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Posts com a Tag Marta Suplicy

sexta-feira, 20 de março de 2015 Eleições | 07:00

PT faz consultas sobre possibilidade de pedir o mandato de Marta Suplicy

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O PT ainda tomou a decisão, mas já iniciou consultas a advogados especializados em Direito Eleitoral sobre a possibilidade de pedir na Justiça o mandato da senadora Marta Suplicy, que deve deixar o partido para disputar a prefeitura de São Paulo pelo PSB.

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

O comando partidário ouviu de advogados que são boas as chances de vitória, mas que não há nenhuma garantia. É que o cargo de senadora é majoritário e, em tese, não se enquadraria na regra da fidelidade partidária. Mas, ainda de acordo com o jurídico do PT, a jurisprudência aponta no sentido de rever esse entendimento.

A questão é que o PT acha que Marta Suplicy quer mesmo é ser expulsa. Assim, avalia o partido, ela poderia justificar a troca de legenda para seu eleitorado e reforçar o discurso de que não teve espaço na legenda para expor suas opiniões.

Por isso a ordem é trabalhar de todas as formas possíveis para evitar que a expulsão se faça necessária. Todos os dirigentes foram orientados a não embarcar em provocações da senadora, como as críticas públicas que tem feito ao prefeito Fernando Haddad.  A expectativa, dizem líderes da legenda, é de que a senadora se torne a cada dia mais agressiva.

Mas, pelo menos na noite desta sexta-feira, o clima deve ser animado para a senadora. Marta recebe os convidados para sua festa de 70 anos. Na lista, a cúpula do PSB. Fora dela, a do PT.

 

 

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quarta-feira, 18 de março de 2015 Partidos | 07:00

Cúpula do PT ficou fora da festa de Marta Suplicy

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Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Marta Suplicy não só convidou vários integrantes da cúpula do PSB para sua festa de aniversário, marcada para a próxima sexta-feira, como cortou da lista a cúpula do PT.

Nem o presidente do partido, Rui Falcão, que já foi seu secretário e comandou uma de suas campanhas, foi convidado.

Mais um motivo para alimentar a tese de que ela possa anunciar ali mesmo, no auge da comemoração que programou junto com o marido Márcio Toledo, sua decisão de trocar de legenda.

 

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sexta-feira, 13 de março de 2015 Política | 07:00

Festa de aniversário de Marta terá lista de convidados recheada de nomes do PSB

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Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Com tudo praticamente pronto para desembarcar do PT, Marta Suplicy está organizando uma festança para comemorar seu aniversário de 70 anos.

O convescote será na sexta-feira da semana que vem. E, se depender da lista de convidados, muita gente acha que ela pode anunciar ali mesmo sua decisão de ingressar no PSB.

É que a cúpula socialista ganhou espaço de destaque na lista de convidados para a comemoração.

 

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domingo, 8 de março de 2015 Política | 13:00

Alvo da Lava Jato, ex-líder do governo dispara contra Dilma: ‘Não tem projeto e a articulação é uma tragédia’

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O ex-deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que há um bom tempo vem se desentendendo com seu partido  e aparece na lista de investigados na Operação Lava Jato, decidiu encampar as críticas à presidente Dilma Rousseff. Ao Poder Online, Vaccarezza, que foi líder do governo na Câmara no primeiro mandato de Dilma, disse que a presidente “não tem consistência” e que sua articulação política é uma “tragédia”.

“Este governo que está sendo conduzido pela presidente Dilma Rousseff por nunca ter tido um projeto claro para o país. É um governo que não tem consistência. Cuja articulação política é uma tragédia”, disse Vaccarezza, que se empenha em negar as suspeitas de envolvimento em desvios da Petrobras, que justificaram a inclusão de seu nome nas investigações da Lava Jato. 

O ex-deputado, que não conseguiu se reeleger, chegou a conversar nos bastidores uma possível troca de legenda. Ele nega que tenha planos de deixar o PT, acompanhando a ex-ministra Marta Suplicy. Disse que vai brigar dentro do partido para que o rumo do governo seja discutido. Mas não deixou de disparar também contra o colega e prefeito paulistano, Fernando Haddad, que deve ter Marta como adversária pelo PSB na eleição de 2016. “Marta é a melhor prefeita que São Paulo teve nos últimos anos. Ela é muito melhor, inclusive, que o Haddad”, disse.

Sobre seu envolvimento na Lava Jato, ele se queixa da cobertura da imprensa e diz que não há indícios que justifiquem sua inclusão na lista de investigados. Confira os principais trechos da entrevista:

Cândido Vaccarezza

Cândido Vaccarezza

 

 A ex-ministra Marta Suplicy aparentemente acertou tudo com o PSB. Diziam que o senhor iria com ela. Vai mesmo?
Este governo que está sendo conduzido pela presidente Dilma Rousseff peca por nunca ter tido um projeto claro para o país. É um governo que não tem consistência. Cuja articulação política é uma tragédia. Não tem projeto concreto em áreas essenciais. É só olhar a política energética. A política de juros. O problema desse governo é que não tem planejamento. Não tem lado. Olha só a inflação. A inflação, no Brasil, não é uma inflação de demanda. É uma crise da produtividade, que é baixa demais, combinada a uma burocracia sem tamanho.

Mas o que o senhor defende que seja feito?
Nessa questão, por exemplo, porque é que o governo não negocia com sua própria base? Se o governo permitisse a negociação de sindicatos patronais com os sindicatos dos trabalhadores, poderiam ser feitos vários acordos que reduziriam a burocracia e melhorariam a produção. Precisamos de um governo que inicie a reforma tributária para, daqui a dez anos, termos um sistema de fato mais eficiente. E não fazer essa desoneração desgovernada que ela (Dilma) faz, para estourar lá na frente. Se as medidas certas fossem tomadas, seria possível arrecadar muito mais.

Mas o senhor vai sair do PT?
Eu tenho divergências claras com esse governo. Mas eu quero discuti-las dentro do PT. O problema é que o PT não está aberto para a discussão, isso está ficando cada vez mais claro. Eu não nasci no PT e não tenho que morrer no PT, mas eu quer discutir essa situação dentro do meu partido.

O senhor apoia a decisão da Marta?
A Marta foi a melhor prefeita que São Paulo teve nos últimos anos. Ela é muito melhor, inclusive, que o Fernando Haddad. A Marta fez CEUs na cidade inteira. Conseguiu fazer as coisas andarem depois de herdar uma cidade totalmente endividada. Onde não tinha de onde tirar dinheiro, ela deu um jeito de ter investimento. O (Gilberto) Kassab fez uns cinco CEUs na gestão dele, em seguida. E o Haddad só fez um até agora, que já estava praticamente pronto.

O senhor fala em brigar dentro do PT, mas como fica seu envolvimento na lista da Lava Jato?
A cobertura da imprensa em relação ao meu caso é desonesta. Tudo o que o Paulo Roberto Costa disse que tenha referência ao meu nome em momento algum justifica a inclusão do meu nome em lista alguma. O que houve foi que uma pessoa disse que ouviu que eu teria estado em algum lugar para supostamente receber dinheiro. Isso nunca existiu. Tudo o que tem contra mim vem de terceiros, que disseram para terceiros e repetiram para terceiros. Não tem o menor sentido.

 

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sexta-feira, 6 de março de 2015 Eleições | 13:11

Já tem petista prometendo fazer campanha para Marta Suplicy

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Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Marta em caravana do PT (Foto: Divulgação/Elisabete Alves)

Já tem petista dizendo que vai fazer campanha para Marta Suplicy em 2016, quando a senadora deve sair candidata à Prefeitura de São Paulo pelo PSB. Quem segue essa linha justifica que Marta desbanca Fernando Haddad na administração paulistana.

Anteontem, o Poder Online adiantou que o PT já dá como certa a saída de Marta. O que enterrou as esperanças do partido em segurar a senadora foi uma conversa ocorrida entre o ex-ministro Fernando Bezerra e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na qual o socialista disse que está tudo acertado para Marta trocar de legenda e disputar a eleição.

Mesmo depois de muitas investidas, o comando partidário não conseguiu sequer se sentar para uma conversa com Marta. A senadora recusou todas as abordagens para negociar sua permanência no partido.

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quarta-feira, 4 de março de 2015 Eleições | 07:30

PT dá como certa saída de Marta e faz diagnóstico desanimador em SP

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Depois de ficar absolutamente sem resposta nas tentativas de diálogo que fez com a senadora Marta Suplicy, o PT jogou a toalha e já dá como certa a saída da ex-ministra do Turismo. A informação que circulava ontem à tarde no comando partidário era a de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já foi avisado formalmente do acerto entre a senadora e o PSB, para a disputa pela prefeitura paulistana em 2016.

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

Marta Suplicy (Foto: Agência Senado)

O interlocutor foi o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho, que na semana passada se reuniu com o comando do PSB em São Paulo para discutir o que descreveu como “Operação Marta”. A petista não deu nenhum sinal de vida ao partido, de acordo com dirigentes.

Como informou na época o Poder Online, a negociação entre Marta e o PSB teve o aval do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) na virada do ano. Alckmin entende que a candidatura da ex-prefeita enfraqueceria significativamente o prefeito Fernando Haddad (PT), abrindo terreno para a construção de um novo nome do PSDB para a corrida municipal. Em troca do endosso, o tucano indicou que não quer nenhum tipo de interferência da senadora em seus planos de disputar a Presidência em 2018.

A avaliação do PT parece não ser lá muito diferente. Há no partido quem diga que Marta tem inclusive boas chances de ir para o segundo turno. Como ninguém duvida que Celso Russomanno dará muito trabalho a petistas e tucanos na eleição do ano que vem, nem colegas de Haddad parecem descartar o risco de o prefeito ficar fora da segunda etapa de votação.

 

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015 Estados | 15:00

Paulo Maluf dá conselhos a Marta Suplicy

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O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

O ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP). (Foto: Divulgação)

Paulo Maluf, que já encarou uma eleição nada amigável com Marta Suplicy, se arrisca a dar alguns conselhos para a petista. Diante das especulações sobre a possível saída de Marta do partido, ele dispara: “Ela deveria se espelhar em mim. Veja só, eu estou há anos e anos no mesmo partido. Acho que se ela quer brigar, deve fazê-lo dentro do PT”, diz ele.

Nas últimas duas eleições, Maluf tirou foto ao lado de Fernando Haddad e Alexandre Padilha nas negociações de apoio do PP aos dois petistas, nas disputas para a prefeitura paulistana e o governo paulista. Agora, se Marta for a candidata em 2018 pelo PT, Maluf já não demonstra tanta certeza assim de que repetiria o gesto: “Ah, aí temos que pensar. Marta vai almoçar na minha casa com o Lula? O Haddad foi. Tem que pensar”.

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domingo, 1 de fevereiro de 2015 Partidos | 07:00

‘Um partido como o PT não pode impedir a crítica’, diz José Américo Dias

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O secretário de Comunicação do PT, José Américo Dias, diz que a ordem no partido é fazer um esforço organizado para dar visibilidade à agenda positiva do governo, contribuindo para compensar parte do desgaste provocado pela Operação Lava Jato. Além de reforçar a orientação dada pela presidente Dilma Rousseff aos ministros na semana passada, o partido pretende ampliar a estrutura de produção de conteúdo e melhorar a exposição na mídia regional.

Diante do abalo de imagem do governo e do partido por conta das denúncias de corrupção na Petrobras, ele diz que há desequilíbrio no tratamento dado pela imprensa ao caso e minimiza críticas públicas como as feitas pela ex-ministra Marta Suplicy. José Américo, que foi coordenador de uma das campanhas de Marta, diz que as declarações da ex-prefeita de São Paulo são legítimas dentro da lógica do partido, mesmo que não tenham respaldo na maioria da militância. “Um partido como o nosso não pode impedir a crítica”, afirma.

José Américo Dias (Foto: Divulhação)

José Américo Dias (Foto: Divulhação)

A presidente Dilma Rousseff orientou ministros a se comunicarem mais e, em seguida, o PT passou a tomar uma série de medidas de comunicação. O partido segue a mesma orientação?
A orientação é clara para todos. O PT vai procurar, até o seu congresso, ser mais agressivo na comunicação. Vamos alterar o layout do nosso site e ampliar a atuação da Agência PT. Queremos que ela atue como uma agência de notícias de abrangência nacional, teremos correspondentes em oito estados. Onde não tivermos essa estrutura ligada ao diretório nacional, pediremos aos diretórios locais que produzam conteúdo.

Mas aí não é se comunicar e sim dar visibilidade a realizações do governo.
Nossa prioridade é sim mostrar realizações do governo. Por isso trazer os ministros para participar de hangouts, por exemplo. Precisamos dialogar melhor com essa juventude, com novos movimentos sociais. Vamos alinhar isso tudo numa reunião na próxima quinta-feira, antes da nossa reunião do diretório nacional, com todos os secretários de Comunicação do PT.

Mas a presidente não deveria se comunicar mais também? Ela está há mais de mês sem dar entrevista. 
Acho que pode até ser positivo que ela fale mais com a imprensa, mas o mais importante neste momento é que os ministros falem. Que mostrem mais o governo, pasta por pasta. Eles viajam o Brasil todo, têm a mídia regional aberta para eles.

O estrago da operação Lava Jato na imagem do PT e do governo é cada vez maior. Dá para fazer frente a isso? 
O mais importante nesse esforço é conseguir dar a versão do governo. Não da Lava Jato diretamente. Mas podemos dar uma versão mais transparente do que de fato é feito no governo. Está sendo concluída a transposição do São Francisco e isso não aparece em lugar nenhum. Há um esforço sólido para manter as conquistas sociais em uma situação econômica adversa. Deixar isso escondido é mais desgastante do que a Lava Jato, onde há divulgação desequilibrada. Até porque Paulo Roberto Costa também falou de Sergio Guerra (ex-presidente do PSDB). Ainda que ele tenha morrido, ele era coordenador da campanha de José Serra e a investigação aponta para um acordo que tiraria o PSDB da CPI da Petrobras. E isso não repercute na grande mídia da mesma maneira. Esse tipo de coidsa, não sei consegue rebater a contento. Mas temos que tentar rebater, o PT e o governo.

Onde entra a regulação da mídia nisso tudo?
Não muda nada. Porque a presidente pediu aos ministros um protagonismo de defesa do governo. E os grandes meios de comunicação vão seguir fazendo as mesmas restrições sobre o governo que sempre fizeram. Não é porque discutimos a regulação que o comportamento da Globo em relação ao governo vai mudar. Mas o mais importante é ter atitude. E nem todas as redes de TV do Brasil praticam monopólio de maneira tão acentuada.

O partido não corre o risco de bater cabeça com o PT na regulação da mídia? 
O PT apoia o movimento do Fórum pela Democratização dos Meios de Comunicação, mas o governo pode ter posição diferente. Desde que estejamos de acordo no essencial. Governo deve se concentrar na parte antimonopólio, que para o PT também é mais importante. Pode abraçar também a discussão sobre a propriedade cruzada dos meios de comunicação. Mas isso tudo está em discussão.

O senhor foi coordenador de uma das campanhas da Marta Suplicy. O que acha das críticas que ela vem fazendo ao PT e ao governo?
Uma critica como a feita pela Marta, embora a maioria do partido discorde, é um direito. O PT não proíbe que seus militantes debatam e façam um debate crítico. O que se demanda é alinhamento na hora do voto. E isso, Marta sempre respeitou.

Mas isso não atrapalha?
Claro que não é o melhor dos mundos. Mas o PT é um partido vivo. Um partido como o nosso nunca pode impedir a crítica. Somos um partido plural, vivo. Acho que ela fez críticas, mas isso não precisa necessariamente ser algo permanente, ela pode mudar de opinião. Seria melhor que não fosse como é hoje.

O senhor acha que ela sai?
Espero que não. Acho que ela tem um papel a cumprir dentro do PT. Tem perspectiva para 2018, pode até disputar governo. Marta foi ótima prefeita, ótima ministra. Acho que tem muita chance de ela continuar. Temos espaço para atuar politicamente, para 2018, nome muito forte.

Já tem gente até falando sobre refundação do PT outra vez.
Não tem cabimento. Respeito quem fala, entendo que eles querem dizer que devemos aperfeiçoar o partido. O PT tem mecanismo para combater eventuais malfeitos de seus militantes. Quem tiver problema ético vai ser expulso. Estamos sendo duros em relação a isso, por mais que tenham tentado implicar o partido na Lava Jato. Mostramos que recebemos doações legais e agimos no legal. Falar em refundação porque tem rejeição ao PT é uma ideia muito paulista. E em Minas, na Bahia, no Rio de Janeiro? Aqui (São Paulo), perdemos eleição, só isso. A rejeição ao PT vem de segmentos da elite e da classe media que não aceitam a quebra de hierarquia social que promovemos.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 Partidos | 19:00

PT não quer saber de Marta com microfone na mão

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Ministra Marta Suplicy (Foto: Tomaz Silva/ABr)

Ministra Marta Suplicy (Foto: Tomaz Silva/ABr)

O PT tem pressa em resolver o abacaxi Marta Suplicy. O partido está preocupado com o risc0 de ter a petista ao microfone da tribuna do Senado.

A nova legislatura começa nesta semana. E Marta, se seguir o mesmo modelo das últimas semanas, pode pegar pesado nos ataques ao partido e ao governo Dilma.

Ou seja, corre o risco de usar o mandato parlamentar do PT para atacar o próprio PT.

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Partidos | 12:14

Marta Suplicy começa a baixar a guarda

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Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

Marta Suplicy (Foto: Divulgação)

O recado que chegou a dirigentes nacionais do PT é que a ex-ministra Marta Suplicy deu nesta semana um primeiro sinal de que topa, pelo menos, conversar com o partido.

O PT ainda espera segurar a petista nos seus quadros. Como informou o Poder Online, a possibilidade mais concreta neste momento é oferecer à ex-prefeita de São Paulo algum tipo de compromisso relacionado à eleição de 2018.

Além daí, o partido já avisou que não vai ceder.

 

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