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Posts com a Tag mensalão

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014 Congresso | 13:19

Advertência a petista que xingou colega de canalha não sai do papel

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Natan Donadon (RO) foi cassado na estreia do voto aberto na semana passada, mas não era nem o primeiro da fila de análises que o Plenário deve fazer de relatórios enviados pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

Além de Carlos Alberto Lereia (PSDB-GO), que aguarda a votação sobre a suspensão de seu mandato, o petista Devanir Ribeiro (SP) também será alvo de punição.

No caso de Ribeiro, bem mais branda, mas que ainda não foi feita. Ele deve ser advertido no Plenário por causa da briga que teve com Onyx Lorenzoni (DEM-RS).

O petista chamou Lorenzoni de canalha por causa de um painel que o DEM produziu fazendo referência ao mensalão na exposição que falava sobre os 10 anos do PT no governo e que ignorava 2005, ano em que o caso veio a público.

Assista e lembre o episódio:

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domingo, 16 de fevereiro de 2014 Política | 07:00

‘Joaquim Barbosa faz uma nítida perseguição ao PT’, diz André Vargas

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Depois de levantar o braço em protesto contra Joaquim Barbosa, quando estava sentado ao lado do presidente do STF, o deputado André Vargas (PT-PR) diz que o ministro só faz abusar da autoridade que tem no tribunal. Segundo ele, “forçou a mão” desde o início do julgamento do mensalão e abusou novamente nesta semana, ao revogar decisões do vice-presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, sobre o pedido de autorização de trabalho do ex-ministro José Dirceu.

“O que o Joaquim Barbosa faz é uma nítida perseguição ao PT. É a antipolítica”, reclama Vargas. Ao Poder Online, o deputado, que recentemente chamou a atenção ao levantar o braço em protesto quando estava sentado ao lado do presidente do STF, diz que o gesto de resistência – que imitava aquele feito pelos petistas presos –  “foi redenção”. Confira a entrevista.

André Vargas, em selfie ao lado de Joaquim Barbosa, logo após levantar o braço contra o presidente do STF

André Vargas, em selfie ao lado de Joaquim Barbosa, logo após levantar o braço contra o presidente do STF

Como o senhor recebeu a notícia sobre a decisão do presidente Joaquim Barbosa de rever medidas tomadas pelo ministro Lewandowski no caso de José Dirceu?
Acho que o Joaquim Barbosa, nesse episódio todo, age mais uma vez como membro do Ministério Público. Ele age como advogado de acusação e não como juiz. O fato é que desde o começo do julgamento do mensalão, ele forçou a mão. Forçou pesado, foi fora da curva mesmo. Isso desde a teoria do domínio do fato, que se fosse aplicada no setor privado resultaria na prisão de muito presidente de banco por aí. E depois, já na presidência do STF, ele só meteu o pé pelas mãos. Aos poucos, ele atacou juízes, colegas, advogados, o Congresso e já foi deselegante até com a presidente da República. É um tipo de comportamento que ele tem, não deveria ser assim. 

Quando o senhor levantou o braço ao lado dele estava então protestando contra isso tudo?
Não foi um gesto calculado. Foi natural, intuitivo. Eu, sinceramente, acho que quando o (José) Genoino fez aquele gesto – ele foi o primeiro a ser preso – muitos esperavam uma cena como essa. Um atrás, quando eu conversava com ele sobre esse assunto, o Genoino já dizia que não ia se calar. Aquilo foi a rendeção. Para muita gente isso foi simbólico. É não aceitar ser tratado como bandido. E não é só o PT que acha isso. Muitos juristas e especialistas acham que houve exagero no julgamento do mensalão. 

O caso da autorização de trabalho do Dirceu foi exagero também?
Foi um abuso de autoridade. O que o Joaquim Barbosa faz é uma nítida perseguição ao PT. É a antipolítica. Mas esse cara não vai mudar. E se a gente se posiciona diante disso tudo, ao menos ajuda a evitar que isso siga acontecendo. A situação do país é um absurdo. Não tem a ver só com o PT.

Acontece no mensalão mineiro também?
Eu não sou daqueles que torcem pelo quanto pior melhor. Infelizmente, eu acho que vão acabar aplicando penas equivalentes no caso do mensalão mineiro também. Não se pode culpar uma pessoa que estava em campanha por tudo o que tenha acontecido na campanha. Ainda mais quando sabemos que há problemas que aconteceram em todas as campanhas. No Brasil tem muita hipocrisia. Todo mundo defende financiamento público, mas todos sabem que uma campanha tem dificuldade com isso.

E o que o senhor espera do STF no caso das doações de empresas?
Acho que é equivoco grave simplesmente proibir as doações. Não se pode tirar um tipo de financiamento sem substitui-lo por outro. Não se pode mudar o financiamento de campanha sem mudar o resto.

Mas a culpa disso não é do Congresso, que não vota a reforma política?
Sim, culpa nossa total. Mas é também da sociedade como um todo, que não faz um debate sério sobre isso. Toda vez que se fala nesse assunto, dali a pouco alguém começa a dizer que o financiamento público tiraria dinheiro da saúde, da educação. Como se a democracia não fosse importante. 

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014 Sem categoria | 17:59

Roberto Jefferson não gostou nada da notícia de que sua liberdade incomoda ao STF

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Jefferson (Foto: AE)

Jefferson (Foto: AE)

O ex-deputado Roberto Jefferson não gostou nada da notícia de que a indefinição sobre sua prisão incomoda a alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, como revelou nesta sexta-feira o iG – que ele próprio, aliás, descreve como “site obscuro”.

E foi para as redes sociais para reclamar: “‘Notícia de um site obscuro: “LIBERDADE DE JEFFERSON INCOMODA MINISTROS DO STF”. Mas o maior incomodado mesmo é o próprio site obscuro”, escreveu no Twitter. 

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014 Política | 09:00

José Dirceu está mais magro

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Da prisão, Dirceu, Genoino e Delúbio acompanham conversas no PT (Foto: AE)

José Dirceu (Foto: AE)

Mesmo depois da decisão do ministro Joaquim Barbosa de revogar a barrar o andamento de pedido de autorização de trabalho, o ex-ministro José Dirceu tem se mostrado muito tranquilo nas visitas que vem recebendo no presídio da Papuda.

Quem o visitou, notou uma só coisa diferente no petista: Dirceu está visivelmente mais magro.

Leia também: Com mão ao alto, petistas reforçam defesa de presos do mensalão

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 Justiça | 18:54

Campanha para pagar multa de José Dirceu tem até hashtag

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José Dirceu (Foto: Gustavo Andrade/AE)

José Dirceu (Foto: Gustavo Andrade/AE)

Na troca de mensagens que rolou hoje nas caixas de entradas de petistas, pipocaram sucessivos emails pedindo doações para ajudar o ex-ministro José Dirceu a arrecadar quase R$ 1 milhão para pagar a multa imposta pelo julgamento do mensalão.

A campanha aberta pela equipe do ministro, com apoio do PT, ganhou até uma hashtag – #ApoioZéDirceu.

Assim como fez com José Genoino e Delúbio Soares, o PT mobilizou alguns de seus integrantes para ajudar diretamente no trabalho de arrecadação. Quem é próximo do ex-ministro garante que, se os dois colegas cumpriram sua cota sem dificuldade, Dirceu chegará rapidinho ao valor fixado pelo STF.

 

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Justiça | 09:00

‘Lula errou ao indicar Joaquim Barbosa para o STF’, diz petista

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O deputado Paulo Ferreira (Foto: Câmara dos Deputados)

O deputado Paulo Ferreira (Foto: Câmara dos Deputados)

Na polêmica que cercou ontem os ministros do STF Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, sobrou até para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Diante da notícia de que Barbosa descumpriu o regimento do STF ao reverter decisões tomadas por Lewandowski na sua ausência, o deputado Paulo Ferreira (PT-RS) disparou: “Lula errou ao nomear Joaquim Barbosa. Faltou avaliar a competência técnica, já que ele parece desconhecer a lei que ele próprio preside”.

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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014 Política | 19:33

Com mão ao alto, petistas reforçam defesa de presos do mensalão

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Um grupo de petistas reuniu-se nesta tarde no estacionamento da Câmara dos Deputados, que fica em frente ao Supremo Tribunal Federal, para repetir o gesto de luta com a mão ao alto feita pelos réus do mensalão no momento em que foram presos.

A manifestação de apoio a José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoino e João Paulo Cunha foi um reforço ao polêmico gesto feito ontem pelo deputado André Vargas, que levantou o braço no momento em que se sentava ao lado do presidente do STF, Joaquim Barbosa.

Hoje, quem puxou o coro, foi o ex-ministro Luiz Sérgio (PT-RJ).

Assista:

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014 Política | 09:00

Sindicalistas petistas dão uma forcinha a Delúbio Soares

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Delúbio:forcinha dos sindicalistas (Foto: AE)

Delúbio:forcinha dos sindicalistas (Foto: AE)

Foi entre sindicalistas que Delúbio Soares encontrou boa parte do apoio na campanha de arrecadação que promove, para pagar a multa que lhe foi imposta no julgamento do mensalão.

O núcleo sindical do partido, liderado pelo secretário Angelo D’Agostini Junior, disparou mensagens a vários líderes petistas, pedindo que abrissem a carteira para ajudar o ex-tesoureiro do PT.

“O professor goiano Delúbio Soares é fundador da Central Única dos Trabalhadores e dedicou os melhores anos de sua vida à defesa dos trabalhadores e das trabalhadoras do Brasil”, diz a mensagem.

É mais uma mãozinha, depois que a CUT se encarregou de dar emprego ao ex-tesoureiro condenado no julgamento do mensalão.

Leia mais: PT tenta compensar prejuízo eleitoral das prisões do mensalão

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014 Política | 12:00

Para petistas, João Paulo ‘constrange’ colegas por não renunciar

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A avaliação que circula entre colegas petistas é a de que João Paulo Cunha (PT-SP) só ‘constrange’ seus colegas na Câmara, ao optar por não renunciar ao mandato de deputado federal.

Para um líder petista, a chance de o resultado da estratégia ser favorável a Cunha é zero.

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Eleições | 06:00

PT tenta compensar prejuízo eleitoral das prisões do mensalão

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Um dos assuntos que vão guiar as conversas do PT nas próximas semanas é a busca por uma receita para compensar o prejuízo eleitoral que ainda persiste quando o assunto é o julgamento do mensalão. Não que o PT tenha qualquer preocupação com o que chama de “voto ideológico” relacionado ao escândalo. A questão é encontrar substitutos para os puxadores de voto que perdeu no processo.

Leia também: PT freia ‘apoio exagerado’ a presos do mensalão

(Foto: José Cruz - ABr)

(Foto: José Cruz – ABr)

João Paulo Cunha (PT-SP), que teve a prisão decretada nesta semana, é o exemplo mais expressivo. Em 2010, o petista teve cerca de 250 mil votos. Sua base eleitoral é Osasco, na região metropolitana de São Paulo, onde o PT admite que simplesmente não tem quadros capazes de repetir o desempenho. Nem de longe, aliás. A saída é pensar em múltiplas candidaturas para conter a sangria. Um dos que serão lançados na disputa da Câmara é o atual vice-prefeito da cidade Valmir Prascidelli.

Embora desta vez tenha chegado à Câmara como suplente, José Genoino também já figurou entre os campeões de voto do PT. Superou a superar a marca de 300 mil votos na eleição de 1998.  A direção petista admite que falhou em renovar seus quadros na capital paulista, por exemplo, e hoje custa a encontrar nomes para preencher o vácuo.

Uma das saídas encontradas é incentivar a candidatura a deputado federal de nomes que hoje ocupam uma cadeira no Legislativo estadual. É nessa lista que se encaixa, por exemplo, o ex-presidente do PT paulista, Edinho Silva, que vai conciliar um assento na coordenação da campanha de Dilma e sua própria campanha para a Câmara. Nomes como Hamilton Pereira e Adriano Diogo também devem seguir o mesmo caminho. 

Alguns líderes petistas defendem até mesmo uma candidatura do presidente nacional do PT, Rui Falcão. Nesse caso, entretanto, dirigentes reconhecem que qualquer iniciativa nesse sentido esbarram na tarefa atribuída ao deputado, de coordenar a campanha de Dilma à reeleição.

O problema, dizem petistas, é que o desfalque de João Paulo Cunha e Genoino se soma a outras perdas na chapa para a Câmara. Além de Antonio Palocci, que submergiu diante das suspeitas de enriquecimento ilícito que o tiraram do governo em 2011, a legenda ainda corre o risco de ter que compensar a eventual indicação de parlamentares para o ministério da presidente Dilma Rousseff. Um dos cotados é o ex-presidente do PT Ricardo Berzoini.

 

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