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Posts com a Tag Marina Silva

terça-feira, 25 de agosto de 2015 Brasil, Partidos, Política | 20:19

Procurador eleitoral dá parecer favorável à criação da Rede

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Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

O vice-procurador Eleitoral, Eugênio Aragão, se manifestou favorável à criação da Rede Sustentabilidade, partido idealizado pela ex-senadora Marina Silva, em parecer emitido nesta nesta terça-feira (5). O conteúdo do parecer anda não foi divulgado, no entanto o posicionamento de Aragão está confirmado. Os integrantes do  grupo aguardam detalhes do parecer e dizem que estão prontos para lançar candidaturas nas próxima eleições.

Temos certeza que, desta vez, não há motivo algum para que a Rede não seja criada”, disse o ex-tesoureiro da campanha de Marina Silva, Basileu Margarido. Não haverá motivos para que a Rede não dispute as eleições municipais do próximo ano. O deputado federal Miro Teixeira (RJ), que também integra o grupo, comemorou a decisão.

Aragão é o mesmo procurador que em 2013 se posicionou contrário à criação do partido de Mariana Silva, em parecer enviado ao Tribunal Superior Eleitoral  alegando que a agremiação só havia conseguido 442 mil assinaturas de apoio, enquanto a lei exige 492 mil.

Seu parecer acabou sendo acatado pela Justiça Eleitoral e sobrou para Marina e seus parceiros na criação da legenda se abrigarem em outras legendas, no caso dela, no PSB, legenda pela qual disputou as eleições para a Presidência da República, após a morte do pernambucano Eduardo Campos, em plena campanha.

 

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quarta-feira, 6 de maio de 2015 Partidos | 06:00

PSB já não descarta projeto eleitoral com Marina Silva para 2018

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Tida como praticamente impossível logo após a corrida de 2014, a ideia de lançar a ex-senadora Marina Silva numa nova candidatura presidencial em 2018 já não enfrenta mais tanta resistência assim dentro do partido do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no passado. Diante da perspectiva de uma fusão da sigla com o PPS, alguns líderes socialistas admitem nos bastidores que o desenho de um novo projeto eleitoral pode sim passar pela ideia de convencer Marina a disputar novamente o Palácio do Planalto.

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina passou grande parte dos últimos meses muito distante do PSB. Desde que saiu da votação de outubro do ano passado, avisou imediatamente ao comando partidário que sua prioridade é retomar a criação da Rede Sustentabilidade. Mas, para os socialistas, os “sinais” são cada vez mais claros de que a nova legenda custará a sair do papel.

Embora muita gente no partido resista à ideia de um novo projeto eleitoral com Marina na cabeça de chapa, uma ala  reconhece que a fusão com o PPS pode alimentar uma empreitada nesse sentido. A teoria é que a fusão dará ao PSB muito mais musculatura, tempo de televisão e capilaridade em colégios eleitorais estratégicos. Mas continua faltando um nome para a disputa.

Embora ganhe alguns adeptos, a ideia ainda tende a enfrentar resistência de alguns setores estratégicos da legenda. A começar pela direção do PSB em alguns colégios eleitorais estratégicos. É o caso de São Paulo, onde o partido está muito bem amarrado na aliança com os tucanos, mais especificamente com o governador Geraldo Alckmin.

Marina também sempre deixou claro desde a eleição que não tem planos de se lançar novamente pelo PSB. Mas, nesse caso, há no atual partido da ex-senadora quem enxergue “sinais” de que ela pode rever a posição no futuro, dependendo do andamento do projeto da Rede. Um desses indicativos veio numa recente visita da ex-senadora à liderança do partido. Depois de discorrer longamente sobre sua relação com Eduardo Campos, Marina disse que a Rede e o PSB serão “irmãos siameses”. Quem assistiu ao discurso diz ter ficado impressionado com o discurso.

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Partidos | 11:56

Marina reafirma ao PSB plano de criar a Rede e diz que os dois partidos serão ‘irmãos siameses’

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Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva esteve ontem no Congresso para ajudar na articulação da PEC 215. Aproveitou para se reunir com líderes do PSB, onde reafirmou que não abandonou os planos de criar a Rede Sustentabilidade.

Marina falou de Eduardo Campos, disse que os dois dividiam “um sonho” e prometeu manter a união com os socialistas. “Seremos sempre irmãos siameses”, disse Marina.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015 Congresso | 07:00

PT planeja paz com PSB para formar frente de esquerda

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Enquanto cada vez mais setores do PSB defendem a tese de que o lugar do partido não será na esfera do PSDB, o PT pretende fazer um esforço especial para reatar seus melhores tempos com os socialistas.

PT e PSB se afastaram durante a disputa eleitoral de 2014, sobretudo depois dos ataques que os dois partidos trocaram ainda no primeiro turno a partir da entrada de Marina Silva (PSB) na disputa. As relações se desgastaram ainda mais depois que o PSB resolveu apoiar Aécio Neves (PSDB) no segundo turno.

Petistas na Câmara não apenas acreditam que o partido poderá melhorar as relações com o PSB, como demonstram disposição em trabalhar por isso. Parte da estratégia que o PT tem em seus planos para tentar romper um certo isolamento em que se vê desde a derrota eleitoral e especialmente ao perder a presidência da Câmara.

Parte de bancada tem defendido a criação de uma frente de esquerda para contrapor o sentimento anti-PT que tem isolado o partido neste início de legislatura. Nessa estratégia, o reatamento com o PSB é visto como quase fundamental, e a partir da próxima semana petistas pretendem reconstruir pontes com os socialistas.

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domingo, 25 de janeiro de 2015 Partidos | 06:00

‘PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar isso’, diz ex-marineiro

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Ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo e idealizador da política dos Pontos de Cultura criada pelo governo Lula, o historiador Célio Turino é um dos principais responsáveis pela articulação em torno da criação do Avante – nome provisório do partido que pretende dar uma resposta à crise de representatividade revelada nas manifestações de junho de 2013.

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

O historiador Célio Turino, ex-porta-voz da Rede Sustentabilidade em São Paulo. (Foto: Reprodução / Facebook)

Em entrevista ao Poder Online, Turino afirma que já teve início uma nova onda de manifestações populares e que é preciso “uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum”, para que as demandas tenham êxito. Este seria o papel do Avante, que hoje reúne lideranças como a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), além de representantes de movimentos como a greve dos garis no Rio de Janeiro e dos protestos contra o aumento da tarifa em São Paulo.

Leia também: Dissidência da Rede cria partido para tentar catalisar movimentos sociais

De acordo com Turino, os partidos atualmente existentes não conseguiram dar essa resposta. “Avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho”, diz o historiador. “Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.” Leia abaixo a entrevista completa.

No último fim de semana, tiveram início as primeiras discussões formais sobre a criação deste novo partido. Como foi esse primeiro encontro?
A presença nos surpreendeu positivamente, foram cerca de 200 pessoas no auditório do cursinho Henfil, em São Paulo, mais um grande número acompanhando pela internet. No primeiro dia, apresentamos as ideias gerais para a constituição de um partido de novo tipo no Brasil, com características de Partido-Movimento, como os que têm surgido na Europa, em oposição às políticas recessivas, como Podemos na Espanha ou Syriza na Grécia. Estiveram presentes vários amigos espanhóis, que participaram dos Acampamentos nas Praças, 15 M e formação dos novos partidos e movimentos espanhóis, como Partido X, Ganyem Barcelona e Podemos. Também foi muito festejada a presença ativa da Luiza Erundina. No segundo dia tratamos de nossa organização, além de estudarmos mais a fundo as novas experiências de fazer político, seja na América Latina e na Europa.

Vocês já pretendem dar início ao processo de formalização da sigla? Existe algum prazo?
Trabalhamos sem preocupação com calendário eleitoral. Porém, a adesão espontânea tem sido muito grande em todo país, o que pode agilizar a nossa constituição formal. Já estamos na fase final de redação do manifesto, que se chamará Carta Cidadanista, bem como do nome definitivo e estatuto.

Que movimentos têm participado da construção desse processo?
Inúmeros, sobretudo coletivos e movimentos surgidos a partir das jornadas de junho de 2013. De lideranças da greve autônoma dos Garis, no Rio de Janeiro, a ativistas contra o Estado de Exceção, resultante da repressão judiciária e policial.

Além de São Paulo e Rio de Janeiro, em que estados vocês já têm articulações?
No nosso último levantamento eram 18 estados, ao todo. Mas a cada dia surgem novas propostas de participação. Já são centenas de pessoas envolvidas neste projeto, com grande inserção em diversos coletivos e movimentos.

O que representa o lema de “Avante”, escolhido por vocês? Avante em direção a que e a quem? O nome é, de fato, provisório?
Sim, é um nome provisório e já estamos em consulta final para definição do nome. Avante foi escolhido como referência às lutas anarquistas e socialistas do passado, da música Bandiera Rossa, que canta “avanti poppolo, Bandiera Rossa…” (do italiano, “avante, povo, bandeira vermelha”). Ao mesmo tempo, um passo avante para o futuro, rompendo com o atual quadro partidário, em que os partidos, ao invés de servirem à sociedade, se servem dela.

A deputada Luiza Erundina tem dito que o Avante surge em um momento muito oportuno, para dar resposta a um “esgotamento do atual sistema”. Como um partido político operando dentro da institucionalidade poderia fazer um contraponto a esse sistema?
Exatamente, há um esgotamento do atual sistema político-partidário e isto irá provocar crises de governabilidade cada vez mais intensas, com reflexos negativos na vida de toda a sociedade. Buscamos um partido de novo tipo, que represente uma fusão entre os movimentos da sociedade e a busca de um novo cenário institucional, em que o Estado esteja colocado a serviço do povo.

Saiba mais: ‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

Recentemente, o deputado Ivan Valente afirmou que haveria espaço no PSOL para nomes como o senhor e a deputada Luiza Erundina, que hoje estão construindo o Avante (leia mais). Por que não se somar a eles? No contexto brasileiro, o que diferencia a proposta do Avante da proposta do PSOL?
O respeito é recíproco e acreditamos que estaremos juntos com o PSOL em diversas ações comuns. Porém, avaliamos que o PSOL reproduz muito do PT de 30 anos atrás e queremos evitar este caminho.

Boa parte das ideias apresentadas pelo Avante são semelhantes ao que motivou o surgimento da Rede Sustentabilidade. No entanto, como o senhor mesmo tem dito, Rede perdeu a possibilidade de dar uma resposta àquele sentimento de insatisfação popular que nós observamos nas manifestações de 2013, ao se render à política tradicional e à polarização entre o PT e o PSDB. Qual é a proposta do Avante para escapar disso?
Exatamente, a Rede, lamentavelmente, revelou uma distância entre o que se diz e o que se faz. Isso a distanciou da construção de uma nova política, principalmente quando houve a adesão à candidatura de Aécio (Neves, PSDB-MG). Mas, independente disto, a construção do Avante é bastante diferente da construção inicial da Rede. Primeiro pela composição, em que a maioria das pessoas nem vêm da Rede e sim de movimentos sociais autônomos, além de dissidentes de partidos como PSOL, Piratas, PT, PCdoB e PSB. Segundo, pelas raízes programáticas, baseadas nos princípios do Bem Viver – Tekó Porã, em guarani, que é um conceito ameríndio que busca a harmonia entre humanos e a terra -, Bem Comum, Ecossocialismo e Cidadanismo.

A proposta das coalizões suprapartidárias, a exemplo do modelo espanhol, em que o partido indica candidaturas para serem apoiadas em cada local, independente de alianças maiores, não seria uma forma de se render a essa política tradicional também?
Estamos trabalhando nesta perspectiva para 2016, buscando contribuir para a constituição de alianças cidadanistas nos municípios, como o que aconteceu em Medellin, na Colômbia, a partir de 2002 e revolucionou a cidade. Fez com que Medellin, antes conhecida como cidade do cartel das drogas, se transformasse na cidade mais inovadora do mundo, dez anos depois, segundo reconhecimento da ONU. Em nosso seminário, tratamos de analisar estas experiências, tanto que um de nossos convidados, Javier Toret, é um dos principais articuladores da coalizão GanyemBarcelona.

O senhor diria que o Avante é uma tentativa de resposta às manifestações de 2013?
Sim. Muito provavelmente haverá uma nova onda de manifestações populares, conforme já estamos assistindo em grandes cidades, como São Paulo. As medidas recessivas e antipopulares adotadas pelo governo Dilma, como corte em direitos trabalhistas, sobretudo no seguro desemprego e pensões de viúvas e órfãos, bem como o corte no orçamento da educação, na ordem de R$ 7 bilhões, e demais investimentos públicos, enquanto, ao mesmo tempo, eleva impostos e tarifas, irão intensificar este ambiente de insatisfação, ainda mais porque todo este esforço acontece apenas para pagar mais juros aos especuladores e bancos, e mais nada. Para que a nova onda de manifestações tenha êxito, será necessária uma maior articulação entre os movimentos dispersos, bem como a definição de uma pauta comum. Daí a necessidade urgente de uma nova forma de partido político, evitando a dispersão programática que houve com as jornadas de junho de 2013.

Existem articulações para a fundação de diversos partidos, no próximo ano. A própria Rede Sustentabilidade, além do Partido Novo, Partido Pirata, Partido do Combate ao Desemprego e novas versões do Partido Liberal e do Arena são alguns exemplos. Sem contar com partidos recentemente registrados, como PEN, PROS, Solidariedade e PSD. Como o senhor enxerga esses processos? O que explica essa multiplicidade de partidos. Neste contexto, como responder à crítica de que o Avante seria apenas uma sigla a mais?
Esta busca por novos partidos só indica o esgotamento do atual sistema partidário e do próprio sistema político. Ao mesmo tempo em que há muitos partidos, falta um partido mais moldado à semelhança do povo brasileiro. O que temos hoje é muito mais uma casta política e econômica que cada vez mais tem se apropriado do bem público e é contra esta casta que pretendemos lutar. Independentemente de siglas que, no fundo, se revelam muito parecidas entre si, conforme se comprova com o programa econômico da Dilma, que é absolutamente igual ao do Aécio ou mesmo da Marina, talvez até mais agravado na intensidade, por ausência de oposição. Há que fazer política em outras bases e assim faremos.

Leia também: ‘Um partido de oposição não é muito bem-vindo’, diz fundador do Partido Novo

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015 Partidos | 10:30

Rede Sustentabilidade faz ‘mutirão de verão’ por coleta de assinaturas

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A ex-senadora Marina Silva (Foto: Divulgação)

A ex-senadora Marina Silva (Foto: Divulgação)

Na tentativa de obter as assinaturas restantes para a obtenção do registro da Rede Sustentabilidade, os marineiros prepararam um “mutirão de verão” pelos estados.

Com foco no público jovem, a ideia é buscar apoio para  a criação do partido em praias, parques, bares, restaurantes e “o que mais a criatividade assim permitir”, nas próximas semanas.

Embora faltem apenas 30 mil assinaturas para que a sigla possa ser registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral, a meta do grupo é arrecadar 100 mil, para evitar imprevistos como os de 2012. Na época, parte das assinaturas não foi aceita pelos cartórios, o que inviabilizou a participação da Rede nas eleições.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015 Partidos | 14:30

‘Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens’, diz Erundina

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A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Foto: Agência Câmara

A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP). Foto: Agência Câmara

Cada vez mais insatisfeita com os rumos do PSB, a deputada federal reeleita Luiza Erundina (PSB-SP) é um dos nomes mais aguardados do seminário realizado por dissidentes à esquerda da Rede Sustentabilidade, nos próximos dias 16 e 17, para pensar a criação de um novo partido, nos moldes do espanhol Podemos.

A convite do historiador e ex-porta-voz da Rede em São Paulo Célio Turino, Erundina participará da mesa de abertura da atividade que discutirá os rumos do Avante – nome provisório dado ao projeto de partido político que tem como um de seus propósitos reunir ativistas e movimentos sociais insatisfeitos com a atual conjuntura.

“O desalento é uma tentação, ele desmobiliza. A indignação é o que nos move, nos faz ir além. A luta que se perde é aquela da qual desistimos no meio do caminho”, diz a ex-prefeita. “Daqui pra frente, pretendo voltar às minhas origens, para o povo e os movimentos sociais”, completa Erundina.

Leia também: Marina Silva pede uma forcinha aos colegas do PSB

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014 Partidos | 11:00

Marina Silva pede uma forcinha aos colegas do PSB

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A ex-senadora Marina Silva (Foto: Divulgação)

A ex-senadora Marina Silva (Foto: Divulgação)

Apoiada no discurso de que não desistiu de criar a Rede Sustentabilidade, a ex-senadora Marina Silva tem pedido ajuda até aos colegas do PSB para conseguir assinaturas para o novo partido.

Um que recebeu um pedido recentemente para dar uma forcinha na busca por endossos foi o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), vice da ex-senadora na corrida presidencial.

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sábado, 29 de novembro de 2014 Partidos | 08:00

Após dissidência, Rede Sustentabilidade indica novos coordenadores

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Marina Silva (Foto: Divulgação/Juliano Spyer)

Marina Silva (Foto: Divulgação/Juliano Spyer)

A composição da Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade será tema de debate nos próximos dias 13 e 14 de dezembro, em Brasília. Na ocasião, o chamado Elo Nacional – equivalente ao diretório nacional dos demais partidos – discutirá a substituição dos ex-coordenadores executivo Haldor Omar (SP) e de comunicação Cassio Martinho (MG).

Recentemente, Omar e Martinho alegaram motivos pessoais para deixar a Executiva, sobretudo após a decisão da ex-presidenciável Marina Silva (PSB) de apoiar o tucano Aécio Neves no segundo turno eleitoral.

O encontro do Elo Nacional discutirá também estratégias para atuação frente ao governo federal, dentro do que a Rede tem definido como”oposição independente”. A ideia é continuar o balanço iniciado após as eleições de outubro, além de traçar as estratégias futuras para formalização e atuação da nova sigla – que ainda precisa de 32 mil assinaturas para ser regularizada.

Leia também: ‘Até dezembro, devemos ter todas as assinaturas da Rede’, diz Feldman

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sexta-feira, 28 de novembro de 2014 Partidos | 14:29

Marina Silva se reúne com jovens da Rede Sustentabilidade

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Marina Silva (Foto: Divulgação)

Marina Silva (Foto: Divulgação)

A ex-presidenciável Marina Silva (PSB) participará hoje à noite de uma reunião com cerca de 45 militantes da juventude da Rede Sustentabilidade de todo o país, em Brasília.

Entre os participantes, estarão os cinco candidatos jovens da Rede que disputaram as últimas eleições pelo PSB: Rafael Boff (TO), Zé Gustavo (SP), Alessandra Monteiro (SP),  Joyce Matias (DF) e Gustavo de Biase (ES).

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A intenção é fazer um balanço dos processos eleitorais em cada estado e nacionalmente, além de discussões para formação dos militantes sobre temas como sustentabilidade, direitos humanos, direitos dos animais e os princípios do novo partido. O grupo também deve pensar em estratégias voltadas para a mobilização da juventude, para colaborar com a coleta das 32 mil assinaturas necessárias para a formalização do partido junto à Justiça Eleitoral.

 

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