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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 Justiça | 16:48

STJ inicia depoimentos no inquérito de Agnelo Queiroz

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O juiz Marcos Vinicius Reis ouviu, na última semana, os primeiros dos 26 co-réus no inquérito no STJ que apura suspeita de corrupção envolvendo o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), com ongs do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte.

A maioria dos depoimentos, no entanto, ficou mesmo para 2012 já que hoje é o último dia de funcionamento do Judiciário.

Apesar da pressa do governador.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011 Governo | 07:01

STJ só ouvirá Agnelo em 2012

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Nenhum dos 26 co-réus no inquérito que apura suspeita de corrupção envolvendo ongs do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, foi ouvido pelo Superior Tribunal de Justiça.

O juiz Marcos Vinícius Reis, designado pelo ministro Asfor Rocha para a fase de depoimentos, ainda estuda o processo para preparar as perguntas. A tarefa é árdua.

Só a partir dos próximos dias é que alguns serão convocados pela Justiça.

Como o Judiciário entra em recesso dia 20, é bem provável que, pelo andar dos trabalhos, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, só deva ser ouvido em 2012 assim como o ex-ministro Orlando Silva.

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segunda-feira, 21 de novembro de 2011 Justiça | 06:02

Asfor Rocha ouvirá Agnelo e Orlando Silva ainda este ano

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Agnelo e Silva, em julho, durante o lançamento do Portal da Transparência (Foto: AE)

Logo depois de autorizar a quebra de sigilos bancário e fiscal do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) e do ex-ministro do Esporte, Orlando Silva (PCdoB), no início da noite de sexta-feira, o ministro César Asfor Rocha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), designou o juiz federal Marcos Vinícius Reis para ouvir os outros 26 co-réus no inquérito que apura suspeita de corrupção envolvendo ongs do programa Segundo Tempo.

Asfor Rocha ouvirá, pessoalmente, apenas Agnelo e Orlando Silva. Eles serão os últimos a depor. Hoje mesmo o juiz começa a agendar os depoimentos.

A ordem no gabinete do ministro é dar prioridade à investigação e ser o mais célere possível. Por isso, os depoimentos ocorrerão antes mesmo de a Receita Federal, o Banco Central e o Controle de Atividades Financeiras (Coaf) enviarem ao STJ as informações sobre as quebras de sigilos.

A intenção é encerrar a fase de depoimentos ainda este ano e enviar o relatório ao Ministério Público – que fará ou não a denúncia à Justiça – no início de 2012.

Portanto, é bem provável que Agnelo e Orlando Silva tenham, ambos, um feliz ano velho.

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