamentar.

Vários grupos dentro do PT se movimentam para desenhar opções para as duas vagas. Desde a polêmica votação da MP dos Portos, um dos nomes recorrentes nas discussões é o do atual líder do PT na Câmara, José Guimarães (CE). Também é citado o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), que já comandou a pasta que hoje está nas mãos de Ideli.

Há, entretanto, outra movimentação correndo em paralelo, envolvendo outra ala petista no Congresso. Nessa seara, parlamantares colocam na mesa dois nomes que poderiam preencher posições na articulação: os deputados Ricardo Berzoini (PT-SP), ex-presidente do PT, e Marco Maia (PT-RS), ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Há sugestões até mesmo para que Dilma entregue a liderança do governo a um peemedebista. Ou ainda, como propõe um parlamentar petista, a presidente poderia ao menos remanejar o time atual no ministério. Por essa tese, a presidente poderia colocar desde já na Casa Civil o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que já vem conversando com setores da base sobre a articulação no Congresso. Ideli, nesse caso, poderia ir para a Secretaria-Geral e o titular desta pasta, Gilberto Carvalho, assumiria as Relações Institucionais.

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quinta-feira, 9 de maio de 2013 Partidos | 10:33

Marco Maia vira estranho no ninho em festa tucana

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A liderança do PSDB na Câmara homenageou ontem o deputado Bruno Araújo (PE), ex-líder da Casa, com a colocação do retrato do tucano na galeria de líderes do partido. Mas quem chamou a atenção na cerimônia foi o deputado petista Marco Maia, petista do Rio Grande do Sul e ex-presidente da Câmara.

Ao lado do senador presidenciável Aécio Neves (PSDB-MG), Maia (PT-RS) disse que fez questão de comparecer à cerimônia.

“Nos dois anos em que estive à frente da presidência da Câmara o PSDB atuou de forma muito firme, fazendo seu trabalho de oposição, mas ao mesmo tempo soube construir acordos, permitindo que pudéssemos, em dois anos, avançar de forma significativa em muitas matérias”, afirmou o deputado.

Assista:

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terça-feira, 16 de abril de 2013 Congresso | 10:00

Ex-presidente da Câmara minimiza papel do PT no caso Feliciano

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O ex-presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia (PT-RS) fez uma avaliação nada animadora da situação em que seu sucessor, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RS), se encontra diante do dilema envolvendo o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) a frente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. “A única solução é ele (Feliciano) renunciar”, resumiu o ex-presidente da Casa.

Maia também opinou sobre o papel exercido pelo PT no processo que conduziu Feliciano à presidência de uma comissão tradicionalmente ocupada por seu partido: “O PT não é obrigado a todo ano assumir a Comissão de Direitos Humanos”, afirmou.

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 Congresso | 22:10

O cronômetro e o controle de qualidade de Marco Maia

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O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), estava realmente decidido a convencer os colegas de que deixou uma marca de modernidade em sua gestão. Além da instalação de tablets nas mesas do plenário, o petista se gabava por ser o responsável pela votação mais curta para a escolha do presidente da Casa de que tinha memória.

Ele fez até um ranking de tempo para provar a eficiência do processo de votação que conduzia. Segundo ele, foram 4h14 para a votação que elegeu Michel Temer (PMDB) em 2009 e 3h10 para o processo que o elegeu em 2011.

“E agora chegamos a 1h. É uma vitória conseguir reduzir o tempo de votação. Há uns oito anos, teve uma eleição, que entramos a madrugada votando”, disse Maia ao microfone, enquanto incentivava os colegas a votar.

Mas nem todos tiveram facilidade com a urna de votação. O deputado Camilo Cola (PMDB-ES) teve problemas e solicitou que um assessor o ajudasse. E para desespero de Maia, os colegas levaram ainda mais de meia-hora para concluir a votação.

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Congresso | 14:06

Antes de subir na moto, Marco Maia quer deixar sua marca

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Antes de voltar para a “planície”, deputado Marco Maia (PT-RS) fez questão de deixar uma marca dos seus dois anos como presidente da Câmara. Ele mandou instalar na porta do Plenário da Casa uma placa comemorativa da reforma que mandou fazer durante o recesso.

A reforma é chamada na placa de “modernização” do Plenário Ulysses Guimarães. Trata-se da instalação de tablets em todas as mesas de votação dos deputados.

Por falar em modernização, Maia se juntará em março, a um grupo de riders para cruzar a fronteira do Brasil com o Uruguai sobre duas rodas. A viagem pelas planícies do Rio Grande do Sul, entre capivaras e ratões do banhado, servirá como descanso antes da dedicação ao mandato que pretende renovar em 2014.

*Com Marcel Frota

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012 Congresso | 11:00

Genoino assume e diz que cadeia não o impedirá de fazer política

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Condenado a seis anos e 11 meses de prisão em regime semiaberto, José Genoino Neto toma posse no próximo dia 03 de janeiro em ato que promete quebrar a monotonia do recesso pelo seu ineditismo: sentenciado por crime, correndo o risco de ser preso, exercerá na plenitude o mandato para, inclusive, contestar a decisão judicial.

O futuro deputado faz segredo sobre a estratégia que adotará, mas deixa escapar uma das linhas da defesa política: “Vou defender a Constituição e o respeito entre os poderes. Fui Constituinte e ajudei a fazer a Constituição que aí está”, diz ele em entrevista ao Poder Online.

A hipótese da prisão, afirma, não assusta e nem o impedirá de continuar na ativa. “Faço política em qualquer lugar que a dimensão humana permitir”, afirma o ex-guerrilheiro do Araguaia, preso na década de 70 por tentar derrubar a ditadura pelas armas. Ironia do destino, fez da cadeia a trincheira para chegar ao poder que agora lhe é tirado por uma condenação por corrupção.

Poder Online — O senhor vai mesmo assumir o mandato?

José Genoíno — Devo ser convocado e, se isso acontecer, tomarei posse no dia 3 de janeiro. Só depois disso vou falar sobre o que farei como deputado (ele assume a vaga do prefeito eleito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida (PT-SP), que renuncia a dois anos de mandato federal para assumir a Prefeitura).

Poder Online — O que o senhor pretende fazer na Câmara dos Deputados?

José Genoíno — Sou um deputado de ideias e represento a população de São Paulo. Estou afastado das atividades parlamentares há apenas dois anos. Mas atuei como deputado durante 24 anos. Minha ação como parlamentar sempre foi pelo campo das ideias e assim continuará sendo.

Poder Online — A atuação como condenado não complica o exercício do mandato?

José Genoíno — Tenho de encarar como um mandato normal. Vou defender a Constituição e o respeito aos poderes da República, trabalhar para que a Constituição seja cumprida.

Poder Online — Que temas o senhor pretende defender?

José Genoíno — Quando convocado, vou avaliar. Sou um homem de partido, de ideias, de luta política e de respeito ao regime democrático. Ajudei a fazer essa Constituição e a construir o respeito aos poderes constituídos.

Poder Online — Como fazer política nessas condições?

José Genoíno — A política está no meu sangue. Faço política em qualquer lugar, em qualquer ambiente que dimensão humana permitir. Ajudei a fazer um partido que melhorou o país e vou continuar ajudando.

Poder Online — O senhor trabalha com a possibilidade de ser preso no exercício do mandato?

José Genoíno — Não sei o que vai acontecer.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012 Congresso, Sem categoria | 19:59

Trégua pode aliviar crise institucional

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Ao negar o pedido de prisão dos mensaleiros, o ministro Joaquim Barbosa acabou criando o ambiente para Congresso recolher as armas e abandonar o confronto com o Supremo Tribunal Federal.

Os próprios deputados alvos dos pedidos de prisão feitos pelo procurador Geral da República, Roberto Gurgel, já consideravam como altamente provável as chances de passar as festas de final de ano na cadeia.

Com a negação, ganham sobrevida, mas sabem que o tempo conspira por uma atitude de conciliação, que pode passar pela renúncia de quem está condenado e no exercício do cargo.

A negociação política para resolver o imbróglio é tarefa para a próxima Mesa da Câmara. São três as hipóteses avaliadas agora: renúncia dos mandatos, abertura de um processo de cassação cujo encerramento coincida com o trânsito em julgado ou simplesmente o cumprimento da determinação do STF, de ofício, depois que as sentenças dos parlamentares se tornarem definitivas. Essa última é a mais forte.

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT), que se encontra em Porto Alegre, foi informado por sua assessoria sobre a decisão de Barbosa. Não deu declarações ainda, mas gostou da decisão.

Aos interlocutores que estavam próximos, comentou que o Supremo cumpriu a Constituição. Maia acha também que o gesto de Barbosa ajuda a amenizar as tensões dos últimos dias.

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Congresso | 08:00

O calendário Maia

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Os dois anos de gestão do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), foram produtivos: 1.425 propostas aprovadas, a maioria delas, 787, este ano, apesar de boa parte do tempo dos parlamentares ter sido consumido pelas eleições municipais

Do total das proposições aprovadas em 2012, 176 foram votadas e aprovadas em plenário e outras 611 nas comissões, em caráter terminativo. Até aí, o saldo é positivo.

Se tivesse de sobreviver das previsões, no entanto, o presidente que se despede passaria fome.

O calendário estabelecido por Maia não se cumpriu e ele deixará para seu sucessor grandes abacaxis:

A derrubada do veto da presidente Dilma ao projeto dos royalties, o Orçamento geral do governo e, de quebra, no plano político, o conflito com o Supremo Tribunal Federal.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012 Congresso | 22:30

“Se depender dos partidos aliados, não vamos recuar um milímetro”, diz Maia sobre decisão do STF

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No breve discurso que fez no ato promovido pelo PT no Salão Verde da Câmara, o presidente da Casa, Marco Maia, deu o tom bélico que domina seus correligionários na disposição de manter o enfrentamento às decisões do Supremo Tribunal Federal.

— Se depender dos partidos aliados, não vamos recuar um milímetro – disse, juntando a defesa da prerrogativa da Câmara em cassar mandatos ao legado do ex-presidente Lula.

Ele disse que a cassação é uma interferência do STF na autonomia da Câmara.

Se depender de Maia, a decisão não será cumprida e a Câmara entra no processo do mensalão como parte, para defender a prerrogativa no julgamento dos embargos declaratórios.

O presidente da Câmara faz questão de frisar que não está entrando no mérito do processo.

Maia e outros dirigentes do PT acreditam que o impasse pode ser rompido no julgamento dos embargos declaratórios com o voto do ministro Teori Zavascki, cuja tendência seria seguir os quatro votos que defendem a cassação como prerrogativa da Câmara.

O empate favoreceria a tese de Maia e levaria o caso para o plenário da Câmara, onde a cassação, por voto secreto, é incerta.

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Congresso | 07:00

Sinais da crise

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O senador Jorge Viana (PT-AC) acha que agora é hora dos “bombeiros” entrarem em cena para evitar o agravamento da crise com a decisão do Supremo Tribunal Federal em cassar os mandatos dos deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar da Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).

Segundo Viana, a tradição no Brasil é que a cassação de mandatos seja prerrogativa do Congresso e não do STF.

Citou com um sintoma, o voto dos quatro ministros que consideraram a cassação como prerrogativa do Congresso.

— Houve uma divisão no próprio Supremo – lembrou Viana.

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