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quarta-feira, 10 de junho de 2015 Congresso, Política | 17:59

Maria do Rosário reclama de arbitrariedades na discussão sobre redução da maioridade penal

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Após o tratamento a gás de pimenta dispensado pela segurança da Câmara dos Deputados aos estudantes que se manifestaram contra a redução da maioridade penal, a deputada Maria do Rosário (PT-RS), que estava no Plenário momento da confusão, reclamou da confusão gerada pelo presidente da comissão especial que discute a matéria, André Moura (PSC-SE).

“Spray de pimenta aqui na Câmara é a primeira vez que eu vejo. Espero que seja a última”, disse a deputada que é contrária à proposta.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015 Congresso | 09:00

‘Crime de Bolsonaro não pode cair na vala comum da impunidade’, diz Érika Kokay

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A bancada feminina do PT solicitará ao partido que peça o desarquivamento do processo contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) no Conselho de Ética. O deputado foi alvo de uma representação conjunta do PT, PSB, PCdoB e PSOL após dizer que “não estupraria” Maria do Rosário (PT-RS) “porque ela não merecia”. Na época, a ex-ministra de Direitos Humanos também entrou com duas ações na Justiça.

Leia também: ‘Só uma mulher mal-intencionada se sentiu ofendida’, diz filho de Bolsonaro sobre Maria do Rosário

“Nós não podemos permitir que caia na vala comum da impunidade a gravidade do crime que foi cometido aqui pelo deputado Jair Bolsonaro”, diz a deputada federal Érika Kokay (PT-DF). “O deputado considerou o estupro um prêmio. O deputado fez uma apologia na Tribuna, onde ele disse que iria honrar a Constituição que fala em dignidade humana, a um dos crimes mais hediondos que existe. Ao estupro. A pisotear as mulheres.”

Assista:

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domingo, 21 de dezembro de 2014 Congresso | 06:00

‘Só uma mulher mal-intencionada se sentiu ofendida’, diz Eduardo Bolsonaro sobre Maria do Rosário

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Enquanto prepara as malas para assumir uma cadeira na Câmara, o deputado eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), filho de Jair Bolsonaro (PP-RJ), diz não sentir nenhum tipo de constrangimento diante da repercussão provocada pelas discussões e declarações feitas por seu pai. Prometendo andar sempre armado e defender propostas como a redução da maioridade penal, ele diz que a deputada Maria do Rosário (PT-RS) foi a única a se sentir ofendida com o fato de Bolsonaro pai ter dito que não estupraria, porque ela “não merece”.

“Me desculpa te interromper aqui, mas só uma mulher muito mal-intencionada se sentiu ofendida”, diz ele. Nesta entrevista ao Poder Online, Eduardo Bolsonaro ainda afirma que a petista tenta se vitimizar com o episódio. Atitude, aliás, que ele considera a “arte da esquerda”.

Confira os principais trechos da entrevista:

O senhor chega em Brasília em meio a mais uma polêmica envolvendo seu pai. Como o senhor enxerga toda essa situação?
Na verdade, o meu pai é polêmico porque ele tem independência, imunidade parlamentar para falar e não tem rabo preso. Isso incomoda muita gente. Mas, com certeza, você não vai ver o nome dele metido em corrupção – nem ninguém da família Bolsonaro. No caso da Maria do Rosário, ela inicialmente o chamou de estuprador e o meu pai teve uma reação. Foi uma ação-reação. A Maria do Rosário não é vítima. Ela que começou, entrando na entrevista do deputado Bolsonaro para a Rede TV, sobre o caso Champinha (leia mais). E, de quebra, ainda é contra a redução da maioridade penal. Só que ela não dá o exemplo, se desse, empregaria em seu gabinete o Champinha ou algum marginal desse tipo.

Independentemente desse conflito com a Maria do Rosário em 2003, não lhe causa nenhum constrangimento declarações feitas pelo seu pai como “não merece ser estuprada porque é muito feia”?
Olha, a Maria do Rosário chamou meu pai de estuprador. Se meu pai fosse se vitimizar hoje que nem ela, ele diria que não consegue nem dormir à noite, pelo xingamento. Isso daí é a arte da esquerda: eles se vitimizam para tentar a comoção. Mas, na verdade, não foi isso que ocorreu. Qualquer pessoa que tiver o mínimo de discernimento e souber interpretar um texto, conseguirá ver pelas imagens que meu pai tem razão.

O deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). (Foto: Reprodução)

O deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). (Foto: Reprodução)

Então, na sua opinião, não teve nenhum exagero ou deslize naquelas declarações? Muitas mulheres, para além do PT, se sentiram agredidas…
Me desculpa te interromper aqui, mas só uma mulher muito mal-intencionada se sentiu ofendida. Eu estou aqui com uma mulher do meu lado, a Débora Albuquerque, e ela disse que não tem constrangimento algum. Inclusive, muitas mulheres elogiam meu pai. Se você perguntar sobre ele na padaria, na fila do aeroporto, você vai conseguir ver isso. Na verdade, quem tinha que ter remorso é a Maria do Rosário. Meu pai não podia levar pra casa uma bronca dessas. Ser chamado de estuprador e ir pra casa, dar boa noite pra todo mundo e ir dormir como se nada tivesse acontecido. Eu tenho irmã. Como que fica essa história? Alguém da imprensa já foi perguntar pra Maria do Rosário porque que ela chamou meu pai de estuprador? Porque ela vai ter que provar.

E na sua família, o que acharam dessas declarações? Não teve nenhuma polêmica?
Minha família sempre me dá apoio. E, na verdade, não tem polêmica. Isso foi criado para afastar o foco do Petrolão e das demais investigações que passem no alto escalão do governo do PT. A Maria do Rosário vai se vitimizar como sempre se vitimizou, acredito que ela deveria estar mais preocupada com o caso da Engevix, que é uma empresa ligada ao Petrolão e que financiou a campanha dela.

Aquela declaração em que seu pai chama a Maria do Rosário de “muito feia” também não criou nenhuma polêmica, na sua casa?
Não, não. A gente não tem a obrigação de elogiar todas as pessoas. Eu, por exemplo, quando encontro com meus amigos eles me chamam de careca. Iam me chamar de cabeludo? São adjetivos que, se ela tivesse conhecimento do dicionário, ela veria que ela se enquadra.

Nisso eu vou ter que discordar um pouco do senhor.
Desculpe te interromper, de novo, mas é pior ela chamar alguém de estuprador – que é um crime abominável – do que as palavras do meu pai de que ela não merece ser estuprada. Aliás, se eu falasse isso para minha mãe, ela iria falar: “Deus te abençoe, meu filho.” Agora, se eu falar para minha mãe que ela merece ser estuprada, aí…

Mas se você falasse para ela “eu não te estupro porque você é feia”, não seria diferente?
Mas meu pai não falou isso.

Em uma entrevista recente para o jornal Zero Hora, ele diz que “ela não merece ser estuprada porque é muito feia”.
Ah, é a opinião dele também.

Sim, mas nesse caso sua mãe não responderia com um “Deus te abençoe”, não é?
A minha mãe se dá o respeito, né. Ela não fica andando em más companhias. A (senadora) Gleisi Hoffmann tinha um pedófilo em seu gabinete. Quem anda com porco, come farelo.

Sobre seu mandato, o senhor tem dito que seu foco será a segurança pública. O que o senhor planeja?
As duas principais bandeiras que nós temos são a redução da maioridade penal e a revogação do Estatuto do Desarmamento, que só desarmou o cidadão de bem. Aquele que quer cometer o crime continua comprando armas nas favelas. Com qualquer R$ 500 você compra um “três oitão” e consegue facilmente entrar numa casa, porque agora o vagabundo tem certeza de que naquela casa não tem armas. Então, com uma 38, ele deita e rola. Se pelo menos pairasse uma dúvida na cabeça dele de que ali dentro teria uma arma, pode ter certeza de que ele não iria assaltar. Na questão da redução da maioridade penal, nós precisamos encarcerar esses menores que pintam e bordam exatamente se acobertando da lei. Não tem como um menino de 17 anos cometer um estupro ou um assassinato e dizer que não sabe o que está fazendo, pelo amor de Deus.

Esses dois temas já tramitam no Congresso.  O senhor pretende apresentar algum projeto inédito de sua autoria?
Tem sim, eu só não falo pra você, porque alguém pode querer copiar. Tem um que é a menina dos meus olhos, mas em fevereiro, quando começar a legislatura, eu conto. Mas tem uma série de propostas sobre questões relevantes e não só sobre esse tema não. Tem coisa sobre o Supremo Tribunal Federal, separação de poderes…

Sobre essas outras áreas, o senhor pretende dedicar atenção às atividades da bancada evangélica, por exemplo?
Nós temos diversas bandeiras em comum. No ano passado, por exemplo, meu pai teve a oportunidade de conhecer o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e atuar com ele na Comissão de Direitos Humanos para barrar a ida do kit gay para as escolas. Foram muito bem-sucedidos e conseguiram derrubar o esquema do governo. No meu caso, com certeza, em tudo que tiver a ver com os valores cristãos e com a família eu serei um soldado. Minha criação foi batista, sou evangélico, e meu pai é católico. O que importa é que somos cristãos e temos os mesmos valores que a maioria da população brasileira.

Falando em soldado, o senhor também protagonizou uma polêmica recentemente, ao ir armado para uma manifestação. A justificativa era de que policiais, mesmo fora do exercício, costumam andar armados. Como deputado, o senhor pretende fazer uso do porte de arma a que tem direito?
Eu pretendo continuar andando armado.

O senhor acha que isso pode gerar algum ruído com seus colegas no Congresso?
Um ruído no Congresso? Não, não vejo dessa forma não. Diversos parlamentares têm o porte de armas já. O que eu não posso é entrar armado dentro do Congresso, porque o regimento interno não precisa. Mas ali é uma área segura, a gente tem que elogiar: a Polícia Legislativa faz um bom trabalho.

Como está a preparação para o seu futuro gabinete. O senhor já definiu quem serão os assessores? Havia também uma ideia de se montar um gabinete conjunto com o seu pai, como ficou isso?
O gabinete depende do sorteio da Câmara. Se eu tiver a oportunidade de estar ao lado ou perto do gabinete do meu pai, aí a gente pode falar com os funcionários da Câmara para abrir as portas e fazer um gabinete conjunto. Sobre a assessoria, por enquanto a gente está começando a ventilar alguns nomes, mas ainda não tem nada certo. Agora, pode ter certeza de que vão ter policiais, militares, gente de bem, sociedade civil, pessoas que me ajudaram na campanha.

O senhor tem dito que se considera mesmo um conservador e que acha positivo o crescimento do conservadorismo no Congresso Nacional. Nas últimas semanas, vimos vários manifestantes também identificados com essa ideologia protestando com aqueles gritos de “vai pra Cuba”. Com o fim do embargo dos Estados Unidos, como fica essa história?
Isso aí quebra um pouquinho dos nossos argumentos e deixa a direita um pouco perplexa, né? Risos. Eu quero ver quando tiver um McDonalds em Cuba, o que os comunistas vão falar. Mas acho que foi um primeiro passo. É uma questão entre Estados Unidos e Cuba e acho que os Estados Unidos é que têm de decidir. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos, que ainda não está muito clara essa aproximação.

E qual é a sua perspectiva para a próxima legislatura, com o crescimento desse conservadorismo?
Não há como negar que o Congresso ficou mais conservador. Porém, se nós fomos pensar na bancada evangélica ela está longe da representação do percentual de evangélicos na sociedade brasileira. Os evangélicos são cerca de 20% do eleitorado brasileiro, mas os parlamentares da bancada não chegam a esse percentual na Casa. Agora, com certeza, com essa guinada conservadora nós temos a esperança de avançar em pautas essenciais.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014 Congresso | 13:34

Marcos Rogério será o relator do caso Bolsonaro no Conselho de Ética

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Deputado Marcos Rogério (PDT-RO)

Deputado Marcos Rogério (PDT-RO)

O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, Ricardo Izar (PSD-SP), anunciará em instantes o nome do relator responsável por conduzir o caso Bolsonaro naquela instância.

Jair Bolsonaro foi alvo de representação no Conselho de Ética depois de dizer à deputada Maria do Rosário (PT-RS) que não a estupraria porque a parlamentar não seria merecedora de tal agressão.

Izar selecionou o deputado Marcos Rogério (PDT-RO) para relatar a questão. Rogério saiu fortalecido depois do trabalho que realizou como relator do caso envolvendo o deputado baiano Luiz Argôlo (SDD) e as relações deste com o doleiro Alberto Youssef.

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014 Congresso | 14:47

Bolsonaro resgata conflito de 2003 para se defender

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Para se defender no Conselho de Ética, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) decidiu recorrer a um episódio de 2003, em que foi chamado de estuprador pela deputada Maria do Rosário (PT-RS). Na época, Bolsonaro também chegou a dizer “não te estupro porque vc não merece” e foi alvo de uma representação por quebra de decoro de 2003, encaminhada pelo então líder do PT, Nelson Pellegrino (BA).A denúncia foi arquivada por unanimidade pela Mesa Diretora da Casa.

Leia mais: Maria do Rosário entra com duas ações na Justiça contra Bolsonaro

Bolsonaro diz ter se sentido “ofendido” após ser chamado de estuprador pela ex-ministra. “Entenderam que não tinha quebra de decoro naquela época e vão entender agora. Eu sou contra o estupro. Tenho um projeto que agrava a pena de estupro de vulnerável, que propõe o castramento químico de estupradores, e o PT é contra”, afirma Bolsonaro em referência ao PL 5398/2013. O projeto aguarda relatoria da deputada Iriny Lopes (PT-ES), na Comissão de Constituição e Justiça.

Assista ao episódio relembrado:

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014 Congresso | 18:59

Maria do Rosário entra com duas ações na Justiça contra Bolsonaro

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Maria do Rosário (Foto: André Dusek/AE)

Maria do Rosário (Foto: André Dusek/AE)

A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) entrará, nesta terça-feira, com duas ações judiciais contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Uma das estratégias é acionar o Supremo Tribunal Federal com uma queixa-crime por injúria e calúnia. A segunda é a abertura de um processo por danos morais, no Tribunal de Justiça do Distrito Federal.

Leia também: Ativistas preparam manifestações contra Bolsonaro na Câmara

As ações serão apresentadas à tarde, após reunião do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Na semana passada, PT, PSB, PCdoB e PSOL entraram com uma representação conjunta no Conselho, após Bolsonaro dizer que “não estupraria” Maria do Rosário “porque ela não merecia”.

Assista: Caso Bolsonaro ficará para o próximo ano, diz presidente do Conselho de Ética

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Congresso | 15:50

Ativistas preparam manifestações contra Bolsonaro na Câmara

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O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Foto: Agência Câmara

Nesta semana, duas manifestações foram convocadas para protestar contra o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), na Câmara dos Deputados. Os atos previstos para terça e quarta-feira pedem a cassação do parlamentar por quebra de decoro e apologia ao estupro contra a deputada Maria do Rosário (PT-RS).

Saiba mais: Após insulto contra deputada, Jair Bolsonaro será alvo de ação judicial

Na semana passada, Bolsonaro disse à ex-ministra “não te estupro porque você não merece” e, em entrevista ao jornal Zero Hora, reforçou a declaração dizendo que a deputada “não merece porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia. Não faz meu gênero”. Diante das declarações, PT, PSB, PCdoB e PSOL entraram com uma ação conjunta pedindo a cassação do mandato do deputado.

Na internet, os eventos somam mais de dez mil confirmações. Além disso, foi criada uma petição virtual na Avaaz, que até o momento reúne cerca de 160 mil assinaturas. O objetivo do grupo é alcançar 500 mil, para entregar ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Entre as palavras de ordem, está a frase “Bolsonaro não merece ser deputado”, em referência ao movimento “Não mereço ser estuprada”, organizado por feministas no início no ano.

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014 Congresso | 13:33

Caso Bolsonaro ficará para o próximo ano, diz presidente do Conselho de Ética

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Embora o PT, PCdoB, PSOL e PSB tenham se unido para representar contra Jair Bolsonaro (PP-RJ) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, não há mais tempo para que nada seja decidido nesta legislatura.

Na última terça-feira, Bolsonaro disse que não estupraria a deputada Maria do Rosário porque ela “não merece” após polêmica sobre a divulgação do relatório final da Comissão da Verdade.

“Não dá tempo. Hoje um processo no conselho tem de ter a duração de 90 dias úteis. Se entrar com a representação essa semana, os 90 dias ultrapassam o final da legislatura”, diz o presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, Ricardo Izar (PSD-SP).

Segundo Izar, pode-se até iniciar o processo nesta legislatura para começar a contar prazo, até que o caso seja arquivado. Ele poderia, posteriormente, na próxima legislatura, que começa em fevereiro, ser desarquivado.

Assista:

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014 Congresso | 18:45

Líder da bancada feminina protesta contra Bolsonaro

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Janete Pietá (Foto: Divulgação)

Janete Pietá (Foto: Divulgação)

A deputada Janete Pietá (PT-RJ), coordenadora da bancada feminina na Câmara, reforçou os protestos contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que afirmou que não estupra a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela “não merece”.

Janete levantou nesta tarde no plenário da Casa um cartaz com a frase: “Nenhuma de nós merece ser estuprada”.

 

 

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quinta-feira, 16 de outubro de 2014 Eleições | 16:30

Ex-ministra e secretária nacional de Mulheres do PT acusam Aécio de ser ‘machista’

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A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

A presidente Dilma Rousseff. (Foto: Alan Sampaio / iG Brasília)

Numa ação referendada pela campanha da presidente Dilma Rousseff, líderes petistas ligadas ao movimento de mulheres intensificaram nos últimos dias as críticas ao tucano Aécio Neves. Ex-ministra de Direitos Humanos e colega de partido da presidente Dilma Rousseff, a deputada Maria do Rosário (RS) foi para as redes sociais, onde disse que Aécio usou um “tom autoritário e machista” contra Dilma, durante o debate da Band, realizado anteontem.

De acordo com ela, o tucano vem demonstrado que “não tem nenhum compromisso com os direitos de 52% da população brasileira”. A secretária nacional de Mulheres do PT, Laisy Moriére, publicou um texto no site de partido, em que chama Aécio de “machista e conservador”.

Integrantes da campanha afirmam que a ideia é intensificar as críticas nesse sentido nas redes sociais, inclusive com a distribuição de memes e textos na rede.

Leia também: Ex-ministra reforça campanha de Dilma para buscar aproximação com mulheres

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