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Posts com a Tag Marco Maia

quarta-feira, 21 de novembro de 2012 Brasil | 12:29

A última missão de ACM Neto

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O prefeito eleito de Salvador viaja na quinta-feira para sua última missão como deputado federal.

ACM Neto (DEM-BA) integrará comitiva do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que vai a Nova Iorque para visita à ONU, debate sobre os Brics e uma rodada de bate-papo com empresários estadunidenses.

ACM Neto deixa o cargo de deputado em 1º de janeiro, quando toma posse no Palácio Tomé de Sousa, sede da prefeitura de Salvador.

Atual líder do DEM na Câmara, ACM Neto está tratando de sua sucessão pessoalmente.

O mais cotado é Onyx Lorenzoni (DEM-RS), amigo do baiano.

Os dois chegaram juntos à Câmara, em 2003, e desde o começo ficaram próximos.

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terça-feira, 6 de novembro de 2012 Congresso | 21:47

Cauteloso, Delgado trabalha e aguarda

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O futuro da candidatura, à presidência da Câmara, do deputado Julio Delgado (PSB-MG) também será discutido no jantar desta terça no Palácio da Alvorada.

O respaldo do Palácio do Planalto a Henrique Eduardo Alves (PMDB) seria, para Delgado, uma ducha de água fria.

Ainda assim, o deputado só jogará a toalha se houver uma decisão interna no PSB, ou seja, caso o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, mande sinais para que desista.

Delgado diz ter consciência dos “interesses avultados” que estão por trás da entrega da hegemonia do Congresso ao PMDB.

“Minha candidatura não é uma aventura. Tem consistência. É só olhar na planície”, diz o deputado, que tem intensificado os contatos com parlamentares que não aparecem e possíveis dissidências de PT e PMDB.

Frisa, no entanto, que como “cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”, não gostaria de encontrar pela frente “um campo minado”.

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) avisou que o acordo com o PMDB “será cumprido na integralidade”.

Já o líder do assediado PSD, Guilherme Campos (SP), com um pé em cada canoa, diz ter simpatia por Delgado, mas ainda espera que ele “se coloque como candidato”.

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terça-feira, 30 de outubro de 2012 Brasil, Congresso | 16:55

Maia confirma votação de projeto dos royalties

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Em reunião com líderes de partidos encerrada há pouco, o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), confirmou que quer levar a plenário amanhã o projeto que redistribui os royalties do petróleo.

Para permitir a votação, Maia comandará, hoje à noite, a tentativa de aprovação da Medida Provisória  574, que está trancando a pauta – tem prioridade para ser analisada.

Bancadas do Rio e do Espírito Santo, estados que mais perderiam com a mudança nos royalties,  tentarão obstruir a sessão de hoje para, assim, prorrogar a discussão.

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012 Congresso | 09:09

Marco Maia pedirá à Dilma para não vetar MP do Código Florestal. Mas os ambientalistas…

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O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), pretende pedir pessoalmente à presidenta Dilma Rousseff, que vete “o mínimo possível” o projeto de converasão aprovado na Câmara em substituição á medida provisória do Código Florestal.

Já o líder do PV na Câmara, Sarney Filho (MA), promete uma grande mobilização nacional dos ambientalistas:

— Vamos reeditar o “Veta, Dilma!”. Agora vai ser: “Veta, Dilma! A missão 2.”

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quarta-feira, 5 de setembro de 2012 Congresso | 19:10

Presidente da Câmara diz que é mais fácil Grêmio ser líder do que acordo para votar Código Florestal

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O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse, nesta quarta-feira, ser mais fácil o Grêmio se tornar líder do campeonato Brasileiro do que os parlamentares chegarem a um acordo que permita a votação da Medida Provisória do Novo Código Florestal.

Gremista, o deputado sabe que seu time depende de uma combinação de resultados para chegar à liderança, está três pontos atrás do líder com um jogo a mais.

Na Câmara, o governo se esforça para mobilizar a base para votar o projeto, mas os ruralistas só aceitam votar se o Planalto comprometer-se a não vetar as mudanças feitas no texto enviado pela presidenta Dilma Rousseff.

Se não votar hoje, a MP terá que esperar mais 15 dias, já que não haverá esforço concentrado na Câmara na semana que vem.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012 Congresso | 08:47

E Marco Maia convenceu os líderes a votarem as medidas provisórias. Provisoriamente…

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O presidente da Câmara, Marco mais, foi o artífice do acordo que levou governsitas e oposicionistas a suspenderem temporariamente a obstrução às votações na Casa, possibiltando a aprovação relâmpago, nesta terça-feira, da medida provisória 565 para renegociação das dívidas de produtores rurais. nesta quarta-feira deve ser votada a MP 569, que aurotiza créditos extraordinários aos municípios atingidos pela seca no Nordeste.

Ponto para Marco maia.

Mas está tudo em paz na coordenação política do governo?

Ainda não.  As emendas dos parlamentares ao Orçamento da união, que a ministra Ideli Salvatti prometeu liberar, ainda não teriam saído.

Maia convenceu os líderes de que há projetos mais à frente para votação que despertam interesse ainda maior do governo e cuja rejeição causam menos prejuízos junto à opinião pública.

Se as tais emendas não forem, de fato, liberadas…

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terça-feira, 21 de agosto de 2012 Congresso | 08:00

Esforço concentrado põe em xeque coordenação política do governo

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Começa hoje mais uma semana de esforço concentrado dos parlamentares para votarem medidas provisórias durante o recesso.

Três MPs trancam a pauta devido a uma obstrução de governistas e oposicionistas em protesto pelo fato de a coordenadora política do Planalto, Ideli Salvatti, não ter cumprido promessa de liberação de emendas ao Orçamento.

Se a votação ocorrer sem a liberação das emendas, será uma demonstração de força do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que estão em rota de colisão com Ideli.

Se a votação não ocorrer, será a evidência de que o esquema de coordenação política do governo está inoperante e a presidenta Dilma Rousseff terá que dar um freio de arrumação nos seus coordenadores.

Especialmente Ideli e Chinaglia, já que sobre Marco Maia, chefe do Poder Legislativo,  é menor a autoridade de um chefe de outro Poder.

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Congresso | 08:42

Na volta do recesso, volta a descoordenação política

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O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), foi quem decidiu suspender a sessão de ontem na Câmara, quando os deputados começariam a votar medidas provisórias.

O Palácio do Planalto está interessado em votar três MPs que trancam a pauta do Câmara.

Duas delas foram editadas para combater danos da seca no Nordeste à agricultura. Já a terceira MP institui o Brasil Carinhoso, que dá crédito extra para as mães que recebem Bolsa Família e têm filhos na escola.

Para conseguir que o Congresso, antes do recesso, votasse outras medidas provisórias, o governo havia prometido que até agosto liberaria R$ 3 milhões em emendas de cada parlamentar ao Orçamento da União.

Ontem, durante reunião com os líderes, a oposição afirmou que o acordo não foi cumprido.

Irritado, Maia disse que havia sido fiador desse acordo e que não votaria as MPs enquanto a coordenadora Política do Palácio do Planalto, Ideli Salvatti, não mostrasse ter cumprido o prometido.

O líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), ficou de dar uma resposta até o início da semana que vem.

Se a descoordenação permanecer, as MPs podem caducar.

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terça-feira, 17 de julho de 2012 Congresso | 08:22

Governo vence mas descoordenação política ainda continua

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Mais do que uma reorganização da coordenação política do governo, a aprovação ontem à noite da medida provisória 563, do Plano Brasil Maior, foi uma demonstração de força do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), que se empenhou pessoalmente pela votação.

Vale lembrar que há poucos dias Maia foi chamado ao Palácio para um encontro com a presidenta da República, descontente com a inclusão na pauta de votações de vários itens contrários aos interesses do governo. Sua atuação agora, é um sinal de que, pelo menos com ele, a conversa parece ter surtido efeito.

O desacerto na coordenação política — apelidado pela própria presidenta de “descordenação política” — continua entre a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Chinaglia simplesmente não estava presente na votação de ontem. Havia negociado com os líderes, no início do mês, a votação dessa MP e da 564, assim como Lei de Diretrizes Orçamentárias, em troca da liberação de emendas parlamentares ao Orçamento — inclusive da oposição. Seguro da votação, o líder partiu em viagem para os Estados Unidos.

Quando fechou a negociação, Chinaglia colocou a minsitra no viva-voz com os líderes. Mas alguns deles passaram a reclamar que o acordo não foi cumprido e deu-se início à obstrução das votações desde então. Ideli, então, substituiu pessoalmente Chinaglia nas negociações e alterou os termos do acordo.

Agora, é esperar para ver o retorno de Chinaglia e ver se os coordenadores políticos voltam a se coordenar após o recesso parlamentar.

Bem, isso se a LDO for aprovada hoje.

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segunda-feira, 16 de julho de 2012 Congresso | 22:45

Marco Maia entrou na articulação para garantir votação de Medida Provisória

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O líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (PR-MG), disse que só decidiu pelo fim da obstrução no plenário da Câmara depois que recebeu um telefonema do próprio presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), pedindo o fim da obstrução dos trabalhos na Casa e que permitisse a votação da Medida provisória 563, que institui o Plano Brasil Maior.

Portela avaliou que a base estava bem articulada, já que em menos de duas horas de painel de registro de presenças aberto, o governo reuniu mais de 200 deputados no plenário.

Contudo, o fim da obstrução não garante a votação das MPs 564 e da Lei de Diretrizes Orçamentárias, nesta terça-feira.

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