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Posts com a Tag meta fiscal

terça-feira, 9 de dezembro de 2014 Congresso | 17:46

Negociação para aprovar meta fiscal pode atrasar de novo votação

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O que circula no Congresso neste momento é que a conclusão da votação da flexibilização da meta de superávit primário pode caminhar para um novo adiamento.

A disputa pela presidência da Câmara e o empenho do PMDB em atrair petistas para um acordo em torno de Eduardo Cunha (RJ) teria entrado na lista de pontos negociados com o governo para a votação.

Neste momento, só 70 deputados e 19 senadores registraram presença por ali.

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domingo, 7 de dezembro de 2014 Congresso | 08:00

‘Não foi um fato isolado’, diz senadora sobre xingamentos de vagabunda

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Alvo de xingamentos durante a polêmica sessão do Congresso Nacional que tentava votar mudanças na meta do superávit primário, na última semana, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) diz que as agressões contra parlamentares mulheres são recorrentes.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Foto: Agência Senado

“Não foi um fato isolado. Apesar de termos uma mulher na presidência, a cara do poder político no Brasil é muito masculina”, explicou Vanessa, em entrevista ao Poder Online. Prova disso, diz a senadora, é que o mesmo grupo que puxou os xingamentos no plenário da Câmara também foi denunciado por chamar a deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ) de “vagabunda”.

Na opinião da amazonense, entretanto, embora seja necessário identificar e punir os responsáveis, o problema passa por uma vontade política e mudanças culturais mais amplas. “Você fazer uma voz feminina ser ouvida é muito mais difícil, mesmo porque nossos colegas são os primeiros a desrespeitarem o regimento e se intrometerem quando estamos falando. No fundo, é um pouco aquele sentimento de poder. De que eles podem tudo.” Confira abaixo os principais trechos da entrevista.

Deputada, como a senhora vê os xingamentos daquele dia. Foram algo isolado?
Não, não foi um fato isolado. Apesar de termos uma mulher presidenta, a cara do poder político no Brasil é muito masculina. Na última segunda-feira mesmo, a gente estava em uma reunião de líderes com a presidenta Dilma e só o meu partido tinha mulheres líderes – uma pelo Senado e outra pela Câmara. O resto eram homens. Então não é incomum esse tipo de manifestação, eu poderia citar inúmeros casos.

Quais, por exemplo?
Fazendo uma pesquisa para identificar as pessoas que estavam aqui ontem – que aliás não estavam aqui com o objetivo de acompanhar, mas sim de ajudar na obstrução e tentar impedir a sessão – descobrimos que alguns deles são donos de um blog de extrema direita, o Revoltados, e estão bastante enrolados com a Justiça. O (deputado) Paulo Pimenta (PT-RS) mostrou um monte de documentos, processos, em que eles incitam a violência, dizem que o (senador) Renan Calheiros (PMDB-AL) tinha de ser morto. E, olha que engraçado: um desses rapazes, que eu não sei se estava aqui ou não, mas que faz parte desse blog, responde a um processo porque chamou a deputada estadual Cidinha Campos (PDT-RJ) justamente de vagabunda.

O que a senhora achou de o grupo ter se defendido com a explicação de que os gritos diziam “vai pra Cuba” e não “vagabunda”?
Nós estamos tentando fazer a filtragem do áudio, precisamos ver se é possível porque lá não tem microfone, mas a TV Câmara também está ajudando a identificar. De toda forma, o pessoal do meu gabinete ouviu os gritos de “vagabunda” e, antes de eu falar, eu me lembro que as palavras de ordem eram “PT ladrão” e esculhambando a Dilma. Só depois, para disfarçar, é que eles começaram com o “Vai pra Cuba”. É lamentável. Todo mundo aqui foi desrespeitado, a democracia foi desrespeitada. Quando eu cheguei aqui na Câmara, as galerias tinham vidro, porque jogavam coisas lá embaixo. Quando o ex-presidente Lula foi eleito e o (deputado) João Paulo Cunha (PT-SP) presidiu a Casa é que isso mudou. De lá pra cá, acho que o episódio mais duro foi agora.

Leia também: Mulheres do PCdoB pedem punição de xingamentos contra Vanessa Grazziotin

Algumas pessoas voltaram a falar em colocar vidros nas galerias. A senhora concorda com isso?
Não, acho que não carece. O que precisa fazer é respeitar o regimento. As sessões são públicas, são abertas, transmitidas ao vivo. As pessoas que vêm aqui têm que respeitar a democracia. Por que que é proibida a manifestação? Porque quem tem de se manifestar é o plenário, não a galeria. E a gente tem que se manifestar de acordo com toda uma regra regimental. Eu não posso falar a hora que eu quiser, eu tenho de me inscrever, por exemplo. Mas eles gritando lá de cima, ainda mais de forma desrespeitosa contra uma mulher, não é algo que a gente possa caracterizar como democrático. Pelo contrário: eu tenho ouvido inclusive que essas pessoas que estavam aí são aquelas que nos movimentos populares têm defendido a volta da ditadura militar.

A senhora também se sente desrespeitada por parte de colegas parlamentares?
Sim, claro. Você fazer uma voz feminina ser ouvida é muito mais difícil, mesmo porque nossos colegas são os primeiros a desrespeitarem o regimento e se intrometerem quando estamos falando. No fundo, é um pouco aquele sentimento de poder. De que eles podem tudo. Então chegam lá, pegam o microfone, não respeitam a presidência, não respeitam ninguém e mulher principalmente, porque não temos a voz tão grave quanto eles.

E isso acontece tanto na esquerda como na direita?
Acho que o pessoal conservador, de direita, é pior. Porque eles não querem ver o avanço da mulher. Você veja, o PCdoB é o partido que mais tem mulheres aqui. E isso não é porque temos cota, nós estamos submetidas à lista aberta como qualquer uma. É porque é um partido que procura dar oportunidades, que age de forma proativa com as mulheres. Se você pega um DEM da vida, quantas mulheres eles têm? Qual é o protagonismo dessas mulheres? É quase nulo.

Agora, nesses últimos dias, os movimentos falavam muito em mais representatividade política. Esse também foi um ponto central nas manifestações de 2013. Que mecanismos poderiam ser adotados para diminuir esse distanciamento entre o povo e o Congresso sem precisar recorrer a um fechamento de galerias, por exemplo?
Nós caracterizamos esse processo como o terceiro turno eleitoral. Quem está acompanhando, percebe que o problema deles não é com o mérito. Se fosse, eles teriam de explicar porque o Fernando Henrique Cardoso fez a mesma coisa em 2001, quando eles estavam no poder. O que eles querem é somente desgastar a presidente antes que ela assuma o novo governo. E eles dizem isso abertamente: que querem que ela incorra na irresponsabilidade fiscal. Mas ela já disse que isso não vai ocorrer. Agora, para aumentar a representatividade de uma maneira mais ampla, só com uma reforma política.

Assista a um trecho da entrevista:

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014 Congresso | 06:00

Desgaste da votação da meta fiscal sobra para Henrique Eduardo Alves

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O deputado Henrique Eduardo Alves (Foto: José Cruz/ABr)

O deputado Henrique Eduardo Alves (Foto: José Cruz/ABr)

A avaliação feita pelo próprio PMDB é de que o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-AL), saiu-se muito mal na articulação para votar o projeto que altera a meta fiscal.

Na visão de colegas de partido, pegou muito mal o esvaziamento da sessão de quarta-feira pelos deputados da base, desgastando  sua relação com o Planalto

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014 Congresso | 12:32

Mensagens de eleitores lotaram celulares de deputados na votação do superávit

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Um comentário que circulou nesta manhã entre deputados e senadores é que vários deles terminaram a sessão que tentou votar a mudança na meta de superávit primário com as caixas postais dos celulares e contas de Twitter cheias de mensagens.

Alguns dizem ter recebido uma enxurrada de mensagens de eleitores, com direito a xingamentos e palavrões, cobrando que se posicionassem contra o projeto.

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 Congresso | 17:56

Protesto contra mudança na meta fiscal é puxado com gritos de ‘Fora PT’

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Cerca de 50 manifestantes ainda protestam em frente ao Congresso Nacional contra a alteração da meta do superávit primário de 2014. Embora a maior parte se diga apartidária, são frequentes os gritos de “Fora PT” e alguns usam o adesivo com o 45 do PSDB.  O grupo seleciona também quais parlamentares devem ou não ser alvo de críticas ao passarem em frente à chapelaria do prédio.

Assista também: ‘Me levem ao líder dessa joça’, diz Lobão no Congresso

Já o cantor Lobão, após conversar com alguns parlamentares foi à Procuradoria-Geral da República e agora segue para o Supremo Tribunal Federal contra a nova meta fiscal proposta pelo PLN 36/2014.

Assista:

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014 Congresso | 21:35

Sob tumulto, Congresso adia votação de nova meta fiscal

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Diante da recusa de um grupo de cerca de 26 manifestantes de deixar as galerias da Câmara dos Deputados, o presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), decidiu suspender a sessão em que deveria ser votado o projeto que altera a meta do superávit primário de 2014, enviado pelo Planalto. A orientação do governo era votar a iniciativa ainda hoje.

Leia também: Governo faz ofensiva para aprovar flexibilização da meta fiscal

A decisão de evacuar as galerias partiu de um pedido da senadora Jandira Feghali (PCdoB-RJ), após escutar parte dos manifestantes xingarem a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) de “vagabunda”. O grupo, entretanto, se defendeu afirmando que os gritos na realidade diziam “Vai pra Cuba”. O tumulto durou mais de uma hora, até que Calheiros decidiu suspender a sessão até amanhã de manhã – criticando ainda o fato de parte do grupo ser composta por funcionários da Casa.

Assista a um trecho da manifestação:

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sábado, 22 de novembro de 2014 Congresso | 06:00

‘Acusam o PMDB, mas o governo é que faz chantagem conosco’, diz vice-líder

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Deputado Federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) - Foto: Divulgação

O deputado Lúcio Vieira Lima (Foto: Divulgação)

Tido como um dos fiéis escudeiros do líder peemedebista, Eduardo Cunha, o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) aproveita o episódio sobre alteração da meta fiscal para se queixar da forma como o governo opera com a base no Congresso. Joga na conta também as negociações para a presidência da Câmara e a montagem do novo ministério da presidente Dilma Rousseff.

“Isso tudo mostra como é que as coisas realmente são. Temos aí o (ministro da Casa Civil, Aloizio) Mercadante dizendo que nós não estamos preocupados com a estabilidade do governo. Pois é, o fato é que acusam o PMDB de fazer chantagem, mas o governo é que faz chantagem conosco. O tempo todo”, diz o deputado baiano.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014 Congresso | 15:00

Líder do governo corre atrás de apoio para assegurar mudança na meta fiscal

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O líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS), está desde ontem disparando telefonemas diretamente a deputados da base.

Pediu pessoalmente até aos peixes pequenos que garantam o empenho na aprovação do projeto que altera a meta fiscal do governo.

 

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012 Brasil | 08:02

Rosalba Ciarlini livre pra gastar

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A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), conseguiu cumprir a meta fiscal em 2011, referente aos gastos deixados por seu antecessor, Iberê Ferreira (PSB), de 2010.

O anúncio foi feito esta semana pelo ministério da Fazenda. Com isso, o estado está liberado a fazer empréstimos com instituições financeiras num total de até R$ 1 bilhão.

Rosalba conta que já estava ficando preocupada com os limites impostos pela lei, já que proibiam o estado de fazer novos financiamentos. Segundo a governadora, as limitações orçamentarias estavam atrasando as obras voltadas para os preparativos da Copa do Mundo de 2014.

Do R$ 1 bilhão que o estado passará a ter direito de tomar emprestado a partir de 2012, a governadora pretende usar algo em torno de R$ 600 milhões.

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