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Posts com a Tag Marta Suplicy

quarta-feira, 27 de maio de 2015 Congresso | 19:52

“É uma conquista do voto popular”, diz Marta sobre decisão favorável do STF

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A senadora Marta Suplicy (SP) afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal, que decidiu que perda de mandatos por troca de partidos não se aplica a eleições majoritárias, como é feita a escolha de senadores, é uma conquista de todos os senadores.

“Recebi com muito alegria essa manifestação da suprema corte. Uma votação por unanimidade”, comemorou Marta. “Isso não vai servir só para mim. É uma conquista de todos os senadores”, afirmou a ex-petista.

“É uma conquista do voto popular”, acrescentou Marta, que deverá disputar a prefeitura da Capital paulista no próximo ano pelo PSB.

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segunda-feira, 11 de maio de 2015 Política | 16:46

Chega de tranquilidade para Paulo Frateschi

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Paulo Frateschi (Foto: PT)

Paulo Frateschi (Foto: PT)

Segundo suplente de Marta Suplicy no Senado, Paulo Frateschi vem aparecendo sucessivamente nas conversas sobre a briga da ex-prefeita de São Paulo com o PT.

É que o partido promete pedir o mandato de Marta na Justiça e defende que Frateschi fique com a vaga no Senado. Isso porque o primeiro suplente, Antonio Carlos Rodrigues, é do PR.

Se a jogada do PT der certo, Frateschi vai ter que se despedir do mar de Paraty. Desde que deixou o secretariado de Fernando Haddad em São Paulo, o ex-presidente do PT paulista está aposentado, vivendo pertinho da praia com sua esposa Iolanda.

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terça-feira, 5 de maio de 2015 Partidos | 10:59

Mesmo dividido, PT deve insistir em cobrar mandato de Marta

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Uma ala do PT vem defendendo internamente que o partido desista de reivindicar o mandato da senadora Marta Suplicy. O argumento colocado é que, mesmo no caso de uma vitória judicial em favor da legenda, Marta sairia “vitimizada” da briga. O presidente do PT paulista, Emidio de Souza, já avisou que discorda da avaliação. Pretende seguir até o fim na briga com a senadora.

Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

O plano é tentar dar o cargo de Marta para Paulo Frateschi, sob entendimento de que o mandato pertence ao partido e não à chapa encabeçada por Marta. Isso porque o primeiro suplente é Antonio Carlos Rodrigues, do PR. Frateschi é segundo na sucessão.

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quinta-feira, 16 de abril de 2015 Política | 15:09

Para Erundina, Marta será alternativa contra polarização em São Paulo

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A ex-prefeita de São Paulo, Luiza Erundina (PSB), avalia que a entrada de Marta Suplicy (PT) na disputa municipal em São Paulo terá a mesma lógica da participação de Eduardo Campos na disputa presidencial em 2014: quebrar a polarização entre PT e PSDB.

Erundina diz não ter conversado com Marta a respeito da corrida municipal ainda, mas elogiou a ex-prefeita de São Paulo e destacou a importância dela na disputa do próximo ano.

Marta deverá anunciar nos próximos dias sua saída do PT e filiação ao PSB.

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Partidos | 09:00

Desgaste do PT põe Alckmin, Aécio e Serra no páreo para 2018

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Com o desgaste sofrido pela presidente Dilma Rousseff e o PT, agora acentuado pela prisão do tesoureiro João Vaccari Neto, o PSDB vê a chance de reciclar um de seus três últimos candidatos ao Planalto. Em tese, o que se diz no partido é que não há mais jogo de cartas marcadas. Hoje, Geraldo Alckmin, Aécio Neves e José Serra estão todos no páreo para a corrida presidencial, cada um com um estilo e estratégia próprios.

Leia também: PMDB forte alimenta esperanças do PSDB serrista para 2018

Aécio, segundo interlocutores, trabalha para se transformar numa espécie de voz dos movimentos de rua contrários ao governo do PT. Aceitou encampar o discurso do impeachment da presidente Dilma Rousseff, fala abertamente sobre o apoio às manifestações e aproveita o cargo de presidente do partido para se manter em evidência. Tem como principal ponto negativo o fato de ter perdido em casa na última eleição presidencial. Aécio foi derrotado em Minas Gerais, tanto como candidato à Presidência quanto como patrocinador da candidatura de Pimenta da Veiga na corrida estadual.

Como São Paulo assegurou um bom desempenho para o senador mineiro no placar geral, o coro no PSDB de São Paulo é pela escolha de um nome paulista para a vaga. Alckmin, por enquanto, tem optado por uma abordagem “não política”, dizem os colegas de partido. Mantém-se mais concentrado em amenizar problemas da administração estadual que possam virar uma fatura a ser paga lá na frente, como a crise hídrica. E tem optado por evitar ataques diretos à presidente Dilma e ao PT.

Serra, por sua vez, seria a alternativa mais “política” das três, diz um aliado. Há quem aposte que ele teria mais chances, por exemplo, de atrair o PMDB para uma aliança eleitoral, tanto pelo fato de ter origem na legenda, quanto pela boa relação que mantém com alguns caciques da sigla. O senador paulista investe pesado no discurso econômico e, por isso, poderia levar a melhor no contraponto direto ao governo Dilma, avalia o interlocutor.

Parte da disputa que começa a tomar forma entre os três tucanos passa pela eleição municipal do ano que vem. Principalmente no que se refere a Alckmin e Serra.

No PSDB paulista, a tese é que uma eventual candidatura de Aloysio Nunes Ferreira fortalece o nome do senador, de quem é aliado fiel. O efeito seria ainda mais forte no caso de uma vitória do tucano sobre o petista Fernando Haddad. Já Alckmin se beneficiaria de um bom desempenho de Marta Suplicy na corrida. Isso porque a petista prestes a ingressar no PSB será lançada com aval do governador paulista, que poderia, assim, amarrar um apoio do PSB para uma eventual candidatura presidencial.

No PSDB, alckmistas, serristas e aecistas concordam que qualquer diagnóstico, neste momento, é impreciso em função da distância da corrida presidencial. Ainda assim, é consenso também que a tendência é um acirramento progressivo da disputa já nos próximos meses. Que tende a aumentar principalmente se a crise de Dilma e do PT se agravar.

Saiba mais: Por 2016, PSDB trabalha para unir Serra e Alckmin

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quarta-feira, 8 de abril de 2015 Política | 07:00

Marta sonhava em viabilizar debandada do PT rumo ao PSB

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Em uma das primeiras conversas que teve com o PSB para discutir seus planos de deixar o PT, a senadora Marta Suplicy disse à direção da legenda que gostaria de tentar levar consigo vários de seus colegas para o partido que a recebesse como pré-candidata à Prefeitura de São Paulo em 2016. A conversa ocorreu na época da corrida eleitoral do ano passado, bem antes de Marta deixar o Ministério do Turismo e disparar contra o governo da presidente Dilma Rousseff.

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Nessa reunião, comandada pelo presidente do PSB paulista, Márcio França,  Marta apresentou uma lista de nomes que acreditava serem bons candidatos para a migração: ali estava a família Tatto.  Mais especificamente,  os irmãos Enio, Arselino  e Jilmar Tatto.

Os Tatto são considerados peça-chave em campanhas eleitorais do PT em São Paulo. Têm forte influência em colégios estratégicos, como a região de Capela do Socorro, na zona sul da capital paulista. Mas o PT tratou de amarrar bem a família quando elegeu o prefeito Fernando Haddad.

Hoje, Arselino é líder do governo na Câmara Municipal. Jilmar é secretário dos Transportes do prefeito petista, ou seja, comanda uma das pastas mais fortes da administração municipal.

De acordo com o PT, não há motivo algum para preocupação. A chance de os Tatto deixarem o partido com Marta é zero.

*Com Luciana Lima, iG Brasília

 

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quarta-feira, 25 de março de 2015 Partidos | 09:00

‘Eu não faria desta forma’, diz Erundina sobre saída de Marta Suplicy do PT

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A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

A deputada Luiza Erundina ( (Foto: Agência Câmara)

Ao comentar a saída da senadora Marta Suplicy do PT e sua filiação ao PSB, a deputada federal Luiza Erundina – que fez o mesmo caminho em 1998 – critica a maneira como Marta tem conduzido a situação.

“Eu não faria desta forma. Ela tem suas razões, mas não precisa declarar guerra ao PT”, explica Erundina. “Eu mesma não saí assim”, compara. A deputada chegou a ser convidada para a festa de aniversário de Marta na última sexta-feira, mas não compareceu.

Sobre a intenção da senadora de disputar a prefeitura de São Paulo em 2016, Erundina reconhece que ela chega como a candidata natural do PSB e atribui parte do apoio partidário ao desempenho do atual prefeito petista, Fernando Haddad. “Ele não faz política, não construiu uma simpatia com a cidade. Até faz coisas interessantes, mas não dialoga, não fatura, isso favorece a Marta.”

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segunda-feira, 23 de março de 2015 Política | 13:00

Marta ligou para presidente do DEM para insistir que fosse à sua festa de aniversário

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Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Até pouco tempo atrás, era difícil imaginar a senadora Marta Suplicy (PT-SP) insistindo para ter o presidente do DEM em sua festa de aniversário.

Mas Marta fez questão de telefonar para o colega de Senado na semana passada, para reforçar o convite.

Agripino explicou que já havia se programado para estar em Natal. Simples assim.

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Política | 11:00

Famosa pelo estilo ‘low profile’, Soninha chamou a atenção na festa de Marta

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Soninha Francine (Foto: Genésio/Futura Press)

Soninha Francine (Foto: Genésio/Futura Press)

Soninha Francine chamou a atenção dos convidados na festa de aniversário da ex-ministra Marta Suplicy, na última sexta-feira. Quem esteve por lá, comentou que a ex-vereadora desfilou num vestido preto – “é difícil vê-la arrumada assim, estava muito bonita”, comentou um convidado.

Soninha, ainda segundo os colegas, se esbaldou na mesa de doces da festa.

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domingo, 22 de março de 2015 Eleições | 09:00

‘Fora do PT, Marta perde parte da rejeição e pode ir ao segundo turno’, diz Márcio França

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O presidente do PSB paulista e vice-governador de São Paulo, Márcio França, não disfarça o entusiasmo com os planos de lançar Marta Suplicy como candidata a prefeita de São Paulo em 2016. Só se falava no assunto nas rodas formadas durante a festa de aniversário da petista, na última sexta-feira. Ali, a ministra admitiu ao jornal O Estado de S. Paulo que está de saída do PT, mas na festa, segundo França, ela optou pela discrição.

França diz que, ao migrar para a oposição ao governo Dilma, Marta tende a crescer no eleitorado paulista. “Fora do PT, ela perde parte da rejeição que tem e isso pode levá-la ao segundo turno”, disse o vice-governador, ao Poder Online. Confira a entrevista:

Márcio França. (Foto: Divulgação)

Márcio França. (Foto: Divulgação)

O senhor esteve na sexta-feira na festa da senadora Marta Suplicy. Ela anunciou sua ida para o PSB?
Ela não falou nada ali. Mas estamos caminhando nesse sentido. Ela mesma traçou este caminho. É uma opção importante, uma opção diferente daquela que guiou sua carreira até agora. Estamos certos de que ela vai fazer muita diferença na próxima eleição. Ela tem entrada na periferia, mas tem mais do que isso. Tem um recall como prefeita de São Paulo, com uma boa avaliação em vários setores. Fora do PT ela perde parte da rejeição que tem e isso pode levá-la ao segundo turno.

Mas será uma eleição bastante disputada. 
Sim, é uma eleição em que a maioria dos nomes já está colocada. Teremos Marta, Celso Russomanno, o prefeito Haddad, e provavelmente um candidato do PSDB, cujo nome ainda não está claro. Ao se deslocar para outro campo, Marta vai atrair esse eleitor que gosta do jeito do Geraldo Alckmin de fazer as coisas.

Quando o senhor fala em se deslocar para outro campo o senhor quer dizer ir para a oposição ao PT?
Sim. Marta tem a mesma ideia de ter uma visão crítica em relação ao governo Dilma que o PSB tem. É uma oposição, mas sem radicalismos. Ela tem feito uma crítica dura à presidente Dilma. Mas não precisa discordar de tudo do governo petista.

Quando Marta começou a ensaiar sua saída do PT,  circulou a ideia de que ela tentaria repetir Marina Silva, que deixou o PT e disputou a Presidência. É mais ou menos a mesma coisa?
Acho que tem a ver, mas é diferente. Marina é uma pessoa que, eu acredito, ainda pode conversar conosco. Estou certo de que vamos conversar. Talvez esta hora já tenha chegado. Talvez não tenha mais muito sentido essa ideia de criar a Rede. Acho que a Marina é uma mulher avançada para o seu tempo. As coisas funcionam diferente na prática. Ela é algo como o Itamar foi.

Como o Lula?
Também. Mas acho que se ela apoiasse a Marta seria sem dúvida muito importante.

Com a morte do governador Eduardo Campos, a vinda de Marta e outros políticos para o PSB é um jeito de tentar dar uma nova identidade ao partido?
Essa coisa de nos colocarmos como críticos ao governo sem radicalismo está atraindo muita gente. Depois da tragédia que o partido viveu, passamos por um período difícil. Mas muita gente achava que estávamos enterrados quando, na verdade, somos uma semente. Podemos agora construir um campo maior. Estamos negociando uma fusão com o PPS. No Senado, esperamos fazer 10 nomes.

Marina tem chance de ser candidata a presidente de novo se ficar no partido? 
Acho que ela mesma sabe que hoje seria muito difícil aprovar no diretório um projeto como esse. Mas tem espaço para muitas outras coisas. Ela tem a opção de fazer uma luta política fora do sistema partidário. Mas se optar por fazer dentro, pode disputar cargos ou não disputar.

 

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